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Informativo - nº061 - Dezembro de 2007 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 61 - 25 de Dezembro de 2007
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 – Um Minuto de reflexão; 2 - Da agricultura orgânica à agroecologia; 3 - Fitoterápicos
controlam parasitas em animais; 4 - Conservas Medeiros é destaque na comercialização
de mel de qualidade; 5 – Almargem suspeita que milho transgênico dizima colméias; 6 –
Revista de Propriedade industrial; 7 - Lula anuncia unidade da Embrapa na Venezuela
amanhã; 8 - Paraná: controle e erradicação de espécies exóticas poderá virar lei no
Estado; 9 - Procompi visita produtores no Piauí; 10 - Produção de mel na Paraíba
aumentou 201,3% em 2006; 11 - Reflorestamento por abelhas; 12 - Reunião avalia os
últimos 3 anos da apicultura no Estado; 13 - Própolis para queimados; 14 - Prefeitura de
Santa Bárbara recebe mel da Cenibra, fruto da parceria com Coopermel; 15 - Europeus
querem comprar mel de pequenos produtores do PI; 16 - Grupo de Trabalho para a
revisão do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal;
17 - Portaria Nº 372, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2007; 18 - Notícias da FEPA; 19 - Votos de
Boas Festas, Feliz Natal e Próspero Ano Novo.
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1 – Um Minuto de reflexão

Deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de
aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora. Lembraria dos erros que foram
cometidos para que não mais se repetissem. Deixaria para você, se pudesse, o respeito
àquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando
tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força
para encontrar uma saída.
(Mahatma Ghandi)
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2 - Da agricultura orgânica à agroecologia

A agricultura orgânica de substituição de insumos conserva a mesma mentalidade
do “fator limite” da agricultura conservadora, que conduziu as pesquisas agrícolas
convencionais do passado. Esta mentalidade está enfocada na “lei do mínimo” onde, em
um determinado momento, há sempre um fator que limita o incremento da produção e
este fator pode ser superado via aplicação de um insumo externo apropriado. Superado
este fator pela adição de insumos, os seguintes também serão combatidos pela adição de
outro insumo. Este processo continua consecutivamente a cada novo fator limite
encontrado. É a forma de simplificação do problema, uma abordagem não holística do
sistema agrícola, uma abordagem simplista, principalmente porque conserva o modelo de
monocultivos.

A agricultura orgânica com este modelo de substituição de insumos logra substituir os
insumos químicos por aqueles ditos biológicos, que muitas vezes tem um custo muito mais
elevado que os da agricultura convencional. Deste modo, incentiva a dependência
capitalista do agricultor aos insumos biológicos, conservando o modelo econômico (e
conseqüentemente social) da agricultura convencional. Assim, a agricultura orgânica se
encontra em realidade altamente comercializada e dominada pelo capital. Os
planificadores corporativos perceberam que é possível ter lucros com a agricultura
orgânica, mantendo os agricultores dependentes de seus insumos biológicos, geralmente
muito mais caros. Ainda é válido comentar que a substituição de insumos não aproveita os
efeitos benéficos da integração da biodiversidade vegetal e animal. A substituição pode até
reduzir alguns impactos da agricultura ao meio ambiente mas não diminui a
vulnerabilidade fundamental do monocultivo. Além disso, a substituição de insumos mais
daninhos pelos menos daninhos, mas mais caros, aumenta os custos de produção e não
resolve a crise econômica que enfrentam os agricultores de todo mundo.

Uma conversão de um sistema de manejo convencional a um manejo orgânico se inicia
com a pesquisa comparativa entre os dois sistemas para determinada cultura. Estruturado
o pacote tecnológico obtido na pesquisa, geralmente a conversão inclui as seguintes
etapas:

- Eliminação progressiva de insumos químicos; - Racionalização ao uso de agroquímicos
mediante o manejo integrado de pragas; - Substituição de insumos agroquímicos por
outros alternativos e de baixa energia; - Redesenho diversificado do sistema agrícola para
um ótimo equilíbrio de cultivos/animais que estimulem o sinergismo levando ao subsidio da
fertilidade do solo, regulação das pragas e doenças e produção agrícola.

Por outro lado, a agroecologia proporciona os princípios ecológicos básicos para estudar,
desenhar e administrar agroecossitemas alternativos que não só afetam os aspectos
ecológicos e ambientais mas também os econômicos, ecológicos e culturais. Diante da
crise da agricultura atual, surge como a alternativa mais viável a um novo modelo agrícola
sustentável.

A agrocologia enfatiza a sustentabilidade econômica e ecológica do agroecossistema
através da redução a vulnerabilidade as pragas, doenças e ervas parasitas, uma menor
dependência de insumo externo, menor requerimento de capital e maior eficiência no uso
da terra, aspectos associados aos policultivos e ao incremento da biodiversidade. Os
agricultores que optarem por este sistema dependerão somente das fontes de recursos
bióticos e de insumos locais, obtidos na sua propriedade, em detrimento do que ocorre no
modelo orgânico.

Entretanto, a substituição dos insumos químicos pelo orgânicos tem seu valor numa
transição planificada para a agroecologia. O início da conversão de um sistema
convencional para o sistema agroecológico passa, necessariamente, pela recuperação do
solo que foi esterilizado paulatinamente pelo uso de agroquímicos e um complexo de
inimigos naturais devastados pelos defensivos agrícolas.

