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Informativo - nº056 - Novembro de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 57 – 26 de Novembro de 2007
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 – Um minuto de Reflexão; 2 - Amazonas prevê vender mel para os italianos; 4 - Rio
Grande do Sul: Alegrete recebe jornada de apicultura no sábado; 3 - Rio Grande do Sul:
Alegrete recebe jornada de apicultura no sábado; 4 - Fabricante de própolis busca clientes
no exterior; 5 - III Jornadas Intermacionales de Apiterapia Argentina 2007 Y 10º
Encuentro de Apicultura Integral Sustentable; 6 - Câmara Setorial debate embargo ao mel
brasileiro; 7 - II Encontro de Produção Animal na Agroecologia; 8 – Internos da Aclaud
realizam primeira colheita em apiário; 9 – Tocantins: apicultores da região Sul participam
de seminário e feira do mel; 10 - Assentamentos do Alto Sertão vão fornecer mel para
escolas municipais; 11 - Campanha valoriza empreendedores maranhenses; 12 – Tire
suas dúvidas sobre ataques de abelhas; 13 - Aposentado morre picado por abelhas; 14 -
Política Estadual para o desenvolvimento e expansão da Apicultura agora é Lei; 15 -
Procompi apóia desenvolvimento da apicultura no Piauí; 16 - Santa Catarina: apicultura
em destaque no 2º Tecnoapis em Florianópolis.
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1 – Um minuto de Reflexão

. Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente. – ( Érico
Veríssimo )

· "Eu sempre me preparo para o fracasso e acabo surpreendido pelo sucesso." - Steven
Spielberg
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2 - Amazonas prevê vender mel para os italianos

O mel amazonense pode chegar ao mercado italiano e asiático a partir de março do
próximo ano com a obtenção do selo de inspeção fitossanitária e das operações iniciais do
entreposto de Boa Vista do Ramos, município a 270 km de Manaus na calha do Baixo
Amazonas. A abertura de mercado, divulgada no último fim de semana pelo presidente da
Associação dos Criadores de Abelhas Indígenas da Amazônia (Acaiá), Jair Rodrigues
Arruda, pode beneficiar 150 produtores.

De acordo com Arruda, o município absorve a produção melípona de pelo menos quatro
outras localidades amazonenses o que vem resultando em bom desempenho da cadeia
produtiva de mel, mas pode apresentar melhores gráficos na coleta. O presidente lembrou
ainda a capacidade e a qualidade do mel produzido em Boa Vista do Ramos obtido a partir
de flores silvestres, o que será determinante para a chegada do produto no Japão e na
Itália após o registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) em meados de abril do próximo
ano.

Mas apesar do alto valor agregado e da representatividade dos produtos com selo verde, a
entrada do mel amazônico no mercado europeu e asiático tem exigido altos investimentos
dos produtores, de acordo com o presidente da Acaiá, algo em torno de R$ 250 por
colônia. Segundo o presidente da Acaiá, no próximo ano a produção poderá ser de 500
toneladas de mel, recorde histórico no estado.

Segundo a Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel) o cenário internacional
está favorável à produção brasileira. As vendas externas deverão fechar o ano com
incremento de 20% este ano. A projeção para 2007 é receita de R$ 3 bilhões e vendas de
45 mil toneladas. Henrique Xavier.

Fonte: WebApacame - Veículo: DCI - Seção: Agronegócios - Data: 19/11/2007 - Estado:
SP
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3 - Rio Grande do Sul: Alegrete recebe jornada de apicultura no sábado

Alegrete/RS - A 1ª Jornada Apícola de Alegrete será realizada no próximo sábado, 24 de
novembro, no Centro Cultural do município. Promovida pela Emater, a agenda inclui
palestras sobre o programa Juntos para Competir e formas de associativismo para a
produção e comercialização de mel. Também serão debatidas, durante o evento, técnicas
de manejo para alta rotatividade dos apiários e de extração do mel. A jornada apícola
começa às 9h30min.

Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Local - Data: 19/11/2007 - Estado:
RS
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4 - Fabricante de própolis busca clientes no exterior

A Bioessens pretende aumentar a carteira de clientes no próximo ano. Entre os mercados
que serão prospectados estão os países árabes.Todas as variedades de própolis da marca
são colhidas em áreas selvagens para evitar contaminação. Além disso, a empresa possui
um laboratório próprio equipado para realizar análises microbiológicas, físico-químicas e
para o desenvolvimento de produtos.STRONG - Geovana Pagel -
geovana.pagel@anba.com.br

São Paulo - A meta da fabricante de própolis Bioessens para 2008 é aumentar a carteira
de clientes em mercados ainda não atendidos, como os países árabes. “Temos grande
interesse em introduzir nossos produtos nos mercados árabes, tanto no Oriente Médio
como no Norte da África”, afirma Daniel Ken Shimizu, diretor administrativo da empresa
instalada em Cotia, na grande São Paulo.

