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Informativo - nº063 - Janeiro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 63 - 14 de Janeiro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 – Um Minuto de Reflexão; 2 - Abelhas também gostam de sombra e água fresca? ; 3 –
La miel, antibiótico natural, reaparece en medicamentos; 4 - Produção do mel é
prejudicada por causa da chuva no Estado; 5 - Seca favorece safra de mel; 6 – Produção
de orgânicos é regulamentada; 7 – Escola técnica de SC tem novo diretor; 8 - Minas
Gerais: selo orgânico valoriza mel de Ipatinga e estimula exportação; 9 – Produção de mel
vai ganhar incentivo; 10 - Apicultores ganham certificação de produto orgânico; 11 –
Produtores de mel do litoral gaúcho lançam a logomarca ApiVerde; 12 – 17º CONGRESSO
BRASILEIRO DE APICULTURA, de 1 a 04 de junho de 2008, Belo Horizonte – MG; 13 –
EE.UU.- NÂO DEMASIADAS COLMEIAS PARA POLINIZAM AS CULTURAS EM CALIFORNIA;
14 – ¿Saben matemáticas las abejas?; 15 – EE.UU.- AS PLANTAÇÕES DE GRÃOS
GENETICAMENTE MODIFICADOS PODEM MATAR AS ABEJAS?; 16 – Excesso de chuvas
prejudica produção de mel no RS; 17 - ROMÊNIA- O MEL É UM ALIMENTO "VIVO", A
AÇÚCAR REFINADA ESTÁ BIOLOGICAMENTE "MORTA"; 18 – VIII CONCURSO
INTERNACIONAL DE FOTOGRAFÍA APÍCOLA; 19 – Exportação de mel atinge US$ 19
milhões em onze meses; . 20 – Notícias sobre as exigências do MAPA: REGISTRO DE
APIÁRIO em todos fornecedores de mel - SIF homologado para exportar ao mercado
Europeu.
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1 – Um Minuto de Reflexão

. " Um livro aberto é um cérebro que fala; Fechado, um amigo que espera; Esquecido,
uma alma que perdoa; Destruído, um coração que chora." - (Voltaire)

. “ Nós devemos ser a mudança que queremos ver no mundo e não podemos ser menores
do que os sonhos que alimentamos ”. (Mahatma Gandhi (1869-1948, eminente líder hindu)
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2 - Abelhas também gostam de sombra e água fresca?

Um dos grandes desafios da apicultura, principalmente na região Nordeste, é a diminuição
da perda de enxames e o aumento da produtividade, principalmente em apiários fixos.
Esse desafio requer uma série de medidas que devem ser adotadas, iniciando-se pelos
cuidados na instalação dos apiários. Os apiários devem ser instalados em locais que
apresentem condições ótimas para manutenção e produção das colônias de abelhas. A
importância da existência de vegetação rica em plantas que possam fornecer néctar e
pólen para as abelhas, de preferência, durante a maior parte do ano é amplamente
reconhecida como um dos principais fatores para a obtenção de boa produtividade.
Entretanto, a importância da água e da sombra muitas vezes é subestimada.

A presença de água limpa e disponível o ano todo é essencial para o bom desempenho das
colônias. As abelhas precisam de água para seu metabolismo e para regular a
temperatura dentro da colméia, especialmente em regiões de clima quente. Quando a
temperatura do ninho sobe, geralmente quando ultrapassa 36°C, as operárias começam a
ventilá-lo, abanando as asas e evaporando a água que é distribuída em pequenas gotas
sobre os alvéolos ou mesmo pela exposição da água em suas línguas (Winston, 2003).

Em função da grande importância desse recurso, a distância da fonte de água ao apiário
não deve ser maior que 500m, para evitar maior gasto energético das abelhas na coleta
de água. É importante também que água seja de boa qualidade, limpa, isenta de
contaminações por agentes biológicos (bactérias, fungos, protozoários) ou por produtos
químicos. Se o local não apresentar fonte de água natural, devem ser instalados
bebedouros que devem ser mantidos permanentemente limpos e abastecidos,
especialmente durante a estação seca.

Além da água, a sombra é outro fator de grande importância para a manutenção de
temperaturas ideais no interior das colônias. Colônias expostas ao sol durante o dia inteiro
freqüentemente realizam grande esforço para o resfriamento do ninho uma vez que
temperaturas elevadas podem causar anormalidades no desenvolvimento e morte das
crias. Altas temperaturas no interior das colméias também podem ser prejudiciais à
qualidade do mel, podendo alterar o teor de umidade, os índices de hidroximetilfurfural
(HMF) e o conteúdo de enzimas do mel.

Dessa forma, em regiões de clima quente como o Nordeste, recomenda-se a instalação
das colméias à sombra de forma a evitar o efeito negativo das altas temperaturas sobre o
desenvolvimento das colônias, a qualidade do mel e para proporcionar maior conforto ao
apicultor por ocasião do manejo. Entretanto, na região do semi-árido, é bastante comum a
instalação de colméias sob a copa de árvores nativas que perdem as folhas na estação
seca, deixando as colméias expostas ao sol (Pereira et al., 2000), o que pode ocasionar
baixa produtividade e abandono dos enxames.

Nesse sentido, a escolha de árvores que forneçam bom nível de sombreamento durante
todo o ano é um fator importante na etapa de instalação das colônias. Em pesquisas
realizadas pela Embrapa Meio-Norte, no Piauí, avaliando-se diferentes espécies vegetais
comumente encontradas em apiários da região, foi verificado que árvores de cajueiro
(Annacardium occidentale) fornecem bom nível de sombreamento e relativo conforto
higrotérmico, principalmente no período de estiagem (setembro a dezembro), enquanto as
espécies violeta (Dalbergia sp.), mofumbo (Combretum leprosum), chapada (Terminalia
sp.) e mocó (Luetzelburgia auriculata) não são adequadas para o sombreamento de
apiários, pois sofrem excessiva queda das folhas durante o período de estiagem.

Quando não existe possibilidade de instalação das colméias sob árvores que forneçam
bom sombreamento, recomenda-se a utilização de coberturas artificiais. Entretanto, na
escolha do material para a construção das coberturas, deve-se levar em conta a facilidade
de aquisição e a eficiência do mesmo.

