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Informativo - nº055 - Novembro de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 55 - 12 de Novembro de 2007
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1- Um minuto de Reflexão; 2 - Doce aposta - Apicultores gaúchos incrementam produção e
apostam no mel orgânico; 3 – Revista da Propriedade Industrial - pedidos de patentes; 4 –
Ministério e produtores de mel discutem novas medidas para garantir qualidade e
padronização; 5 – V Curso de Capacitação em Meliponicultura – Cruz das Almas – BA; 6 –
Sites Interessantes; 7 - Inauguração da Sede da Confederação Brasileira de Apicultura –
CBA; 8 – Produtores apostam na diversidade de produtos apícolas; -9 – Mel do Agreste do
Estado deve ser exportado; 10 - PMs capacitados para captura de abelhas; 11 – Sebrae
ministra curso para produtores de mel e cachaça; 12 - Madeira apreendida beneficia 400
famílias de apicultores em Mato Grosso; 13 – Rondônia: seminário mostra crescimento da
apicultura em Cacoal; 14 - Apicultura e flora apícola; 15 - Meliponicultura - Maranhão
realiza segundo encontro sobre abelhas nativas; 16 - Abelha anti-social é treinada para
polinização; 17 – Rio Grande do Norte: Petrobrás lança segunda etapa do projeto do Mel.
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1 - Um minuta de Reflexão

. “ Para ter mais amanhã, você precisa ser mais do que é hoje.” - Jim Rohn

. Se você não mudar quem você é, você continuará tendo o que sempre teve.” – Jim Rohn
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2 - Doce aposta - Apicultores gaúchos incrementam produção e apostam no mel orgânico

Em busca de maior participação no mercado, 15 produtores resolveram aumentar sua
capacidade de fornecimento e conquistar certificações de produção orgânica para o mel

Da ASN/RS - Caçapava do Sul - Um grupo de apicultores de Caçapava do Sul, município
gaúcho distante 263 quilômetros de Porto Alegre, está decidido a tornar a cultura do mel e
derivados uma atividade ainda mais importante para a localidade. Em busca de maior
participação no mercado, 15 produtores resolveram aumentar sua capacidade de
fornecimento – com a aquisição de 2,4 mil novas colméias – e, ao mesmo tempo,
conquistar certificações de produção orgânica para o mel.

O grupo integra o núcleo de apicultores do Programa Empreender na localidade e exporta
mel orgânico para a União Européia. As colméias foram adquiridas de outros produtores
integrantes do núcleo. Cada colméia – incluindo caixa, lâminas de cera e enxame – custou
R$ 117,50. No total, o investimento chegou a R$ 282 mil, com financiamento do programa
de Desenvolvimento Regional Sustentável do Banco do Brasil.

O Programa Empreender estimula o associativismo e a capacitação de pequenos
estabelecimentos. No Estado, é impulsionado pelo Sebrae no Rio Grande do Sul e pela
Federação das Associações Comerciais e de Serviços do Rio Grande do Sul (Federasul).

Em Caçapava do Sul, além do Núcleo de Apicultores, com 26 produtores, existem ainda
grupos que reúnem reparadores veiculares, (com nove empresas), empreendimentos de
indústria e comércio de confecção (oito empresas), de mercados (nove estabelecimentos)
e de farmácias (sete empresas).

De acordo com a facilitadora do Empreender em Caçapava do Sul, Diaine Dias, existem
hoje 7 mil colméias no município. Em 2006, a produção local atingiu aproximadamente 200
toneladas – 50% de mel orgânico. “Mas a região tem potencial para produzir muito mais.
Podemos chegar a mil toneladas por ano, certamente”, afirma.

O presidente da Associação Caçapavana de Apicultores, Alcione Teixeira, destaca que a
estrutura de mata nativa é suficiente para a manutenção de 30 mil colméias. “Na próxima
safra, devemos chegar a 300 toneladas. Nosso objetivo é elevar a produção média de
cada colméia de 20 quilos por ano para 40 quilos”, diz Teixeira.

No dia 22 de novembro, 12 apicultores do núcleo irão receber a certificação de produtores
de mel orgânico. Com a certificação, fica comprovada a qualidade do mel oferecido,
produzido de acordo com as exigências da União Européia. Outros quatro integrantes do
núcleo já são detentores da certificação. O próprio Teixeira é um dos poucos produtores
brasileiros que possui a certificação para cera orgânica. “Vendemos lâminas de cera para
todo o País”, afirma.

As lâminas são utilizadas como iscas para atrair os insetos e para facilitar o trabalho das
abelhas nas colméias. “Atuamos com este grupo há dois anos e este é um dos melhores
momentos do núcleo. São apicultores bem jovens, na faixa dos 20 anos, que estão
acreditando no potencial da atividade e passando a dedicar-se exclusivamente ao setor”,
afirma Diaine.

