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Informativo - nº053 - Outubro de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 53 - 29 de Outubro de 2007
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 - Zona Sul: Apoio irá qualificar trabalho dos apicultores; 3 -
Associativismo - Apicultores da Serra Gaúcha recebem especialista paranaense; 4 –
Segredos da nobreza; 5 – O vôo da abelha; 6 - II Encontro Sobre Abelhas Nativas no
Maranhão; 7 – Vº Encontro Sul-mato-grossense de Apicultores; 8 – Venda de alimentos
deve ser proibida nas farmácias; 9 - Prefeitura de Cacoal, em Rondônia, reforça merenda
escolar com mel; 10 – Situação da Consulta Pública nº 69/07 – ANVISA; 11 – Dia 18 de
outubro de 2007, saúde nas farmácias: próximo debate será em São Paulo; 12 – Curso de
Apicultura em SP; 13 - Seminário discute apicultura em Chapadão do Sul; 14 - I Seminário
da Apicultura Familiar; 15 – Receitas com Mel.
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1 - Um minuto de Reflexão

· "A mudança não acontece quando tentamos nos forçar a mudar, e sim quando nos
tornamos conscientes de o que não está dando certo" - S. Gawain

· "Presta atenção ao que dizem os teus inimigos, pois são os primeiros a perceber os
teus
erros" - Antístenes
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2 - Zona Sul: Apoio irá qualificar trabalho dos apicultores

Camila Almeida - Rio Grande - Na última semana foi realizada a primeira reunião que
deverá alavancar a apicultura em Rio Grande, cuja produção média anual chega a 75
toneladas. Participaram do encontro representantes da Cooperativa dos Apicultores do Sul
(Cooaps), Sebrae, Emater, Sindicato Rural, Banco do Brasil e a Secretaria Municipal de
Agricultura, com o objetivo de analisar atividades que capacitem produtores do setor.

A principal necessidade identificada pelos apicultores é a inspeção do produto para
comercializá-lo. “Hoje quem consome o mel não sabe onde foi adquirido o recipiente em
que foi envasado e menos ainda em quais condições esse mel foi produzido”, comenta
Edson Reis do Nascimento, zootecnista e técnico da Emater.

Beneficiamento - Sem conseguir apoio financeiro para a construção do entreposto, um dos
apicultores da cooperativa decidiu disponibilizar recursos do próprio bolso. Assim, o local
será terceirizado para que o mel produzido no município seja beneficiado de forma
higiênica e envasado em recipientes apropriados. A unidade deverá ser inaugurada em
novembro no bairro Bolaxa.

Edson explica que, através do Serviço de Inspeção Municipal (SIM), os produtos receberão
um código para identificar que está adequado à comercialização. “Posteriormente será
adquirido o Serviço de Inspeção Federal (SIF), que permitirá a venda do produto a outros
estados e países”, diz o zootecnista.

Negócios - Através do programa Juntos para Competir, do Sebrae, a consultora do setor
Iara Dutra comenta que serão oferecidas aos produtos informações e orientações de
gestão de negócios, além do apoio à formalização do empreendimento. O apoio se dará
através da prefeitura e do desempenho do setor nos próximos meses. Segundo Ari Brasil
Caldas, presidente da Cooaps, o Banco do Brasil deverá acompanhar o trabalho do grupo
para então oferecer uma linha de crédito à taxa de 6,5%, através do programa
Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS).

Capacidade - Levantamento feito pela Inspetoria Veterinária, vinculada à Secretaria de
Agricultura do Estado, indica que existem 104 apicultores no município com média de
produção anual de 75 toneladas. Dos quase 30 cooperativados, a expectativa para esta
safra é de atingir 50 toneladas, levando em consideração o frio rigoroso e as chuvas. Com
o entreposto, Ari espera dobrar a venda do mel, já que o local ainda possibilitará a
produção de própolis, pólen e apitoxina, utilizados em medicamentos.

Fonte: WebApacame - Veículo: Diário Popular – RS - Seção: Zona Sul - Data: 21/10/2007 -
Estado: RS
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3 - Associativismo - Apicultores da Serra Gaúcha recebem especialista paranaense

Palestra nesta sexta-feira vai abordar temas como mercado e importância do
associativismo

Da ASN/RS - Antônio Prado - Dedicada ao estudo da apicultura há 23 anos, a professora
do Departamento de Zootecnia da Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, Lucimar
Pontara Peres foi convidada pela Cooperativa Apícola da Serra Gaúcha (Coapiserra) para
abordar o tema "Como agregar valor aos produtos apícolas ". A palestra ocorrerá
nesta
sexta-feira (19), às 20h, no Auditório do Clube União, em Antônio Prado, município
distante 185 quilômetros de Porto Alegre.

A participação é gratuita. Informações e confirmações de presença podem ser obtidas por
meio do telefone (54) 3293-1609. O evento é uma realização da Coapiserra com o
incentivo do Sebrae no Rio Grande do Sul, entre outras entidades.

Pela sua importância, o evento certamente reunirá produtores de várias localidades, como,
por exemplo, Caxias do Sul, São Marcos e Farroupilha”, prevê a técnica do Sebrae/RS,
Janine Basso Lisbôa. Ela explica que a origem da idéia da palestra está ligada ao 12º
Seminário Estadual de Apicultura do Rio Grande do Sul, realizado em julho passado, em
Santiago, na Região Centro do Estado.

Na oportunidade, 11 apicultores ligados à Coapiserra participaram do evento e assistiram
Lucimar apresentar a palestra. “Eles gostaram muito da abordagem e resolveram trazer a
professora para Antônio Prado, para que outros produtores da região pudessem ser
contemplados com as informações repassadas pela especialista”, afirma Janine. Com
doutorado em produção animal, na área de apicultura, Lucimar destaca que pretende
fazer “um paralelo entre o trabalho humano associado e o das abelhas”, que também
operam de modo associativo.

“Se quisermos exportar contêineres de mel, precisamos trabalhar de modo associado”,
explica a professora. A palestra também abrange temas como o mercado apícola e o meio
ambiente. “Mercado apícola não é só mel. Outros produtos podem e devem ser
trabalhados”, ressalta Janine.

Além do Sebrae/RS, a iniciativa conta com o apoio da Associação Comercial, Industrial e
de Serviços de Antônio Prado, das prefeituras de Antônio Prado e de Ipê, do Programa
Empreender e do programa 'Juntos para Competir'.

O Empreender, ação que estimula o associativismo e a capacitação de pequenos negócios,
é impulsionado no Estado pelo Sebrae/RS e pela Federação das Associações Comerciais e
de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul). O programa 'Juntos para Competir'
estimula
cadeias produtivas do agronegócio gaúcho e é desenvolvido pelo Sebrae/RS em parceria
com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e o Serviço Nacional de
Aprendizagem Rural (Senar).