Segundo ele, hoje o principal produto exportado pela empresa é a própolis verde in natura
e sob a forma de extrato alcoólico, vendida a granel. “Exportamos para o mercado asiático
há 14 anos, principalmente para o Japão”, conta Shimizu. Todos os meses cerca de 300
quilos são embarcados por meio de contratos de médio prazo, sem contar com os pedidos
esporádicos, as chamadas vendas spot.

Segundo Shimizu, para atender os rigorosos padrões de qualidade exigidos pelas
indústrias japonesas a fábrica possui registro no Serviço de Inspeção Federal do Ministério
da Agricultura (SIF/MA) sob o nº 1399. De acordo com o diretor, hoje a empresa tem
capacidade de produzir duas toneladas mensais de própolis bruta, sem necessidade de
investimentos. Já em relação ao mercado interno, a produção mensal é de duas toneladas
de mel em produtos fracionados (bisnaga, pote, sachet).

Fundada em 1994, a Bioessens gera 11 empregos diretos e é especializada no
fornecimento de própolis bruta e produtos acabados para clientes dos setores alimentício,
cosmético, farmacêutico e fitoterápico.

Laboratório - A Bioessens possui um laboratório próprio equipado para realizar análises
microbiológicas e físico-químicas e desenvolvimento de novos produtos. A própolis é
coletada por apicultores treinados, depois é rigorosamente selecionada pedaço por pedaço
e armazenada em câmara fria à temperatura de 18 graus negativos. Só então é embalada
em sacos plásticos sob atmosfera modificada - usando uma combinação de gases que
previnem o crescimento de fungos e preservam a qualidade e o frescor do produto.

Cada lote de própolis recebido é analisado para verificar qualidade. As análises
microbiológicas são realizadas com freqüência para garantir os bons processos nos
apiários. Além disso, a Bioessens trabalha com um sistema de rastreabilidade que garante
todas as informações necessárias sobre a origem dos produtos. Ou seja, a fabricante
consegue rastrear fornecedores, região de coleta, datas e até as condições climáticas da
coleta.

As variedades de própolis bruta da Bioessens são colhidas em áreas selvagens para evitar
contaminação. Os ninhos das abelhas são colocados longe de lavouras para evitar o
contato das abelhas com plantações que poderiam ser tratadas com agrotóxicos. Contato:
Bioessens - Telefone: +55 (11) 4612-3885 - site: www.bioessens.com.br

Fonte: WebApacame - Veículo: Anba - Seção: Últimas Notícias - Data: 20/11/2007 -
Estado: SP
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5 - III Jornadas Intermacionales de Apiterapia Argentina 2007 Y 10º Encuentro de
Apicultura Integral Sustentable

27 de NOVIEMBRE de 2007 - CORDOBA – ARGENTINA - Salón Auditorio Agencia Córdoba
Ambiente - Av. Richieri 2187 - Bº Rogelio Martínez - Ciudad de Córdoba.

Dirigido a Profesionales de la Salud, Deportólogos, Gestores Socio-Culturales, Técnicos,
Apicultores, Comercializadores, y Público en General

La Apiterapia es la ciencia que se ocupa del mantenimiento y/o restablecimiento de la
salud mediante el uso de los productos de la colmena. Es muy importante considerar que
la miel, polen, jalea real, apitoxina, cera, propóleos, son termo sensibles, fotosensibles e
higroscópicos. Desde la colmena hasta el paciente, estos elementos deben ser manejados
correctamente, con buenas prácticas, a los fines de tener productos terapéuticamente
completos, ya que de ellos se esperan mejoras en algo tan importante como es la salud.
Dr. Julio César Díaz

PROGRAMA
09:00 HS: Acreditación y Entrega de Materiales; 10:00 HS: Palabras de
Bienvenida “Objetivos de AAdA” - Tco. Apicultor. Genaro Carrizo (Cdad.de Córdoba)
Delegado de AAdA en Córdoba - Miembro de Comisión - Directiva de AAdA y Delegado en
Córdoba; - 10:15 HS: “Política Oficial en Relación a la Apicultura. Incentivos Financieros.
Nuevas Normativas en Plantas de Extracción.” - Tco. Apicultor Manuel Oliver (Cdad. De
Córdoba) Director Ärea Apicultura de Sec. de Agricultura, Ganadería, Pesca y Recursos
Renovables del Gobierno de la Provincia de Córdoba;