Serviço: Assessoria de Comunicação do Sebrae/RS - (51) 3216-5165 - Central de
Atendimento ao Cliente do Sebrae/RS - (51) 3216-5006 - Sebrae Centro/RS - (55) 3223-
2277 –
Fonte: Agência Sebrae de Notícias (ASN) – 31/10/2007
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3 – Revista da Propriedade Industrial - pedidos de patentes

A Revista da Propriedade Industrial - Órgão Oficial de divulgação dos atos do INPI -
publicou o(s) pedido(s) de patente abaixo, cujo conteúdo acreditamos ser de seu interesse:

Processo/Título/ Depositante

1 - PI 0506243-8
PROCESSO DE OBTENÇÃO DE EXTRATO DE PRÓPOLIS PARA USO ODONTOLÓGICO E
FORMULAÇÕES DE PRÓPOLIS PARA USO ODONTOLÓGICO
Fundação Universidade Estadual de Maringá, Mirian Marubayashi Hidalgo, Ciomar
Aparecida Bersani, Selma Lucy Franco, Fausto Rodrigo Victorino

2- PI 0506393-0
PROCESSO DE OBTENÇÃO DE NÚCLEOS UTILIZADOS EM DIETAS E DE MEDICAMENTOS
PARA COELHOS A BASE DE PRÓPOLIS
Fundação Universidade Estadual de Maringá, Selma Lucy Franco, Lucimar Pontara Pares
de Moura, Vanderlei Bett, Cláudio Scapinello

WebApacame – 1/11/2007 – Apacame Plenário - apacameplenario@yahoogrupos.com.br
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4 – Ministério e produtores de mel discutem novas medidas para garantir qualidade e
padronização

Produtores de mel e o Ministério da Agricultura discutem novas medidas que garantam a
qualidade do produto e o controle da atividade no país. Hoje (31) eles se reuniram para
avaliar a criação e a implementação de regras que seguem recomendações da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
(Embrapa).

O objetivo é padronizar as colméias, o trato com as abelhas, a coleta e a manipulação do
produto. De acordo com Ricardo Camargo, pesquisador da Embrapa as normas técnicas
serão um diferencial em relação às leis existentes: “Buscamos um nível de qualidade além
da legislação. Essas são ações estratégicas para provar a qualquer tipo de mercado que
temos qualidade e podemos comprovar isso.”

As normas técnicas são discutidas no âmbito da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do
Mel e Produtos Apícolas do ministério. Quando finalizadas, serão colocadas para consulta
pública – o objetivo é implementá-las a partir de 2008.

O pesquisador da Embrapa explicou que os apicultores poderão aderir voluntariamente às
medidas, já que não têm força de lei e, conseqüentemente, não vão se sobrepor às
exigências impostas, por exemplo, no Plano Nacional de Controle de Resíduos de
Contaminantes (PNCR). Este documento é elaborado pelo Ministério da Agricultura e
atualizado a cada ano. Além do mel, o Plano também monitora carnes bovina, suína e de
ave, e ovos, entre outros produtos.

Para convencer principalmente o pequeno produtor a apoiar a execução dessas normas, a
Câmara e diversas entidades ligadas ao setor devem trabalhar juntas, garantiu
Camargo. “Vamos elaborar material informativo voltado para o perfil do apicultor, mostrar
a importância de seguir as normas técnicas. Será um projeto paralelo que vai dar
condições para o setor aplicar as normalizações”, disse.

Presidente da Câmara, o apicultor José Gomercindo da Cunha disse que com as novas
normas o Brasil poderá evitar futuros embargos ao produto, como o da União
Européia. “Hoje reforçamos junto ao governo o nosso desejo de que o Brasil, por meio do
Ministério das Relações Exteriores e do Congresso Nacional, reforcem esse tema nas
reuniões com os representantes estrangeiros e voltemos a comercializar com a Europa”,
afirmou.

As restrições comerciais ao produto brasileiro pela União Européia foram impostas no ano
passado. De acordo com os técnicos europeus, a análise de resíduos (hormônios e
medicamentos veterinários) realizada no país não atendia às exigências da legislação
européia.

Dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) apontam,
no balanço referente aos meses de janeiro a setembro, que o Brasil exportou US$ 14
milhões para o Estados Unidos. O valor corresponde a 89,6% das vendas de mel brasileiro
no mercado internacional.

Fonte: Agência Brasil - http://www.criareplantar.com.br/noticia/ler/?idNoticia=10068 -
1/11/2007
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5 – V Curso de Capacitação em Meliponicultura – Cruz das Almas - BA

Prezados,

Já estão disponíveis no site do Grupo de Pesquisa Insecta (www.insecta.ufrb.edu.br)
maiores informações sobre o "V Curso de Capacitação em Meliponicultura", que será
realizado no período de
30/11 a 02/12, na cidade de Cruz das Almas-BA, incluindo módulos teóricos e práticos.

Em caso de dúvidas podem entrar em contato diretamente com o GP Insecta pelo e-mail
insecta@...

Atenciosamente,

Bruno de Almeida Souza - ESALQ/USP - Departamento de Entomologia - Av. Pádua Dias,
11, Cx. Postal 09 - CEP 13418-900 Piracicaba-SP - Contato: (19) 3429-4166 Ramal 220 -
Celular: (19) 9173-8109 - http://lattes.cnpq.br/4236421347642141

Fonte: Abena - 31/10/2007 - http://br.groups.yahoo.com/group/Abena/
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6 – Sites Interessantes

a - abelhas - www.webbee.org.br - Bem vindo à WebBee, uma rede de informações sobre
biodiversidade brasileira em abelhas. Ela se propõe a ser um local de integração das
informações sobre a biologia e a criação das diversas espécies de abelhas e sobre seus
habitats, englobando textos, imagens e vídeos voltados para diversos públicos. Além de
um banco de dados sobre as espécies conhecidas, pretende-se disponibilizar material
didático para educação à distância, visando atender à demanda por conteúdos em
português e também em outras línguas. Com a WebBee se pretende estimular a
implementação de uma rede virtual e aberta a pesquisadores e especialistas em criação
de abelhas para a geração e aplicação desses conteúdos digitais, disponibilizando-os numa
mesma plataforma de software na Internet.

