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Informativo - nº060 - Dezembro de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 60 - 17 de Dezembro de 2007
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LEIA NESTA EDIÇÃO

1 – Um minuto de Reflexão; 2 - Festival do Mel já começou em Mucajaí; 3 - Gel extraído
do própolis será usado em queimados; 4 - SC terá sete novas escolas técnicas; 5 -
Incentivo à produção de mel; 6 - Insetos: Abelhas sem ferrão, a importância da
preservação; 7 - GELÉIA REAL ENCAPSULADA EM LIPOSSOMAS NUTRE E PREVINE O
ENVELHECIMENTO PRECOCE DA PELE; 8 - IBGE divulga resultado da extração vegetal e
Pesquisa Pecuária Municipal; 9 - Pesquisadores do Inpa descrevem terceiro caso no mundo
de dispersão de sementes em floresta por abelhas sem ferrão; 10 - I SEMINÁRIO DE
APICULTURA DO PÓLO CUESTA; 11 - Projeto em prol da apicultura gera bate-boca na
CMU; 12 - Brasil aumentou oferta de produtos de origem animal em 2006, constata
pesquisa do IBGE; 13 - Unesp detecta adulterações no mel; 14 - Comissão de Estudo
Especial da Cadeia Apícola; 15 - Controle e erradicação de espécies exóticas poderá virar
lei no Paraná.
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1 – Um minuto de Reflexão

Aprender é descobrir aquilo que você já sabe. Fazer é demonstrar que você o sabe.
Ensinar é lembrar aos outros que eles sabem tanto quanto você. Vocês são todos
aprendizes, fazedores, professores" (Richard Bach - "Ilusões").
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2 - Festival do Mel já começou em Mucajaí

Começou hoje, no ginásio Poliesportivo Francisco Arnaldo de Souza Paiva, do município de
Mucajaí, a 3º edição do Festival do Mel, promovida pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de
Apoio às Micro e Pequenas Empresas), por meio do Projeto de Apicultura Integrada (Apis).

O evento tem uma programação diversificada, proporcionando aos expositores a
oportunidade de contato direto com o consumidor e a comercialização de seus produtos e
derivados do mel, e aos visitantes o reconhecimento potencial de produção apícola do
município.

O festival visa evidenciar o mel como um dos fatores de impulso no crescimento
econômico no Estado. Destacando ainda, os diversos cosméticos produzidos pelos
apicultores da localidade, apostando em sabonetes, máscaras de pele e shampoo. Além de
explorar com maestria as propriedades farmacológicas naturais do mel.

Paralelamente ao evento haverá visita técnica aos apiários modelos. Hoje o mel de
Mucajaí é reproduzido por 1.500 colméias, atingindo uma produção de 13 toneladas/ano.
Fonte: WebApacame – Veículo: Folha de Boa Vista - Seção: Últimas Notícias - Data:
08/12/2007 - Estado: RR
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3 - Gel extraído do própolis será usado em queimados

Emanuel Amaral - SAÚDE - Tratamento feito com produto natural já é utilizado em Cuba -

Ribeirão Preto (AE) - Um medicamento em forma de gel, à base de própolis, que tem ação
cicatrizante e antimicrobiana no tratamento de pacientes queimados deverá ser produzido
em escala industrial em breve. O produto foi desenvolvido e testado durante seis anos, na
Faculdade de Ciências Farmacêuticas, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão
Preto, pela farmacêutica Andresa Berretta, em seus cursos de mestrado e doutorado.

A empresa Apis Flora, de Ribeirão Preto, que produz derivados apícolas e fitoterápicos e
financiou a pesquisa, tem a patente do gel e está preparando a documentação para entrar
com o pedido de registro do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O produto desenvolvido é um líquido gelado que se transforma em gel no contato com a
pele e tem ações semelhantes às de produtos sintéticos, auxiliando na regeneração da
pele e evitando a contaminação.

Além de natural, o produto libera o princípio ativo do própolis de abelhas, formado por
resinas e outras substâncias produzidas pela colméia que a protegem e impedem a
proliferação de microorganismos que possam contaminá-la.

É aplicado frio. Em contato com a pele, o produto se geleifica. Após testes pré-clínicos
realizados em ratos, foram feitos testes clínicos com 31 pacientes da Unidade de
Queimados, do Hospital das Clínicas de Ribeirão. Com os resultados, Andresa diz que o
próximo passo é disponibilizar a formulação também para o uso doméstico, para pequenas
queimaduras.

Segundo Andresa, em Cuba o própolis já é usado para tratamento de queimaduras, mas
de forma artesanal, pois transformá-lo em medicamento exige rigor, padronização e
condições técnico-operacionais compatíveis com a indústria farmacêutica. Ela acrescenta
ainda que as concentrações das substâncias presentes no própolis mudam de região para
região, por isso foi necessário fazer primeiro a padronização dessa composição para
garantir que todo o lote utilizado na pesquisa tivesse a mesma concentração dos princípios
ativos.

Como não houve efeito colateral nem alteração na pele, o produto foi aprovado e
patenteado. Toda a pesquisa foi feita visando à produção de um medicamento totalmente
nacional e que traria alívio na hora da aplicação, além de preço acessível ao consumidor.
Fonte: WebApacame – Veículo: Tribuna do Norte - RN - Seção: Brasil - Data: 09/12/2007 -
Estado: RN
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4 - SC terá sete novas escolas técnicas

Santa Catarina ganhará mais sete escolas técnicas até 2010, na segunda fase da
expansão da rede federal de educação profissional e tecnológica. O Estado já tem 12
escolas do gênero.

As novas instituições serão implantadas nas cidades-pólo de São Miguel do Oeste, Itajaí,
Criciúma, Lages, Gaspar, Canoinhas e Videira.