- 10:30 HS: “Buenas Prácticas en Apicultura Integral Sustentable” (PANEL) - Técnico
Apicultor Nelson Rolandi (Villa de las Rosas-Cba) Instructor Apícola - Consultor
Internacional del BID y Fundación Trópico Húmedo de Bolivia – Asesor e Instructor en
Asoc. Tierra Bio - Sr. Bravo (Bs. As.) Apicultor - Pto. Apicultor Atilio Damiani (Río IV –
Cba); - 11:45 HS: Refrigerio; - 12:00 HS: “Propoleos y Mieles Misioneras” - Lic. María
Graciela Hedman (Posadas-Misiones) Coord. Programa Apícola Provincial - PROMIEL,
Propóleos y Mieles Misioneras – Delegada AAdA en Misiones); 12:30 HS: “Producción de
Veneno Seco de Abejas para Elaboración de Medicamentos” - Ing. Carlos Román Litwin
(Gral. Pinto-Bs.As.) – Ingeniero en Sistemas – Productor e Investigador en Apitoxinas;
13:00 HS: PANEL CON PARTICIPACION DE DISERTANTES Y ASISTENTES A LA JORNADA;
13: 30 HS: Intermedio para Almuerzo - Visita a EXPOSICIÓN DE IMPLEMENTOS APÍCOLAS
Y PRODUCTOS APITERÁPICOS; - 14:30 HS: “ La Colmena , Farmacia del Pueblo.
Experiencias en Bolivia y Argentina.” - Tco. Apicultor y Apiterapista Nelson Rolandi (Villa de
las Rosas – Cba.);

- 15:00 HS: “Apitoxina para Uso Médico. Importante Recurso Natural para el Tratamiento
de Diversas Patologías” - Prof. Néstor Urtubey (Termas de Río Hondo - Sgo. del Estero)
Técnico industrial Apicultor- Preparador de Laboratorio Homeopático - Ex Director e
Investigador del Instituto de Animales Venenosos "Dr. Jorge W. Abalos"; - 15:45 HS: “ La
Apitoxina en Homeopatía” - Dr. Alfredo Gabriel Bonetto (Cdad de Córdoba) Médico
Cirujano - Apiterapeuta - Homeópata – Terapéutica Molecular con Células Madres -
Miembro Asoc. Argentina de Fitoterapia; - 16:30 HS: “Experiencias en Apiterapia.” - Dr.
Julio César Díaz (Villa Mercedes - San Luis) Apiterapeuta - Pte. AadA; - 17:15 HS:
Refrigerio;

- 17:30 HS: “ La Diversificación en Apicultura. Aplicaciones de Apiterapia en Medicina
Veterinaria.” - Dra. Teresa Giral Rivera Msc. (Cuba) Dra. en Medicina Veterinaria - Master
en Virología - Investigadora del Centro de Investigaciones Apícolas CIAPI – Jefa del
Programa de Investigaciones de Apicultura de MINAG en Cuba; 19:00 HS: PANEL CON
PARTICIPACION DE DISERTANTES Y ASISTENTES A LA JORNADA; 19:30 hs:
Conclusiones. Despedida. Entrega de Certificados.

ORGANIZA
Asociación Argentina de Apiterapia · Delegación Córdoba; Asociación Civil sin fines de
Lucro · Personería Jurídica Nº 14957 - Entidad de Bien Publico Nº 236 · Miembro Pleno de
APIMONDIA
Corro 1502 CP:5000 Córdoba · Tel: 0351-4608435 / 153 545474 -
apiterapiacba@yahoo.com.ar; http://www.aadapiterapia.org.ar

Fonte: Asociación Argentina de Apiterapia - Boletín Electrónico Nº 26 20 de Noviembre de
2007 Permitida su reproducción citando la fuente – Cia da Abelha – 20/11/2007
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6 - Câmara Setorial debate embargo ao mel brasileiro

Nesta quarta (31), governo, empresários e entidades discutiram os caminhos que devem
auxiliar o País a retomar as exportações para o mercado europeu.

Giovana Perfeito - Márcia Gouthier/ASN - Coordenador da rede Apis Sebrae, Reginaldo
Barroso Resende (esq.), durante reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel –

Brasília - A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas se reuniu
nesta quarta-feira (31) no Ministério da Agricultura, em Brasília (DF). A principal discussão
foi sobre o embargo da Comunidade Européia ao mel brasileiro.

O embargo começou no início de março do ano passado, quando a União Européia (UE)
exigiu do governo federal o cumprimento do controle de resíduos sobre o produto
exportado pelo Brasil. Na reunião da Câmara, destacou-se que o País já se adequou à
exigência ao colocar em prática o Plano Nacional de Controle de Resíduos (PNCR).

Além disso, os entrepostos brasileiros passaram a cumprir o sistema Hassap, também
conhecido como Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), outra norma da
União Européia. O presidente da Associação Brasileira de Exportadores de Mel (Abemel),
Henrique Faraldo, destacou que em três meses será possível ter empresas certificadas em
Hassap.

“A segunda etapa, que é de ajuste dos produtores, já é mais complexa e mais demorada
porque nós temos muitos produtores que precisarão se adequar a essa nova demanda”,
destaca Faraldo. Ele ressaltou também que o mel do Brasil é um dos mais limpos do
mundo. “Por isso os nossos importadores da UE querem o mel brasileiro de volta”,
afirmou. Segundo Faraldo, o País já tem 3,5 mil toneladas de mel comprometidas com o
mercado europeu. Essa encomenda deverá ser embarcada assim que o embargo for
suspenso.