O projeto de preparar a WebBee foi proposto a partir de uma colaboração entre o
Laboratório de Abelhas do Instituto de Biociências e do Laboratório de Automação Agrícola
da Escola Politécnica, ambos da Universidade de São Paulo. Contou com a adesão da
EMBRAPA - Amazônia Oriental, com a preparação de seu logotipo e abertura da página, e
com a do Laboratório de Abelhas da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola e da
Universidade Estadual de Feira de Santana. O projeto obteve o apoio do CNPq (Projeto
551829/01-0) através do qual implementou sua página e a proposta como um todo.
Incluímos na WebBee apoios obtidos na USP através do projeto SIAE –Sistema Integrado
de Apoio ao Ensino (edital 2001) e Programa de Treinamento de Estudantes de Graduação
em Técnicas Especializadas, e da Fapesp (bolsa de iniciação científica, processo 00/09562-
1) relacionado a conteúdos didáticos e a instrumentação.

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7 - Inauguração da Sede da Confederação Brasileira de Apicultura - CBA

dia 10 de Dezembro de 2007, às 17:30h, será a INAUGURAÇÃO da Sede da
CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE APICULTURA - CBA

Entidade Promotora: CBA/FBB/UFRGS

Avenida Bento Gonçalves n° 7712 - UFRGS-Faculdade de Agronomia –Departamento de
Fitotecnia - Prédio 41 111 - CEP 91540-000 - Porto Alegre RS BRASIL - cba
@brasilapicola.com.br – www.brasilapícola.com.br
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8 – Produtores apostam na diversidade de produtos apícolas

Palestras e oficinas sobre o tema reunirão o setor do Vale do Sinos, no Rio Grande do Sul,
para o Encontro de Oportunidades para a Apicultura.

Da ASN/RS - Elias Eberhardt - Os benefícios dos produtos apícolas está entre os temas do
encontro
Novo Hamburgo - O melhoramento genético de abelhas-rainha, os benefícios oferecidos
por produtos apícolas e as tendências de marketing para o segmento estão entre os temas
do 2º Encontro de Oportunidades para a Apicultura dos Vales. O evento ocorrerá neste
sábado (6), das 8h às 17h30, na Associação Comercial e Industrial (ACI) de Novo
Hamburgo, Campos e Estância Velha, na Rua Joaquim Pedro Soares, 540, em Novo
Hamburgo (RS).

O seminário é promovido pela Associação Hamburguesa de Apicultura (AHA), pela
Associação dos Apicultores de São Sebastião do Caí (Aapicaí) e pela Cooperativa dos
Apicultores de Ivoti (Cooapi). A participação nas palestras é gratuita. O investimento para
as oficinas é de R$ 5 para associados às entidades e de R$ 10 para não-sócios.
Informações e inscrições podem ser obtidas na AHA, por meio do telefone (51) 3527-1397,
Cooapi, (51) 9964-5988 e Aapicaí, (51) 3635-2251.

O evento conta com o incentivo do Sebrae no Rio Grande do Sul, por meio do
programa ‘Juntos para Competir’. Impulsionado pela Federação da Agricultura do Rio
Grande do Sul (Farsul), pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e pelo
Sebrae/RS, o programa estimula a organização e o aprimoramento das cadeias produtivas
do agronegócio no Rio Grande do Sul, como a bovinocultura de corte, a suinocultura, a
ovinocaprinocultura, a fruticultura, a floricultura, a vitivinicultura, a apicultura e a cultura
da cana-de-açúcar e derivados.

“O encontro possibilita aos apicultores dos Vales o acesso a informações disponibilizadas
em eventos realizados em outras regiões. Nem sempre o produtor tem a possibilidade de
se deslocar para participar. Também é um momento bastante importante para a
abordagem de temas específicos da região”, explica o gestor estadual da Apicultura do
Sebrae/RS, Fabiano Nichele.

Entre os assuntos contemplados pelo encontro, Nichele destaca as palestras “Produtos
apícolas e seus benefícios”, com a engenheira agrônoma e consultora do Sebrae/RS, Iara
Dutra; e “As novas tendências de marketing para produtos apícolas”, com o engenheiro
civil e também consultor do Sebrae/RS, Reinaldo Gabardo.

“Muitos apicultores exploram pouco a diversidade dos produtos apícolas, com aplicação
nas áreas de beleza, medicina e gastronomia, por exemplo”, afirma Nichele. O gestor
destaca ainda as oficinas ‘Melhoramento genético de rainhas e produtividade das colméias’
e “ Manejo e alimentação de abelhas”. “São procedimentos que têm efeito direto sobre a
produtividade”, afirma. As duas oficinas serão oferecidas em dois horários (8h30 e 10h30),
possibilitando ao público a participação nos dois encontros.