As unidades serão vinculadas ao Centro Federal de Educação Profissional e Tecnológica de
Santa Catarina (Cefet-SC) e aproveitarão os arranjos produtivos de cada região: móveis e
agroindústria, em Canoinhas; têxtil e agroindústria, em Gaspar; cerâmica e polímeros, em
Criciúma; pesca e turismo, em Itajaí; madeira, turismo e móveis, em Lages; metal-
mecânica e confecção, em São Miguel do Oeste; e madeira e apicultura, em Videira.

A expansão da rede de educação profissional está prevista no Plano de Desenvolvimento
da Educação, lançado pelo Ministério da Educação em abril. A proposta determina a
construção de 150 escolas técnicas em todo o país. Os municípios foram definidos
considerando os arranjos produtivos locais para reduzir a saída dos alunos para grandes
cidades. Para apresentar o PDE em Santa Catarina, o ministro da Educação Fernando
Haddad visitará Florianópolis nesta segunda-feira.
Fonte: WebApacame - Veículo: Diário Catarinense - Seção: Geral - Data: 08/12/2007 -
Estado: SC
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5 - Incentivo à produção de mel

Seminário regional teve como um de seus objetivos pensar em novas estratégias de
comercialização do mel

Mombaça. Com o objetivo de fortalecer e incentivar a produção de mel de abelha no
sertão cearense foi realizado, nesta cidade, o V Seminário de Apicultura da Região do
Sertão Central. O evento reuniu centenas de produtores no ginásio de esporte que
discutiram novas estratégias de comercialização, perspectivas da atividade, associativismo
e tecnologia de produção.

O Ceará avançou bastante na última década no setor de apicultura. “Passamos de uma
produção anual insignificante que sequer tinha registro, para uma média de 10 mil
toneladas de mel por ano”, disse o vice-presidente da Federação Cearense de Apicultura
(Fecap), Xavier Leal Neto.

O mercado externo e convencional responde por 70% das vendas e a aquisição do produto
para a merenda escolar está em torno de 25 %.

Para enfrentar alguns obstáculos na comercialização, os apicultores do setor familiar e
secretários municipais de Agricultura estão mobilizados na tentativa de ingressar no
Programa da Compra Antecipada com doação simultânea, por parte da Companhia
Nacional de Abastecimento (Conab) em parceria com a associação de produtores local.

Atualmente o preço do quilo do mel de abelha está em torno de R$ 2,00 no mercado
comum, enquanto que a venda para a Conab é feita pelo dobro. “Infelizmente há
burocracia e escassez de recursos que emperram o andamento do programa do governo”,
observa o secretário de Agricultura de Acopiara, Luís Lucas. “O ano está findando e os
produtores ainda aguardam a venda do mel que está estocado”.

Apoio do crédito

O vice-presidente da Fecap observa que o apoio de crédito do BNB, Banco do Brasil e
assistência técnica de instituições como Sebrae, Ematerce e da Universidade Federal do
Ceará contribuíram para a expansão da apicultura no Estado. “É uma atividade
complementar que dá renda extra para a agricultura familiar, ocupa só 15% do tempo do
produtor, não impede outros trabalhos, além de ser ambientalmente correta”, observa
Xavier Leal.

Mesmo com dois anos seguidos de queda de produção em face da estiagem no sertão
cearense, a apicultura mantém uma tendência de expansão. Um dado é o crescimento de
financiamento de projetos por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura
Familiar (Pronaf). De acordo com estimativas da Fecap, hoje no Estado, há cerca de seis
mil apicultores. A ampla maioria, 90%, é da agricultura familiar, formada por pequenos
produtores que mantêm, em média, 50 colméias.

O prefeito de Mombaça, Willame Alencar, destacou a importância da atividade para o
fortalecimento do agronegócio. O representante da diretoria do Sebrae, Carlos Viana,
disse que os apicultores precisam encontrar novos caminhos para a comercialização do
produto.

A parceria entre o Sebrae e o Sindicato dos Panificadores (Sindpan) visa incentivar a
produção de pães, bolos e biscoitos com o uso do mel de abelha em substituição ao açúcar
convencional. “Já treinamos mais de 200 profissionais em 10 municípios”, disse Lauro de
Oliveira Filho, vice-presidente do Sindpan. “Os consumidores gostam do produto e é um
novo mercado que se abre para os apicultores”, destacou ele.

Apesar de algumas dificuldades, os produtores mostram-se satisfeitos. Paulo Fernandes,
de Jucás, começou há 4 anos com 10 colméias, mas hoje tem 24 e pretende ampliar a
produção. “Quero fazer um financiamento do Pronaf e comprar mais 14 colméias”, disse.
Neste ano, ele colheu 500 quilos do produto que estão estocados aguardando a
oportunidade de venda para a Conab.

ENQUETE

Atividade representa uma renda extra para as famílias

Luis Lucas
Secretário de Agricultura
"O preço caiu para a realidade. Além disso, a agricultura familiar é fortalecida com uma
renda extra."

Pedro Fernandes
Produtor de Jucás
"Estou satisfeito e pretendo ampliar o número de colméias. Espero vender o produto para
a merenda escolar."

Xavier Leal Neto
Vice-presidente da Fecap
"A apicultura dá uma renda complementar e não impede que o produto desenvolva outra
atividade."