O coordenador geral de Programas Especiais do Departamento de Inspeção de Produtos
de Origem Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Ari
Crespim, destacou a necessidade de a indústria apresentar ao governo um programa que
comprove os procedimentos de boas práticas. “A maioria das empresas executa essas
práticas, falta apenas apresentar registros que evidenciem esses processos”, disse.

Reginaldo Resende, coordenador nacional dos projetos de apicultura do Sebrae, explicou
que, além das regras impostas pela UE, o governo brasileiro está pedindo que as casas de
mel no campo sejam certificadas pelo Sistema de Inspeção Federal (SIF) ou
Estabelecimento Relacionado (ER).

“Isso significa que, se o embargo terminasse agora, não teríamos condições de fazer em
tempo hábil essa certificação”, disse. Isso ocorreria tanto por parte dos produtores, que
precisariam de um período para se adequar à exigência do governo, quanto por parte do
Ministério da Agricultura, que precisaria de tempo para auditar essas casas de mel.

Em novembro, o Brasil tentará colocar o embargo europeu na pauta da reunião da
Comunidade Européia, em Bruxelas.

Serviço: Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7494 e (61) 2107-9359 / 9362 - Ministério
da Agricultura - www.agricultura.gov.br - www.interjornal.com.br -
asn.interjornal.com.Br – 31/10/2007

Comentário: Ainda não recebemos o relato sobre as deliberações desta reunião da
Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas, realizada dia
31/10/2007 !
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7 - II Encontro de Produção Animal na Agroecologia

Encontro de Agroecologia

Nos dias 4 e 5 de dezembro, será realizado em Pinhais, região metropolitana de Curitiba, o
2° Encontro Paranaense de Produção Animal na Agroecologia. O evento cria um espaço
para a discussão e aprofundamento dos conhecimentos científicos da agroecologia.

Haverá também oportunidade para a troca de experiências de profissionais com relação às
formas de produção animal sustentáveis do ponto de vista social, econômico e ambiental.
As inscrições custam R$ 25,00 e podem ser feitas pelo site www.encontroagro.pr.gov.br.
Mais informações pelo telefone (41) 3544-8100
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8 – Internos da Aclaud realizam primeira colheita em apiário

Já foi feita a primeira colheita de mel no apiário recém-instalado na "Comunidade
Terapêutica Fazenda do Senhor Jesus", da Aclaud (Associação Corumbaense e Ladarense
de Assistência ao Usuário de Drogas), em Corumbá (MS).

A estrutura foi montada em julho, a partir de um projeto técnico elaborado em 2003 pelo
pesquisador Vanderlei Doniseti Acassio dos Reis, da Embrapa Pantanal. O pesquisador
disse que essa ação da Embrapa Pantanal (unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa
Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA)
também se traduz como uma atividade de responsabilidade social.

A Aclaud existe em Corumbá há 17 anos e oferece tratamento terapêutico gratuito a
dependentes químicos a partir dos 18 anos. Menores com idade entre 16 e 18 anos podem
receber atendimento se houver solicitação judicial.

O presidente da entidade, o engenheiro Francisco Ribeiro, disse que na fazenda não são
usados medicamentos. Os atendidos trabalham em diversas atividades (manutenção da
área, produção de alimentos, etc.) e podem permanecer na Aclaud por até nove meses
consecutivos. A associação tem obtido os mesmos índices mundiais de recuperação, em
torno de 30%. Reincidentes só são aceitos depois de um ano distante da entidade.

A apicultura foi implantada justamente para envolver os internos e permitir a capacitação
dos mesmos nessa ocupação profissional. Segundo Ribeiro, a atividade começou com três
colméias com abelhas africanizadas e hoje já existem 29. Várias já estão produzindo mel
em quantidades suficientes para a colheita desse produto apícola.

A primeira colheita, feita no início de novembro em algumas colméias, rendeu 40 quilos de
mel. No fim de novembro ou início de dezembro, nova colheita deverá ser realizada. A
meta da Aclaud é implantar 200 colméias na fazenda. O pesquisador fez uma nova visita
técnica à fazenda no dia 13 de novembro e verificou o apiário, as instalações e os
equipamentos apícolas existentes no local. “Foi muito bem montado”, afirmou Vanderlei.

Ribeiro disse que atualmente a associação atende cerca de 15 dependentes, inclusive de
outras regiões do país. Além do mel, eles produzem fraldas sob encomenda. “A venda é
feita apenas por atacado, pois não temos como investir em material para produzir e
atender a venda a varejo”, explicou. A Aclaud também tem estrutura para produzir
confecções industriais em Corumbá.