Fonte - Serviço: Assessoria de Comunicação do Sebrae/RS - (51) 3216-5182 e (51) 3216-
5123 - Central de Atendimento ao Cliente do Sebrae - (51) 3216-5006 - Sebrae Sinos, Caí
e Paranhana - (51) 3588-9300 – 5/11/2007 -
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9 – Mel do Agreste do Estado deve ser exportado

Apicultores receberam apoio para melhorar infra-estrutura RAFAELA AGUIAR O mel
pernambucano chegará ao mercado internacional a partir de 2009. Atualmente, o produto
é exportado por meio de outros estados, como Santa Catarina, Piauí, Rio Grande do Sul e
São Paulo. A cadeia de apicultura, constituída por 11 municípios, no Agreste do Estado, e
que emprega 2,5 mil pessoas, receberá dos Governos Federal e Estadual R$ 2 milhões
para melhoria de infra-estrutura. Com o investimento, o setor tem a expectativa de
aumentar a produção de 1,7 mil toneladas por ano de mel em 30%.

Na última quarta-feira, associações de apicultura e a Agência de Desenvolvimento
Econômico de Pernambuco (AD/Diper) realizaram um workshop para a construção de um
plano integrado para o desenvolvimento da cadeia. “Elaboramos um documento, chamado
Zum-Zum do Sertão do Araripe, com as reivindicações dos produtores para ser entregue
ao governador Eduardo Campos. Queremos que o mel tenha sua identificação”, explicou a
coordenadora do Arranjo Produtivo de Apicultura e Caprinovinocultura da AD/Diper,
Marluce Fernandes.

Segundo o presidente da Federação das Entidades de Apicultura de Pernambuco e
coordenador do Fórum de Apicultura do Sertão do Araripe, Idelfonso Lima, o mel
pernambucano já tem sua consolidação no mercado brasileiro, estando em nono lugar no
ranking de produção do produto. “Não aparecemos no mercado de comércio exterior.
Nosso mel é comprado e exportado por outros estados, apesar de ser reconhecido por ter
uma excelente qualidade”, destacou. Os principais importadores são: Alemanha, Estados
Unidos e Japão.

A falta de estrutura para a emissão do Certificado de Inspeção Federal (Cife) é motivo
pelo qual Pernambuco não exporta o mel. “E o mercado de qualquer nível exige a emissão
de selo”, completou Lima. A ação será iniciada a partir da implantação do Centro de
Vocação Tecnológica de Trindade e da Central de Processamento de Araripina, em
conjunto com a Cooperativa dos Apicultores e Meliponicultores do Sertão do Araripe.

Fonte: WebApacame – Veículo: Folha de Pernambuco - Seção: Economia - Data:
05/11/2007
Estado: PE
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10 - PMs capacitados para captura de abelhas

A Secretaria da Agricultura do Estado, a pedido da Companhia de Polícia de Proteção
Ambiental (Coppa), capacitou 30 policiais militares para a captura de abelhas em toda a
Região Metropolitana de Salvador. O treinamento técnico, que incluiu aulas teóricas e
práticas, contou com o apoio de uma equipe especializada. Segundo Terezinha Braga,
técnica de apicultura da Seagri, a demanda de enxames de abelhas do gênero Apis
mellifera vem aumentando em função da florada, que acontece de outubro a
dezembro. “Apesar de não ser responsabilidade da Seagri a captura, assumimos esse
compromisso com a polícia ambiental para que a comunidade tenha um atendimento de
qualidade, garantindo a segurança necessária, sem agredir o meio ambiente”, declarou. A
iniciativa faz parte do Programa SOS Abelhas, da Coppa, que existe há 22 anos. “São em
média sete a oito solicitações por dia”, informou a tenente Maiane Áurea, que participou do
treinamento. “Com o aumento do efetivo do pelotão, de 20 para 50 PMs, e com a
capacitação oferecida pela Seagri, estamos melhor preparados para o atendimento à
sociedade”, avaliou. O treinamento dos policiais militares foi ministrado pelas técnicas da
Seagri Marivanda Eloy e Terezinha Braga e pelo coordenador do Centro de Treinamento
de Apicultores da EBDA, Edmilson Bezerra.

Fonte: WebApacame – Veículo: Tribuna da Bahia - Seção: Cidade - Data: 05/11/2007 -
Estado: BA
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11 – Sebrae ministra curso para produtores de mel e cachaça

O Sebrae de Franca promoverá no dia 10 de novembro o 1º Encontro de Produtores de
Mel e Cachaça. O evento será realizado no Parque de Exposições “Fernando Costa” a
partir das 8 horas. Serão promovidas seis palestras durante o dia, sendo três para cada
módulo. Para os produtores ou interessados em produzir mel serão apresentados os
temas: “Iniciação à apicultura como alternativa de renda ao pequeno
produtor”; “Substituição e produção de rainhas e alimentação das abelhas” e “Produção de
Própolis e cera”.

No módulo sobre cachaça, serão discutidas a “Produção de cachaça”, “Realidade da
cachaça no Brasil” e a “Qualidade de cachaça”, com o professor da Unesp de Araraquara,
João Bosco Faria. Informações: (16) 3721-6100.

Fonte: WebApacame – 0 Veículo: Comércio da Franca - Seção: Região - Data:
06/11/2007 - Estado: SP
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12 - Madeira apreendida beneficia 400 famílias de apicultores em Mato Grosso

Redação 24 HorasNews - Apicultura é uma das cadeias produtivas dos consórcios -
Diamantino, Porto Estrela, Gaúcha do Norte, Campo Verde, Chapada dos Guimarães e
Nortelândia. Ao todo, são 73,680 metros cúbicos de madeira suficientes para confeccionar
2.190 caixas de abelha para a coleta do favo de mel.