Honório Barbosa - Repórter
Fonte: WebApacame - Veículo: Diário do Nordeste - Seção: Capa - Data: 08/12/2007 -
Estado: CE
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6 - Insetos: Abelhas sem ferrão, a importância da preservação

Autor: Délcio Rocha - Publicado: 2006/12/16

A criação racional das abelhas da tribo meliponini e da tribo trigonini é denominada de
meliponicultura. Conhecidas popularmente como abelhas sem ferrão ou abelhas nativas ou
indígenas, essas abelhas possuem ferrão atrofiado, não conseguindo utilizá-lo como forma
de defesa. Algumas espécies são pouco agressivas, adaptam-se bem a colméias racionais
e ao manejo e produzem um mel saboroso e apreciado. Além do mel, essas abelhas
podem fornecer, para exploração comercial, pólen, cerume, geoprópolis e os próprios
enxames. Outras formas de exploração são: educação ambiental, turismo ecológico e
paisagismo.

A polinização é outro produto importante fornecido pelos meliponideos. Uma vez que não
possuem o ferrão, as abelhas nativas podem ser usadas com segurança na polinização de
espécies vegetais cultivadas no ambiente fechado da casa de vegetação. Além disso,
algumas culturas, como o pimentão, necessitam que, durante a coleta de alimento, a
abelha exerça movimentos vibratórios em cima da flor para liberação do pólen. Esse
comportamento vibratório é típico de algumas espécies de abelhas nativas, mas não é
observado na abelha africanizada (Apis mellifera), que não consegue ser um agente
polinizador eficiente dessas culturas.

No Brasil são conhecidas mais de 400 espécies de abelhas sem ferrão que apresentam
grande heterogeneidade na cor, tamanho, forma, hábitos de nidificação e população dos
ninhos. Algumas se adaptam ao manejo, outras não. Embora vantajosa, a criação racional
dessas abelhas é dificultada pela escassez de informações biológicas e zootécnicas, pois
muitas sequer foram identificadas ao nível de espécie.

Devido a essa diversidade, é fundamental realizar pesquisas sobre comportamento e
reprodução específicas para cada espécie; adaptar técnicas de manejo e equipamentos;
analisar e caracterizar os produtos fornecidos e estudar formas de conservação do mel
que, por conter mais umidade do que o mel de Apis mellifera, pode fermentar com mais
facilidade. A alta cotação do preço do mel das abelhas nativas no mercado, que em média
varia de R$ 15,00 a 50,00 cada litro, aliada ao baixo investimento inicial e a facilidade em
manter essas abelhas próximo das residências, tem estimulado novos criadores a
iniciarem nessa atividade.

Entretanto, muitos produtores em busca de enxames para povoarem os meliponários,
acabam atuando como verdadeiros predadores, derrubando árvores para retirada das
colônias, que, muitas vezes, acabam morrendo devido a falta de cuidado durante o
translado e ao manejo inadequado.

Outra causa da morte das colônias é a criação de espécies não adaptadas à sua região
natural. É relativamente comum que produtores iniciantes ou experientes das regiões Sul e
Sudeste do Brasil queiram criar abelhas nativas adaptadas às regiões Norte e Nordeste, e
vice-versa. A falta de adaptação dessas abelhas às condições ambientais da região em
que são colocadas acabam por matar as colônias, podendo contribuir para a extinção das
mesmas.

A quantidade de colônias nos meliponários também é um fator crucial para preservação
das espécies. Várias pesquisas indicam que, quando a espécie criada não ocorre
naturalmente na região do meliponário, são necessários pelo menos 40 colônias para
garantir uma quantidade de alelos sexuais e evitar que os acasalamentos consangüíneos
provoquem a morte das mesmas em 15 gerações. Embora somente três espécies de
abelhas estejam na lista de animais em risco de extinção do Ibama (Exomalopsis
(Phanomalopsis) atlantica; Melipona capixaba e Xylocopa (Diaxylocopa) truxali), e dessas
somente a Melipona capixaba é social, sabe-se que nas reservas florestais a quantidade de
ninhos de abelhas sem ferrão vem se reduzindo ano a ano.

A extinção dessas espécies causará um problema ecológico de enormes proporções, uma
vez que as mesmas são responsáveis, dependendo do bioma, pela polinização de 80 a
90% das plantas nativas no Brasil. Assim, o desaparecimento das abelhas causaria a
extinção de boa parte da flora brasileira e de toda a fauna que dependa dessas espécies
vegetais para alimentação ou nidificação. Conscientes do problema, o governo brasileiro,
por meio do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) publicou no Diário Oficial da
União em 17 de agosto de 2004 a RESOLUÇÃO Nº 346 DE 06 DE JULHO DE 2004, que
disciplina a utilização de abelhas silvestres nativas, bem como a implementação do
meliponário.

Contudo, sabe-se que somente a criação de uma legislação normativa não é suficiente
para preservação de espécies da fauna e flora nativa. É necessário, também, um
programa informativo visando a capacitação e sensibilização para que os produtores não
só sejam conscientizados, mas também sejam capazes de mobilizar e informar aos seus
vizinhos sobre o problema. Resta, assim, fazer um apelo não só aos governos nos níveis
federais, estaduais e municipais, mas também à sociedade como um todo para que se
comece a divulgar os problemas acarretados pela retirada indiscriminada dessas abelhas
da mata. A criação dos meliponídeos deve ser realizada com responsabilidade para evitar
a extinção das abelhas e, a médio e longo prazo, a extinção da flora e fauna que
dependem direta ou indiretamente desse importante agente polinizador.

Por Fábia de Mello Pereira, Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte - Fonte: Embrapa

Fonte: http://www.faunabrasil.com.br - acesso em 6/12/2007
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7 - GELÉIA REAL ENCAPSULADA EM LIPOSSOMAS NUTRE E PREVINE O ENVELHECIMENTO
PRECOCE DA PELE

Agora os benefícios da geléia real já podem ser utilizados para nutrição e regeneração
cutânea

Sabe-se que o consumo de geléia real apresenta inúmeros benefícios para a saúde
humana, garantindo efeitos estimulantes ao organismo, melhorando a oxigenação,
aumentando a resistência contra doenças e podendo funcionar até como um auxiliar em
casos de recuperações cirúrgicas. Mas além de todos estes benefícios internos, esta
substância contribui também à saúde da pele.