A entidade é mantida com o apoio do governo do Estado do Mato Grosso do Sul, que é o
proprietário da fazenda cedida à Aclaud, e com contribuições da comunidade local. Mais
informações e imagens do local podem ser vistas em www.aclaud.org.

Fonte: WebApacame – Veículo: Corumbá On Line - Seção: Notícias - Data: 21/11/2007 -
Estado: MS
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9 – Tocantins: apicultores da região Sul participam de seminário e feira do mel

Gurupi/TO - A Seagro - Secretaria da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em parceria
com o Sebrae realizam a 1° Feira do Mel e o 2º Seminário de Apicultura. Os eventos
acontecem neste sábado, 24, às 8 horas, em Gurupi. Durante o encontro, apicultores da
região Sul participarão de palestras e oficinas sobre Gestão Coletiva, Manejo de colméias
para alta produtividade, Manejo de abelha rainha para aumento da produtividade,
Estratégias para aumentar suas vendas e Como calcular o custo e o lucro para produzir
mel. Na ocasião, os produtores também vão conferir experiências de outros apicultores.

O Sul do Tocantins é uma das maiores regiões produtoras de mel do Estado. Conta com
480 apicultores e uma produção anual de 9 toneladas do produto. Segundo a médica
veterinária da Seagro, Ana Luíza Guimarães, a atividade está em constante crescimento,
especialmente pela implantação do Arranjo Produtivo Local, realizado em parceria com o
Sebrae.Aline de Sousa

Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 21/11/2007 -
Estado: RS
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10 - Assentamentos do Alto Sertão vão fornecer mel para escolas municipais

Prefeituras Municipais do Alto Sertão Paraibano estão negociando a compra do mel
produzido nos Projetos de Assentamento da região para reforçar a merenda das crianças
matriculadas nas redes municipais de ensino. Para facilitar o consumo, o mel será
embalado em sachês pelos próprios assentados na Casa do Mel, local onde o alimento é
produzido.

A vantagem é que o alimento, além de natural, terá um preço diferenciado uma vez que
ele é armazenado e comercializado sem atravessadores. A máquina para a fabricação dos
sachês será adquirida através de licitação pelo Instituto Nacional de Colonização e
Reforma Agrária (Incra) na Paraíba através do Projeto Terra Sol. Até agora três
municípios, Cajazeiras, Aparecida e Pombal, já se mostraram interessados no mel em
sachês.

O projeto de desenvolvimento da atividade apícola em assentamentos do Alto Sertão
paraibano está orçado em R$ 71,5 mil e prevê ainda a aquisição de 300 colméias, 60
indumentárias, 12 cilindros para armazenamento do mel e 100 kg de cera. Serão
beneficiadas 66 famílias dos Projetos de Assentamento Santo Antônio, Valdeci Santiago,
São Francisco, Frei Damião, Juazeiro, Acauã, Fortuna, Cruzeiro, Recanto e Mutirão. Quatro
comunidades da agricultura familiar também participarão do projeto.

No Alto Sertão paraibano a Comissão Pastoral da Terra (CPT), associações dos Projetos de
Assentamento, a Central das Associações dos Assentamentos do Alto Sertão Paraibano
(Caaasp) e outras entidades trabalham em rede, uma delas a Rede Abelha, que já
capacitou na produção e comercialização do mel 120 agricultores. Os 70 apicultores em
atividade mantêm 515 colméias, que produziram 4.768 litros de mel em 2006.

Da Assessoria de Imprensa do Incra-PB
Fonte: WebApacame – Veículo: Correio da Paraíba - Seção: Economia - Data:
22/11/2007 - Estado: PB
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11 - Campanha valoriza empreendedores maranhenses

Quatro proprietários de pequenos negócios, nos segmentos de panificação, apicultura,
artesanato e do comércio varejista, instalados em São Luís (MA) e no interior do
Maranhão, são os personagens da campanha publicitária da Feira do Empreendedor 2007
no Estado.

O grupo foi selecionado dentre diversos casos de empreendimentos bem-sucedidos
apoiados pelo Sebrae como exemplos de empreendedores que procuraram o Sebrae em
alguma das fases do desenvolvimento da empresa e tiveram o apoio necessário para
melhorar ou para expandir suas atividades.

De acordo com a diretora-técnica do Sebrae no Maranhão, Roseana Tereza Rodrigues, a
escolha dos personagens da campanha é também um reconhecimento do Sebrae ao
talento dos empreendedores maranhenses e ao esforço para conquistar diferenciais, por
meio do conhecimento.

"O Sebrae tem-se colocado como parceiro do desenvolvimento do empreendedor
maranhense, estimulando-os a crescer e a melhorar seus negócios, dando às micro e
pequenas empresas locais o apoio necessário para que possam crescer, obter renda e
gerar um dinamismo e novas oportunidades, algo que é benéfico para a economia como
um todo", explicou ela.