A doação, que está sendo distribuída pelo Programa MT Regional, ocorre após cessão do
Juizado Volante Ambiental (Juvam), por meio do o Instituto de Metrologia e Qualidade do
Estado (IMEQ), responsável para distribuir a madeira, conforme acordo firmado com o
Ministério Público.

O secretário adjunto de Projetos Estratégicos e coordenador do MT Regional, Neurilan
Fraga, informou que as Prefeituras vão confeccionar as caixas e distribuí-las aos
produtores de mel. Por sua vez, a Empresa Mato-grossense de Pesquisa Assistência e
Extensão Rural (Empaer) prestará assistência técnica. “Isso é uma ação de Governo do
Estado em parceria com os consórcios”, disse Fraga.

Além das prefeituras, as apreensões do Juvam estão beneficiando secretarias do Governo
como a de Infra-Estrutura (Sinfra), Educação (Seduc), e Justiça e Segurança (Sejusp). “O
juiz José Zuquim (titular do Juvam) libera e encaminha o destinatário da madeira. Essa
sistemática de distribuição foi implantada pelo Imeq”, explicou o presidente do Imeq, Jair
Durigon.

Em cinco meses, informou Durigon, foram apreendidos 600 metros cúbicos de madeira.
Em valores de mercado, equivale a R$ 1,5 milhão o total da carga. Trata-se de madeira
extraída e comercializada ilegalmente. Com o aval da Justiça, esse produto está sendo
usado na construção de pontes, carteiras escolares e atividades em presídios.

Fonte: WebApacame – Veículo: 24 Horas News - Seção: Cidades - Data: 05/11/2007 -
Estado: MT
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13 – Rondônia: seminário mostra crescimento da apicultura em Cacoal

Cacoal/RO - Um dos primeiros municípios de Rondônia a incluir o mel como reforço da
merenda escolar – o outro é Vilhena –, Cacoal sedia a 2ª Semana do Apicultor esta
semana. Realizado pelo Sebrae e Banco do Brasil, o evento reúne apicultores e parceiros
do Projeto Apicultura Integrada Sustentável na Região Central de Rondônia (Apiscentro).

A Semana do Apicultor começou nesta segunda (5) e termina na sexta-feira (9), com a
realização de palestras, sensibilização sobre a importância do mel silvestre como fonte de
alimento, de saúde, da apicultura como atividade sustentável no Brasil e no exterior, além
de apresentações artísticas e degustação de derivados do produto.

Durante a abertura da semana, estudantes das escolas Auta Raupp e José de Almeida
receberam instruções sobre a importância do mel como alimento para o crescimento
saudável. Cacoal desenvolve o projeto-piloto em que 7.666 estudantes de 21 escolas e
seis creches públicas consomem o mel de abelhas, que é embalado em sachês de 10
gramas e distribuído duas vezes na semana.

Para fechar o ciclo de palestras, o Sebrae está trazendo a Rondônia o consultor Francisco
de Assis Holanda, coordenador de projeto apícola em Teresina (PI). Além do Sebrae, o
Projeto Apiscentro tem ainda a parceria e o apoio da Associação Cacoalense de
Apicultores (Aca), prefeitura de Cacoal, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural
(Emater), Banco do Brasil, Banco da Amazônia, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, a
Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e a Secretaria de Agricultura
e Universidade Federal.

Alberto Saavedra, gestor do Apiscentro pelo Sebrae em Rondônia, diz que a Instituição,
assim como os parceiros, tem a preocupação com a qualidade do mel oferecido ao
consumidor. "As associações e mesmo os produtores isolados estão capacitados com
qualificação oferecida pelo Apiscentro. Eles estão conscientes da necessidade de oferecer
um bom produto para conquistar o mercado".

Além da apicultura, Cacoal possui outras atividades do setor agrícola, com diversidade de
programas – patrulha mecanizada, construção de tanques e açudes, distribuição de mudas
de banana, cultivo de mamona, distribuição de sementes e alevinos.

"A aquisição do mel está vinculada a compromissos de geração de emprego e renda. O
primeiro passo foi dado pela prefeitura. Cabe, agora, aos apicultores do Apiscentro
responderem, produzindo mel de qualidade", diz Alberto Saavedra.

Serviço: Sebrae em Rondônia - (69) 3217-3800 - William Jorge Heron
Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 06/11/2007 -
Estado: RS
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14 - Apicultura e flora apícola

Edmundo Accioly * - A natureza doou à humanidade elementos valiosos, com incontáveis
espécies vegetais, que crescem por todo o mundo e o apicultor terá que conhecer muito
bem a região antes de cultivar as abelhas, porque a quantidade de néctar varia segundo
as condições climatológicas. Cada país, cada região têm sua flora melífera própria.
Árvores, arbustos, plantas variadíssimas constituem abundantes recursos naturais, nos
quais as abelhas encontram os elementos de que necessitam para sua produção.
Necessitam do néctar e do pólen.

Os Estados brasileiros possuem uma abundante e variada flora apícola, avaliada em mais
de 20 mil espécies diferentes, produzindo méis de primeira qualidade com sabores e
coloração diversa, aceitos pelos mercados mais exigentes do mundo.