Coberturas construídas com palha, com tela tipo sombrite com 80% e sombreamento de
árvores foram avaliadas pela Embrapa Meio-Norte quanto à eficiência para o
sombreamento das colméias. Nessa pesquisa, verificou-se que a cobertura de
tela "sombrite” não forneceu conforto térmico à s colônias que apresentaram
temperaturas
internas acima de 40ºC, situação semelhante à s colônias instaladas a pleno sol.

Além disso, as colônias sob coberturas de tela apresentaram menor quantidade de
alimento (mel e pólen) armazenado e o mel produzido apresentou maiores índices de
hidroximetilfurfural (HMF), evidenciando o efeito negativo da temperatura elevada sobre o
desenvolvimento das colônias e a qualidade do mel. Por outro lado, as coberturas
construídas com palha e o sombreamento de árvores favoreceram a manutenção de
temperaturas mais amenas no interior das colméias e a manutenção de níveis mais baixos
de HMF no mel.

Fonte: Embrapa Meio-Norte - Autor: Maria Teresa do Rego Lopes - Pesquisa de Opinião
(Opcional)
Fonte: WebApacame – Veículo: Agrolink - Seção: Biotecnologia - Data: 03/01/2008 -
Estado: RS
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3 – La miel, antibiótico natural, reaparece en medicamentos

Los efectos antibióticos y absorbentes de fluidos de los vendajes duran hasta una semana,
lo cual es conveniente para los pacientes ambulatorios.

TRENTON, Nueva Jersey.– En medio de la preocupación creciente por la aparición de
gérmenes resistentes a los medicamentos, reaparece en escena el antibiótico original de la
naturaleza: la miel. Más de 4.000 años después de que los antiguos egipcios aplicaran miel
a las heridas, Derma Sciences Inc., una empresa farmacéutica que fabrica productos para
la curación de heridas, puso en venta el primer vendaje con miel después de su
aprobación por la Administración de Alimentos y Medicamentos.

El llamado Medihoney es un material altamente absorbente fabricado a partir de algas
marinas y saturado con miel manuka, un tipo de miel potente que, según los especialistas,
mata a los gérmenes y acelera la curación. Llamada también miel Leptospermum, la
manuka es producida por abejas que recogen el néctar del arbusto manuka y otras plantas
de Australia y Nueva Zelanda.

Derma Sciences vende dos tipos de vendajes Medihoney a hospitales, clínicas y médicos
en todas las Américas bajo un acuerdo con el proveedor Comvita LP de Nueva
Zelanda. “Medihoney ha suscitado grandes esperanzas porque los antibióticos pierden
eficacia en la lucha contra los patógenos, dijo el presidente de Derma Sciences, Ed Quilty.

Otra ventaja, dijo, es que los efectos antibióticos y absorbentes de fluidos de los vendajes
duran hasta una semana, lo cual es conveniente para los pacientes ambulatorios. También
reducen la inflamación y combaten el hedor de las heridas infectadas. La miel convencional
puede tener efectos medicinales suaves. Un estudio publicado el 3 de diciembre indica que
ayuda a calmar la tos infantil para que el niño duerma. Pero la manuka es mucho más
potente, según los estudios.

Fonte: Noticias Apitrack nº 21 – http://www.milenio.com/index.php/2007/12/26/167605/ -
03/01/2008
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4 - Produção do mel é prejudicada por causa da chuva no Estado

De acordo com o paicultor Alvize Cadore, esta é a segunda pior safra do mel nos últimos
dez anos. Conforme ele, as perdas desse ano chegam a 50% ou 70% em relação ao ano
anterior. Numa safra normal, em cada colméia são colhidos 30 quilos de mel. Neste ano,
Cadore acredita que a média não vai ultrapassar seis quilos. Os 1.300 apicultores do Alto
Uruguai devem colher 50 toneladas, a metade do previsto. O Rio Grande do Sul é o estado
que mais produz mel no Brasil.

Fonte: WebApacame – Veículo: Jornal VS - Seção: País - Data: 04/01/2008 - Estado: RS
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5 - Seca favorece safra de mel

Devido à estiagem prolongada, 2007 foi um bom ano para a produção de
mel no estado de Goiás -

Fernanda Castelotti - Tempo quente e poucas chuvas. Essas condições favoreceram a
produção de mel no Estado de Goiás ao longo de 2007 e muitos apicultores estenderam as
colheitas até o mês de outubro, um mês a mais que o normal, obtendo assim maior
quantidade do produto. Para 2008, a safra vai depender das águas.

Mesmo sem estatísticas oficiais, o secretário da Associação dos Apicultores do Estado de
Goiás (Api-Goiás), José Maria de Almeida, garante que a safra de mel de 2007 no Estado
ultrapassou as expectativas. “Todos os apicultores ficaram satisfeitos com as colheitas e
um grande responsável por isso foi o clima”, explica. Alcione Pires Peixoto, apicultor há
vinte e dois anos e ex-instrutor do Serviço de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar-GO),
por uma década formou diversas turmas de apicultores, o que originou um modelo
informal de cooperativa, que conta com mais de 50 produtores. “Meus ex-alunos são meus
parceiros na produção de mel”, explica.

O ano de 2007, segundo o apicultor, sem dúvida foi o que proporcionou a melhor safra de
mel, garante Alcione. “O comum é fazermos 3 colheitas, mas no ano passado fizemos 4”,
comemora. A primeira extração foi realizada em abril e a última começou na segunda
quinzena de setembro. Somente em setembro Alcione coletou e comercializou 4.528 kg de
mel. Em 2008, caso se mantenha o regime de chuvas observado até esta primeira semana
de janeiro, a florada do mata-pasto será favorecida e a safra pode ser antecipada. “No
começo de abril devemos começar a colher mel, quando isso, normalmente, é feito em
maio.”