Como novidade para o tratamento cutâneo, a Galena Química e Farmacêutica lançou
Lipobelle Royal®, um ativo que possui a pura geléia real encapsulada em lipossomas e
que promove a revitalização da epiderme. "Por ser um ativo lipossomado, a penetração
nas camadas mais profundas da pele é garantida. Com isso seu efeito é potencializado",
afirma a farmacêutica da Galena, Giovana Barbosa.

A geléia real consiste em uma emulsão composta por proteínas, açúcares, vitaminas A, C,
D, E e as do complexo B, especialmente incluindo a tiamina (B1), riboflavina (B2),
piridoxina (B6), cianocobalamina (B12), niacina, biotina, ácido fólico e inositol. Além disso,
contém alta quantidade de ácido pantotênico, reconhecido por sua habilidade em reduzir
os níveis de estresse, além de ser fontes de minerais e elementos como sódio, magnésio,
cálcio, zinco, ferro e cobre, e todos os outros aminoácidos essenciais para a vida. "É um
super alimento que contém a maioria dos nutrientes conhecidos. Segundo inúmeros
pesquisadores é o alimento mais completo produzido na natureza e agora seus benefícios
podem ser conferidos efetivamente nos tratamentos da pele com o uso de Lipobelle
Royal®", relata a farmacêutica da Galena.

Lipobelle Royal® é rico em nutrientes essenciais à vida, sendo estimulante e tonificante. A
matéria-prima permite uma revitalização balanceada para a epiderme e é indicada para o
cuidado diário de peles maduras, secas e sem vitalidade, capaz de nutrir, regenerar,
preservar a elasticidade e o tônus cutâneo, restaurando a firmeza e protegendo contra o
envelhecimento.

A novidade já está disponível nas principais farmácias de manipulação do Brasil.

Fonte: WebApacame - Veículo: Maxpress - Seção: Notícias - Data: 10/12/2007 - Estado:
SP
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8 - IBGE divulga resultado da extração vegetal e Pesquisa Pecuária Municipal

Brasília - A Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura e a Pesquisa Pecuária Municipal
serão divulgadas hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) à s
20h, em entrevista coletiva na sede da instituição, no Rio.

A Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura 2006 mostra a quantidade e o valor dos
recursos naturais (extrativismo vegetal) extraídos e maciços florestais plantados
(silvicultura). São apresentados dados como o número de árvores cortadas, a produção de
madeira em tora, lenha, carvão e nó-de-pinho por estado e principais municípios.

Já a Pesquisa Pecuária Municipal traça um perfil da produção brasileira de animais
(bovinos, suínos, bubalinos, eqüinos, asininos e aves, entre outros) e produtos de origem
animal, como leite, lã, ovos e mel.

De manhã, à s 9h, o IBGE divulga os resultados do Sistema Nacional de Pesquisa de
Custos e à índices da Construção Civil (Sinapi), referente ao mês de novembro. Para essa
pesquisa, não haverá entrevista. Os dados estarão disponíveis no site www.ibge.gov.br.

Fonte: WebApacame - Veículo: Agência Brasil - Radiobrás - Seção: Últimas Notícias - Data:
11/12/2007 - Estado: DF
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9 – Pesquisadores do Inpa descrevem terceiro caso no mundo de dispersão de sementes
em floresta por abelhas sem ferrão

Reflorestamento por abelhas - Por Michelle Portela, de Manaus - Agência FAPESP –
Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) conseguiram
descrever como abelhas sem ferrão do gênero Melipona contribuem para a dispersão de
sementes de angelim-rajado (Zygia racemosa), espécie presente na vida do ribeirinho e
de alto valor comercial. Esse é o terceiro caso no mundo, comprovado cientificamente, de
melitocoria, a dispersão de sementes de plantas por abelhas.

A dispersão do angelim-rajado no caso estudado foi realizada por abelhas sem ferrão. O
fato surpreendeu os pesquisadores pelo grande tamanho da semente carregada com
resina pelas operárias. As abelhas sem ferrão são responsáveis por 30% a 90% da
polinização de plantas em diferentes biomas brasileiros.

A participação é acentuada na região amazônica. “O Amazonas concentra a maior
variedade de abelhas sem ferrão do mundo. Com a maior extensão territorial e mata
preservada, a principal diversidade está aqui, bem perto de nós”, disse o biólogo
Alexandre Coletto da Silva, do Inpa, à Agência FAPESP.

Das cerca de 400 espécies de abelhas sem ferrão descritas na literatura científica, pelo
menos 300 estão na Amazônia. “A importância da descoberta da participação das abelhas
na dispersão do angelim-rajado aumenta quando se considera o valor do uso dessa
espécie madeireira pelos povos tradicionais da floresta”, afirmou Coletto da Silva.

O angelim-rajado é muito usado na construção de paredes de casas ou no entalhe de
móveis, como mesas e cadeiras. A descoberta foi descrita na revista Acta Amazonica.

Durante um ano, o grupo da bióloga Christinny Giselly Bacelar Lima, doutoranda em
botânica pelo Inpa, acompanhou o comportamento das abelhas entre o meliponário (onde
se criam abelhas sem ferrão) do Inpa e a floresta natural do campus da Universidade
Federal do Amazonas (Ufam). Quando voltavam da floresta, algumas traziam sementes
para as colméias.