É necessário tempo para restaurar a vida do solo, sua estrutura e matéria orgânica, assim
como recuperar a fauna benéfica. Neste período de conversão, os insumos substitutos
como os bioinseticidas e os biofertilizantes são indispensáveis. Mas a meta será sempre ir
reduzindo o seu uso e, portanto, a dependência dos agricultores de insumos custosos, na
medida em que o sistema agroecológico vá adquirindo a capacidade de automanutenção
de suas necessidades de fertilidade, manejo de pragas e de doenças.

Autora: Cristiane de Jesus Barbosa é Pesquisadora da Embrapa Mandioca e Fruticultura
Tropical
Fonte: Embrapa Mandioca e Fruticultura Tropical - 13/12/2007
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3 - Fitoterápicos controlam parasitas em animais

Para mais informações, a Embrapa Informação Tecnológica disponibiliza cópias em DVD
ou VHS que podem ser adquiridas pelos telefones: (61) 3340-9999 / 3448-4236, ou pela
Livraria Virtual – www.sct.embrapa.br/liv/

Mais informações:

1 - Embrapa Pecuária Sudeste - www.cppse.embrapa.br - Jornalista: Jorge Reti - MTb
12693-SP e MS 14130/SJPSP/FENAJ - Telefone: (16) 3361-5611 - E-mail:
jreti@cppse.embrapa.br

2 - Embrapa Informação Tecnológica - www.sct.embrapa.br - Jornalista: Jorge Macau
(978/04/98/MA) - Telefone: (61) 3448-4590 - E-mail: diacampo@sct.embrapa.br.
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4 - Conservas Medeiros é destaque na comercialização de mel de qualidade

A empresa Conservas Medeiros, localizada em Barra Velha comercializa em parceria com
o Laboratório Essência Real Entreposto de Mel um mix de produtos que vai do mel
composto ao Spray. O produto é comercializado nas principais redes de supermercado do
estado de Santa Catarina.

A Indústria e Comércio de Conservas Medeiros produz uma ampla variedade de alimentos
em conservas: ovos de codorna, palmito, pepino, beterraba, cebolinha, picles e mel. Entre
os próximos lançamentos da empresa em 2007 estão produtos doces, geléias e tomates
secos.

A produção na Conservas Medeiros é automatizada e atende a todos os padrões e normas
do Ministério da Agricultura, com registro no SIF/DIPOA sob o número 1371 (Serviço de
Inspeção Federal / Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal).
A empresa cresceu muito. Começou em 1991 com a produção de ovos de codornas e
pepinos em ambiente familiar. Hoje, com produção diversificada, atende toda a região Sul
do Brasil. O que não mudou é o nosso compromisso: produtos selecionados, higiene e
tecnologia que garantem a qualidade do produto final.

A indústria de Conservas Medeiros trabalha com os mais rigorosos critérios de higiene
exigidos pelos Ministérios da Agricultura e da Saúde, com registros no SIF/DIPOA e
Anvisa. Equipada com maquinário moderno e profissionais capacitados, a fábrica ganhará
novas instalações em 2008, quando a ampliação dos espaços de produção deverá estar
concluída. Desde a chegada da matéria-prima até a embalagem do produto final, todos os
alimentos são submetidos a permanentes controles de qualidade. O objetivo de todos os
envolvidos no trabalho da Conservas Medeiros é produzir alimentos confiáveis e de alta
qualidade, para garantir a satisfação dos nossos clientes.

Localização e Contato - R. Francisco L.Tavares,687 - Medeiros - CEP 88390-000 - Barra
Velha-SC - Fone/Fax:(47)3457-6895 - site oficial:www.conservasmedeiros.com.br .

Fonte: http://barravelhense.com.br/monta.php?idmenu=2337 - 4/12/2007 – Notícias
Apitrack nº 18 – 12/12/2007
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5 - Almargem suspeita que milho transgénico dizima colméias

A associação ambientalista Almargem suspeita que plantações de milho transgénico em
Silves sejam responsáveis pela morte de sete colmeias e estado muito debilitado de outras
18 na mesma zona, todas do mesmo produtor.

Segundo a associação, um apicultor do Poço Barreto possuía 25 colmeias nas
proximidades do milho transgénico plantado na Herdade da Lameira. Destas 25
colmeias “sete morreram e as restantes encontram-se num estado muito
debilitado”. “Esta é uma situação grave que torna a colocar em cima da mesa a possível
relação entre o cultivo de milho transgénico e a perda de vitalidade das colmeias situadas
nos arredores da plantação”, defende a Almargem.

A tese da associação baseia-se num estudo de investigadores portugueses da Faculdade
de Ciências da Universidade do Porto, publicado primeiro no «Journal of Apicultural
Research» e depois na revista «O Apicultor». De acordo com o estudo, o milho transgénico
produz uma toxina que mata lagartas e borboletas que limpam os favos desocupados das
colmeias. Sem estas lagartas a limpeza não é feita e proliferam agentes patogénicos
prejudiciais às abelhas.

Perante estes argumentos a Almargem considera que o Ministério da Agricultura
deve “suspender imediatamente qualquer nova autorização para cultivo comercial de
plantas transgénicas em Portugal e, em particular, no Algarve”. A associação salienta
ainda que o ministério deve mandar fazer “análises independentes às amostras de mel
produzido na zona de Poço Barreto, com vista a detectar uma eventual contaminação que
ponha em risco a saúde pública”.