Para o ex-instrutor, Goiás tem o clima perfeito para a criação de abelhas. Durante a
chamada florada do Cerrado, no primeiro trimestre do ano, destaca-se a do mata-pasto;
no segundo, a das flores do caju e, na seqüência, a do cipó-uva e do angico, explica. Em
algumas regiões do Brasil, segundo Alcione, existem produtores que realizam a apicultura
migratória, prática que consiste no deslocamento das colméias para acompanhar as
floradas. Mas no Cerrado, segundo Alcione, essa prática não é necessária, além de ter um
custo elevado.

Mesmo com alta produção de mel, Alcione optou por não exportar o produto. “Vendemos
somente em Goiás, pois ainda não compensa exportar”, explica. O valor do litro do mel no
varejo varia de 18 a 20 reais. Para exportação, o valor cai para 2 ou 3 dólares o quilo. No
ranking dos maiores exportadores brasileiros estão os Estados de São Paulo, Santa
Catarina, Piauí e Ceará.

Baixo consumo

O apicultor Alcione Pedroso se diz decepcionado com o hábito de consumo de mel no
Brasil. “Mel não é remédio, é um complemento alimentar”, define. O apicultor afirma que o
mel deveria estar na rotina alimentícia de todo mundo. “Fazemos muitas campanhas para
introduzir o mel no dia-a-dia das pessoas, mas os resultados não são os melhores”,
lamenta.

O mel é um produto rico em açúcares simples (glicose e frutose), aminoácidos, além de
vitaminas B, C, D e E e minerais como cálcio, cobre, ferro, magnésio e fósforo. Em Goiás,
no ranking dos principais produtos apícolas, o mel fica em primeiro lugar e a cera em
segundo, seguida pelo própolis. O pólen e a geléia real são outros produtos comerciais da
abelha, mas sua produção não é tão grande em Goiás. (Fernanda Castelotti é estagiária do
Convênio OJC/UCG)

Fonte: WebApacame – Veículo: O Popular - GO - Seção: Campo - Data: 04/01/2008 -
Estado: GO
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6 – Produção de orgânicos é regulamentada

Elaine Perassoli - Da Redação - A esperada regulamentação da agricultura orgânica
entrou em vigor no último dia 28 de dezembro e o segmento passou a ter critérios para o
funcionamento de todo o sistema de produção. A legislação, que regulamenta a Lei
número 10.831/2003, inclui a produção, armazenamento, rotulagem, transporte,
certificação, comercialização e fiscalização dos produtos. Atualmente, no Brasil há cerca de
15 mil produtores atuando neste setor em uma área plantada estimada em 800 mil
hectares.

Em Mato Grosso, a Cooperativa dos Agricultores Ecológicos do Portal da Amazônia
(Cooperagrepa) é um dos grupos que tem se destacado na produção de orgânicos. A
cooperativa comercializa produtos como açúcar mascavo, guaraná, café, castanha-do-
pará, melado de cana-de-açúcar e rapadura para o mercado nacional, Europa e Estados
Unidos. Além destes, estão em processo de certificação os derivados de leite e de
mandioca, mel, hortaliças, frango caipira, suínos, caprinos e ovinos. Trezentas famílias de
dez municípios do Norte do Estado integram a Cooperagrepa.

O coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento,
Rogério Pereira Dias, explica que a regulamentação da agricultura orgânica dará um
grande impulso ao setor. "Uma vez que temos agora regras claras quanto aos processos
e
produtos aprovados e pela criação do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade
Orgânica que propiciará aos consumidores mais garantias e facilidade na identificação
desses produtos", salienta.

Segundo ele, a elaboração do Decreto número 6323, publicado no último dia 28, no Diário
Oficial da União, envolveu a participação de técnicos e especialistas de entidades públicas
e privadas. Para facilitar a relação comercial com outros países foram utilizadas, também
como base, as diretrizes do Codex Alimentarius para a Produção Orgânica e regulamentos
já adotados nos Estados Unidos, União Européia e Japão. Este decreto cria o Sistema
Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica que será composto pelo Ministério da
Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), órgãos de fiscalização dos estados e
organismos de avaliação da conformidade orgânica.

Este decreto ainda permite a produção paralela na mesma propriedade de produtos
orgânicos e não orgânicos desde que haja uma separação do processo produtivo. Também
não poderá haver um contato com materiais e substâncias cujo uso não seja autorizado
para a agricultura orgânica. A inspeção será feita nas unidades de produção,
estabelecimentos comerciais e industriais, cooperativas, órgãos públicos, portos
aeroportos, postos de fronteira, veículos e meios de transporte e qualquer ambiente onde
se verifique a produção, beneficiamento, manipulação, industrialização, embalagem,
acondicionamento, distribuição, comércio, armazenamento, importação e exportação.

O decreto está publicado na integra no endereço -
http://www.agricultura.gov.br/pls/portal/docs/PAGE/MAPA/PRINCIPAL/DOCUMENTOS/

Fonte: WebApacame – Veículo: A Gazeta – MT - Seção: Terra & Criação - Data:
07/01/2008 - Estado: MT
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7 – Escola técnica de SC tem novo diretor

Transformar a Escola Agrotécnica Federal de Sombrio (EAFS), Santa Catarina, em Centro
Federal de Educação Profissional e Tecnológica (Cefet) é uma das principais metas de
Adalberto Reinke. Ele assumiu a direção da escola nesta segunda-feira, 7, em Brasília.

A escola oferece os cursos técnicos em agropecuária, informática, turismo rural,
agroindústria, zootecnia e apicultura, e busca oferecer atividades sintonizadas com os
arranjos produtivos locais. “Atender à necessidade da comunidade em mão-de-obra
especializada é missão e objetivo da instituição nos próximos quatro anos”, ressalta o
novo diretor. Segundo Adalberto, promover o desenvolvimento tecnológico para melhorar
a qualidade de vida da comunidade é essencial para o crescimento econômico da região. A
EAFS está localizada no município de Santa Rosa do Sul (SC). Foi criada em 1993 para
atuar como unidade de ensino da Escola Técnica Federal de Santa Catarina, localizada em
Florianópolis. Entrou em funcionamento em 28 de março de 1994. Assessoria de Imprensa
da Setec

Fonte: WebApacame – Veículo: Ministério da Educação - Seção: Notícias - Data:
07/01/2008 - Estado: DF
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8 - Minas Gerais: selo orgânico valoriza mel de Ipatinga e estimula exportação

Ipatinga/MG - Ao perceber as exigências do mercado externo, um grupo de 62 dos 74
apicultores da Associação Regional de Apicultores e Exportadores do Vale do Aço
(Aapivale), situada em Ipatinga, decidiu partir em busca da certificação orgânica. Como
resultado desse esforço, que teve como parceiros diversos profissionais da Emater–MG na
região Leste, os produtores se tornam aptos a entrar num mercado competitivo e podem
vender o produto por um valor maior.