Segundo Coletto da Silva, os pesquisadores se questionaram sobre a possibilidade de
dispersão pelas abelhas. “Se eram abelhas mesmo que estavam levando as sementes
para lá, precisávamos provar esse comportamento”, disse.

Uma câmera foi instalada na frente da colméia para registrar o momento em que as
abelhas voltavam para “casa” com as sementes presas nas pernas. De modo a descobrir a
semente de qual espécie de planta estava sendo transportada, os pesquisadores entraram
na mata da Ufam, para onde sabiam que as abelhas voavam uma vez que haviam
observado a direção e sentido que as operárias se deslocavam após sair das colméias.

“No primeiro dia de campo, após várias horas de caminhada pela mata, confirmamos a
existência de inúmeras mudas como as que trazíamos conosco, obtidas a partir das
sementes trazidas pelas abelhas e postas para germinar. E, mais à frente, ao olharmos
para cima deparamos com um grande angelim-rajado”, disse Coletto da Silva.

Posteriormente, ele e outro membro do grupo subiram no angelim por rapel para
fotografar a coleta. “No alto, fotografamos abelhas coletando sementes. Era o terceiro
caso registrado no mundo”, afirmou.

O primeiro caso de melitocoria foi registrado na Austrália. Uma abelha do grupo das
trigonas (Trigona carbonaria), espécie sem ferrão menor, carregava a semente de um tipo
de eucalipto. O segundo caso foi no Amazonas, também com abelhas Melipona, que
espalharam sementes da espécie vegetal Coussapoa asperifolia.

O artigo Melitocoria de Zygia racemosa (Ducke) Barneby & Grimes por Melipona seminigra
merrillae Cockerell, 1919 y Melipona compressipes manaosensis Schwarz, 1932
(Hymenoptera, Meliponina) en la Amazonía Central, Brasil, de Christinny Giselly Bacelar-
Lima e outros, publicado na Acta Amazoniza (vol. 3, 3ª edição), pode ser lido em
http://acta.inpa.gov.br.

Fonte: http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=8155 - acesso em 12/12/2007
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10 - I SEMINÁRIO DE APICULTURA DO PÓLO CUESTA

15 de dezembro - Itatinga, S.P- Local: Escola Aristeu Pedroso de Almeida – R. Altair
Stengel Tieghi, nº36

PROGRAMAÇÃO: 08:30 Abertura do Encontro; - 09:00 ás 10:20 - Sanidade Apícola - Guido
Laércio Bragança Castagnino - FMVZ/Unesp Botucatu; - 10:50 ás 12:10 - Associativismo –
SEBRAE; - Almoço: 12:15; - 14:00 ás 15:20 - Análise de Pontos Críticos na Produção
Apícola; - Pra. Dra. Lídia Maria Carelli Barreto -Univesidade de Taubaté; - 15:45 ás 17:15 -
Rastreabilidade e Certificação de Produtos Apícolas - Prof. Luiz Eugenio Pasin -
Univesidade de Taubaté; 17:20 – Encerramento.
Inscrições Limitadas ! Enviar ficha de inscrição (anexo) preenchida para o e-mail:
apc_apicultura@hotmail.com até 10/12 - Mais Informações: (14) 38826934 ou (14)
96975852
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11 - Projeto em prol da apicultura gera bate-boca na CMU

O parecer de inconstitu-cionalidade dado pela Comissão de Justiça, Legislação e Redação
da Câmara Municipal de Uberaba no Projeto de Lei n.º 325/07, de autoria do vereador
José Ronaldo Maciel, Bolão (DEM), gera bate-boca entre vereadores. Bolão não admitiu a
visão do presidente da Comissão, Massuó Machiyama (PP), ao dar o voto de
inconstitucionalidade no projeto que pretendia incentivar a apicultura no município por vício
de iniciativa.

A justificativa da inconstitucionalidade se deve a atribuições do Executivo dentro do projeto
como, por exemplo, ações preventivas contra a destruição das abelhas. Tanto a comissão
quanto o jurídico da Casa, representado pelo advogado Marcelo Alegria, reforçaram o
parecer. No entanto, para Bolão, houve uma má-interpretação da proposta.

Segundo ele, não existem custos para tal incentivo. Para ele, não onera custos para o
Executivo desenvolver as ações propostas no projeto. Tal alegação não foi suficiente para
o parlamentar criticar o posicionamento de Machiyama. "Não houve o entendimento da
comissão perante o projeto. O que faço aqui então se esta Casa mais parece um botequim
de esquina?", questionou. Na defensiva, Machiyama alegou que não era adivinho para
deduzir o que Bolão estaria colocando na matéria. O discurso passou para a
discussão "inflamada" cabendo ao presidente da CMU cortar o som dos vereadores.

Apesar disso, o parecer de inconstitucionalidade foi mantido. Apenas os vereadores
Antônio Carlos Silva Nunes, Tony Carlos (PMDB), Marilda Ribeiro Resende (PT), Afrânio
Cardoso Lara Resende (PP), Paulo Pires (PSDB) e Itamar Ribeiro de Rezende (DEM) foram
favoráveis à derrubada do parecer.

Justificativa - Ao contrário do parecer inconstitucional, o vereador aponta que o projeto
traz receitas ao Executivo por formalizar o comércio dos apicultores. A proposta de ainda
regulamenta identificação de áreas potenciais para a apicultura, regulamentação da
atividade, desenvolvimento de pesquisas destinadas ao melhoramento da atividade,
assistência técnica e formação profissional aos apicultores, registro e fiscalização das
unidades e incentivo ao consumo do produto na merenda escolar e na cesta básica.