Serviço: Assessoria de Comunicação do Sebrae/RS - (51) 3216-5182 e (51) 3216-5123 -
Central de Atendimento ao Cliente do Sebrae/RS - (51) 3216-5006 - Sebrae Serra
Gaúcha - (54) 3215-5069
Fonte: ASN – Agência Sebrae de Notícias - 18/10/2007 -
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4 – Segredos da nobreza

“A vida das abelhas é como um poço mágico. Quanto mais se tira, mais há para tirar.” A
frase é de Karl von Frisch (1886-1982), o austríaco que decifrou a comunicação entre as
abelhas e por isso dividiu com dois colegas o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, em
1973, e o título de pai da etologia, o estudo do comportamento animal. Os biólogos Zilá
Simões, Klaus Hartfelder e Márcia Bitondi, do Laboratório de Biologia do Desenvolvimento
de Abelhas (LBDA) no campus

Hora de sair do ninho: em resposta à vitelogenina, a operária se especializa em campeira
e sai em busca do alimento para a colméia de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo
(USP), há mais de duas décadas tiram preciosidades desse poço. Eles investigam como
genes e hormônios interagem com o ambiente e determinam as castas de abelhas, um dos
grandes mistérios da biologia. A equipe brasileira faz parte do consórcio internacional de
grupos de pesquisa que em outubro anunciou o seqüenciamento do genoma da abelha,
primeiro inseto social a ser estudado dessa forma. O que veio dentro desse balde içado do
poço mostra que a declaração de Von Frisch está mais atual do que nunca.

Numa sociedade de abelhas só a rainha se reproduz. As operárias cuidam das larvas e
garantem a manutenção da colônia. Charles Darwin chegou a temer que a existência de
uma casta estéril pusesse em risco sua teoria da seleção natural — que diz que só vencem
o jogo da evolução aqueles que deixam descendentes férteis. O enigma foi estudado de
diversos ângulos ao longo do último século, e agora a genômica vem dar uma mãozinha.
Como participantes do Projeto Genoma, os geneticistas de Ribeirão Preto são responsáveis
por investigar a genética da formação das castas. Com base em experimentos ao longo da
última década eles agora anotaram 51 genes decisivos em diferenciar rainhas e operárias
e estão desvendando um complexo sistema de regulação gênica protagonista na evolução
do sistema social das abelhas.

Logo após nascer – Quem acredita na supremacia dos genes poderá se surpreender ao
descobrir que abelhas de castas diferentes sejam iguais do ponto de vista genético. “Já se
sabe disso há décadas”, afirma Zilá. Nas primeiras 48 horas de vida, conta Márcia, basta
alimentar qualquer larva com geléia real que ela dará origem a uma nova rainha. Os
apicultores,que criam abelhas para produção comercial de mel e própolis, usam esse
conhecimento para multiplicar suas colméias.

Apesar da homogeneidade genética, as diferenças entre as castas são marcantes. Uma
rainha vive entre um e dois anos. Durante esse tempo ela põe até 2 mil ovos por dia, a
partir de espermatozóides armazenados em uma única ocasião. As operárias parecem ser
de certa forma descartáveis. Elas vivem entre 30 dias e seis meses, e ao se tornarem
campeiras têm um sistema imunológico pouco ativo e comem menos, praticamente só
carboidratos. Existem às dezenas de milhares em cada colônia e, ao morrer, são
substituídas por outras.

Durante sua vida de labuta, essencial à sobrevivência e ao crescimento da colméia, a
função das operárias adultas varia conforme a idade: limpar e construir a colméia,
alimentar e cuidar das larvas em desenvolvimento, defendera colônia e recolher alimento.
Neste último posto elas são chamadas de campeiras. Para monitorar o comportamento dos
insetos ao longo desses estágios, no Laboratório de Abelhas os pesquisadores observam
colméias envidraçadas, onde as operárias são marcadas com plaquinhas coloridas
numeradas grudadas às costas. As abelhas paramentadas não parecem incomodar-se:
continuam a voar e, de volta à colônia, a dançar para indicar às companheiras onde a
comida está.

Explicar a orquestração de toda essa variedade comportamental e fisiológica move há
mais de duas décadas a curiosidade de Zilá, Hartfelder e Márcia. Para entender como se
faz uma rainha ou uma operária, eles empreenderam uma extensa investigação do
funcionamento genético e hormonal das abelhas. O esforço deu frutos: antes que se
iniciasse o Projeto Genoma, o grupo já havia identificado e seqüenciado um gene central
na diferenciação de castas. É o responsável pela síntese da vitelogenina (VG), uma
proteína essencial para a reprodução, pois representa boa parte do alimento (vitelo) que
nutre o embrião dentro dos ovos. Além de sua função reprodutiva, a vitelogenina influi na
longevidade e no sistema imunológico do inseto, tanto em rainhas como em operárias.

O projeto de pesquisa conduzido no LBDA indicou que a alimentação das larvas com geléia
real tem influência direta sobre seu sistema hormonal, que aumenta a síntese do hormônio
juvenil. Essas larvas então se tornam rainhas, que produzem mais vitelogenina. “É
possível produzir rainhas sem geléia real”, conta Zilá. “O hormônio juvenil aplicado
experimentalmente já leva à sua formação.” Segundo Hartfelder, está programada nas
células dos ovários das operárias uma morte celular acentuada. Mais hormônio juvenil na
larva da rainha impede a degeneração dos órgãos reprodutivos.

As operárias, que escaparam da dose maciça de hormônio juvenil durante o
desenvolvimento embrionário, não estão livres de sua influência. Em certo ponto de sua
vida a produção do hormônio aumenta, a síntese de vitelogenina cai e elas começam a
voar em busca de alimento: viram campeiras.

Cuidado: não é o caso de chamar o gene VG de gene das castas. As interações gênicas
são muito complexas e ainda longe de ser completamente compreendidas.Com o genoma
completo, agora será possível investigar de forma mais geral a influência dos genes no
organismo e no comportamento das abelhas. No caso do LBDA, a equipe identificou no
genoma 51 genes ligados ao desenvolvimento de castas. Os pesquisadores acreditam que
esses não sejam os únicos genes envolvidos no processo, mas parecem estar entre os
mais importantes.

Trabalho acelerado – Os geneticistas acreditam que os resultados sobre o genoma
proporcionarão um grande progresso no conhecimento sobre insetos sociais. Trabalhar
com um gene de cada vez é muito lento. Zilá estima que leve cerca de um ano para
seqüenciar cada um deles. Por isso, o método dez vezes mais rápido empregado nos
projetos de seqüenciamento de genomas permite um avanço incomparável. Mas é a
experiência laboriosa de Zilá, Márcia e Hartfelder com os sistemas genético e hormonal
das abelhas que os leva a integrar o consórcio internacional que reúne 170 pesquisadores
de 65 instituições para decifrar o DNA da abelha. A estimativa é que seu genoma seja
composto por cerca de 10 mil genes, menos que os outros insetos já seqüenciados: a
mosca-das-frutas (Drosophila melanogaster), o mosquito que transmite a malária
(Anopheles gambiae) e o bicho-da-seda (Bombyx mori).

O destino após sair do ovo: dosagem de hormônio juvenil define se as larvas serão
rainhas ou operárias como estas Com o seqüenciamento do genoma, surgem fatos que
antes não podiam ser estudados. Neste caso questões típicas de insetos sociais, como a
divisão de trabalho, as castas reprodutivas ou os sistemas de comunicação. Um processo
simplificado, que já foi usado em outros projetos como o do boi e do eucalipto,permite
seqüenciar somente os genes ativos – os que levam à produção de proteínas.

Mas o DNA contém uma imensidade de outros trechos que não produzem substâncias
diretamente e por isso eram chamados de DNA lixo. Porém cada vez mais pesquisas têm
mostrado que essas regiões do genoma têm uma importância imensa. “O genoma
completo traz informação sobre seqüências reguladoras”, diz Hartfelder. O sistema de
regulação permite entender como o organismo funciona, e pode estar na origem de
diferenças marcantes entre animais geneticamente parecidos. A análise do genoma da
abelha já trouxe pistas importantes sobre mecanismos de regulação dos genes – o sistema
de metilação e os micro RNAs.