“O potencial para o mel orgânico que a região tem, devido às áreas de mata nativa
existentes e aos programas de reflorestamentos, foi um dos fatores em favor da
certificação”, afirma Eros da Silva Neto, coordenador Técnico de Pequenos Animais da
Emater–MG de Governador Valadares. Em novembro de 2001, a Aapivale iniciou suas
atividades de exportação do mel convencional para a Alemanha. Segundo Antônio Rolla,
gerente administrativo da Associação, foram exportadas mais de mil toneladas de mel,
daquele período até 2005. Foi quando a União Européia determinou o embargo da entrada
do mel brasileiro naquele continente, sob a alegação de os produtores não terem
comprovação da ausência de resíduos químicos no mel.

A crise foi encarada pelos apicultores como uma oportunidade de melhorar ainda mais a
qualidade do produto. A Aapivale contratou, então, a certificadora alemã BCS Öko-
Garantie, com sede em Nuremberg, no início do ano passado, e iniciou os procedimentos
para que a produção se ajustasse às exigências do mercado europeu. Em novembro de
2006, o processo formal de certificação foi concluído. Em conjunto com os apicultores, a
Emater–MG vem implementando outras ações para melhorar a produção e ampliar o
mercado. Um exemplo é a parceria com a Celulose Nipo-brasileira (Cenibra), que prevê a
utilização de aproximadamente 100 mil hectares de florestas de eucalipto e nativas para a
exploração apícola.

Atualmente, cerca de 300 apiários e seis mil colméias estão localizados em áreas da
Cenibra. Uma das exigências do mercado europeu é a rastreabilidade do produto desde o
campo até a embalagem. Para isso, todos os apiários são identificados pelo sistema de
navegação por satélite, o GPS, com inscrição da Aapivale, número do apiário e telefone do
associado.

Apesar das barreiras impostas pelo mercado europeu, o produtor Flávio Patrocínio de
Souza vê como um negócio rentável a apicultura com certificação orgânica. “É vantajoso
porque o mel orgânico vale 30% a mais no mercado, em relação ao mel convencional”,
disse. Souza, que é dono de 150 colméias, fala que está contente com o retorno que o
produto traz, considerando o baixo custo da produção.

Pronaf também é aliado dos apicultores
Outro apicultor que está muito satisfeito com a atividade é Rosaldo Machado Franco, que
recorreu ao Pronaf (Programa Nacional de Apoio à Agricultura Familiar), para montar seu
apiário projetado com a orientação da Emater–MG de Ipatinga. Com a assistência técnica
pôde aumentar seu negócio e sua renda. Casado e pai de dois filhos, ele mora em Vargem
Alegre, no Vale do Aço, e tem na apicultura sua principal fonte de renda, há 23 anos.

Em 2006, por orientação do engenheiro agrônomo José Luís de Freitas, da Emater–MG de
Ipatinga, Franco recorreu ao Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e obteve
financiamento de R$ 18 mil em recursos do Pronaf. Com o dinheiro, comprou uma
centrífuga para processar o mel e aumentou o número de colméias para 450. “A
assistência da Emater–MG me deu oportunidade de aumentar meus negócios. Hoje, tenho
alguns apiários até em Turmalina, no Vale do Jequitinhonha”, declara Franco.

Associado à Aapivale, o apicultor produz mel orgânico em reservas da Cenibra, por meio
do convênio estabelecido entre a empresa e a associação. Segundo o produtor, os
investimentos aumentaram sua renda, e foi possível financiar os estudos dos dois filhos,
além de melhorar a qualidade de vida de sua família.

Fonte: WebApacame – Veículo: Página Rural - Seção: Nacional - Data: 07/01/2008 -
Estado: RS
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9 – Produção de mel vai ganhar incentivo

Zenilton Custódio - zcustodio@... - O Espírito Santo deverá ganhar um programa de
incentivo à apicultura. O projeto, em fase de formulação, envolve o Instituto Capixaba de
Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural(Incaper), o Serviço de Apoio às Micro e
Pequenas Empresas (Sebrae) e a Federação de Apicultores do Estado do Espírito Santo
(Faes).

A proposta é organizar o setor, implantando uma política de incentivo e de
profissionalização da atividade, conforme destacou o engenheiro agrônomo Sérgio Marins
Có, representante do Incaper em Ibiraçu e diretor técnico da Associação de Apicultores da
Região de Ibiraçu e João Neiva (Apisa). A primeira reunião para discutir o assunto deverá
acontecer em março. A estratégia inicial para mobilizar os apicultores em torno da
proposta consiste em distribuir o setor em três núcleos, reunindo produtores do Sul, da
Região Central e do Norte.

Desafios - Estima-se que o número de produtores tenha dobrado nos últimos três anos,
passando de 2,5 mil para 5 mil apicultores. Esses produtores, de maneira geral, enfrentam
as mesmas dificuldades. Atualmente, segundo o presidente da Apisa, o principal problema
que enfrentam é a baixa de preços do produto no mercado.

O quilo de mel, que chegou a ser comercializado por R$ 5,60 em 2004, está atualmente
cotado em R$ 2,40. Sérgio explica que, para compensar o custo, o ideal seria trabalhar
com um preço acima de R$ 3,00 ou aumentar a produção para venda no mercado interno.
Na expectativa de melhores dias, os apicultores decidiram estocar a produção, resultado
de três floradas do ano passado e que já acumula cerca de 110 toneladas. "Nessa
situação, o produtor não perde dinheiro, ele deixa de ter resultados mais lucrativos",
explicou Sérgio.