Com o mote 'Conhecimento e oportunidades de negócios para fazer a sua empresa
acontecer', a campanha valoriza histórias como a de Francisco Alfredo Gomes Viana,
proprietário da Padaria Pão Nosso. Em 1990, Viana procurou o Sebrae em São Luís
buscando idéias para ampliar o negócio. Na época, trabalhava com cozinhas industriais e,
por meio de uma pesquisa de mercado realizada pela Instituição, ele percebeu que
poderia abrir uma padaria. Com capacitação e orientação, a empresa prosperou e hoje é
referência no segmento de panificação depois de 17 anos no mercado.

"Procurei o Sebrae para ampliar meus negócios e descobri uma grande oportunidade.
Abri
uma padaria que hoje tem 17 anos no mercado", explica Alfredo Viana, convidando o
empreendedor maranhense a aproveitar a Feira do Empreendedor para também buscar o
apoio do Sebrae e dos parceiros que podem contribuir para o crescimento empresarial".

O outro personagem é Gonçalo de Amorim Melo, dono da loja Gam Móveis e presidente da
Associação dos Empresários do bairro do Cohatrac, em São Luís. Ele vivia em Brasília,
onde já atuava no meio empresarial, até descobrir em São Luís novas oportunidades de
crescimento. No Maranhão, ele abriu uma loja de móveis e, com o apoio do Sebrae,
conseguiu melhorar sua empresa, por meio de cursos de capacitação e auxílio no design e
projetos de infra-estrutura. Hoje, além de ser um empresário bem-sucedido, Gonçalo
preside a primeira associação empresarial do Cohatrac (bairro da cidade), e já pensa em
novos planos de expansão.

Já Sônia Maria Batista Cabral é artesã desde criança. No município de Barreirinhas, a 256
quilômetros de São Luís, ela se dedica à confecção de artigos em fibra de buriti que fazem
sucesso mundo afora. Fonte de renda importante para inúmeras famílias na região dos
Lençóis Maranhenses, o artesanato vem impulsionando conquistas significativas para
Sônia, dentre as quais renda regular e o reconhecimento por sua arte.

Desde 1999, artesãs como Sônia recebem o apoio do Sebrae, no princípio para
organização dos grupos produtores, depois com a capacitação, consultorias e transferência
de tecnologia que resultaram em melhorias no acabamento e design de bolsas, toalhas e
chapéus que hoje são vendidos na Europa e Estados Unidos.

O último personagem da campanha da Feira do Empreendedor, José Maurício Dias Bezerra
é professor universitário e pesquisador. Biólogo por formação, é especialista em
Apicultura, o que o levou ao quadro de consultores do Sebrae. Com o apoio da Instituição,
Maurício pode diversificar suas atividades, passando a implantar núcleos de produção de
rainhas, que contribuem para melhorar a produção e a qualidade do mel produzido no
Maranhão. Hoje ele vende mel e colméias para comunidades de apicultores em todo o
Maranhão, sem deixar de disseminar conhecimentos e boas práticas de produção.

A Feira do Empreendedor 2007 do Maranhão começa nesta quinta-feira (22) e segue até
domingo (25). São parceiros do evento o Banco do Brasil, Governo do Maranhão,
Prefeitura de São Luís, Alumar, Companhia Vale do Rio Doce. Além disso, apóiam a
iniciativa a Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste, Sistema Federação do Comércio
(Sesc e Senac), Sistema Federação da Indústria (Fiema, Sesi, Senai e Instituto Euvaldo
Lodi), Oi, Sest / Senat, Senar/MA e as empresas Olívio J. Fonseca e Elo Internet.

Fonte: WebApacame – Veículo: Administradores - Seção: Notícias - Data: 23/11/2007 -
Estado: PB
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12 – Tire suas dúvidas sobre ataques

É perigoso freqüentar parques devido a abelhas? - O risco é considerado muito pequeno.
As abelhas costumam atacar somente quando se sentem ameaçadas. Mesmo se uma
pessoa for alvo de um ataque, teoricamente teria condições de fugir antes de ser atingida
por um número muito grande de ferroadas. O que houve na Redenção: os policiais
militares não perceberam que havia um enxame nas proximidades. Por algum motivo - o
comportamento ou o cheiro dos cavalos - , elas podem ter se sentido ameaçadas.

Existe uma distância segura? - Varia muito, desde um metro até algumas dezenas de
metros. Conforme o professor de apicultura João Bernardo Feeburg, isso depende de
quando foi formado o enxame, o número de abelhas presentes e a época do ano, por
exemplo.

O que houve na Redenção: conforme o relato dos brigadianos, um dos cavalos estaria a
menos de três metros da colméia, e o outro, a cerca de 10 metros. Uma eventual agitação
dos animais pode ter favorecido o ataque.

Costuma haver enxames em parques da Capital? - Eles não são raros, embora a
Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam) faça vistorias para identificar e remover as
concentrações de abelhas principalmente nos meses em que novas colméias costumam se
formar (entre agosto e outubro e ao final do verão). O que houve na Redenção: o enxame
de onde partiu o ataque havia passado despercebido pela fiscalização da Smam.