São moléculas capazes de desligar genes e por isso determinam as partes do genoma
ativas conforme o indivíduo e o momento. As interações dentro do genoma e a atividade
dos genes são conhecidas como redes gênicas. Esse tipo de sistema pode ser responsável
por boa parte das diferenças entre a casta reprodutiva e não-reprodutiva, além de
determinar as sucessivas funções das abelhas plebéias ao longo de sua vida.

A diferença entre rainhas e operárias, por exemplo, fica evidente quando se estudam as
redes gênicas das duas castas. Essas redes são representadas como pequenos círculos
que indicam os genes superexpressos (mais ativos), com linhas entre eles que mostram
ligações funcionais – um gene ativa ou inativa outro,por exemplo. Zilá mostra dois desses
esquemas, um deles tão intrincado que as linhas se embaralham nos olhos: “Esta é uma
operária”, aponta. O mais simples mostra uma rainha. Para a geneticista, é como olhar
fotografias de abelhas das duas castas. As operárias têm o cérebro maior, com mais
neurônios,e sua rede de genes é mais complexa.

Além de representar um avanço importante na compreensão de um inseto social, o Projeto
Genoma da abelha pode ter aplicações práticas. Zilá destaca a possibilidade de
melhoramento genético de abelhas para produção comercial de mel, pois agora se sabe
quais são os genes que conferem características desejáveis. Mas o pesquisador em
apicultura Mendelson Guerreiro de Lima, da Universidade do Estado de Mato Grosso
(Unemat), vê o avanço com cautela:“Resultados de pesquisa de ponta demoram a ser
aplicados no campo”.

O Brasil é um dos maiores produtores mundiais, pois foi aqui que se formou a abelha
híbrida entre a variedade européia e a africana, muito mais produtiva e resistente, mas
também extremamente agressiva – ou defensiva, como diz Hartfelder. Mas, explica Lima,
por causa do caráter extrativista da apicultura brasileira, a produção por colméia é cerca
de cinco vezes menor do que no Canadá, por exemplo, onde as condições climáticas
limitam o tempo de produção a menos da metade do ano e obrigam os apicultores a
otimizar a produtividade.

De sua janela no campus da USP em Ribeirão Preto, Zilá e seus colegas observam
colméias onde as abelhas que estudam convivem com cutias, teiús e jibóias. Esse cenário
tão brasileiro já fazia parte da paisagem internacional, como prova a presença de Klaus
Hartfelder: ele fez seu doutorado na Alemanha em colaboração com o grupo brasileiro e
acabou trocando a carreira acadêmica em seu país natal pela USP no interior paulista. Zilá
afirma que o Projeto Genoma tem também esse mérito: levou a comunidade internacional
dos pesquisadores de insetos sociais a interagir de forma muito mais ativa. Com esse time
entrosado, o poço mágico não terá sossego.

Fonte: WebApacame – Veículo: Pragas On-line - Seção: Últimas Notícias - Data:
06/10/2007 - Estado: SP
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5 – O vôo da abelha

Por Davi Stipp - O desaparecimento de milhões abelhas desencadeou uma missão
científica para evitar a crise na polinização. Este ano, as plantações foram salvas por
condições meteorológicas excepcionalmente amenas. Será que os pesquisadores
conseguirão descobrir as causas do colapso das colônias antes que um novo sumiço
aconteça

A época é ótima para as abelhas domésticas nas pradarias do leste da Pensilvânia.
Aquelas que zumbem ao redor de Dennis Van Engelsdorp parecem ocupadas demais com
as flores para picá-lo, enquanto ele levanta a tampa da colméia. Van Engelsdorp, apicultor
da Pensilvânia, pode ver sinais de plenitude dentro da caixa: favos cheios de pólen, fileiras
de hexágonos de cera habilmente construídos, abrigando as larvas das futuras abelhas, e
uma rainha fértil depositando seus ovos. Mas algo de errado havia acontecido.
"Deveria
ter muito mais operárias", ele diz. "Esta colônia está com problemas."

Este padrão - o de abelhas atuando como a pioneira da aviação feminina Amelia Earhart -
tem se tornado inacreditavelmente familiar para os apicultores dos EUA no último ano,
bem como para agricultores cujas plantações são polinizadas por abelhas. Um terço de
nossos alimentos, de maçãs a abobrinhas, origina-se de atos sexuais entre flores que
acontecem graças às abelhas domésticas, transportadas por toda a costa americana em
carretas gigantes.

Nós não morreríamos de fome caso o misterioso desaparecimento das abelhas, chamado
de Distúrbio do Colapso das Colônias (CCD), acabasse com colméias por todo o mundo.
Isso porque o trigo, o milho e outros grãos dependem de polinização por insetos. Mas,
num mundo sem colméias, amêndoas, blueberries, melões rosados, cranberries,
pêssegos, abóboras, cebolas, pepinos e muitas outras frutas e vegetais se tornariam tão
caros como os vinhos nobres. As abelhas também polinizam a alfafa usada para alimentar
criações. Como conseqüência, carne e leite também se tornariam mais caros. O mesmo
ocorreria com determinados peixes de viveiros, cuja alimentação é à base de alfafa. E os
potes de mel, obviamente, virariam heranças a serem deixadas para os netos. Em junho
último, o secretário da Agricultura americano, Mike Johanns, advertiu que "caso não se
tome nenhuma providência, o CCD pode acarretar prejuízo de US$ 15 bilhões, relacionado
à produtividade das safras e US$ 75 bilhões em perdas indiretas."

No final do ano passado, Van Engelsdorp, um encorpado holandês de 37 anos, ajudou a
organizar um grupo de especialistas em abelhas para identificar o agente assassino. Nos
últimos meses, ele dirigiu milhares de quilômetros para coletar abelhas e favos de
colméias afetadas pelo CCD, para descobrir pistas sobre o problema. Neste meio tempo, a
entomologista Diana Cox-Foster, da Universidade do Estado da Pensilvânia, examinou
abelhas de colônias em colapso, em busca de sinais de doenças causadas por micróbios.
Ela demonstrou que os insetos estão repletos deles, como se seus sistemas imunológicos
tivessem sido inibidos. Agora os entomologistas, auxiliados por Ian Lipkin, um cientista da
Universidade de Columbia conhecido por ter solucionado o caso do vírus letal do Nilo
Ocidental, estão cada vez mais perto da origem do problema e até enviaram um estudo
identificando o vírus associado ao CCD para uma revista científica. Ele pode ter sido
introduzido nos EUA por abelhas importadas ou por produtos de origem apícola, dizem
pesquisadores familiarizados com o estudo.

"Se eu fosse um apostador nato", diz Dewey Caron, entomologista da Universidade
de
Delaware, um dos autores de um relatório sobre as conseqüências do CCD, "eu
apostaria
que é um vírus novo ou que tenha se tornado mais infeccioso devido a mutações".
Outros agentes patogênicos, como fungos, podem ter combinado forças com o vírus, ele
complementa. Entretanto, demonstrar que os germes aparecem de forma seletiva nos
casos de CCD não indicará necessariamente o verdadeiro culpado, mesmo porque deixa
em aberto uma questão-chave: esses micróbios são os principais algozes ou alguma outra
coisa acabou com o sistema imunológico das abelhas, deixando-as vulneráveis a infecções

Felizmente, um apocalipse apícola neste momento é pouco provável. Grandes perdas em
termos da população de abelhas ocorrem cerca de uma vez a cada década. A maioria dos
apicultores contatados pela FORTUNE dizem que, ultimamente, as colméias parecem
normais. Mesmo assim, relatórios pessimistas sugerem que a causa do CCD ainda está à
solta e que pode atacar de novo. Caso isto aconteça, "será muito pior do que da
primeira
vez, porque os produtores já gastaram muito de suas verbas" substituindo as abelhas
mortas, diz Richard Adee, diretor da Adee Honey Farms of Bruce, maior empresa de
polinização do país. Ele adiciona que as perdas não estavam cobertas por seguro. Como
muitas causas imprevisíveis, de ácaros a secas, podem vir a matar abelhas, as
seguradoras se recusam a fazer cobertura envolvendo estes insetos."Nós veremos
muitas pessoas simplesmente desistindo."