A recomendação da Apisa é de que os produtores despejem, gradativamente, o produto
no mercado interno, atendendo as demandas de estabelecimentos como supermercados e
mercearias. Até porque, explicou Sérgio, muitos apicultores já estão com a capacidade dos
tanques esgotada. Outra alternativa para tirar os apicultores do sufoco, declarou Sérgio,
poderia ser representada pelo comércio de sachê de mel, produto de fácil introdução no
mercado.

Parcerias são opção no Norte - A empresa Aracruz Celulose mantém um esquema de
parceria com os apicultores do Norte do Estado. Trata-se do programa Mel Solidário. A
indústria disponibiliza parte de suas florestas de eucalipto para os apicultores e estes
retribuem, doando para a Aracruz uma parcela do mel produzido. A empresa, por sua vez,
repassa o produto para instituições assistenciais do Espírito Santo, como a Associação de
Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e Pastoral da Criança de diversos municípios.

Os apicultores associados recebem um lote para se dedicar à produção de mel. Para isso,
elas passam por treinamentos ministrados por técnicos do Sebrae e do Instituto Capixaba
de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). São 3,6 toneladas de mel
produzidas desde a implantação do programa, em julho de 2004, por 15 comunidades e
apicultores profissionais. Desta produção, mais de 1 tonelada é doada. O programa atende
a famílias ligadas a associações de apicultores, produtores profissionais e moradores de
comunidades onde a Aracruz possui plantios florestais, além de fomentados do Programa
Produtor Florestal.

Curiosidades sobre o mel - Fabricação. Mel é um alimento geralmente encontrado em
estado líquido viscoso e açucarado, que é produzido pelas abelhas a partir do néctar
recolhido de flores. É processado pelas enzimas digestivas desses insetos e armazenado
em favos nas suas colméias para servir-lhes de alimento durante o inverno. Extração. O
mel é utilizado pela humanidade desde a pré-história. Por vários séculos, foi retirado dos
enxames de forma extrativista e até mesmo predatória, muitas vezes causando danos ao
meio ambiente e matando as abelhas.

Em casa. Existem registros de que, em torno de 2.400 a.C., os egípcios colocavam as
abelhas em potes de barro. A retirada do mel era ainda muito similar à caçada primitiva,
mas os enxames podiam ser transportados. Manejo. Com o tempo, o homem aprendeu as
técnicas de manejo dos enxames de forma que houvesse maior produção de mel sem
causar prejuízos ambientais. Isso deu origem à apicultura.

Sagradas - Muitas civilizações da Antigüidade consideravam as abelhas seres sagrados,
tanto que elas faziam até parte de cultos religiosos. Também deram origem a várias
lendas. O mel era muito usado pelos antigos egípcios, especialmente pelos sacerdotes, nos
rituais e cerimônias e também para alimentar animais sagrados. Durável. Nas pirâmides
dos faraós foi encontrado, entre vários tesouros, mel no estado cristalizado. Experiências
demonstraram que, mesmo depois de três milênios, o mel das tumbas dos antigos reis
egípcios ainda poderia ser utilizado para consumo.

Fonte: WebApacame – Veículo: A Gazeta - ES - Seção: Economia - Data: 08/01/2008 -
Estado: ES
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10 - Apicultores ganham certificação de produto orgânico

TEREZINA - Trezentos apicultores da Casa Apis, na microrregião de Picos, no sul do Piauí,
ganharam a certificação para mel orgânico. A informação é do gerente de Carteira de
Projetos de Apicultura do Sebrae no Piauí, Francisco Holanda. Esses apicultores estão
organizados em 156 apiários da região.

“Isso vai estimular a exportação do mel piauiense e agregar valor ao produto. A
certificação do mel não é um processo rápido, são várias etapas de adequação, desde o
campo, manejo até à agroindústria”, explica o gerente. O processo de certificação do mel
em orgânico teve como foco os mercados norte-americano e europeu. De acordo com a
certifier da Control Union Certifications, Carla Durão, foi montado todo um sistema de
controle de qualidade. A Control Union é uma empresa que disponibiliza diversas
certificações para elevar os padrões na Gestão de Qualidade, Agricultura Biológica,
Segurança Alimentar e Boas Práticas Agrícolas.

“Foi criado todo um sistema de controle de qualidade, com um manual de procedimentos
para os apicultores, definindo quais os padrões exigidos pelos mercados europeu e
americano. Durante um ano os apicultores receberam treinamentos e esses apiários foram
inspecionados e auditados pela Control Union”, explica Carla.

Casa Apis

A Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro, Casa Apis, foi inaugurada em
setembro de 2007 e é resultado de uma grande parceria entre diversas entidades públicas
e organizações não-governamentais como o Sebrae, Fundação Banco do Brasil, Governo
do Piauí, Federação das Entidades Apícolas do Piauí (Feapi), Rede Unitrabalho, Unisol
Brasil, prefeituras de 42 municípios envolvidos no projeto, além de cooperativas de
apicultores do Piauí (Campil, Cooapi, Comapi, Coopix, Coodevarpi, Coabel e Compai) e do
Ceará (Cooperanecta e Cooapis-Cariri).

Com investimentos de R$ 8 milhões e uma área de 11 mil metros quadrados, a Casa Apis
estimula o trabalho cooperado entre 1.800 apicultores e suas famílias, desde a boa
utilização das colméias até a exportação do produto. Em escala progressiva, a central terá
uma capacidade de processar 1.800 toneladas de mel/ano.

Serviço: Gerência de Projetos de Apicultura do Sebrae/PI - (86) 3216-1333 - Escritório do
Sebrae em Picos - (89) 3422-3919 - (Com agência Sebrae)

Fonte: WebApacame – Veículo: Panorama Brasil - Seção: Geral - Data: 09/01/2008 -
Estado: SP
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11 – Produtores de mel do litoral gaúcho lançam a logomarca ApiVerde

Objetivo é destacar aspectos da região no Rio Grande do Sul e agregar valor ao produto
comercializado

Da ASN/RS - Balneário Pinhal - A Associação dos Apicultores da Agricultura Familiar do
Túnel Verde do Balneário Pinhal (ApiVerde), no Rio Grande do Sul, composta por 15
apicultores-sócios e com produção média de 20 caixas de abelhas por apicultor, está
lançando sua logomarca. Entre os objetivos do grupo estão o aumento da produtividade,
do número de associados e a ampliação do trabalho organizado que permita aos
apicultores saírem da informalidade.

