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Informativo - nº085 - Julho de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 85 - 07 de Julho de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 – Um minuto de reflexão; 2 - Estudo elucida como ocorre a definição do sexo das
abelhas; 3 – DF: Feira do Mel em Brasília atrai mais de três mil visitantes; 4 - Apicultores
na Alemanha acusam defensivos agrícolas de matar enxames; 5 - Morte de Abelhas na
região de Baden (região do interior da Alemanha); 6 – Abelhas são fonte de renda para
grupo de 30 francanos; 7 – Interessados podem aprender passo a passo; 8 - Empresas
firmam parceria para investir no Piauí; 9 – Estudante de São José faz pesquisa com novo
própolis; 10 – Instituto detecta veneno altamente neurotoxicológico em abelhas mortas;
11 - MT Regional quer fomentar cadeia produtiva do mel em Mato Grosso; 12 – Abelha
africanizada em Flor de Cosme; 13 - Abertas inscrições para o Seminário Estadual de
Apicultura; -14 - Ladrões furtam caixas com abelhas Europa em apiário do município; 15 -
Pequenos produtores são maioria em Goiás; 16 - Com Suíça, aumenta para sete os
número de países europeus que rejeitam transgênicos; 17 - Beneficiamento em Orizona;
18 – Europa: Abelhas mortas enfrente ao alvado
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1 – Um minuto de reflexão

· "Ninguém é tão grande que não possa aprender, nem tão pequeno que não possa
ensinar." - Autor desconhecido

· "Comece por fazer o que é necessário, depois o que é possível e de repente estará a
fazer o impossível." - São Francisco de Assis
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2 - Estudo elucida como ocorre a definição do sexo das abelhas

Da Reportagem Local - Um grupo de brasileiros e alemães acaba de dar mais um passo
na elucidação de um mistério que atormenta a biologia: o que determina o sexo das
abelhas.
Os cientistas já sabem que ovos não-fertilizados dão origem a machos, enquanto dos
fertilizados emergem as operárias ou rainhas. Mas ninguém ainda explica direito quais são
os mecanismos genéticos envolvidos.

"Conseguimos isolar mais um gene que ajuda a explicar a determinação do sexo desses
invertebrados", disse à Folha o pesquisador brasileiro Carlos Gustavo Nunes-Silva, do
Centro Universitário Nilton Lins (AM). Ele é um dos autores do estudo sobre abelhas
publicado hoje on-line na revista "Nature".

O gene identificado foi batizado fem (de "feminizador"). Ele está na mesma região do
cromossomo do gene csd ("determinador complementar de sexo"), que havia sido descrito
em 2003, também pelo grupo alemão que assina o artigo atual. Quando estudava no Inpa
(Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), o brasileiro teve contanto com o laboratório
de Düsseldorf. Ao contrário do mecanismo X e Y, dos seres humanos, as abelhas são do
sexo feminino quando possuem duas cópias dos genes descobertos agora
(são "diplóides"). Normalmente, uma única cópia, vinda da mãe, dá origem a um macho.
(Eduardo Geraque)

Fonte: WebApacame – Veículo: Folha de S. Paulo - Seção: Índice de notícias - Data:
26/06/2008
Estado: SP
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3 – DF: Feira do Mel em Brasília atrai mais de três mil visitantes

Brasília/DF - A 17ª edição da Feira do Mel do Distrito Federal foi um sucesso de público.
Segundo os organizadores, mais de três mil pessoas visitaram o Jardim Botânico de
Brasília durante os três dias da Feira, realizada de 20 a 22 de junho. O evento, apoiado
pelo Sebrae/DF, faz parte das ações do projeto Apis (Apicultura Integrada e Sustentável).
Uma das atrações mais concorridas foi a demonstração do processo completo de
beneficiamento do mel. Guiados por um apicultor, os visitantes acompanharam desde a
retirada da cera do favo até que o mel fosse coado.

O analista de sistemas Alex Sandro Martins aproveitou para levar a filha de cinco anos
para conhecer como o mel que ela tanto gosta é manipulado. “É importante conhecer todo
o processo para ver como é feita a assepsia do produto que consumimos”, diz. “Para nós,
a satisfação do público com nossos produtos é a maior recompensa”, replica o apicultor
Manoel Pereira da Silva. Ele participa da Feira desde a primeira edição e comemora os
resultados. “Esse ano a feira superou as expectativas, principalmente por causa das
atrações inéditas como a casa de beneficiamento do mel”, afirma.