Assim, mesmo que o CCD não dizime a população de abelhas domésticas, ele pode
facilmente levar apicultores migratórios à ruína e gerar uma crise na polinização. E esses
apicultores já são poucos: motoristas de caminhão, botânicos amadores, mecânicos,
caixeiros-viajantes e outros criadores desses insetos que, quando não estão morrendo
misteriosamente, podem de repente atacar uma pessoa em cena digna de um filme de
Hitchcock. Os apicultores comerciais não passam de cerca de 1% do total de 135 mil donos
de colméias nos EUA, mas cuidam de aproximadamente 80% dos 2,4 milhões de colônias
de abelhas domésticas. Se o declínio no número de colméias americanas pode ser
considerado um sinal de alerta, a apicultura comercial já estava em decadência muito
antes de o CCD atacar.

Em 1960, existiam cerca de cinco milhões de colméias, mais do que o dobro do número
atual. Por outro lado, a demanda por serviços de polinização está aumentando, muito
devido ao amor dos americanos pelas amêndoas e ao fato de o FDA (órgão que
regulamenta alimentos e remédios no país) ter reconhecido em 2004 estudos sugerindo
que uma dose diária de 42 gramas de amêndoas ou nozes, combinada a uma dieta de
baixas calorias, pode diminuir o risco de doenças cardíacas. Estimativas mostram que, em
2012, 90% das atuais colméias americanas serão requisitadas para polinizar pomares de
amendoeiras da Califórnia.

A apicultura comercial tem muito em comum com a agricultura familiar, que também está
desaparecendo rapidamente. O típico criador de abelhas é aquele indivíduo de
aproximadamente 50 anos, sério e responsável, de braços fortes, que trabalha a noite
toda carregando caminhões com colméias cheias de abelhas irritadas para que elas
cheguem rapidamente à plantação de seu próximo cliente, a 800 quilômetros de distância.
O mel importado a baixos custos da China e da Argentina diminuiu os lucros, forçando os
apicultores a explorar suas abelhas ainda mais do que os migratórios. Muitas abelhas são
mortas por ácaros "vampiros", ursos, vândalos e até apicultores arruinados, que
roubam colméias durante a noite e polinizam durante o dia. Apesar disso tudo, os
apicultores comerciais continuam tão fascinados pelo barulho de uma rainha quanto da
primeira vez que o ouviram.

Caso o CCD exploda de novo, uma de suas baixas poderá ser David Hackenberg, apicultor
de 58 anos. A história do sumiço das abelhas começou há um ano, quando ele e seu filho
Davey passaram por uma de suas áreas de criação perto de Tampa, para inspecionar 400
colméias instaladas três semanas antes. O centro das operações dos Hackenberg fica em
uma fazenda em Lewisburg, na Pensilvânia, mas, como grande parte dos apicultores
migratórios, eles transportam suas abelhas para o sul no inverno, onde elas permanecem
durante a fase de descanso e reprodução. Hackenberg conta que o primeiro sinal de
problema foi que quase não havia abelhas voando ao redor das colméias. "Nós
pegamos
nossos fumegadores", diz, referindo-se aos foles usados para, antes de abrir as
colméias, esfumaçá-las para sedar as abelhas. "Fumegamos algumas, mas,
quando
arrancamos as tampas, era como se alguém tivesse tirado as abelhas das caixas. E não
havia nenhuma abelha morta."

Hackenberg espalhou a notícia sobre suas abelhas desaparecidas. Poucos dias depois,
outros apicultores fizeram relatos semelhantes. Cox-Foster da Penn State, Van Engelsdorp
e outros especialistas iniciaram uma investigação. Depois de descobrirem mais de 12
casos de colapsos de colméias no país, a equipe publicou um relatório no meio de
dezembro a respeito de apicultores que perderam cerca de 90% de suas abelhas.
As "perdas sem precedentes", de acordo com o relatório, fizeram com que muitos
apicultores se perguntassem" como a indústria sobreviverá".

No final da primavera, o CCD era manchete em todo o mundo. E aqueles que se ocupam
de espalhar boatos usaram a mortandade como propaganda para todo o tipo de causa que
alardeasse medo: de emanações de celulares à ira divina. No começo de junho, uma
pesquisa patrocinada pela Bee Alert Technology, que comercializa localizadores para
apicultores, confirmou a ocorrência do CCD em 35 Estados americanos e em Porto Rico. O
trabalho mostrou ainda que o distúrbio havia começado antes do alerta dado por
Hackenberg. "Nossa pesquisa indica que o CCD provavelmente começou a se
manifestar
na primavera anterior, em Michigan, Wisconsin e Iowa. Em meados do verão do ano
passado, ele já se encontrava nos Estados do Meio-Oeste", diz Jerry Bromenshenk,
CEO
da Bee Alert. Depois de afetar colméias na Dakota do Sul e do Norte, o CCD passou a se
manifestar nos Estados do Sul e em ambas as costas.

Uma pesquisa conduzida por Van Engelsdorp e Jerry Hayes, inspetor de apiários da
Flórida, sugere que um quarto dos apicultores americanos foi afetado pelo CCD entre
setembro de 2006 e março de 2007, perdendo assim, em média, 45% de suas colméias.
As pesquisas, porém, não apontam as causas do CCD. Ainda assim, forneceram álibis aos
principais suspeitos, como o inimigo número 1 dos apicultores, o ácaro varroa, que
transmite às abelhas vírus nocivos e também suprime seus sistemas imunológicos. Mas o
CCD tem sido relatado em muitas colméias que não têm nenhum problema com este
agente, diz Jeff Pettis, entomologista do laboratório de pesquisa sobre abelhas do
Departamento de Agricultura.

Outro grande suspeito, o stress causado pela polinização migratória, não escapou tão
facilmente. Os preços baixos do mel em combinação com o aumento das taxas de
polinização para certos tipos de plantação acabaram fazendo com que os apicultores
deslocassem suas abelhas com mais freqüência nos últimos anos. Hoje em dia, alguns
transportam abelhas de costa a costa, iniciando este trabalho em fevereiro, com as
amêndoas da Califórnia, e passando depois para plantações no Leste, como as de
blueberries do Maine. Isso acaba expondo as abelhas a mais doenças e inseticidas. E
muitas plantações, como as dos cranberries, não fornecem nutrição adequada às abelhas.