A situação já terá sido comunicada à Direcção Regional de Agricultura do Algarve. A
plantação de milho transgénico em causa é a mesma que foi alvo de uma acção mediática
do movimento Verde Eufémia, no passado mês de Agosto.

Fonte: Notícias Apitrack nº 18 – 12/12/2007 - - http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?
refnoticia=79370
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6 – Revista de Propriedade industrial

Prezado Cliente,

A Revista da Propriedade Industrial -- Órgão Oficial de divulgação dos atos do INPI –
publicou o(s) pedido(s) de patente abaixo, cujo conteúdo acreditamos ser de seu interesse:

Processo/ Título/ Depositante

1 - PI 0601863-7 - COMPOSIÇÕES MEDICAMENTOSAS A BASE DE PRÓPOLIS BRASILEIRA
TIPIFICADA COM ATIVIDADE LESHMANICIDA E MÉTODO DE TRATAMENTO - Universidade
Estadual de Campinas – UNICAMP

2 - PI 0602010-0 - PROCESSO DE OBTENÇÃO DE FAVOS DE MEL ‘’IN NATURA’’ EM
FRASCO DE VIDRO - Universidade Estadual do Centro-Oeste – Unicentro

Como de costume, poderemos obter a cópia integral do memorial descritivo e desenhos
técnicos do(s) referido(s) pedido(s) de patente, ao custo de R$ 45,00 (quarenta e cinco
reais) por processo, a ser pago somente após a entrega do documento solicitado.
Aguardamos suas instruções.

Atenciosamente, Departamento de Patentes.

Fonte: WebAPACAME - webapacame@terra.com.br -
apacameplenario@yahoogrupos.com.br - 13 /12/2007
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7 - Lula anuncia unidade da Embrapa na Venezuela amanhã

A Venezuela vai ser o próximo país a receber uma unidade da Empresa Brasileira de
Pesquisa Agropecuária (Embrapa). O anúncio oficial da abertura da nova unidade será
feito em Caracas, amanhã, pelo presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva. O
presidente estará acompanhado do ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, e pelo
presidente da Embrapa, Sílvio Crestana.

A implantação da agência faz parte de um projeto de cooperação técnica para
transferência de tecnologia tropical entre a Embrapa e o Instituto Nacional de
Investigaciones Agrícolas (INIA), da Venezuela.

Um dos objetivos é o fortalecimento da agricultura familiar venezuelana, mais
especificamente dos produtos alimentares e agroindustriais (leguminosas, mandioca, café
e cítricos) e dos sistemas pecuários mistos sustentáveis (avicultura, apicultura,
suinocultura e gado de leite). As informações são da assessoria de imprensa da pasta.

Fonte: Webapacame - Veículo: Yahoo Brasil - Seção: Política - Data: 12/12/2007 -
Estado: SP
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8 - Paraná: controle e erradicação de espécies exóticas poderá virar lei no Estado

Curitiba/PR - A Assembléia Legislativa do Paraná deverá votar no próximo ano um projeto
de lei - inédito na América Latina - voltado ao controle e erradicação de espécies exóticas
invasoras, já consideradas a maior ameaça à biodiversidade no Planeta. O conteúdo do
projeto de lei, baseado no trabalho desenvolvido pela Secretaria do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos, foi apresentado nesta quarta-feira (12) no Seminário “A ameaça das
espécies exóticas invasoras à conservação da biodiversidade e dos recursos naturais”.

Participaram do debate o secretário Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rasca Rodrigues;
o presidente do Instituto Ambiental do Paraná, Vitor Hugo Burko; deputado estadual Luiz
Eduardo Cheida (PMDB) – propositor do evento, técnicos, e especialistas no assunto.
Espécies exóticas invasoras são aquelas que não são típicas de um ecossistema e sua
presença ameaça a sobrevivência da vegetação nativa - podendo até mesmo causar a
extinção das espécies locais.

O secretário Rasca Rodrigues lembrou que o Paraná foi o primeiro estado brasileiro a
regulamentar a retirada destas espécies. “O trabalho começou ainda em 2005, com a
portaria 192 IAP que permite a extração das espécies exóticas de Unidades de
Conservação”, comentou.

Neste ano, outro avanço. O IAP publicou no mês de maio uma lista com 57 espécies de
plantas e 26 de animais considerados exóticos aos ecossistemas paranaenses. A portaria
número 95, que reconhece oficialmente a lista, ainda aponta os tipos de plantios
comerciais de espécies exóticas que devem adotar medidas preventivas de controle para
não se transformem em vegetação invasora.

“Hoje estas iniciativas são referência em toda América Latina”, salientou o secretário
Rasca. Mas, segundo ele, só a aprovação de um projeto de lei poderá garantir a
continuidade deste importante trabalho. “Portarias podem ser revogadas por outros
governos, enquanto por meio de Lei – como a que será proposta pelo deputado Cheida,
estaremos implementando definitivamente estas medidas”, destacou Rasca.

REGULAMENTAÇÃO - O presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente explicou que,
com o projeto de lei, seu objetivo é dotar o Paraná dos instrumentos legais necessários
para que o Estado preserve o meio ambiente e ao mesmo tempo incentive sua
economia. “Afinal, quanto mais biodiverso for um Estado maior será sua produtividade. E
as espécies exóticas, por reduzirem essa diversidade, enfraquecem o ambiente e com ele
a produção”, argumentou.