Entretanto, apesar de possuirmos uma riqueza natural tão imensa e inexplorada, pouco se
sabe a respeito das plantas apícolas, suas épocas de floração, abundância e importância
para a produção de mel. A preocupação sobre flora apícola é justificável no Brasil, onde a
produção de mel, na maioria, é baseada em plantas nativas. Para uma substancial
produção de mel é necessária uma florada maciça num mesmo período, que permita às
abelhas um aproveitamento integral para manutenção da colônia e estocagem de reservas.

Por outro lado cresce a preocupação dos consumidores quanto à origem dos produtos,
presença de resíduos tóxicos e patogênicos e ao estado de conservação dos alimentos.
Associado à segurança alimentar, o conceito de rastreabilidade visando descrever na
embalagem do produto todo o sistema produtivo do mesmo (origem, onde foi processado
quem o distribuiu e outras informações) é crescente nos segmentos de mercados mais
exigentes, sobretudo com o advento dos produtos geneticamente modificados. Isso faz
com que seja imprescindível se fazer o levantamento apibotânico do Estado de Alagoas e
de outros Estados do Nordeste para se identificar as espécies botânicas melíferas de cada
região, que deram origem a determinado tipo de mel.

As tendências de mudanças globais dos padrões de produção e consumo alimentar têm
facilitado o surgimento de "novas" demandas por produtos mais afeitos a certo ideário
de "geração saúde", potencializando, assim, novas dinâmicas no meio rural e a
"natureza"
ocupa lugar de destaque.
(*) É mestre em Desenvolvimento Sustentável.

Fonte: WebApacame - Veículo: Gazeta de Alagoas - Seção: Opinião - Data: 07/11/2007 -
Estado: AL
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15 – Meliponicultura - Maranhão realiza segundo encontro sobre abelhas nativas

Giovana Perfeito - Sebrae é um dos realizadores do evento que vai reunir cerca de 300
produtores em São Bento (MA); evento vai disseminar informações e práticas sobre a
meliponicultura

Criação de abelhas nativas sem ferrão é tema central do evento - Brasília - O II Encontro
sobre Abelhas Nativas do Maranhão será realizado em São Bento a partir desta quinta-
feira (8) às 8 horas. Essa é uma ação do Sebrae, da Secretaria Estadual de Agricultura
(Seagro), Agência Estadual de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural do Maranhão
(Agerp) e da Universidade Estadual do Maranhão (Uema). O evento, que vai até o dia 11
de novembro, acontece na Fazenda Escola da Uema.

O objetivo do encontro é discutir a meliponicultura (cultura de abelhas nativas sem ferrão)
como fator de desenvolvimento social e econômico para os produtores rurais. Essa criação
de abelhas sem ferrão já é reconhecida como componente da agricultura familiar
maranhense e tem lugar de destaque na geração de emprego e renda. Por conta disso, o
evento será um importante espaço para a troca de informação entre os criadores.

O evento também possibilita a aproximação entre produtores, pesquisadores e gestores. A
idéia é que esse intercâmbio ajude na melhoria da produção, aumente a qualidade dos
produtos e a sua comercialização. A expectativa é que as conclusões e os posicionamentos
gerados no encontro se transformem em ações que possam alcançar os criadores de
abelhas nativas de todas as regiões do estado.

Cerca de 300 produtores são esperados para o evento. Segundo a gestora do projeto
melípona do Sebrae/MA, Dulcileide Salinas, a importância do evento está na disseminação
de informações e práticas sobre a meliponicultura. "Temos muita dificuldade de encontrar
pesquisas e eventos sobre essa cultura. Ao reunirmos especialistas neste encontro,
esperamos suprir essa lacuna e disseminar a prática da meliponicultura", ressalta.

Na programação do evento há diversas palestras com temas como a meliponicultura no
Brasil, o mercado de mel das abelhas nativas, o padrão de qualidade do mel e os avanços
tecnológicos da meliponicultura. Também serão discutidos assuntos como a
desumidificação do mel, a polinização de plantas de interesse econômico, a importância da
organização associativa para a meliponicultura e a experiência da meliponicultura no
Maranhão.

Na sexta-feira (9) e no sábado (10), haverá oficinas. Os temas são diversos: boas práticas
na extração e armazenagem de mel, produção de própolis, transferência de enxames,
controle de pragas, uso do extrator manual de mel e linhas de financiamento.

No domingo (11), será realizada uma visita técnica a meliponários da região. Haverá
também uma programação cultural com apresentação de grupos regionais, mini-feira com
exposição de produtos (mel, própolis, favo) e exposição de trabalhos acadêmicos sobre o
tema do evento.

O encontro também tem o apoio das prefeituras municipais de São João Batista, São
Bento, Bequimão, Palmerândia e Pinheiro, do Sindicato dos Produtores Rurais de Peri-
Mirim e da ONG Formação.

Dos projetos apoiados pelo Sebrae no País, dois são de meliponicultura. Um deles está no
Amazonas e o outro no Maranhão. Neste estado, são beneficiados 159 produtores de seis
municípios do Maranhão. Eles já receberam capacitação tecnológica, aprenderam o
manejo dentro dos padrões de exigência do mercado e foram incentivados a se reunir em
associação.