Além do mais, as abelhas não se adaptam a viagens. Quando um caminhão com uma
carga de abelhas fica preso num congestionamento no verão, as colméias rapidamente se
aquecem, apesar de existirem milhões de operárias dentro das colméias balançando suas
asas para abaixar a temperatura, diz Wes Card, dono dos apiários Merrimack Valley,
localizados em Massachusetts, que polinizam plantações da Califórnia ao Maine.
"Nessas
horas, todos os minutos contam", ele completa. A menos que o motorista saia
rapidamente da estrada e molhe as colméias, as rainhas, desesperadas, deixam seus
santuários e se aventuram nas colônias de todo o caminhão. Fora de seus santuários, são
tidas como invasoras e mortas. (Ironicamente, a abelha-operária executa uma rainha
condenada ficando ao seu redor e vibrando os músculos de suas asas de forma a gerar
calor, o que eleva a temperatura da rainha.)

Ainda assim, o estresse provavelmente não é o maior culpado. Na verdade, os maiores
apicultores, aqueles com mais de 500 colméias, em sua maioria polinizadores migratórios,
perderam uma porcentagem menor de colméias quando atingidos pelo CCD no inverno
passado do que os apicultores amadores, segundo pesquisa que teve Van Engelsdorp
entre seus colaboradores. Adicionalmente, existem evidências de que o CCD pode ter
surgido antes do estresse ao qual as abelhas têm sido submetidas. Grande número de
abelhas domésticas vem desaparecendo misteriosamente desde o meio do século XIX, o
que sugere que o CCD pode ser apenas o episódio mais recente em um "ciclo de
sumiço" causado por uma doença que periodicamente ataca, como uma epidemia
mundial
de gripe.

Apesar disso, entomologistas que observaram os efeitos do CCD insistem que eles são
muito diferentes de outros que já viram. Caron, da Universidade de Delaware, um dos
mais proeminentes nomes nesse campo de estudo, afirma que ficou assombrado quando
11 das 12 colméias no apiário da escola entraram o em colapso, no inverno passado,
aparentemente devido ao CCD. "Nunca, em 40 anos, pude presenciar os sintomas que
observei", diz.

Segundo especialistas, um dos sintomas mais estranhos do CCD é o fenômeno conhecido
como "insanidade das enfermeiras". As abelhas enfermeiras são operárias que
tomam
conta das abelhas pré-adultas da colméia, chamadas de crias. As operárias iniciam a vida
adulta como enfermeiras e só no último terço de suas aproximadamente seis semanas de
vida se tornam coletoras e podem se aventurar fora da colméia em busca de néctar e
pólen. Assim, as enfermeiras não devem sair da colméia, por não estarem prontas para
lidar com o mundo exterior e pela obrigação de cuidar das crias. Apesar disso, colméias
vazias atacadas pelo CCD são freqüentemente encontradas com suas crias intactas. Isso
mostra que as enfermeiras estavam cumprindo seu papel pouco tempo antes de todas as
abelhas terem voado para longe. Os apicultores afirmam que este abandono em massa é
muito mais estranho que o desaparecimento das coletoras, que basicamente trabalham se
exaurindo até a morte. "Na verdade, eu nunca presenciei abelhas indo embora e
deixando as crias para trás. E essa é a verdadeira cilada", diz Hackenberg.

Para explicar o comportamento psicótico, alguns apícultores, incluindo Hackenberg, culpam
uma classe de inseticidas cada vez mais popular chamada neonicotinóides. Estes produtos
químicos são muito utilizados por fazendeiros em frutas e vegetais polinizados por abelhas,
como também no milho e outras plantações freqüentemente cultivadas nas redondezas. No
começo dos anos 1990, logo após a Bayer, companhia alemã fabricante de medicamentos
e produtos químicos, colocar estes produtos no mercado, eles foram responsabilizados por
uma grande mortandade de abelhas na França, que restringiu seu uso. Desde 2000,
estudos produzidos por pesquisadores italianos e franceses sugerem que doses baixas e
não-letais desses produtos podem contaminar as abelhas por meio de resíduos nos
campos e acabar embaralhando a memória dos insetos, bem como a sua habilidade de
navegação. A Bayer, em contraposição, produziu seus próprios estudos, demonstrando
que os produtos, quando utilizados corretamente, não representam nenhum tipo de risco.

A exposição das abelhas domésticas a quantias residuais dos neonicotinóides não pode ser
eliminada, diz Chris Mullín, entomologista da Universidade Penn State, que investiga se os
pesticidas estão realmente relacionados ao CCD. Mas ele e outros pesquisadores do CCD
duvidam que os neonicotinóides sejam os principais culpados. Isso porque muitas outras
toxinas às quais as abelhas são expostas são na verdade neurotoxinas, que podem
provocar comportamentos estranhos nos insetos, mesmo em doses pequenas.

Micróbios poderiam induzir as enfermeiras à loucura. Talvez. Jovens operárias com uma
doença causada pelo vírus SBV tendem a tornar-se coletoras prematuramente, quando
suas similares saudáveis ainda estão ocupando a função de enfermeiras. E, confusas em
seus novos papéis, elas acabam fracassando em suas tentativas de coletar pólen. Ainda
que o SBV tenha sido encontrado em abelhas de algumas colméias com sintomas do CCD,
este fato não parece estar associado ao mal. Mas a habilidade de alterar o comportamento
das abelhas jovens sugere que alguns vírus são capazes de induzir as enfermeiras a fazer
o impensável.

Uma outra explicação que pode fazer mais sentido: existe a possibilidade de as
enfermeiras não estarem agindo de forma estranha quando vão embora. Seu
comportamento excêntrico talvez possa representar uma forma natural de proteger suas
irmãs de micróbios fatais. As operárias de uma colméia são uma irmandade unida, que
age de acordo com os interesses de suas colônias. (Os machos perambulam pela colméia
por quase toda a vida e morrem logo após copular com uma abelha rainha,
aparentemente felizes). Apicultores há muito sabem que abelhas doentes em geral se
afastam da colméia para morrer, como uma forma de minimizar o risco de contaminação
das outras.

Em seu trabalho de 1879, O ABC da Cultura de Abelha, Amos Ives Root, um dos primeiros
gigantes da apicultura americana, admirava-se com o fato de que, "quando uma abelha
é incapacitada ou se encontra contaminada por qualquer tipo de doença, ela arrasta-se
para fora da colméia e livra a comunidade de sua presença da forma mais rápida possível.
Caso as abelhas fossem seres racionais, nós poderíamos considerar isso como uma lição
de sacrifício heróico para proteger o bem-estar da comunidade". Poderia então uma
doença de rápida propagação, que ataca o sistema imunológico, estar fazendo com que as
enfermeiras fiquem tão doentes que a necessidade de permanecer em seu posto seja
superada pelo ímpeto altruísta da partida.

Os esforços para responder a estas perguntas entraram em uma nova fase devido à
ligação de agentes infectantes específicos ao CCD (aqueles cujas identidades serão
reveladas em um periódico científico num futuro breve). Agora, Cox-Foster diz que tanto
ela como seus colegas estão tentando reproduzir os efeitos do CCD por meio da
implantação desses agentes saudáveis. Enquanto isso, vários relatórios sobre o verão de
colméias com escassez de operárias e pouco mel armazenado estão deixando muitas
pessoas preocupadas. Alguns apicultores, abalados pelas perdas anteriores e apreensivos
com as perspectivas futuras, já se retiraram do negócio.

Uma segunda epidemia de CCD seria provavelmente muito mais danosa do que a
primeira, tanto para os criadores quanto para nós, que comemos frutas e verduras. De
fato, tivemos sorte da primeira vez. "Uma grande parte das abelhas trazidas para a
Califórnia este ano estava imprestável, suas colméias possuíam uma população esparsa
devido ao CCD e a outros problemas", diz Lyle Johnston, de Rocky Ford, no Colorado,
que gerencia a distribuição de 50 mil colméias pelos campos de amendoeiras todos os
anos. "Mas as condições meteorológicas foram perfeitas durante a floração das
amendoeiras. Isso salvou nossas peles."