O que fazer em caso de picada? - Observar a reação do organismo. Se houver inchaço e
dor apenas no local, basta aplicar compressas de água fria e tomar analgésico. Se houver
sintomas de alergia, como coceira ou dor em partes do corpo não atingidas pelo ferrão,
falta de ar, náusea, vômito, dor de cabeça intensa, palidez ou suor, o melhor é procurar
atendimento médico imediatamente. O que houve na Redenção: o policial ferido não era
alérgico. Porém, devido ao elevado número de picadas - estimado entre 30 e 40 - ele foi
conduzido ao HPS para ser medicado.

Quantas picadas são perigosas ? - Se a pessoa não for alérgica, de 300 a 500 ferroadas
apresentam grande risco. No caso de a vítima da picada ser alérgica, uma ou duas picadas
já podem representar algum perigo. A reação alérgica pode não depender da quantidade
de veneno inoculado. Por isso, o importante é prestar atenção na reação. O que houve na
Redenção: o cavalo pode ter recebido perto de mil picadas. O alto número de ferroadas
pode explicar a morte do animal, já que não é comum eles serem vítimas de abelhas.

O que fazer em caso de ataque de um enxame? - Não é comum que um grande número
de abelhas ataque ao mesmo tempo. O normal é que, inicialmente, primeiro apenas
algumas atinjam a vítima. Nesse momento, a recomendação é se afastar rapidamente do
local. Os especialistas sugerem, porém, que a pessoa não se debata - o que poderia irritar
mais ainda os insetos nas proximidades. O que houve na Redenção: o soldado que
montava o cavalo morto garante que ele não estava amarrado. Por algum motivo, porém,
o animal não conseguiu correr ao ser atacado.

Como retirar o ferrão? - Não é recomendável tentar puxar o ferrão com os dedos ou com
uma pinça, porque isso pode apenas piorar a situação. A melhor atitude é pegar uma
lâmina fina, como uma faca sem fio (para não correr risco de se cortar) e raspar
suavemente a pele para que o ferrão saia. Não coloque qualquer produto caseiro no local.
Apenas aplique compressas frias.

zerohora.com - Veja como foi o ataque das abelhas e os cuidados que devem ser tomados
quando alguém é picado

Fonte: WebApacame - Veículo: Zero Hora - RS - Seção: Edição Impressa - Data:
23/11/2007 - Estado: RS
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13 - Aposentado morre picado por abelhas

Valéria Biembengut - Depois da negativa da solicitação feita ao Corpo de Bombeiros de
retirar uma colmeia que se instalou no forro de sua casa, na Rua dos Corruíras, Novo
Mundo, o ferroviário aposentado, Moacir dos Santos, 66 anos, tentou fazer o serviço
sozinho. Acabou sendo picado pelas abelhas e morreu de choque anafilático, às 14h30 de
ontem.

Segundo familiares, há três semanas Moacir telefonou para o Corpo de Bombeiros e pediu
ajuda. Mas foi avisado que a instituição não presta mais este tipo de atendimento. Ontem,
Moacir almoçou, e resolveu retirar a colmeia, quando foi atacado.
Fonte: Paraná On Line – Segunda-feira, 26/11/2007 - Hoje no Paraná-Online - Polícia
policial@parana-online.com.br

Comentário: Está mais que na hora de instalar-se um Serviço SOSA Abelhas, em Curitiba !
Apicultores habilitem-se !!!!!
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14 - Política Estadual para o desenvolvimento e expansão da Apicultura agora é Lei

O Pará conta com mais uma Lei que vai ao encontro do interesse dos produtores. Foi
sancionada a Lei nº 7.055, de autoria do deputado Megale, líder do PSDB, na Assembléia
Legislativa que estabelece uma política para o desenvolvimento e expansão da apicultura.
Trata-se de uma série de medidas para fomentar a atividade.

São objetivos principais da Lei a regulamentação e normatização da atividade apícola no
Estado, incluindo o transporte de abelhas e produtos apícolas. O art. 4º estabelece ainda
outros objetivos: estimular, fortalecer e modernizar a agroindústria; difundir, através de
programas e projetos específicos, tecnologias referentes a manejo dos apiários; apoiar a
formação de cooperativas, conscientizar os produtores da importância de sua
profissionalização; desenvolver programas e campanhas para divulgação do uso do mel na
alimentação doméstica e escolar, integrar a atividade aos programas e projetos de áreas
alteradas, nos sistemas agroflorestais, nas reservas extrativistas e no manejo sustentável
e estimular e incentivar a pesquisa tecnológica, científica e de gestão, voltada para o
desenvolvimento da cadeia produtiva do mel

Para que se chegue aos objetivos e metas definidas, a Lei estabelece programas e ações
governamentais como cursos de gestão e gerenciamento, estudo da cadeia produtiva e
utilização de fontes de financiamentos públicos e privados.