Bolão transformará o projeto em requerimento. De acordo com ele, o município produz em
torno de 50 toneladas de mel por mês. Contudo, a produção não é legalizada por falta de
legislação. "Todo o produto sai de Uberaba e vai para outros municípios onde é
engarrafado e retorna à cidade para o mercado", afirma. (DB)

Fonte: WebApacame - Veículo: Jornal de Uberaba - MG - Seção: Política - Data:
12/12/2007 - Estado: MG
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12 - Brasil aumentou oferta de produtos de origem animal em 2006, constata pesquisa do
IBGE

Rio de Janeiro/RJ - Todos os produtos de origem animal incluídos na Pesquisa Produção da
Pecuária Municipal, divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), tiveram aumento na produção no decorrer do ano passado.

Os destaques foram mel (7,2%), ovos de galinha e casulos de bicho-da-seda (5,8% cada),
ovos de codorna (5,2%), leite (3,2%) e lã (0,9%).

O gerente do IBGE, Octávio Costa de Oliveira, responsável pela pesquisa, informou à
Agência Brasil que no caso do mel, a produção tem crescido de forma contínua no país. Do
total produzido no ano passado, de 36,193 milhões de toneladas, 40,3% foram exportados.

O Sul (45,4%) e o Nordeste (33,4%) são as regiões que concentram as maiores
produções. O Rio Grande do Sul é o estado que apresentou a maior participação no total
de mel produzido (21,6%), enquanto na Paraíba foi registrada a maior variação positiva
em 2006 em comparação ao ano anterior (201,3%).

Oliveira afirmou que no Nordeste o aumento da produção de mel deriva do apoio
governamental, “incentivando os pequenos produtores a entrar na atividade”. O principal
produtor municipal de mel no Brasil é Ortigueira (PR), onde a produção anual atinge cerca
de 560 toneladas. O aumento da produção nessa cidade foi de 1,8% no ano passado em
relação a 2005.

Em relação ao leite, o Brasil vive uma fase de expansão, sinalizou o gerente do IBGE. “O
mercado externo tem demandado muito leite. Desde o ano passado, as exportações de
leite estão tendendo a aumentar. Então, está tendo uma demanda por esse tipo de
produto”. No mercado interno, ao contrário, a demanda está satisfeita, salientou Oliveira.

A pesquisa registrou produção de 25,4 bilhões de litros de leite de vaca em 2006, um
aumento de 3,2% sobre o resultado de 2005. O Sudeste é a maior região produtora do
país, concentrando 38,4% do total, e Minas é o principal estado, respondendo,
isoladamente, por 27,9%, o que equivale a 7,1 bilhões de litros por ano.

O maior percentual de crescimento da produção leiteira foi encontrado no Nordeste
(7,6%), enquanto o menor ocorreu no Sudeste (2,1%), revela o IBGE. Por estados,
Sergipe e Acre mostraram os maiores incrementos na atividade, de 26,8% e 23,1%
respectivamente.

A maior queda nacional na produção de leite, por unidades da Federação, foi apurada em
Rondônia (8%) e pode ser atribuída à redução do número de vacas ordenhadas em
importantes cidades desse estado.

O gerente de Estatística da Pecuária do IBGE salientou que, em termos de lã, o Rio Grande
do Sul aparece como detentor de 92% da produção nacional, seguido por Paraná e Santa
Catarina. Em conjunto, a Região Sul responde por 98,4% do total produzido no país. Em
contrapartida, São Paulo sofreu redução de 20,7% na produção em relação a 2005.

“O que a gente tem observado é que São Paulo tem reduzido sua participação na produção
de lã cada vez mais. A tendência é sumir no curto prazo”. A migração dos produtores para
outras atividades poderia explicar a queda na produção de lã paulista, que se verifica
desde 2003, “por uma questão de lucratividade”, esclareceu Oliveira.

No ano passado, o Brasil registrou produção de 2,9 bilhões de dúzias de ovos de galinha,
com aumento de 5,8% em relação a 2005. O Sudeste é a principal região produtora,
contribuindo com 45,8% do total. O maior crescimento no ano foi identificado na Região
Norte, com 19,2%. A produção de ovos de codorna está concentrada no Sudeste
brasileiro, que respondeu por 67,8% do total. São Paulo é o maior produtor nacional.

Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 11/12/2007 -
Estado: RS
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13 - Unesp detecta adulterações no mel

Com o objetivo de testar a qualidade do mel vendido nas Regiões Sudeste e Sul do Brasil,
o Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista (Unesp), câmpus de Botucatu,
analisou, entre abril e novembro de 2007, 61 amostras de mel envasadas em 7 Estados
brasileiros, comprados em supermercados e estabelecimentos comerciais e que possuíam
selo do Serviço de Inspeção Federal (SIF).

O resultado da análise, divulgado na primeira semana de novembro, aponta que, dos
produtos avaliados, 11 apresentaram adulteração, utilizando açúcar comercial ou xarope
de milho. O mel produzido em São Paulo foi o que apresentou o maior número de
irregularidades. De 19 amostras, 6 estavam adulteradas, e 7, apesar de não serem
totalmente puras, enquadravam-se nos níveis tolerados pelo método de análise utilizado
pelo SIF.

A bióloga responsável pela pesquisa, Cibele de Souza, diz que utilizou a técnica de análise
de isótopos de carbono para verificar a qualidade do mel. Segundo Cibele, a análise do
SIF é menos eficaz, detecta menos adulterações do que a técnica adotada pela Unesp. 'A
análise do carbono, que a União Européia também usa, pega pequenas adulterações.'

XAROPE DE AÇÚCAR

A pesquisadora acrescenta,porém, que o mel adulterado não prejudica a saúde do
consumidor. 'O consumidor está sendo enganado, pois não está consumindo mel e sim um
xarope composto de açúcar.'