O presidente do IAP, Vitor Hugo Burko, que também esteve presente ao seminário,
reiterou a necessidade de legislações específicas. “Existe um ‘vácuo’ legal na questão
ambiental, faltam normativas que definam as regras do jogo”, comentou.

Cheida ainda adiantou que depois de pronto o Projeto de Lei serão promovidas reuniões
regionais em todo Paraná para sensibilizar as pessoas quanto à importância de se
controlar as espécies exóticas.

IMPACTOS - A coordenadora do Programa de Espécies Invasoras para a América do Sul
da organização não-governamental “The Nature Conservancy” e fundadora do Instituto
Hórus de Desenvolvimento e Conservação Ambiental, engenheira florestal Silvia Ziller,
relatou que além de competir com as espécies nativas e alterar os ecossistemas, as
espécies exóticas trazem outros prejuízos à natureza – e em ‘efeito dominó’, enfatizou

“Isso acontece quando um efeito é causa de outro efeito e assim por diante. A ausência
das espécies nativas da flora, por exemplo, satura ou enfraquece o solo, altera a
dispersão de sementes, a polinização e o equilíbrio hídrico”, acrescentou.

Ela relatou o caso de um arbusto típico da Ásia e África chamado Tamarisco, considerada
vilão em regiões onde há pouca disponibilidade de água. “Esta vegetação tira sais do solo
e os armazena em suas folhas. Depois as folhas caem e se decompõem sobre o solo
propiciando um fenômeno que chamamos de salinização”, explicou. “E a salinização está
diretamente relacionada à redução do nível do lençol freático”, completou.

Como exemplo de espécies exóticas estão o Caramujo-Africano, Mexilhão-Dourado,
Abelha-Africanizada, Tucunaré, Javali, Pinus, Amarelinho, Mamona, Madressilva,
Braquiária, entre outras.

REFLEXOS NA ECONOMIA - A maioria dos impactos ambientais são difíceis de ser
mensurados em valores monetários. Mas algumas estimativas apontam que US$ 50
bilhões seriam gastos pelo Brasil a cada ano em função da presença de espécies exóticas
em nossos ecossistemas. Apenas a Itaipu Binacional gasta cerca de R$ 1 milhão ao ano
para evitar que o mexilhão-dourado danifique suas turbinas.

“O recurso seria destinado à compra de produtos para eliminar espécies da flora que
invadem cultivos agrícolas e em tratamentos de saúde para sanar doenças transmitidas
por espécies da fauna, sem contar o prejuízo da qualidade da água, do ar. Estes não
podem ser dimensionados”, concluiu Rafael Zeni, engenheiro florestal da The Nature
Conservancy. IAP desenvolve no Parque de Vila Velha projeto pioneiro para erradicação
de pinus

Durante o Seminário, o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, João Batista
Campos – que coordena todo o trabalho do Instituto voltado a espécies invasoras no
Paraná – apresentou o trabalho de retirada de 540 mil árvores de pinus do Parque
Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa.

O pinus, espécie exótica de fácil disseminação estava alterando a vegetação rasteira
característica do ecossistema campo que o parque protege”, explicou. Em apenas 70 dias
de trabalho, foram retiradas quase 500 mil árvores por meio da parceria, inédita no país,
entre o órgão ambiental e a Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal do
Paraná (Apre).

O objetivo da erradicação é devolver ao parque de Vila Velha as suas características
naturais. João Batista ainda disse, que o IAP está concluindo um plano de abrangência
estadual. “O reconhecimento das atividades já desenvolvidas mostra que estamos no
caminho certo. São várias frentes de ação, modelo para o Brasil, e todas estas estratégias
fazem parte do Programa Estadual para controle de espécies exóticas invasoras”, garantiu
João Batista.

Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 12/12/2007 -
Estado: RS
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9 - Procompi visita apicultores no Piauí

Parnaíba – Os consultores Laurielson Chaves e Paulo Alexandre, do Programa de Apoio às
Micro e Pequenas Indústrias (Procompi), estão visitando as associações de apicultores do
Litoral Piauiense. O programa é desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado do
Piauí (FIEPI), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas do Piauí
(Sebrae/PI).

As visitas tiveram início em 10 de dezembro e prosseguem até sexta-feira, 14 de
dezembro. Sua finalidade, segundo o gestor do programa na FIEPI, Antonio Aragão, é
avaliar o desenvolvimento de um conjunto de ações realizadas durante 2007 programar as
novas atividades para as associações no próximo ano.

Ao longo da semana, os técnicos do Procompi se reúnem com apicultores de Campo Maior,
Castelo do Piauí, Sigefredo Pacheco, Piripiri, Esperantina, Batalha, Lagoa de São Francisco,
Pedro II, Piracuruca, Cocal, Biruti dos Lopes, Domingos Mourão, Milton Brandão e São
João da Fronteira.

A associação de pequenos produtores rurais da comunidade do Assentamento Araras, a 12
quilômetros de Pedro II, iniciou suas atividades neste ano e já obtive resultados positivos.
Segundo o apicultor Pedro Rodrigues de Andrade, 50 anos, o povo da comunidade trabalha
com lavoura e criação de pequenos animais. Segundo ele, com a nova atividade os
associados já fizeram a primeira colheita de mel. “Graças às capacitações, cursos e
treinamentos promovidos pelo Procompi, temos mais uma fonte de renda na comunidade”,
afirmou o apicultor.