Os empreendedores participam do programa Juntos para Competir, ação impulsionada
pelo Sebrae no Rio Grande do Sul em parceria com a Federação da Agricultura do Rio
Grande do Sul (Farsul) e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar). O programa
busca organizar e aprimorar as cadeias produtivas do agronegócio no Rio Grande do Sul,
como a bovinocultura de corte, a suinocultura, a ovinocaprinocultura, a fruticultura, a
floricultura, a vitivinicultura, a apicultura e a cultura da cana-de-açúcar e derivados.
Balneário Pinhal, município litorâneo do Rio Grande do Sul, está 95 quilômetros distante de
Porto Alegre.

A logomarca ApiVerde foi criada pela consultora do Sebrae/RS Arlene Lubianca em
conjunto com apicultores e teve o intuito de identificar características próprias da região,
agregando valor ao produto e proporcionando maior renda aos produtores. Além da
consultoria, os apicultores também receberam capacitação sobre manejo técnico apícola.

Segundo Arlene, o enfoque da marca é a ecologia e o conceito principal são os ciclos da
natureza, que representam aspectos como sustentabilidade, renovação e continuidade. A
iniciativa representa um passo à frente nas atividades do núcleo de apicultura, que desde
o ano passado tem trabalhado para aperfeiçoar a gestão e a operacionalidade da produção
de mel no município.

O técnico em agronegócio do Sebrae/RS, Thiago Camargo, lembra que os apicultores
envolvidos com os projetos da associação já elaboraram, com a orientação do consultor
do Programa Juntos para Competir, Mauro Zamperetti, o Regimento Interno da entidade.
De acordo com Camargo, o texto reúne todas as normas de funcionamento do entreposto
de mel e as de manejo dos apicultores. Os apicultores encaminharão ao Ministério da
Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa), o registro no Serviço de Inspeção Federal
(SIF), licença de funcionamento que permitirá a venda dos produtos dos apicultores
associados em todo o território nacional. “Estamos colaborando para a diminuição da
informalidade na atividade”, avalia o técnico.

A Associação dos Apicultores da Agricultura Familiar do Túnel Verde do Balneário Pinhal
fazia parte do Programa Empreender e também do projeto Pólo de Apicultura do RS. A
partir de 2008, a Associação passa a integrar o projeto Apicultura do Litoral Norte Gaúcho.
O objetivo é proporcionar o desenvolvimento da cadeia apícola da região, buscando o
aumento do volume de mel comercializado formalmente; a capacitação dos apicultores e a
variedade de opções para o consumidor na forma de consumir o mel.

De acordo com Camargo, os apicultores da ApiVerde vêem uma perspectiva de
profissionalização na produção do mel, buscando a formalização das suas atividades. O
Programa Empreender é uma ação de orientação e sensibilização destinada às empresas
de uma mesma região e setor, com o objetivo de estimular a geração de emprego e
renda, o associativismo e o aprimoramento gerencial.

Fonte: ASN (Agência Sebrae de Notícias) - Serviço: Assessoria de Comunicação do
Sebrae/RS - (51) 3216-5165 ou (51) 3216-5182 - Central de Atendimento ao Cliente do
Sebrae/RS - (51) 3216-5006 - Sebrae Litoral: (51) 3601.0068 – 9/01/2008
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12 – 17º CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA, de 1 a 04 de junho de 2008, Belo
Horizonte - MG

O 17º CONGRESSO BRASILEIRO DE APICULTURA, o mais significativo evento nacional de
apicultura, terá como tema principal Abelhas para a Humanidade: Produtividade, Qualidade
e Meio Ambiente. Na oportunidade, serã o realizados, em paralelo, o 3º Congresso
Brasileiro de Meliponicultura (01 a 04 de junho), a Feira de produtos Apícolas (01 a 08 de
junho), Rodada de Negócios, Clínicas Tecnológicas, Oficinas, Mini Cursos e Encontro
Brasileiro do Projeto APIS (Apicultura Integrada e Sustentável). A promoção do evento é
da Confederação Brasileira de Apicultores - CBA, Federação Mineira de Apicultura - FEMAP,
e do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas - SEBRAE.

A Feira Apícola acontecerá no mesmo período do Congresso, de 01 a 08 de junho de 2008.
O objetivo é prospectar negócios no segmento e propiciar aos agentes envolvidos
oportunidade para contatos diretos de negócios, de forma ágil e dinâmica, aproximando
fornecedor, cliente, instituições governamentais, associações de classe e empresários
nacionais e internacionais. É importante destacar que a Feira acontecerá em paralelo com
a SUPERAGRO.

A SUPERAGRO Minas estará em 2008 na sua quarta edição, confirmando o perfil de uma
das mais importantes feiras de negócio nas áreas rural e agroindustrial de Minas Gerais.
Um dos indicadores do sucesso é confirmado pelas edições anteriores em volume de
negócios e público visitante, com 150 mil pessoas em 2005, e 160 mil pessoas em 2006 e
150 mil pessoas em 2007.

Fonte: http://www.congressoapicultura2008.com.br - www.femapmg.com.br -
www.brasilapicola.com.br
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13 – EE.UU.- NÂO DEMASIADAS COLMEIAS PARA POLINIZAM AS CULTURAS EM
CALIFORNIA

Desorden de Colapso da Colmeia continua a injuriam investigadores e dizimar colméias.
Bob Koehnen, um apicultor e agricultor na pequena cidade de Glenn, Sacramento Valley ,
tem uma grande preocupação. Koehnen normalmente coloca seu 15,000 colmeias para
trabalhar em seu pomares, polinização 3,000 hectares (1224 hectares), de nozes e
amêndoas. Este ano ele enfrenta a perspectiva de contratação apicultores cujos preços
irão saltar por causa de um país em declínio abelhas.

Fonte: Notícias Apitrack nº 22 – 11/10/2008 -
http://www.sacbee.com/101/story/623661.html -
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14 – ¿Saben matemáticas las abejas?