"Nós nos desviamos da bala certeira que tinha as frutas na mira este ano também",
diz
Caron, da Universidade de Delaware. "TIvemos abelhas bastante fracas, mas o tempo
estava excepcional durante as florações de maçãs, blueberries e cranberries. " Por
outro
lado, como Caron e outros tantos afirmam, o bom tempo pode ter desencorajado os
legisladores a liberar verbas para estudos a respeito do CCD. Para espanto dos
apicultores, o Congresso aprovou um orçamento de US$ 286 bilhões para financiar de
lanche escolar a biocombustíveis nos próximos cinco anos, sem nenhum fundo
especialmente destinado à pesquisa do CCD.

E a maré de sorte com relação ao clima não deve durar muito tempo. Com a primavera e
verão extremamente secos por toda a Califórnia e pelo Sudeste, as abelhas estão
estressadas, o que, potencialmente, pode fazer com que muitas colméias entrem em
colapso até o final do ano. Em vez de progredir, os cientistas que pesquisam o CCD têm
orçamentos bastante apertados e provavelmente não conseguirão identificar sua causa ou
profilaxia antes do inverno, estação com mais alto risco de ocorrência do distúrbio. Então,
o que fazer com relação a essa nova, desconhecida e contínua ameaça ao nosso
suprimento de alimentos. Não entre em pânico, mas pare para saborear o seu próximo
pedaço de melão rosado, melancia, maçã, pêssego ou pêra. O prazer de degustar essas
frutas pode se tornar muito mais raro.

Tradução: Gotcha Idiomas

Fonte: WebApacame – Veículo: ISTO É Dinheiro - Seção: Fortune - Data: 08/10/2007 -
Estado: SP
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6 - II Encontro Sobre Abelhas Nativas no Maranhão

Local: Escola da Universidade Estadual do Maranhão - São Bento – MA e Data: 08 à 11
de novembro de 2007

PROGRAMAÇÃO

- 07/11/2007 - O credenciamento estará disponível a partir da 9 horas.

- 08/11/2007 - 08:00 às 10:00 – Credenciamento; - 10:00 às 11:00 - CERIMÔNIA DE
ABERTURA - Mesa: SEAGRO – Domingos Albuquerque Paz - AGERP – Marco Aurélio
Martins - SEBRAE/NA – Reginaldo Rezende - SEBRAE/MA – Júlio Noronha - CBA – José
Cunha - UEMA – Prof. José Augusto - Homenagem: Dr. Warwick Estevan Kerr (UFU-
MG)/Dr. Paulo Nogueira Neto; 11:00 - PALESTRA DE ABERTURA: Tema: Meliponicultura no
Brasil - Palestrante: Dr. Lúcio Antônio de Oliveira Campos (UFV-MG); 12:30 às 14:00 –
Intervalo para almoço; 14:00 às 15:00 – PALESTRA: Tema: O mercado do mel das
abelhas nativas - Palestrante: Dr. Murilo Sérgio Drummond (UFMA-MA); 15:10 às 16:40 -
MESA REDONDA: Tema: Padrão de qualidade do mel - Debatedores: Dra. Maria Cristina
Marcucci (Universidade Bandeirantes - SP) - Dr. Eurípedes Gomes Oliveira (UFMA-MA);
Dra. Maria Célia Pires Costa (UFMA-MA); 17:00 às 18:30 - MESA REDONDA - Tema:
Avanços tecnológicos na meliponicultura (genética) - Debatedores: Dr. José Maurício
Bezerra Dias (UEMA) - Dr. Giorgio Venturieri (EMBRAPA) - Sra. Viviane Cardoso Pires –
AMAVIDA.

- 09/11/2007 - 08:00 às 10:00 – OFICINAS - 1- Ciência & Boas práticas (extração e
armazenagem de mel) - Dra. Ivone Garros Rosa (UFMA); 2 – Produção de Própolis –
Wilson Melo (Produtor de Barra do Corda); 08:00 às 10:00 e 10:30 às 12:30 – OFICINAS -
3 - Controle de inimigos e alimentação artificial – Msc. Eleuza Gomes Tenório; 4 –
Transferência de enxames e divisão de colônias – Dr. Giorgio Venturieri (EMBRAPA); 5 –
Glossador (extrator manual de mel) - Dr. Murilo Sérgio Drummond (UFMA); 10:30 às
12:30 – OFICINAS - 6 - Mel na culinária; 7 – Linhas de financiamento; 12:30 às 14:00 –
Intervalo para almoço; 14:00 às 15:00 – PALESTRA - Tema: Abelhas Nativas como
Polinizadores - Palestrante: Dr. Giorgio Venturieri (EMBRAPA); 15:10 às 16:40 - MESA
REDONDA: Tema: Polinização de plantas de interesse econômico - Debatedores: Dra.
Patrícia Maia Correa de Albuquerque (UFMA-MA) - Dr. Breno Freitas Magalhães - (UFC-
CE) - Msc Bruna Danielle Vieira Serra - (UFMA-MA); 17:00 às 18:30 – PALESTRA - Tema:
Meliponicultura migratória - Palestrante: Msc. José de Ribamar Silva Barros (UEMA-MA) –

- 10/11/2007 - 08:00 às 10:00 – OFICINAS: 1 - Glossador (extrator manual de mel) - Dr.
Murilo Sérgio Drummond (UFMA); - 2 – Transferência de enxames e divisão de colônias –
Dr. Giorgio Venturieri (EMBRAPA); 08:00 às 10:00 e 10:30 às 12:30 – OFICINAS - 3-
Ciência & Boas práticas (extração e armazenagem de mel) - Dra. Ivone Garros Rosa
(UFMA); 4 – Produção de Própolis – Dra. Maria Cristina Marcucci (Universidade
Bandeirantes - SP); 5 – Controle de inimigos e alimentação artificial – Msc. Eleuza Gomes
Tenório; 10:30 às 12:30 – OFICINAS: 6 - Mel na culinária; 7 – Linhas de financiamento;
12:30 às 14:00 – Intervalo para almoço; 14:00 às 15:30 - MESA REDONDA - Tema: Apis x
Melípona: qual a vocação do Maranhão? - Debatedores: Dr. José Maurício Bezerra Dias
(UEMA); Msc. Eleuza Gomes Tenório (UEMA); Msc. José Malheiros Silva (AGERP); 15:30 às
17:00 - MESA REDONDA: Relato de Experiências de Meliponicultores - Tema: A
importância da organização associativa para a Meliponicultura - Debatedores:
Representante do Projeto Abelhas Nativas/PAN-AMAVIDA - Representante do Projeto
Melípona – SEAGRO-SEBRAE/MA; 1:00 às 18:30 - MESA REDONDA: Experiência da
Meliponicultura no Maranhão - Sra. Irene Aguiar Santos – Projeto Abelhas Nativas/PAN-
AMAVIDA - Msc. Fábio Pierre – TIJUPÁ; Sra. Marilene Gomes Bandeira - SEAGRO/SEBRAE

- 11/11/2006 - 08:00 às 12:00 - Visita técnica a meliponários da região; Programação
Alternativa/ /Cultural - Apresentação de grupos regionais; - Mini-Feira de exposição de
produtos; - Exposição de banners de trabalhos acadêmicos; - Concurso melhor mel e
melhor fotografia.