O Procompi busca o desenvolvimento da cadeia apícola do litoral piauiense, com a
organização dos apicultores em associações e cooperativas, para aumentar a produção e
melhorar o sistema de comercialização, produtividade e geração de renda. Em Araras os
apicultores foram capacitados com o Curso Básico de Apicultura, Manejo de Colméias,
Boas Práticas de Colheita de Mel e Produção de Cera Alveolada.

Fonte: WebApacame - Veículo: Agência CNI - Seção: Agência CNI - Data: 12/12/2007 -
Estado: DF
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10 - Produção de mel na Paraíba aumentou 201,3% em 2006

A produção de mel da Paraíba aumentou 201,3%, em 2006, conforme informações da
última Pesquisa Produção da Pecuária Municipal, publicada na última terça-feira, pelo
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Ao todo o Estado forneceu 263.964 toneladas do produto, 176.357 a mais que o produzido
em 2005 (87.607 toneladas). O estudo indica que o percentual de crescimento paraibano
foi o maior entre os Estados produtores do Brasil, mas apesar do recorde a participação da
Paraíba na produção nacional ainda é de apenas 0,7%. O Nordeste produziu no período
33,4% do total nacional, que foi de 36,193 milhões de toneladas.

Uma das razões apontadas pela pesquisa do IBGE para a importância da produção de mel
na região são os projetos de geração de emprego e renda e melhoria da qualidade do
produto de órgãos como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas
(Sebrae) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Meio-Norte).

Segundo o gerente de Agronegócio do Sebrae-PB, Edilson Azevedo, o órgão assiste cerca
de 600 pequenos produtores nas regiões do Curimataú, Agreste e Sertão, onde são
produzidos anualmente mais de 150 toneladas de mel, o que corresponde a cerca de 110
mil litros do produto. Cada tonelada do produto é comercializada no varejo por R$ 8 mil,
em média.

“Nos últimos três anos, houve um crescimento muito grande da apicultura no Estado. Isso
se deve ao aumento da organização e capacitação dos apicultores. Além disso, a atividade
atrai principalmente os pequenos produtores pelo fato de precisar de um baixo
investimento na fase inicial e ter um bom retorno imediato. Em um ano, o produtor tem
um retorno de todo o capital investido”, enfatiza Azevedo.

A maior região produtora de mel é o Sul do País (45,4%), sendo que o Rio Grande do Sul
responde sozinho pela maior participação no total produzido (21,6%) com 7,81 milhões de
toneladas. Em todo o Brasil, o fornecimento de mel aumentou 7,2%, em 2006, enquanto a
produção de ovos de galinha e casulos de bicho-da-seda chegou a 5,8% cada, ovos de
codorna 5,2%, leite 3,2% e lã 0,9%.

O estudo do IBGE revelou ainda que a alta foi generalizada na produção de alimentos e
outros produtos de origem animal no País. Na Paraíba, houve também um pequeno
crescimento na bovinocultura (3,8%) e suinocultura (2,8%). De 2005 a 2006, o rebanho
bovino estadual passou de 1.052.613 cabeças para 1.092.792. Já os suínos, que eram
144.501, há dois anos, passaram a 148.588 cabeças no ano passado. Por outro lado, foi
registrada uma queda de 0,5% na produção de frangos do Estado, que em 2005, chegava
a 6.146.814 unidades, reduzindo para 6.118.749, em 2006.

Fonte: WebApacame - Veículo: Jornal da Paraiba - Seção: Geral/Internacional - Data:
13/12/2007 - Estado: PB
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11 - Reflorestamento por abelhas

Local: São Paulo – SP - Fonte: Agência FAPESP - Link: http://www.agencia.fapesp.br

Michelle Portela - Pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa)
conseguiram descrever como abelhas sem ferrão do gênero Melipona contribuem para a
dispersão de sementes de angelim-rajado (Zygia racemosa), espécie presente na vida do
ribeirinho e de alto valor comercial. Esse é o terceiro caso no mundo, comprovado
cientificamente, de melitocoria, a dispersão de sementes de plantas por abelhas.

A dispersão do angelim-rajado no caso estudado foi realizada por abelhas sem ferrão. O
fato surpreendeu os pesquisadores pelo grande tamanho da semente carregada com
resina pelas operárias. As abelhas sem ferrão são responsáveis por 30% a 90% da
polinização de plantas em diferentes biomas brasileiros.

A participação é acentuada na região amazônica. \"O Amazonas concentra a maior
variedade de abelhas sem ferrão do mundo. Com a maior extensão territorial e mata
preservada, a principal diversidade está aqui, bem perto de nós\", disse o biólogo
Alexandre Coletto da Silva, do Inpa, à Agência FAPESP.

Das cerca de 400 espécies de abelhas sem ferrão descritas na literatura científica, pelo
menos 300 estão na Amazônia. \"A importância da descoberta da participação das
abelhas
na dispersão do angelim-rajado aumenta quando se considera o valor do uso dessa
espécie madeireira pelos povos tradicionais da floresta\", afirmou Coletto da Silva.