O projeto teve início neste ano. "O mel melípona é muito procurado. Acabamos a
extração
desta florada e toda a produção já está vendida", destaca Dulcileide Salinas. O litro deste
mel é vendido a R$ 15. Serviço: Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7494 e (61) 2107-
9359 / 9362

Fonte: ASN (Agência Sebrae de Notícias) – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data:
07/11/2007 - Estado: RS
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16 - Abelha anti-social é treinada para polinização

Alan Bjerga Bloomberg - Rosalind Rosalind entra num abrigo de isopor com milhares de
abelhas silvestres. Dezenas zumbem em tomo da entomologista, enquanto ela examina
blocos de 3.540 buracos para abelhas solitárias. "Condomínios de abelhas", ela diz. O
conhecimento superficial das picadas que sofreu é o pequeno sacrifício por um trabalho
que poderá salvar uma fatia de US$ 75 bilhões da economia dos EUA,Rosalind lidera uma
equipe do Departamento da Agricultura dos EUA em Logan (Utah) que combate as
conseqüências da Síndrorne do Colapso de Colônias. A doença matou ao menos dois
bilhões de abelhas que polinizam lavouras, que vão de amêndoas a abobrinhas. Enquanto
os entomologistas tentam solucionar o mistério, os cientistas em Logan ensinam as
abelhas silvestres e anti-sociais a imitarem as abelhas produtoras de mel e polinizarem
lavouras.

"Se as abelhas desaparecerem amanhã, estaremos num mundo de prejuízos", diz Jim
Cane, colega de pesquisas de Rosalind em Logan. Colapsos adicionais de
colônias "poderão levar um grande número de agricultores à falência e provocar um
grande rombo em alguns orçamentos estaduais", com a perda de receita com as
amêndoas e laranjas da Califórnia, os frutos cítricos da Flórida e as maçãs da Carolina do
Norte. A síndrome continua um enigma, um ano após ter sido descrita pela primeira vez
pelos apicultores dos EUA. A sfndrome, na qual abelhas abandonam suas colméias e
morrem, foi identificada em 35 Estados, em uma província canadense e em alguns lugares
da Europa, Ásia e América Latina. O colapso causou prejuízos a 25% dos apicultores dos
EUA, exterminando 45% das suas abelhas, em média.

As abelhas produtoras de mel são a principal espécie de abelha criada para polinização em
larga escala, pois são fáceis de transportar e fertilizam a maior parte das lavouras que
necessitam de pólen. Segundo a Universidade de Cornell, lavouras que dependem quase
inteiramente de abelhas incluem amêndoas, maçãs, amoras, cerejas, cenouras e
abóboras. Algumas lavouras menos dependentes de abelhas, como culturas cítricas,
melões e pêras, têm melhor rendimento com os insetos.

A busca de polinizadores alternativos entre as 4 mil espécies de abelhas silvestres dos EUA
conduz Cane a um campo ao amanhecer, onde ele examina uma abelha da abóbora
adormecida numa flor.
A abelha da abóbora é um sucesso de Logan. Cane e outros pesquisadores do mundo
descobriram que uma abelha da abóbora para cada 10 flores pode dar conta da lavoura
sem as abelhas produtoras de mel. Esse conhecimento permitirá aos agricultores usar
abelhas produtoras de mel em qualquer lugar, diz. Cane também está estudando a Osmia
Aglaia (abelha azul), abelha silvestre que poliniza framboesas e amoras.

Os pesquisadores estão aprendendo como as abelhas reagem a diferentes odores, para
garantir que elas retomem às colméias após serem soltas para polinizar. A maioria das
abelhas silvestres não vive em colméias, e tendem a se dispersar quando são soltas,
arruinando o investimento dos apicultores, diz Theresa Pitts-Singer, cujo trabalho se
concentra em odor para os pesquisadores de Logan. "Se você solta 300 abelhas silvestres
e só 150 voltam, terá perdido metade do seu potencial", ela diz.

A entomologista examina um tubo de ensaio em forma de Y que contém uma abelha no
fundo. Na parte de cima há dois pedaços de papel, um sem odor e o outro embebido
naquilo que os pesquisadores acreditam que uma abelha mãe usa para demarcar o seu
ninho. Assim que encontram um odor que parece atrair uma abelha, podem testá-lo nos
campos. Por fim, os odores bem sucedidos serão distribuídos para os apicultores
seduzirem abelhas de volta. Pitts-Singer experimenta outros cheiros, como essência de
lama, casulo e folha de planta. Quando as abelhas solitárias aprenderem a viver em
conjunto, "poderemos torná-las muito mais eficazes", diz. A espécie silvestre com o
maior
potencial pode ser a abelha azul. Ela pode voar em climas mais frios do que as produtoras
de mel, melhorando a polinização de começo de temporada. Abelhas produtoras de mel
empregadas para amêndoas algumas vezes preferem se mudar para as culturas cítricas
de vizinhos, diz Rosalind. As azuis se mantêm nos seus postos.

O Departamento de Agricultura, aproveitando lições aprendidas com abelhas silvestres
usadas na alfafa, desenvolveu um número suficiente de abelhas azuis que vivem em
abrigos para começar a polinização comercial de amêndoas. Em 10 anos, elas poderão ter
condições de polinizar metade da lavoura, diz Rosalind, cujos cientistas são apelidados
de "feras" na sua área de atuação por May Berenbaum, a presidente de um comitê da
Academia Nacional de Ciências sobre polinizadores. A pesquisa da abelha azul em Logan
antecedeu o colapso de colônias.