Com tantos benefícios para a saúde e para a economia local, o mel está no foco do
Sebrae/DF, que promove apoio técnico permanente para os apicultores. Na semana
passada, foi lançado o projeto Apis do DF para dar continuidade às ações que vêm sendo
desenvolvidas no setor ao longo dos anos. Em parceria com a Federação da Agricultura e
Pecuária do DF, a Emater, o Senar, o SindiApis, a Associação do Apicultores e o Banco do
Brasil, o Sebrae/DF vai desenvolver ações de capacitação até 2010.

“O objetivo do projeto Apis é melhorar a renda e a qualidade de vida do apicultor, além de
aumentar a produção e abastecer todo o mercado local”, afirma a gestora do projeto,
Patrícia Ferreira Batista. Segundo ela, o projeto prevê outras duas feiras de apicultura
ainda este ano, com data a ser definida. Uma no Parque da Cidade e outra no Parque
Olhos D’Água, na Asa Norte.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - WebApacame - Veículo: Página Rural - Seção:
Notícias - Data: 25/06/2008 - Estado: RS
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4 - Apicultores na Alemanha acusam defensivos agrícolas de matar enxames

A leitora Mila Ramon traduziu do alemão, para AmbienteBrasil, mais uma notícia
preocupante na Alemanha sobre a ligação entre prejuízos na produção apícola e
defensivos agrícolas. Segundo as informações, vem sendo observado um “definhamento”
nos enxames, o que levou o presidente dos apicultores de Baden (região no interior do
país), Ekkehard Hülsmann, a redigir uma carta de “alerta máximo” ao ministro da
Agricultura, na qual ele exige medidas urgentes para evitar maiores perdas.

Ainda conforme a notícia, os apicultores supõem, devido a experiências semelhantes
colhidas na Itália, onde há sementes de milho tratadas com Clothianidin, um veneno muito
forte, de efeito neurotóxico, que este é responsável pela morte dos enxames. O fabricante
do veneno agrário é a empresa BayerCropscience, de onde também vem o produto com o
princípio ativo precedente ”Imidacloprid” que, na França, já foi responsabilizado pela morte
em massa das abelhas. Em comparação com o Imidacloprid, o Clothianidin é muitas vezes
mais venenoso. Os apicultores italianos, onde o plantio do milho já aconteceu há algumas
semanas, puderam constatar nas análises de amostras de abelhas mortas a substância
ativa Clothianidin.

Fonte: http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=38123 - 15/05/2008 -
ascom@ambientebrasil.com.br>
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5 - Morte de Abelhas na região de Baden (região do interior da Alemanha)

Tradução: Wolfgang Denecke e Mila Ramon - O que a primeira vista parece estar
desconectado, torna-se ao segundo olhar uma séria ameaça para os enxames de abelhas
em diferentes regiões da Alemanha. Atualmente os apicultores de Baden* (*Região de um
estado no sul da Alemanha) apontam, apesar do bom tempo, enfraquecimento massivo de
sua colméias, até colapso dos enxames às margens do rio Reno.

Não é somente no escritório da “Associação dos Apicultores de Baden” que os telefones
estão a ferver. Tradicionalmente 50% dos enxames dos apicultores de Baden-Würtenberg
passam o inverno nas matas ciliares (Auwälder) do vale do rio Reno. O clima de inverno
suave, assim como um bom
desenvolvimento das colméias durante a primavera, devido uma boa provisão de néctar e
pólen das flores de Weidenkätzchen (Salicaceae - Salix), cerejas silvestres e Bärlauch
(Allium ursinum, Syn.: Allium latifolium), proporcionam aos enxames um desenvolvimento
e crescimento mais rápido
para que consegam alcançar o número populacional necessário.

Este ano é diferente e o apicultor profissional Christoph Koch, não está observando o
crescimento de seus enxames e sim um definhamento, como se fossem neve derretendo
no sol. Mas também o presidente dos apicultores de Baden (Landesvorsitzende der
Badischen Imker) Ekkehard Hülsmann anuncia alarmantes e redigiu uma carta de ALERTA
MÁXIMA ao Ministro da Agricultura de Baden Würtemberg, aonde ele exige medidas
urgentes para evitar maiores perdas.