Quanto aos demais Estados, os produtos analisados do Espírito Santo e do Rio de Janeiro,
seis ao todo, foram identificados como puros. Minas Gerais teve nove amostras analisadas
e apenas uma estava com alto grau de adulteração. No Sul, sete amostras, do Paraná, não
tiveram adulteração. Em Santa Catarina foram 11 produtos analisados e 2 estavam
irregulares. No Rio Grande do Sul, de sete amostras, havia duas irregulares.

Os resultados serão encaminhados ao setor de Vigilância Sanitária da Faculdade de
Medicina Veterinária e Zootecnia da Unesp, para que sejam tomadas providências. Só
então as marcas serão divulgadas.

Para o apicultor paulista e membro da Associação Paulista de Apicultores Criadores de
Abelhas Melíficas Européias (Apacame), Julio de Oliveira, o resultado assusta. Ele
recomenda comprar mel direto de apicultores. 'Muita gente compra mel de vendedores
ambulantes e feiras livres, sem garantia nenhuma de procedência.'

ATENÇÃO

Para Oliveira, os órgãos fiscalizadores, no caso o SIF, devem ficar atentos, pois são
responsáveis pelas pesquisas e os méis analisados possuíam o selo de inspeção. Oliveira
produz 4.500 quilos de mel/ano.

Consultada sobre a pesquisa, a assessoria do Ministério da Agricultura, ao qual o SIF é
subordinado, afirmou, por intermédio da fiscal federal agropecuária e médica veterinária
Priscilla Bagnatari Rangel, que o Ministério aprovou o regulamento técnico de identidade e
qualificação do mel, que estabelece os parâmetros físicos e químicos do produto e suas
respectivas metodologias oficiais.

Conforme Priscilla, a metodologia de análise dos átomos de carbono 12 e 13, realizada nos
méis de estabelecimentos sob inspeção federal, não é oficial.

INFORMAÇÕES: Unesp de Botucatu, tel. (0--14) 3815-1171

Fonte: WebApacame - WebAPACAME - webapacame@terra.com.br - Veículo: O Estado de
S. Paulo - Seção: Conteúdo livre - Data: 12/12/2007 - Estado: SP
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14 - Comissão de Estudo Especial da Cadeia Apícola


Prezados colaboradores,

Nesse ano, apesar do embargo da União Européia ainda permanecer, inúmeras conquistas
foram realizadas pela apicultura brasileira, sendo uma delas a criação da CEE- 00:001.87
Comissão de Estudo Especial da Cadeia Apícola, onde pudemos juntos realizar um grande
trabalho em pról do desenvolvimento do agronegócio apícola nacional.

Desde sua criação em maio do corrente ano foram realizadas quatro reuniões e dois
textos de normas foram elaborados e estão sendo finalizados em curto espaço de tempo,
principalmente se levarmos em conta, a complexidade dos temas abordados e a nossa
inexperiência na elaboração de trabalhos com esse enfoque.

Mesmo assim, graças ao empenho de todos e suporte dado pela ABNT e dos demais
parceiros, fechamos nosso primeiro ano de atividades com um saldo extremamente
positivo.

Entretanto, ainda temos uma meta a ser finalizada com o compromisso firmado de enviar
até o fim do ano a norma do "Sistema de Produção do Mel no Campo - 00:001.87-002" e
para tal, só nos resta inserir as referências identificadas no texto.

Sendo assim, gostaria de contar mais uma vez com o apoio de todos e nesse contexto,
principalmente dos representantes dos órgãos oficiais como MAPA e ANVISA. Reforço o
convite para que todos os envolvidos se cadastrem no LIVELINK adquirindo suas senhas,
permitindo o acesso a esse ambiente disponibilizado pela ABNT e ao material que vem
sendo trabalhado e a todas informações inerentes a nossa comissão.

O texto do projeto de norma 00:001.87-002 pode ser acessado através do link
http://abnt.iso.org/livelink/livelink/open/6518148.
A planilha de comentários pode ser acessada através do link
http://abnt.iso.org/livelink/livelink/open/6517679.

Aproveito para agradecer a todos que puderam colaborar com nosso trabalho,
principalmente aqueles que se dispuseram a participar de nossas reuniões, reforçando o
convite de que os membros de nossa lista de participantes possam cada vez mais
participar e contribuir para a construção conjunta da base técnica necessária para a
aplicação, no futuro próximo, do programa de avaliação da conformidade da cadeia
apícola nacional. Desejo a todos boas festas e um 2008 repleto de conquistas.

Ricardo Costa Rodrigues de Camargo - coordenador da CEET da Cadeia Apícola

Newton José Dias Ferraz - Gerência do Processo de Normalização - ABNT/SP - Rua Minas
Gerais, 190 - 01244-010 - São Paulo – SP - Tel.: (11) 3017 3615 - e-mail:
nferraz@abnt.org.br - Visite nossos sites: www.abnt.org.br / www.abntnet.com.br -

Fonte: WebApacame - 12/12/2006 - webapacame@terra.com.br
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15 - Controle e erradicação de espécies exóticas poderá virar lei no Paraná –

A Assembléia Legislativa do Paraná deverá votar no próximo ano um projeto de lei -
inédito na América Latina - voltado ao controle e erradicação de espécies exóticas
invasoras, já consideradas a maior ameaça à biodiversidade no Planeta. O conteúdo do
projeto de lei, baseado no trabalho desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos, foi apresentado nesta quarta-feira (12) no Seminário “A ameaça das
espécies exóticas invasoras à conservação da biodiversidade e dos recursos naturais”.