Puede parecer una pregunta tonta, pero ¿saben matemáticas las abejas?.Este hecho ya
fue constatado por Papus de Alejandría, matemático griego que vivió del año 284 al 305.
Su afirmación se basaba en la forma hexagonal que imprimen a sus celdillas las abejas
para guardar la miel.

Las abejas, cuando guardan la miel, tienen que resolver varios problemas. Necesitan
guardar la miel en celdillas individuales, de tal manera que formen un mosaico sin huecos
ni salientes entre las celdillas, ya que hay que aprovechar el espacio al máximo. Solo
podrían hacerlo con triángulos, cuadrados y hexágonos. ¿Por que eligieron entonces los
hexágonos, si son mas difícil de construir?.

La respuesta es un problema isoperimétrico (del griego "igual perímetro"). Papus había
demostrado que, entre todos los polígonos regulares con el mismo perímetro, encierran
mas área aquellos que tengan mayor número de lados. Por eso, la figura que encierra
mayor área para un perímetro determinado es el círculo, que posee un número infinito de
lados.

Por eso las abejas construyen sus celdillas de forma hexagonal, ya que, gastando la
misma cantidad de cera en las celdillas, consiguen mayor superficie para guardar su miel.
La pregunta es: ¿y quien le enseñó esto a las abejas?....
Fonte: Notícias Apitrack nº 22 – 11/10/2008 – http://www.diariodelhenares.com/?
p=Y2xhc2UlM0Rub3RpY2lhcyUyM2Z1bmNpb24lM0Rtb3N0cmFyX25vdGljaWElMjNpZCUzRDEz
MjYw
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15 – EE.UU.- AS PLANTAÇÕES DE GRÃOS GENETICAMENTE MODIFICADOS PODEM MATAR
AS ABEJAS?

John McDonald disse que isto é possível, agregando que como apicultor com alguma
formação como biólogo, entende que pode ser útil investigar a relação entre os plantios de
grãos geneticamente modificados e a rápida desaparição de colméias.

Fonte: Notícias Apitrack nº 22 – 11/10/2008 –
http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2008/01/07/02083.html
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16 – Excesso de chuvas prejudica produção de mel no RS –

Apicultores gaúchos prevêem queda de 50% na produção de mel neste ano. Temporais
derrubaram flores.

Apicultores do Rio Grande do Sul estão prevendo queda de 50% na produção de mel. O
excesso de chuva dificultou o trabalho das abelhas.

Alvize Cadore é produtor de mel em Barão de Cotegipe. Ele tem 450 colméias, mas na
maioria delas, a quantidade de mel decepciona. De acordo com o apicultor, esta é a
segunda pior safra dos últimos dez anos. “A perda desse ano em comparação ao ano
anterior é de 50% a 70%. O motivo foi muita chuva na época da florada, e até duas
chuvas de granizo que caíram na região com muita força e derrubaram todas as flores que
tinham na produção”, conta.

Numa safra normal, em cada colméia são colhidos 30 quilos de mel. Neste ano, Cadore
acredita que a média não vai ultrapassar seis quilos. Os 1.300 apicultores do Alto Uruguai
devem colher 50 toneladas, a metade do previsto. “Na verdade, a principal safra de mel
da nossa região está comprometida. Ela representa aproximadamente 70% do mel colhido
na região e está com baixíssima produtividade”, avalia o agrônomo Carlos Alberto
Angonese. O Rio Grande do Sul é o estado que mais produz mel no Brasil.

Fonte: Notícias Apitrack nº 22 - 04/01/2008 - http://g1.globo.com/Noticias -
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17 - ROMÊNIA- O MEL É UM ALIMENTO "VIVO", A AÇÚCAR REFINADA ESTÁ
BIOLOGICAMENTE "MORTA"

Trabalho sobre análisis da qualidade do mel através do procesos de "Cristalização
Sensível", preparado por Cristina Cîmpean - MD; Cornel Hotiu - CCI técnico. O estudo
comparativo demonstra que cada tipo de mel tem: a) biologicamente um alto valor
nutricional e uma carga extraordinária de vitalidade; b) As imagens específicas sobre a
cristalização de mel mostra que são muito similares as obtidas pelo mesmo processo das
plantas; este fato sugere uma transferência sui - Genes da vitalidade das plantas visitadas
pelas abelhas, o mel; com o mel fresco as imagens de cristalização sensível são mais
complexos, o que reflete desta maneira o alto valor biológico da mesma, c) mel é a
"vida"
dos alimentos em comparação com o açúcar refinado, que mostra ser biologicame
nte "morta".

Fonte: WebApacame – Notícias Apitrack nº 22 - 04/01/2008 -
http://apitherapy.blogspot.com/search/label/Honey
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18 – VIII CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFÍA APÍCOLA

Estimados amigos, tengo el placer de enviaros las bases de la nueva convocatoria del
concurso internacional de fotografía apícola que como podéis ver ha tenido un incremento
importante en el importe de los premios.

Os ruego que deis a estas bases la máxima divulgación posible y quedo a vuestra
disposición para cuantas aclaraciones necesitéis. Muchas gracias por vuestra colaboración.
Agustín Arias Martinez - Aula Apícola Municipal - Azuqueca de Henares - Guadalajara-
España - aulaapicola@...

***
VIII CONCURSO INTERNACIONAL DE FOTOGRAFÍA APÍCOLA

Las Concejalías del Medio Ambiente y de Cultura del Excmo. Ayuntamiento de Azuqueca
de Henares, por medio del Aula Apícola Municipal, convocan el presente concurso de
fotografía apícola que se regirá por las siguientes

BASES –

PARTICIPANTES: Podrá participar en el presente concurso cualquier persona física o
jurídica de cualquier país del mundo.

TEMA: El tema a desarrollar será la apicultura en cualquiera de sus aspectos, biología,
flora, productos, colmenas y colmenares, usos y costumbres, comercio, promoción, arte,
etc.

Se valorará especialmente el aspecto humano de las fotografías apícolas. Las fotografías
deberán ser originales e inéditas. Se establece un apartado especial para las fotografías no
inéditas de interés histórico o artístico .