O angelim-rajado é muito usado na construção de paredes de casas ou no entalhe de
móveis, como mesas e cadeiras. A descoberta foi descrita na revista Acta Amazonica.
Durante um ano, o grupo da bióloga Christinny Giselly Bacelar Lima, doutoranda em
botânica pelo Inpa, acompanhou o comportamento das abelhas entre o meliponário (onde
se criam abelhas sem ferrão) do Inpa e a floresta natural do campus da Universidade
Federal do Amazonas (Ufam). Quando voltavam da floresta, algumas traziam sementes
para as colméias.

Segundo Coletto da Silva, os pesquisadores se questionaram sobre a possibilidade de
dispersão pelas abelhas. \"Se eram abelhas mesmo que estavam levando as sementes
para lá, precisávamos provar esse comportamento\", disse.

Uma câmera foi instalada na frente da colméia para registrar o momento em que as
abelhas voltavam para \"casa\" com as sementes presas nas pernas. De modo a
descobrir
a
semente de qual espécie de planta estava sendo transportada, os pesquisadores entraram
na mata da Ufam, para onde sabiam que as abelhas voavam uma vez que haviam
observado a direção e sentido que as operárias se deslocavam após sair das colméias.

\"No primeiro dia de campo, após várias horas de caminhada pela mata, confirmamos a
existência de inúmeras mudas como as que trazíamos conosco, obtidas a partir das
sementes trazidas pelas abelhas e postas para germinar. E, mais à frente, ao olharmos
para cima deparamos com um grande angelim-rajado\", disse Coletto da Silva.

Posteriormente, ele e outro membro do grupo subiram no angelim por rapel para
fotografar a coleta. \"No alto, fotografamos abelhas coletando sementes. Era o terceiro
caso registrado no mundo\", afirmou. O primeiro caso de melitocoria foi registrado na
Austrália.

Uma abelha do grupo das trigonas (Trigona carbonaria), espécie sem ferrão menor,
carregava a semente de um tipo de eucalipto. O segundo caso foi no Amazonas, também
com abelhas Melipona, que espalharam sementes da espécie vegetal Coussapoa
asperifolia.

Fonte: WebApacame – Veículo: Amazônia - Seção: Notícias - Data: 12/12/2007 - Estado:
SP
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12 - Reunião avalia os últimos 3 anos da apicultura no Estado

O Sebrae em Mato Grosso do Sul realiza nesta quinta-feira (13), das 14h às 18horas, no
auditório da Famasul a apresentação final do Projeto de Desenvolvimento da Apicultura na
Região Centro de Mato Grosso do Sul.

A reunião, que terá a presença do Núcleo Gestor de Apicultura e outras entidades que
atuam no fomento da atividade rural no Estado, discutirá os resultados das ações
realizadas no período de 2005 a 2007, monitoradas pela metodologia GEOR – Gestão
Estratégica Orientada para Resultados.

De acordo com a metodologia, o primeiro ciclo é encerrado neste final de ano, por isso é
importante a participação das entidades envolvidas para avaliar o que foi feito e os
benefícios conquistados, com vistas a repensar um novo ciclo para 2008.”, diz Patrícia
Gasparetto, coordenadora do projeto, no Sebrae-MS.

No encontro também será discutida a expansão do projeto no triênio 2008/2010 para a
região do Pantanal Sul-mato-grossense. O atual Núcleo Gestor de Apicultura é formado
pelo Sebrae-MS; Senar-AR/MS; Uniderp; UFMS; Sindicato Rural de Terenos, Prefeitura
Municipal de Jaraguari; ASA; Prefeitura Municipal de Campo Grande, Agraer; Satur;
Governo do Estado de Mato Grosso do Sul.

Serviço - O auditório da Famasul fica na Rua Marcino dos Santos, Bairro Cachoeira II,
Campo Grande/MS. Mais informações pelo telefone: (67) 3389-5512.

Fonte: WebApacame – Veículo: MS Notícias - Seção: Cidades - Data: 12/12/2007 -
Estado: MS

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13 - Própolis para queimados

Ribeirão Preto, SP - Um medicamento em forma de gel, à base de própolis, que tem ação
cicatrizante e antimicrobiana no tratamento de pacientes queimados deverá ser produzido
em escala industrial em breve.

O produto foi desenvolvido e testado durante seis anos, na Faculdade de Ciências
Farmacêuticas, da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto, pela farmacêutica
Andresa Berretta, em seus cursos de mestrado e doutorado.

A empresa Apis Flora, de Ribeirão Preto, que produz derivados apícolas e fitoterápicos e
financiou a pesquisa, tem a patente do gel e está preparando a documentação para entrar
com o pedido de registro do produto na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O produto é um líquido gelado que se transforma em gel no contato com a pele e tem
ações semelhantes às de produtos sintéticos, auxiliando na regeneração da pele e
evitando a contaminação. Além de natural, o produto libera o princípio ativo do própolis de
abelhas, formado por resinas e outrassubstâncias produzidas pela colméia que a protegem
e impedem a proliferação de microorganismos que possam contaminá-la.

É aplicado frio. Em contato com a pele, o produto se geleifica. Depois dos testes pré-
clínicos realizados em ratos, foram feitos testes clínicos com 31 pacientes da Unidade de
Queimados, do Hospital das Clínicas de Ribeirão. Com os resultados, Andresa diz que o
próximo passo é disponibilizar a formulação para o uso doméstico.