Participaram do debate o secretário Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues;
o presidente do Instituto Ambiental do Paraná, Vitor Hugo Burko; deputado estadual Luiz
Eduardo Cheida (PMDB) – propositor do evento, técnicos, e especialistas no assunto.

Espécies exóticas invasoras são aquelas que não são típicas de um ecossistema e sua
presença ameaça a sobrevivência da vegetação nativa - podendo até mesmo causar a
extinção das espécies locais.

O secretário Rasca Rodrigues lembrou que o Paraná foi o primeiro estado brasileiro a
regulamentar a retirada destas espécies. “O trabalho começou ainda em 2005, com a
portaria 192 IAP que permite a extração das espécies exóticas de Unidades de
Conservação”, comentou.

Neste ano, outro avanço. O IAP publicou no mês de maio uma lista com 57 espécies de
plantas e 26 de animais considerados exóticos aos ecossistemas paranaenses. A portaria
número 95, que reconhece oficialmente a lista, ainda aponta os tipos de plantios
comerciais de espécies exóticas que devem adotar medidas preventivas de controle para
não se transformem em vegetação invasora.

“Hoje estas iniciativas são referência em toda América Latina”, salientou o secretário
Rasca. Mas, segundo ele, só a aprovação de um projeto de lei poderá garantir a
continuidade deste importante trabalho. “Portarias podem ser revogadas por outros
governos, enquanto por meio de Lei – como a que será proposta pelo deputado Cheida,
estaremos implementando definitivamente estas medidas”, destacou Rasca.

REGULAMENTAÇÃO – O presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente explicou
que, com o projeto de lei, seu objetivo é dotar o Paraná dos instrumentos legais
necessários para que o Estado preserve o meio ambiente e ao mesmo tempo incentive sua
economia. “Afinal, quanto mais biodiverso for um Estado maior será sua produtividade. E
as espécies exóticas, por reduzirem essa diversidade, enfraquecem o ambiente e com ele
a produção”, argumentou.

O presidente do IAP, Vitor Hugo Burko, que também esteve presente ao seminário,
reiterou a necessidade de legislações específicas. “Existe um ‘vácuo’ legal na questão
ambiental, faltam normativas que definam as regras do jogo”, comentou.

Cheida ainda adiantou que depois de pronto o Projeto de Lei serão promovidas reuniões
regionais em todo Paraná para sensibilizar as pessoas quanto à importância de se
controlar as espécies exóticas.

IMPACTOS – A coordenadora do Programa de Espécies Invasoras para a América do Sul
da organização não-governamental “The Nature Conservancy” e fundadora do Instituto
Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, engenheira florestal Silvia Ziller,
relatou que além de competir com as espécies nativas e alterar os ecossistemas, as
espécies exóticas trazem outros prejuízos à natureza – e em ‘efeito dominó’, enfatizou

“Isso acontece quando um efeito é causa de outro efeito e assim por diante. A ausência
das espécies nativas da flora, por exemplo, satura ou enfraquece o solo, altera a
dispersão de sementes, a polinização e o equilíbrio hídrico”, acrescentou.

Ela relatou o caso de um arbusto típico da Ásia e África chamado Tamarisco, considerada
vilão em regiões onde há pouca disponibilidade de água. “Esta vegetação tira sais do solo
e os armazena em suas folhas. Depois as folhas caem e se decompõem sobre o solo
propiciando um fenômeno que chamamos de salinização”, explicou. “E a salinização está
diretamente relacionada à redução do nível do lençol freático”, completou.

Como exemplo de espécies exóticas estão o Caramujo-Africano, Mexilhão-Dourado,
Abelha-Africanizada, Tucunaré, Javali, Pinus, Amarelinho, Mamona, Madressilva,
Braquiária, entre outras.

REFLEXOS NA ECONOMIA – A maioria dos impactos ambientais são difíceis de ser
mensurados em valores monetários. Mas algumas estimativas apontam que US$ 50
bilhões seriam gastos pelo Brasil a cada ano em função da presença de espécies exóticas
em nossos ecossistemas. Apenas a Itaipu Binacional gasta cerca de R$ 1 milhão ao ano
para evitar que o mexilhão-dourado danifique suas turbinas.

“O recurso seria destinado à compra de produtos para eliminar espécies da flora que
invadem cultivos agrícolas e em tratamentos de saúde para sanar doenças transmitidas
por espécies da fauna, sem contar o prejuízo da qualidade da água, do ar. Estes não
podem ser dimensionados”, concluiu Rafael Zeni, engenheiro florestal da The Nature
Conservancy.

IAP desenvolve no Parque de Vila Velha projeto pioneiro para erradicação de pinus

Durante o Seminário, o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, João Batista
Campos – que coordena todo o trabalho do Instituto voltado a espécies invasoras no
Paraná – apresentou o trabalho de retirada de 540 mil árvores de pinus do Parque
Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa. “O pinus, espécie exótica de fácil disseminação
estava alterando a vegetação rasteira característica do ecossistema campo que o parque
protege”, explicou. Em apenas 70 dias de trabalho, foram retiradas quase 500 mil árvores
por meio da parceria, inédita no país, entre o órgão ambiental e a Associação Paranaense
de Empresas de Base Florestal do Paraná (Apre).

O objetivo da erradicação é devolver ao parque de Vila Velha as suas características
naturais. João Batista ainda disse, que o IAP está concluindo um plano de abrangência
estadual. “O reconhecimento das atividades já desenvolvidas mostra que estamos no
caminho certo. São várias frentes de ação, modelo para o Brasil, e todas estas estratégias
fazem parte do Programa Estadual para controle de espécies exóticas invasoras”, garantiu
João Batista.
Fonte: Agência Estadual de Notícias (AEN) - 12/12/2006
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