Nome/Razão Social
Produto
Cadastros p/ UF Mun

Logon
Logoff
Me Cadastrar
Alterar meus dados
Colocar meu Link
Ver Links

Ver Cursos

Abelhas Nativas ASF
Espécies x UF

Colocar Pago
Colocar Grátis
Ver Anúncios

Abelhas Nativas ASF
Abelhas APIS
Outros Assuntos

Ver tópicos

Cadastrar / Enviar
Ver / Ler

Mala associativa
Mala comercial
Mala comercial HTML

Bloco de Notas
Favoritos
Últimos Cadastrados
Fornecedores
RSS

Minhas Receitas
Ver Receitas

Fale conosco
Convide um Apicultor

O Que é APISGUIA
Quem somos
Porque é Grátis
Porque me cadastrar
O que é COD-ID
CBA FED ASSOC.
Autorizações
Problemas eventuais

Estatísticas
Estatísticas 2
 
Visitas após 07/2005
3.983.849
IP: 162.158.79.89


Informativo - nº001 - Agosto de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
FEPA -FEDERAÇÃO PARANAENSE DE APICULTORES
Rua Erasto Gaertner, 2236 – BL 23 - Apt 32 - Bacacheri - CEP 82.515-000 – Curitiba – PR
Fepa2007@yahoo.com.br – 0**41 - 8803-8848 (A. Pegoraro) - 0**41 – 9182-4467 L.C.
Chequim)

BOLETIM INFORMATIVO Nº1

Estamos Informando sobre alguns aspectos atuais da apicultura paranaense e brasileira.
Conhecemos algumas dificuldades que pesam sobre nossos colegas especialmente nos os
aspectos técnicos, econômicos e sociais.

Loque Americana (Paenibacillus larvae) no ano passado (2006) surgiu o primeiro foco
dessa enfermidade apícola no Brasil (Quatro Barras PR.). Este foi erradicado queimando
todas as colônias dos apiários que apresentaram colônias infectadas e enterradas ( a mais
de um metro) os resíduos de acordo com as normas vigentes. No entanto, uma vigilância
constante é necessária para que quaisquer sintomas sejam imediatamente examinados e
as colônias contaminadas mediante laudo competente sejam queimadas e seus resíduos
enterrados a mais de um metro.

Estudos técnicos comprovam que os esporos desta enfermidade resistem mais de 40 anos
em pedaços de favos e com calor de 100ºC os esporos ainda resistem por mais de 8 horas.
Os bacilos se multiplicam a partir de larvas na idade entre 0 e 24 horas.

Conforme experimentos realizados as abelhas adultas resistem á enfermidade. No
entanto, as larvas são suscetíveis e servem para a sua expressiva multiplicação.Dez
esporos dessa enfermidade são suficientes para matar uma larva muito jovem (menos de
24 horas) de Apis mellifera.

As abelhas africanizadas eliminam as larvas mortas ou infectadas dentro de poucas horas
quer por ingestão ou por remoção para o exterior da colméia. Uma larva de Apis mellifera
com 4 a 5 dias só adoece com uma contaminação acima de 10.000 esporos. As larvas
contaminadas morrem ao 9º dia no inicio da formação de pupa, formando uma massa
pútrida de cor maron-café, com cheiro de “cola de sapateiro”.

As abelhas abrem os alvéolos contaminados e comem o seu conteúdo contribuído para
uma intensa multiplicação de esporos prontos para uma contaminação maciça da colônia.
Nascem cada vez menos abelhas de Apis mellifera em decorrência da contaminação e
assim as colônias tornam-se cada vez mais fracas.

A contaminação pode acontecer também por transferência de colméia, por migração,
compra e venda de núcleos ou colônias formadas, ração ou alimentação fornecida aos
núcleos ou colméia também pode ser disseminador da doença. Raramente a colônia morre
no primeiro ano de contaminação, mas sim no segundo e terceiro ano.

O apicultor só consegue identificar a enfermidade pela presença de alvéolos fechados
contendo pupas mortas que apresentam uma forma gelatinosa e viscosa. O exame é feito
com um palito apontado abrindo o alvéolo contendo a forma mucilaginosa de cor maron-
café.

Observação: a doença não ataca abelhas adultas e também não faz mal ao ser Humano.
Só causa danos as larvas muito jovens.

PROFILAXIA

a) Evitar a transferência ou migração de colônias contaminadas para outras
regiões (dispersão da doença);
b) Identificar e marcar as colméias contaminadas ou suspeitas da doença;
c) Não aproveitar favos velhos de colônias principalmente das colônias suspeitas;
d) Isolar o material contaminante queimando tudo (para evita a propagação da
doença);
e) Na substituição da cera velha por cera alveolada ferver os caixilhos antes do
seu reaproveitamento;
f) Evitar a dispersão de favos melados que possam promover saque
g) Retornar as melgueiras vazias a noite evitando a contaminação pelas abelhas
campeiras e pelo saque a colônias indefesas ou fracas;
h) Procurar um técnico competente para obter informação sobre as demais
medidas a ser adotadas nos aspectos de seleção e produtividade;
i) Participar das reuniões da sua Associação de apicultores mais próxima;
j) Não importar rainhas e outros materiais de manejo evitando a introdução de
parasitas ou doenças exóticas;
k) Multiplicar (criar) linhagens de preferências resistentes á enfermidade.

***

EXPORTAÇÃO DE MEL

O impedimento de exportar mel provocado pela União Européia quanto aos limites de
resíduos químicos e orgânicos contido no mel e as respectivas análise de laboratório. O
embargo que foi estabelecido deve ser solucionado em pouco tempo.
O cuidado na produção de mel sem resíduos e ou contaminantes é prioridade absoluta
para obter um preço compensador e também é necessário o máximo de qualidade do
produto.

***

RESTRUTURAÇÃO DA FEPA

Estamos empenhados em reanimar nossa Federação com objetivos básicos de
bem representar e defender os interesses da apicultura paranaense. Para tanto estamos
solicitando o apóio de todas as filiadas pelo comparecimento a todas as assembléias e
reuniões para contribuir com sugestões mais oportunas e o fortalecimento do nosso
associativismo.

***
APELO: por favor todos encaminhem os endereços atualizados das associações e das suas
diretória para realizarmos nossas comunicações e o intercambio necessário.

***