Segundo Andresa, em Cuba o própolis já é usado para tratamento de queimaduras, mas
de forma artesanal, pois transformá-lo em medicamento exige rigor, padronização e
condições compatíveis com a indústria farmacêutica. Ela acrescenta que as concentrações
das substâncias presentes mudam de região para região, por isso foi necessário fazer a
padronização.

Fonte: WebApacame – Veículo: Diário de Pernambuco - Seção: Brasil - Data: 16/12/2007 -
Estado: PE
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14 - Prefeitura de Santa Bárbara recebe mel da Cenibra, fruto da parceria com
Coopermel


(Santa Barbara, Minas Gerais, Brasil - Comunique-se) A Prefeitura de Santa Bárbara
recebeu, no último dia 19 de dezembro, 700 quilos de mel da Cenibra. A entrega é fruto
de uma parceria entre a empresa de reflorestamento para produção de celulose e a
Cooperativa dos Produtores de Mel de Santa Bárbara - Coopermel.

A cooperativa repassa o mel anualmente para a Cenibra como contrapartida pela
utilização de suas áreas por meio do Projeto de Parceria Apícola desenvolvido pelo
Instituto Cenibra. Por fim, a cota destinada a Cenibra é doada a instituições dos 49
municípios de sua base territorial. \"Este ano estamos repassando mel a Prefeitura por
meio de um processo de parceria, objetivando contribuir para o desenvolvimento social,
através deste trabalho iniciado no município\" destaca a Assistente Social da Cenibra,
Deise
Santiago.

A negociação para esse repasse foi feito por intermédio da Agência de Desenvolvimento
Econômico de Santa Bárbara (Adesb), que já vem realizando um trabalho junto a
Coopermel. O mel será distribuído aos funcionários das secretarias de Saneamento e Meio
Ambiente e Obras e Serviços Urbanos. Ao todo, serão beneficiados 260 funcionários. Eles
receberão o produto em sachet três vezes por semana no ano que vem.

\"Essa doação é muito bem-vinda e vai fazer parte da alimentação dos servidores da
Prefeitura\", destacou o secretário de Turismo, Cultura e Desenvolvimento Econômico,
Sérgio Pessoa Magalhães. Em 2007, a Coopermel produziu cerca de 60 toneladas de mel,
através dos seus 20 cooperados.

Fonte: WebApacame – Veículo: Comunique-se - Seção: Todos - Data: 21/12/2007
Estado: RJ
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15 - Europeus querem comprar mel de pequenos produtores do PI

A Europa é potencial compradora do mel produzido por pequenos produtores piauienses
assistidos pelo Programa de Combate à Pobreza Rural (PCPR). Correspondência assinada
pelo importador holandês Istrong, uma organização não-governamental, e pelo Banco
Mundial, enviada na segunda-feira (17), ao diretor-presidente do PCPR, Fernando Danda,
busca informações sobre a oferta de mel.

\"Temos a possibilidade concreta de inserir esses produtores no mercado europeu. Isso
representa uma mudança importante, porque até agora, o PCPR trabalhava para levar
infra-estrutura a essas comunidades. Agora, vamos tratar da comercialização do que
produzem\", comemorou Danda.

Ele disse que uma missão do Banco Mundial manifestou interesse em vir ao Piauí em
janeiro de 2008, trazendo os potenciais compradores europeus. O contato foi feito pelo
consultor Internacional da instituição, Luiz Coirolo. Eles visitarão a Via Apis, indústria de
processamento de mel instalada pelo Governo em Picos. A Casa Apis agrega valor na
produção, no beneficiamento e na comercialização do mel, com vantagens para os
pequenos produtores.

Fernando Danda disse que a Casa Apis é hoje uma referência e atrai fornecedores de
estados vizinhos. A proposta recebida do Banco Mundial significa um marco para o PCPR,
que vem trabalhando há vários anos para estruturar as comunidades rurais no
Piauí. \"Passamos anos investindo em moradia, saneamento básico, em sistemas de
abastecimento de água e projetos produtivos. Agora, chegou o momento dessas
comunidades que estavam inseridas na produção iniciarem a comercialização\", disse. É
o
momento da colheita.

Ele disse que a vantagem da Casa Apis nesse processo foi eliminar a figura do
intermediário, que procurava tirar vantagens na comercialização. \"Nós conseguimos
ligar
o
pequeno produtor diretamente aos compradores, tanto nacionais como internacionais\",
lembra.

O diretor-presidente do PCPR acrescentou que, a partir de agora, o mel produzido pelos
pequenos produtores chegará também aos supermercados piauienses e de outros estados.
Não só o mel. O mercado se abre também para os agricultores familiares.

\"Nós extrapolamos a fase em que apenas atendíamos essas comunidades, para também
ajudar na comercialização. Isso nos deixa felizes. A partir de agora, estaremos
erradicando a pobreza. A preocupação agora é dar condições de comercialização. Essa é a
nova etapa do PCPR para com essas comunidades que estão se emancipando\", afirmou.

Fonte: WebApacame – Veículo: Meio Norte - PI - Seção: Home - Data: 18/12/2007 -
Estado: PI
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16 - Grupo de Trabalho para a revisão do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária
de Produtos de Origem Animal

Prezados Membros da Câmara do Mel,

Encaminho em anexo a PORTARIA Nº 372 DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007, que Cria o Grupo
de Trabalho para a revisão do Regulamento da Inspeção Industrial e
Sanitária de Produtos de Origem Animal, aprovado pelo Decreto nº 30.691, de 29 de
março de 1952. O DIPOA vai criar um e-mail para que os interessados possam
encaminhar suas sugestões.