TÉCNICAS: Todas, incluida la fotografía digital, pudiendo presentarse en blanco y negro o
color.

APARTADOS: Se establecen los siguientes apartados:

Foto individual.
Reportaje. Para el conjunto de tres a cinco fotos con unidad temática. Foto histórica. Para
la recuperación de fotos no inéditas de interés histórico o artístico. RESENTACIÓN: Las
fotografías se podrán presentar: En papel, sin montar y con un tamaño mínimo de
fotografía de 13 x 18 cm. En soporte informático, disco flexible, CD etc.

Por correo electrónico. El numero máximo de fotos por autor será de cinco, pudiendo
constituir un reportaje o ser fotografías independientes.

Mais informações no site: http://www.aulaapicolazuqueca.com/
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19 – Exportação de mel atinge US$ 19 milhões em onze meses

O valor acumulado de janeiro a novembro de 2007 representa uma queda de 13,7% das
exportações, na comparação com o mesmo período de 2006

Giovana Perfeito - João Medeiros - Rio Grande do Norte foi o estado que registrou maior
alta nas exportações

Brasília - De janeiro a novembro do ano passado, o valor acumulado com a exportação de
mel brasileira atingiu US$ 19,1 milhões. Esse resultado, em relação ao mesmo período de
2006, representa uma queda de 13,7% das exportações. No entanto, essa receita ainda é
quase 17% superior aos valores exportados de janeiro a novembro de 2005 (US$ 16,3
milhões), quando o Brasil ainda não estava sob a imposição do embargo europeu.

Os principais estados exportadores de mel em 2007 foram São Paulo (US$ 6,65 milhões),
Ceará (US$ 2,68 milhões), Rio Grande do Sul (US$ 2,62 milhões), Piauí (US$ 2,34
milhões), Santa Catarina (US$ 2,19 milhões), Paraná (US$ 1,32 milhão) e Rio Grande do
Norte (US$ 865,55 mil). Este último estado obteve o maior aumento no valor das
exportações (+ 43,2%) na comparação com o ano de 2006. Além do Rio Grande do Norte,
outros dois estados tiveram incrementos nos valores exportados: Rio Grande do Sul
(+16,6%) e Minas Gerais (+7,8%).

O preço médio praticado de janeiro a novembro do ano passado foi de US$ 1,63 por quilo
de mel, superior ao US$ 1,59/Kg praticado no mesmo período de 2006. Nesse período,
89,7% das exportações brasileiras de mel foram destinadas ao mercado americano (US$
17,012 milhões). Vale lembrar que, desde 2005, o Brasil passou de sétimo para o quarto
maior exportador de mel para os Estados Unidos da América.

Os dados constam do levantamento consolidado pelo consultor da Unidade de
Agronegócios do Sebrae e coordenador nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável
(Rede Apis), Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de
Comércio Exterior via Internet (Alice-Web), da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Reginaldo Resende aponta na análise que, embora o cenário para os próximos meses seja
de estagnação do mercado, este quadro pode se reverter. Há indícios de que a Europa
possa estar com um estoque de mel considerado baixo para o inverno europeu. Além
disso, há o provável retorno das exportações de mel do Brasil para a Europa. Esse cenário
é decorrente do aparente êxito da missão da União Européia que avaliou, em fevereiro do
ano passado, a implementação do Programa Nacional de Controle de Resíduos.

“No entanto, para retornar as exportações para a Europa, o setor deverá se preparar para
responder a outro desafio: a exigência de implantação do Sistema de Controle Crítico de
Análise de Riscos (HACCP/APPCC)” , diz Reginaldo. Segundo ele, um outro complicador é
a possível exigência de Serviço de Inspeção Federal (SIF) para as Casas de Mel
fornecedoras para os entrepostos que pretendem exportar para a União Européia. “Na
interpretação do setor exportador, isso extrapola as exigências da União Européia em
relação ao HACCP”, conta.

Fonte: Agencia Sebrae de Notícias - (61) 3348-7494 / 2107-9362 / 2107-9359 – ASN
(Agência Sebrae de Notícias) – 1401/2008
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20 – Notícias sobre as exigências do MAPA: REGISTRO DE APIÁRIO em todos fornecedores
de mel - SIF homologado para exportar ao mercado Europeu .

Prezado colegas de trabalho

Estaremos reunidos dia 21 de janeiro , é importante que todos estejam presentes , para
juntos definirmos a estratégica que a ABEMEL vai adotar frente a este segundo embargo
imposto pelo MAPA : REGISTRO DE APIÁRIO em todos fornecedores de mel - SIF
homologado para exportar ao mercado Europeu .

Henrique Farnaldo, Henrique Breyer e eu estivemos reunidos com o MAPA dia 07 de
dezembro , para tratar de negociar uma melhor condição com fins de eliminar esta
exigência , mas sem sucesso até o presente momento , e diante da possibilidade da
retirada do primeiro embargo ao mel Brasileiro a retorno a Europa , temos que definir
nossa postura e trabalhar para tal .

Incluir na Pauta desta assembléia:

1) Apresentação da atual deliberação do MAPA ao setor para retornar a exportar a Europa -
reunião do dia 07/12/07; 2) Documentos que os entrepostos devem enviar por e mail ou
entregar sem FALTA a secretária da Abemel , o nome , cidade e estado de 15 melhores
casa de mel que tem viabilidade de implementar o registro do SIF , conforme email que a
Silvia enviou a todos dia 20 dezembro , infelizmente temos que apresentar algo ao MAPA ,
porque ele diz que o setor não esta fazendo nada e pediu para entregarmos os
documentos sem falta , ontem a Dra Luciana me ligou para saber deste processo que até
agora não recebeu nada, e depois disto talvez tenhamos como negociar algo mais firme
diante de demonstração de fatos; - 3) Definir a estratégica da ABEMEL para conduzir este
segundo embargo; - 4) Implementação do HACCP nos entrepostos , reconhecido pelo
MAPA, conforme circular 790 CGPE

Fonte: Joelma Lambertucci de Brito - apacameplenario@yahoogrupos.com.br -
conzara@terra.com.br - 18/01/2008
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br
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