Fonte: Reginaldo Barroso de Resende - Coordenador Nacional da Rede APIS - UAGRO -
SEBRAE NACIONAL - tel: (61) 3348-7386 / fax: (61) 3447-7630 - e-mail:
reginaldo.resende@...
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7 – Vº Encontro Sul-MatoGrossense de Apicultores

(Evento paralelo à Feira de Negócios Rurais do SEBRAE-MS) - Dias 22 e 23 de novembro
de 2007
Centro de Convenções Albano Franco - Campo Grande / MS
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8 – Venda de alimentos deve ser proibida nas farmácias

Vinícius Segalla, Diário de SP - SÃO PAULO - As farmácias devem ser proibidas de vender
alimentos e outros produtos, que não medicamentos ou cosméticos, até o fim deste ano.
Uma exceção, porém, deve sobreviver nas prateleiras das drogarias: o mel.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realizou, de julho a outubro, uma
consulta pública para discutir quais produtos podem continuar sendo vendidos nas
farmácias. Cerca de 4.500 pessoas participaram da consulta. A agência realiza agora
audiências pelo país para finalizar o processo, mas já sinaliza que as vendas de bebidas
isotônicas, chicletes sem açúcar, barras de cereais e outros produtos não relacionados à
saúde devem mesmo ser proibidas.

Vão continuar permitidos complementos nutricionais para lactantes e bebidas dietéticas.
Segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Raposo de Mello, o mel é exceção porque há o
uso medicinal consolidado no Brasil. A decisão e o regulamento final devem ficar prontos
em dezembro, após a última audiência, em Brasília.

Fonte: WeApacame - Veículo: O Globo - Seção: Economia - Data: 24/10/2007 - Estado: RJ
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9 – Nutrição - Prefeitura de Cacoal, em Rondônia, reforça merenda escolar com mel

A apicultura vem se consolidando numa atividade econômica sustentável na região centro-
sul de Rondônia, um dos Estados que mais produzem mel na Amazônia.

William Jorge Heron - Crianças consomem mel na merenda escolar em creches e escolas
de Cacoal, Rondônia

Porto Velho - É ainda um projeto-piloto, porém, mais de sete mil estudantes das 21
escolas e seis creches da rede municipal de ensino de Cacoal, no interior de Rondônia,
vêm consumindo diariamente a merenda escolar enriquecida com um ingrediente natural
em expansão na região: o mel de abelhas silvestre.

O uso do produto vem sendo feito através da distribuição de saches de 10 gramas uma
vez por semana, pela prefeitura, que adquiriu uma tonelada do alimento junto à
Associação Cacoalense de Apicultores (ACA). A adição do mel à merenda escolar no
município é resultado da parceria firmada entre a prefeitura municipal, Sebrae, Empresa
de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), Banco do Brasil e a Aca. A apicultura
vem se consolidando numa atividade econômica sustentável na região centro-sul de
Rondônia, um dos Estados que mais produzem mel e derivados na Amazônia. Depois de
investir em produção e na qualidade, impõe-se a necessidade de mercado. “Não adianta
produzir e não ter para quem vender”, lembra a prefeita de Cacoal, Suely Aragão.

Para ela, a iniciativa de adquirir o mel para a merenda escolar objetiva melhorar não
apenas a qualidade do alimento consumido pelos estudantes, com um ingrediente
medicinal e rico em nutrientes, mas fortalecer a parceria na sustentabilidade da apicultura
na região. O lançamento oficial do programa aconteceu no dia 18 de outubro na escola
Agostinho Góis. No total, 7.666 alunos estão sendo beneficiados pela medida de
cooperação, executada de acordo com a metodologia Gestão Estratégica Orientada para
Resultados (Geor), do Sebrae.

Compareceram ao lançamento do programa, além da prefeita Suely Aragão, o gerente do
Banco do Brasil, Edson Lemos, os representantes do Sebrae Dezenir do Prado e Alberto
Saavedra, o gerente da Emater Antônio Fernandes de Assis, a secretária municipal de
Ação Social e Trabalho, Uriety Prado Veloso, e o secretário de Educação, Nelson Rangel,
além de representantes da ACA.

Rangel explicou que a utilização do mel na merenda escolar de Cacoal vem sendo feita
desde junho deste ano e que o projeto piloto terá continuidade de acordo com a aceitação
pelas crianças. “A apicultura é uma atividade que tem fortalecido a economia do município.
Este ano, a Emater viabilizou, junto à Fundação Banco do Brasil (FBB), 51 mil reais para a
aquisição de equipamentos apícolas. Treze apicultores tiveram assistência técnica para
melhorar a produção”, informou Fernandes de Assis.

Serviço: Sebrae em Rondônia - (69) 3441-1923 - 24/10/2007 – Agência Sebrae de Notícias
(ASN)
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10 – Situação da Consulta Pública nº 69/07 - ANVISA

De: Sônia Azevedo Nunes (MAPA) -

Prezados Membros da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas,

Encaminho abaixo e-mail da representante do Ministério da Saúde na nossa Câmara, Dra
Paula, que repassa algumas informações sobre a Consulta Pública 69/07, fornecidas pela
técnica responsável pelo setor, a Dra. Cristina Marinho Ribeiro (Farmacêutica Clínica e
Industrial - Especialista em Regulação e Vigilância Sanitária - assessoria
Técnica/ASTEC/ANVISA - Ramal: 3103).
Transcrevo a seguir o conteúdo da informação: "O prazo para envio de críticas e
sugestões à Consulta Pública 69/07 já encerrou. Estamos promovendo Audiências Públicas,
momento no qual a sociedade pode se manifestar oralmente ou por escrito e pode fazer
contribuições ao texto da proposta de Resolução RDC. Segue notícia sobre a próxima
Audiência Pública. Ainda não temos data e local das demais. Assim que estiverem
confirmadas, publicaremos aviso no Diário Oficial da União e no site da Anvisa. "

Maiores detalhes sobre a audiência, encontram-se no e-mail abaixo. Creio que seria
oportuno que a câmara elabore alguma sugestão para a mesma, caso considere
pertinente. Dessa forma, seria mais produtivo que os membros interessados, já levem
para a reunião algum posicionamento para que o mesmo possa ser analisado e submetido
à aprovação da Câmara.

Atenciosamente,

Sônia Azevedo Nunes - Médica Veterinária - Fiscal Federal Agropecuário - Chefe da Divisão
de Assuntos de Defesa, Fiscalização e Inspeção Animal - DDIA / Coordenação Geral de
Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas - CGAC - Secretaria Executiva - SE / Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA - Fone: (61) 3218-2772; 3218-2830 Fax:
(61) 3225-4200 - E-mail: soniaan@agricultura.gov.br
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11 – Dia 18 de outubro de 2007, saúde nas farmácias: próximo debate será em São Paulo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) promove, às 15h, da próxima terça-
feira (23), em São Paulo (SP), audiência pública para ampliar o debate sobre a
regulamentação dos serviços prestados pelas farmácias e drogarias. A proposta de
resolução, que dispõe sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas Farmacêuticas,
permaneceu durante 90 dias em consulta pública no site da Anvisa. Até o último dia 10,
foram recebidas cerca de 5 mil mensagens. As sugestões estão sendo consolidadas pela
Anvisa.