Acho que é interessante identificarmos as necessidades de adequações e encaminharmos
ao GT. Segundo informações do DIPOA, nesse momento eles irão definir as grandes
linhas do Regulamento e em seguida definirão as particularidades de cada área em
normativas mais flexíveis que o Decreto. Assim que tiver o contato encaminho para os
senhores.

Atenciosamente,

Sônia Azevedo Nunes - Médica Veterinária - Fiscal Federal Agropecuário - Chefe da Divisão
de Assuntos de Defesa, Fiscalização e Inspeção Animal - DDIA/ Coordenação Geral de
Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas - CGAC - Secretaria Executiva - SE / Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA - Fone: (61) 3218-2772; 3218-2830 Fax:
(61) 3225-4200 - E-mail: sonia.nunes@agricultura.gov.br
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17 - Portaria Nº 372, DE 04 DE DEZEMBRO DE 2007

Situação: Vigente - Publicado no Diário Oficial da União de 05/12/2007 , Seção 2 , Página
3 - Ementa: Cria o Grupo de Trabalho para a revisão do Regulamento da Inspeção
Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal, aprovado pelo Decreto nº 30.691, de
29 de março de 1952.

Histórico: Os textos legais disponíveis no site são meramente informativos e destinados a
consulta / pesquisa, sendo imprópria sua utilização em ações judiciais. MINISTÉRIO DA
AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - GABINETE DO MINISTRO - PORTARIA Nº
372 DE 4 DE DEZEMBRO DE 2007

O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da
atribuição que lhe confere o art. 87, parágrafo único, inciso II, da Constituição, e tendo em
vista o que consta do Processo nº 21000.010402/2007-77, resolve:

Art. 1º Criar o Grupo de Trabalho para a revisão do Regulamento da Inspeção Industrial e
Sanitária de Produtos de Origem Animal, aprovado pelo Decreto nº 30.691, de 29 de
março de 1952.

Art. 2º Designar, para compor o Grupo de Trabalho de que trata o art. 1º desta Portaria,
os seguintes representantes:
I - Rubens Toshio Fukuda; II - Carlos Roberto Conti Naumann; III - Clemara Goulart
Rodrigues da Silva; IV - Cristhiane Stecanella de Oliveira Cattani; V - Geraldo Emidio
Júnior; VI - José Fernando Ferreira Gomes.

Parágrafo único. O Grupo de Trabalho será coordenado pelo Senhor Rubens Toshio Fukuda.

Art. 3º O Coordenador do Grupo de Trabalho poderá convidar Fiscais Federais
Agropecuários e especialistas vinculados a entidades públicas ou privadas, com notório
conhecimento acerca de temas específicos, para colaborarem nos trabalhos a serem
desenvolvidos.

Art. 4º O Grupo de Trabalho deverá concluir seus trabalhos no prazo de 90 (noventa) dias,
contados a partir da data de publicação desta Portaria.

Art. 5º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.

REINHOLD STEPHANES

Fonte: www.agricultura.gov.br - 24/12/2007
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18 - Notícias da FEPA

Curitiba 19 de dezembro de 2007

Senhores presidentes e Apicultores,

No ensejo de mais um ano que se finda, desejamos manifestar o nosso reconhecimento a
todos os Apicultores de nosso Estado pelo esforço em produzir com dedicação para
oferecer produtos apícolas de melhor qualidade. Sabemos que as dificuldades não foram
poucas tendo em vista as oscilações climáticas, a instabilidade de preço, mel falsificado e o
impedimento da exportação para a União Européia. No entanto, cresceu a tolerância de
nossas abelhas, que apesar de tudo continuam a produzir sem o uso de quaisquer
medicamentos.

É indispensável á união de todos os apicultores visando o aperfeiçoar da produtividade,
padronizar e homogeneizar o mel e outros produtos apícolas. Apoiamos a CBA na gestão
junto aos órgãos públicos responsáveis visando regulamentar as exigências vigentes e
necessárias para alcançarmos novamente a exportação para a União Européia e outros
Países.

Solicitamos a todas as Associações de Apicultores que nos sejam remetidos a relação
nominal dos integrantes das Diretórias e seus respectivos endereços inclusive E-mail. A
contribuição anual para com a FEPA é de R$ 100,00 (cem reais) e pode ser remetida por
cheque diretamente ao endereço acima.

Esperamos organizar grupos integrados que em 2008 possam oferecer produtos
padronizados ao mercado interno e externo. Desejamos a todos os Apicultores e suas
respectivas famílias um abençoado Natal e um ano novo (2008) pleno de realizações. Com
os abraços de Adhemar Pegoraro – Presidente
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19 - Votos de Boas Festas, Feliz Natal e Próspero Ano Novo

Neste ano de 2008, estivemos juntos em prol a apicultura e meliponicultura, seja nos
encontros estaduais, seja semanalmente através deste Boletim Informativo, seja em
projetos e anseios comuns.

Que o arquiteto e mantenedor do universo, nos permita continuar juntos ao longo de 2008,
criando, realizando e fazendo acontecer na apicultura e meliponicultura. A todos nossas
centenas de leitores e amigos, os mais sinceros desejos de BOAS FESTAS, FELIZ NATAL E
PRÓSPERO ANO 2008 !
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br-