A mais recente rodada de experimentos começou em 2003 e recebe verbas de US$ 1,4
milhão ao ano, que custeiam cinco pesquisadores, assistentes e equipamento. Uma
escassez de polinizadores poderá reduzir os lucros em empresas que vão desde a Dole
Food, maior comercializadora de hortifrutigranjeiros do mundo, até a Hershey, fabricante
das barras de chocolate Almond Joy, diz Sterling Smith, do Futures One em Chicago.
Primeiro, veremos aumento na dependência sobre importados, seguida de preços mais
altos", ele diz. A compra de frutas e vegetais tende a ser sensível a preços e uma
escassez de amêndoas poderá provocar um aumento "astronômico" nos preços do fruto,
acrescenta.

O porta-voz da Hershey, Kirk Serille, diz que a empresa não comenta commodities
isoladas nos seus produtos. A Dole diz que não será muito afetada por um colapso restrito
aos EUA, pois a maioria das suas lavouras dependentes de abelhas é cultivada em outros
países.
Cientistas de universidades e do governo afirmaram que um vírus importado, o Vírus da
Paralisia Aguda Israelense, assim chamado em função do país em que foi detectado pela
primeira vez em2004, poderá ser um elemento colaborador. As causas da síndrome são
complexas, e provavelmente não existe uma única coisa isolada que poderá solucioná-la",
diz Berenbaum, entomologista-chefe na Universidade de Illinois.

O vírus israelense não é a única causa, diz Diana Cox-Foster, entomologista da
Universidade Estadual da Pennsylvania, que liderou o estudo que estabeleceu a conexão
entre a síndrome e o vírus. A polinização de lavouras poderá culminar em crise nos
próximos anos, provocando alta nos preços dos alimentos, diz Troy Fore, da Federação
Americana de Apicultura em Jesup, Georgia. As amêndoas, maior lavoura dependente de
abelhas nos EUA, representam US$ 2,2 bilhões em produção anual.

O Departamento de Agricultura estimou que o colapso de colônias pode causar perdas de
US$ 75 bilhões ã industria agrícola e economia dos EUA. Pela primeira vez, o colapso
imprimiu senso de urgência à pesquisa. "Barreiras não são intransponíveis, mas o tema
exige investimento", diz Berenbaum. (Tradução de Robert Bánvölgyi)

Fonte: WebApacame – Veículo: Valor Econômico - Seção: Agronegócios - Data:
08/11/2007 - Estado: SP
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17 – Rio Grande do Norte: Petrobrás lança segunda etapa do projeto do Mel

Natal/RN - O Programa Petrobrás Fome Zero lançará nesta terça-feira, 13 de novembro, a
segunda etapa do Projeto do Mel (2007/ 2009), realizado pelo CEFET-RN e a FUNCERN,
levando capacitação em produção de mel à diversas comunidades agricolas do interior do
Estado. A abertura do evento acontecerá na Praça Padre Avelino em Upanema, às 8H30,
com a apresentação de músicos dos municípios participantes do projeto e com a Exposição
Projeto do Mel - 2ªEtapa.

A parceria entre o CEFET-RN e a Petrobrás surgiu após o lançamento de um edital nacional
em 2004, para o desenvolvimento de novas propostas de geração de emprego e renda
agrícola. O projeto criado por uma equipe de professores dos cursos técnico de controle
ambiental e superior de gestão ambiental do CEFET-RN, venceu mais de 5 mil
concorrentes e iniciou o programa em 2006.Na etapa desenvolvida no ano passado, mil
agricultores foram diretamente beneficiados pelo projeto, além de favorecer 5 mil famílias
indiretamente nas regiões do Meio Oeste, Vale do Açu e Mato Grande.

Em agosto de 2006 foi inaugurada a primeira usina-escola de beneficiamento de mel, na
unidade de ensino do CEFET-RN em Ipanguaçú. Os núcleos de apicultura já instalados
operam dentro do sistema de cooperativismo, como parte do treinamento oferecido pela
equipe do projeto.""Por não dependerem mais da figura do atravessador, os agricultores
viram suas rendas familiares passarem de menos da metade de um salário mínimo, para
até 4 salários mínimos.""

Explica a representante do projeto Carmem Daniella Spínola. Com os bons resultados do
programa, os 25 núcleos de apicultores estão atendendo diversos municípios do interior
com a produção de mel em sachê para as merendas da rede de escolas públicas.Nesta
segunda etapa do programa a equipe do CEFET-RN pretende implantar 12 novos núcleos
de apicultura nas cidades de Pendências, Açu, Afonso Bezerra e Ipanguaçu. Também
serão criadas quatro novas casas de mel nas regiões atendidas em Porto do Mangue,
Guamaré, Macau e Açu. Segundo a professora Andréia Lessa, coordenadora do
projeto, ""a expectativa é alcançar 3 mil famílias nesta nova etapa"".

Planos para a exportação do produto estão sendo realizados com a previsão de produzir
até 400 toneladas em 2008.Durante a manhã do dia 13 serão realizados diversos eventos,
começando às 10hs com as inscrições para palestras, seguida da realização de atividades
de educação ambiental, visita ao núcleo apícola de Umari (implantado em 2006),
realização de oficinas sobre técnicas de apicultura e uma palestra da CONAB para
presidentes de associações.

O encerramento das atividades ocorrerá após o almoço. Os interessados em participar do
programa podem procurar as prefeituras dos municípios participantes ou a unidade do
CEFET-RN em Ipanguaçú.
Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 09/11/2007 -
Estado: RS
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
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