A audiência presencial em São Paulo será conduzida pelo diretor-presidente da Agência,
Dirceu Raposo de Mello. A reunião aberta à população faz parte de uma série de encontros
regionais para aprimorar a elaboração do regulamento técnico. A previsão da Anvisa é
contemplar todas as regiões brasileiras e encerrar as discussões com uma audiência
pública nacional, em Brasília (DF). Na última segunda-feira (15), em Florianópolis (SC),
profissionais de saúde, representantes do setor regulado e cidadãos participaram da
primeira reunião regional sobre o tema.

A proposta da Anvisa para as farmácias e drogarias tem o objetivo de discutir e hamonizar
o entendimento no país sobre os critérios para a comercialização de produtos nestes
estabelecimentos. Atualmente, legislações locais tratam desta questão de forma
diferenciada.

Apoio - Doze entidades, como a Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), a
Associação Brasileira de Ensino Farmacêutico (Abenfar) e o Grupo de Prevenção ao Uso
Indevido de Medicamentos (GPUIM/UFC), apresentaram moção de apoio à proposta de
regulamentação da Agência.

As signatárias destacaram a importância da mudança de paradigma da farmácia no Brasil,
para o fortalecimento da promoção do uso racional de medicamentos. A manifestação
aconteceu durante o 2º Congresso Brasileiro sobre o Uso Racional de Medicamentos,
promovido pela Anvisa até esta quinta-feira (18), em Florianópolis.

Proposta - A Consulta Pública 69 (PDF) propõe o Regulamento Técnico de Boas Práticas
Farmacêuticas em farmácias e drogarias. O texto traz os critérios para o controle sanitário
da venda de medicamentos, produtos para a saúde e alimentos nesses estabelecimentos.
A idéia é criar condições para que farmácias e drogarias ofereçam serviços como medição
e monitoramento de pressão arterial, de temperatura corporal e de glicemia capilar, além
de acompanhamento farmacoterapêutico.

Pelo regulamento, produtos cuja finalidade não tenha vinculação direta com a promoção
da saúde não poderão ser comercializados em farmácias e drogarias. É o caso de
alimentos, como picolés, bolachas e chicletes. Outros itens que deverão ser retirados
desses ambientes são produtos de limpeza e veterinários, roupas, calçados, cartões
telefônicos e materiais de cinema, fotografia e vídeo.

Audiência Pública sobre o Regulamento Técnico de Boas Práticas Farmacêuticas - Data: 23
de outubro de 2007 - Horário: 15h às 19h - Local: Palácio de Convenções do Anhembi, Rua
Olavo Fontoura, 1209 - portão 12 -– Sala Biolab - São Paulo (SP). Informação:
Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa -

Fonte: Apacame Plenário – 23/10/2007
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12 – Curso de Apicultura em SP

Dias 24 e 25 de novembro e 01 e 02 de dezembro de 2007, no Apiário Escola em Santana
do Parnaíba – SP, acontece Curso de Apicultura.

As Inscrições deve ser feitas pelo fone: 0xx11) 3862-2163 e o valor da inscrição é de R$
100,00. O curso será eminentemente prático, com Apostila e Certificado de Participação e
o número máximo de alunos é de 30.

Fonte: Apacame Plenário – 26/10/2007
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13 - Seminário discute apicultura em Chapadão do Sul

As informações mais recentes sobre o mercado apícola serão discutidas no Seminário de
Apicultura da Região Norte-Nordeste de Mato Grosso do Sul, a ser realizado pelo
Sebrae/MS no dia 28 (domingo), em Chapadão do Sul. No evento também acontece a
oficina sobre necessidades e oportunidades dos produtores locais, com o objetivo de
aumentar e melhorar a produção regional.

De acordo com a organização do evento, o objetivo do Seminário é aumentar e melhorar
a produção nas regiões norte e nordeste do Estado, além de fortalecer as parcerias e
divulgar a apicultura nos municípios, trazendo como conseqüência a abertura de novos
mercados e aumento de renda para as famílias dos apicultores. Entre os desafios que os
apicultores enfrentam atualmente está a baixa produtividade média de mel, que não
ultrapassa os 20 kg por colméia/ano e a necessidade de elevação da renda dos
apicultores, que hoje está na faixa de meio a três salários mínimos.

Segundo Gustavo Nadeu Bijos, coordenador da câmara setorial consultiva da apicultura de
Mato Grosso do Sul, a expectativa é de melhoria do cenário, já que o mercado dos
produtos apícolas é bastante amplo e a produção não atende às demandas atuais,
demonstrando dessa maneira a potencialidade para a produção sul-mato-grossense, sem
contar a venda para outros estados e para o exterior.

Apoio - São parceiros do Sebrae no evento: Prefeitura Municipal de Chapadão do Sul,
Agraer, Sindicato Rural de Chapadão do Sul, Associação de Apicultores de Coxim,
Associação de Apicultores de Cassilândia, Associação de Apicultores de Alcinópolis,
Associação de Apicultores de Costa Rica e Câmara Setorial Consultiva de Apicultura de
Mato Grosso do Sul.

Serviço – o Seminário de Apicultura da Região Norte-Nordeste de Mato Grosso do Sul
acontece no dia 28 de outubro, das 8 às 18 horas, na Câmara Municipal dos Vereadores de
Chapadão do Sul, Rua 18, nº758, Centro.

Fonte: WebApacame – Veículo: Ultima Hora News - Seção: Economia - Data: 27/10/2007 -
Estado: MS
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14 - I Seminário da Apicultura Familiar

Dia 10/11/2007, acontece no Planalto Norte Catarinense, em São Bento do Sul, com apoio
da ADR-PLAN, o I Seminário da Apicultura Familiar.

Convite

Este é um momento especial do Associativismo. Venha participar conosco e conhecer
modernas técnicas e tecnologias, mercado e comercialização aliando informações
estratégicas ao desenvolvimento e sustentação da atividade. Sua presença engrandece e
valoriza a cultura e tradição da “Apicultura Familiar.

Programação:

08:00h - Inscrição e café; 08:30h – Abertura; 09:15h - Palestra - MODERNAS TÉCNICAS
DE MANEJO - Joail Rocha de Abreu; 09:45h - Palestra - PRODUÇÃO DE MEL EM SEÇÕES -
Leandro Eugênio Simões; 10:15h - Apresentação - EPAGRI - Estruturação do CEPEA -
Valter Miguel; 10:45h - Apresentação - BANCO DO BRASIL - Desenvolvimento Rural
Sustentável; 11:15h - Apresentação SEBRAE - Gestão e Comercialização; 11:45h –
Almoço; 13:30h - Palestra - MERCADO GLOBAL DO MEL - Joail Rocha da Abreu; 14:00h -
Mesa Redonda - DISCUSSÃO DE MODELOS ORGANIZATIVOS; 15:00h - Plenária -
PALAVRA LIVRE DO APICULTOR; 15:30h - Encerramento e café.

Fonte: Apacame Plenário – 27/10/2007
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15 – Receitas com Mel

a) – Bala de Mel com Leite Condensado

Ingredientes: 1 copo de leite; 1 lata de leite condensado e 1 copo de mel1 colher (chá)
bicarbonato.
Forma de Preparo: Levar ao fogo. Dar ponto de bala mole. Esfriar. Fazer bolinhas. Passar
na canela em pó e embrulhar no papel de bala.

b) – Pudim de Mel

Ingredientes: 3 xícaras de farinha de rosca; 2 copos de mel; 6 ovos; 2 colheres (chá)
canela em pó.
Forma de preparo: Misturar tudo muito bem. A massa fica mole. Levar ao forno quente
durante 30 minutos. Esfriar e levar à geladeira
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - deral@pr.gov.br
Fale conosco: andrades@pr.gov.br - fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031