Contudo, explica o autor que “ a preservação do meio ambiente é um dos fundamentos da
Política Apícola Estadual, devendo, na instalação dos apiários, ser privilegiada regiões de
flora apícola natural, aproveitando-se, também, as áreas de reflorestamento, frutíferas,
florestas secundárias e plantas silvestres”.

Como forma de beneficiar aos pequenos produtores o art. 10 do capítulo VI da Lei indica
que “as micro e pequenas empresas apícolas terão um tratamento especial quando por
qualquer imposição legal sejam obrigadas ao cadastramento e licenciamento para
operação perante a autoridade ambiental do Estado, podendo isentá-las ou estabelecendo
uma taxação diferenciada no que se refere ao pagamento das taxas de registro e
anuidade correspondente ao licenciamento ambiental para operação, sendo necessário o
cadastro no órgão estadual responsável”.

A nova Lei também estabelece a obrigatoriedade de incentivos financeiros aos que
estiverem envolvidos na atividade apícula e ainda medidas punitivas aos infratores das
normas estabelecidas, visando, com isso, o incremento da produção. “É, sem dúvida, um
grande passo que está sendo dado rumo ao crescimento dessa atividade que envolve
milhares de pessoas em todo o Estado”, comemora Megale.

Fonte: WebApacame – Veículo: Folha de Carajás - Seção: Política - Data: 23/11/2007 -
Estado: PA
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15 - Procompi apóia desenvolvimento da apicultura no Piauí

Teresina - Os apicultores da região de São Raimundo Nonato, no interior do Piauí,
formaram a Cooperativa de Apicultores de São Raimundo Nonato. O empreendimento teve
o apoio do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias
(Procompi), que está sendo desenvolvido na região pela Federação das Indústrias do
Estado do Piauí (FIEPI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae). O programa, uma iniciativa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do
Sebrae, visa o desenvolvimento dos pequenos negócios.

Antes de formar a cooperativa, os apicultores receberam vários cursos e treinamentos
sobre cooperativismo. De acordo com o gestor do Procompi na FIEPI, Antônio Aragão, a
fundação da cooperativa é um passo importante para os produtores sairem da
informalidade e oferecerem ao mercado um produto de maior qualidade.

Segundo o presidente da FIEPI, Antônio José de Moraes Souza, o cooperativismo é uma
organização social que oferece oportunidades econômicas aos associados e às
comunidades. "As pessoas que estão perto do grupo também sentem o efeito da mudança
econômica e cultural", afirma Souza. Ele explica que uma uma das finalidades do
Procompi
é a organização dos apicultores. "Organizados eles reúnem condições de conquistar
melhores preços no mercado, deixando de lado a figura do atravessador."

Fonte: WebApacame – Veículo: Agência CNI - Seção: Agência CNI - Data: 23/11/2007 -
Estado: DF
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16 - Santa Catarina: apicultura em destaque no 2º Tecnoapis em Florianópolis

Florianópolis/SC - Apicultores de Santa Catarina vão participar, nos dias 30 de novembro e
primeiro de dezembro, do 2º Tecnoapis, que reúne mostra de equipamentos e insumos
para apicultura. O evento é organizado pelo Sebrae/SC, através da Rede Apis, e será
realizado no Jurerê Sport Center, em Florianópolis.O objetivo da segunda edição do
Tecnoapis é fomentar a troca de experiências entre diferentes associações, melhorar a
competitividade, além de destacar as produções locais e as novas técnicas desenvolvidas
no mercado.

Durante o evento, o apicultor terá contato com novos conhecimentos em manejo,
gerenciamento de propriedade, nutrição, informações sobre o mercado e uma mostra de
equipamentos e insumos para apicultura.No encontro, serão realizadas também palestras,
mesas redondas e clínicas tecnológicas com soluções para problemas específicos ligados à
produção apícola. A inscrição para o 2º Tecnoapis custa R$ 30,00 e pode ser feita nas
agências de atendimento do Sebrae/SC.Guilherme Mattoso

Fonte: Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 23/11/2007 - Estado: RS
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17 – Sites Interessantes

a) – Portal do Exportador – www.portaldoexportador.gov.br - O Portal do Exportador, de
forma clara, simples e direta, as informações básicas sobre o tema exportação. Tem por
objetivo de orientar sobre os principais termos, mecanismos, legislações, eventos e
atividades que possam ajudar no seu processo de alcançar novos mercados mundo afora.

b) – Radar Comercial - http://radarcomercial.desenvolvimento.gov.br/

c) – Rede Agentes de Exportação - http://www.redeagentes.gov.br/ -

d) – Vitrine do Exportador - http://www.vitrinedoexportador.gov.br/

e) - Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior -
http://www.desenvolvimento.gov.br/
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br-