Os apicultores supõem, devido as experiências semelhantes colhidas na Itália, aonde as
sementes de milho tratadas com “Chothianidin”, um veneno muito forte, de efeito
neurotóxico, que este é responsável pela morte dos enxames. O fabricante do veneno
agrário é a empresa BayerCropscience, donde também vem o produto com o princípio
ativo precedente ”Imidacloprid”, que na Franca já foi responsabilizado pela morte em
massa das abelhas. Em comparação com o Imidacloprid o Clothianidin é multiplas vezes
mais venenoso. É utilizado para combater um inseto que ataca as raízes do milho – Mais-
Wurzelbohrer (Diabrotica virgifera; engl.: western corn rootworm – originário da américa
do norte, foi introduzido na europa) e parte de Baden Würtemberg e Bavaria são regiões
que constam a presença do Mais-Wurzelbohrer (Maiszünsler).

Os apicultores italianos, onde o plantio do milho já aconteceu há algumas semanas,
puderam constatar nas análises de amostras de abelhas mortas a substância ativa
Clothianidin. Clothianidin e um componente do veneno agrário Poncho Pro que é usado
para tratar os grãos de milho para semeadura. Supõem-se que através da utilização de
maquinas de plantadeiras que o pó levantado é levado pelo vento até aos campos floridos
de colza e pastos ou ainda para poças de água visitadas pelas abelhas.

O quanto este produto é considerado perigoso mostra uma advertência do serviço
veterinário francês no início da primavera, aonde insistiram em aconselhar os apicultores a
não migrarem com suas colméias para regiões tratadas convenientemente, ainda sim, a
de evitar estas regiões pelos próximos anos, pois Clothianidin se decompõe muito devagar
no solo, ainda mais que os produtos desta decomposição são em partes ainda mais tóxicos
que o próprio Clothianidin.

Apicultores da região de Alsacia/Elsaß já protestaram contra a utilização de Chothianidin e
exigem a proibição. Na sua carta ao ministro Hauk, Christoph Koch exige igualmente um
rápido esclarecimento.“Isto nós desejamos aqui principalmente também para impedir uma
possível expansão desta problemática para as outras colméias de toda a Alemanha, pois já
tememos agora uma catástrofe muito grande! ” Ekkehard Hülsmann exige a instalação de
uma Comissão Especial no ministério, que de imediato cuidará os trabalhos do
esclarecimento da morte em massa das nossas colméias e esclarece a responsabilidade e
a restituição dos danos.

Ao mesmo tempo exigimos de vossa excelência, como Ministro do Ministério de Proteção
ao Consumidor, uma explanação pública para a população na região da morte sobre a
dimensão do envenenamento surgido. O Instituto Nacional de Biologia de Braunschweig
(Biologische Bundesanstalt in Braunschweig) calcula que os primeiros resultados da análise
das amostras enviadas sairão no meio da próxima semana. Dai veremos se futuramente
também na Alemanha teremos que instalar “No-Go-Áreas” para os apicultores.

Contato para perguntas: Apiário Koch – Christoph Karl-Friedrichstr, 15 - D 77728
OPPENAU tel.: 07804 3589 - fax: 07804 2192 - e-mail: imkerei.koch@t-online.de -
Newsletter: http://www.imkerbund.org - 08.Maio.2008

Mila Ramon - c/o Eimermacher Bruchsaler Straße 13 - D-10715 Berlin - Tel.: +49 (0)30
854 80 65
e/und/and Mila Ramon - Sítio Três Barras - Caixa Postal 009 – CEP 83570-000 - Cerro
Azul - Pr – BR - Tel.: +55 (0xx41) 3662 1201
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6 – Abelhas são fonte de renda para grupo de 30 francanos

Dirceu Garcia/Comércio da Franca – Zumbido Rentável - Célio Rodrigues, técnico em
agropecuária, abre caixa de abelhas mantida no Parque “Fernando Costa”. Técnicas de
manejo da colméia são aprendidas no curso

Marco Felippe - da Redação - O zumbido de abelhas pode não ser agradável. Mas os
resultados alcançados com a sua criação e, conseqüentemente, com a produção do mel
motivaram a Prefeitura de Franca, por meio da Divisão de Atividades Produtivas, a
incentivar a apicultura entre agricultores de Franca e região.

A iniciativa inclui um curso, que ensina como começar a criação e as principais e mais
modernas técnicas de manejo. Além disso, ainda oferece todo o suporte técnico para
centrifugar, filtrar, decantar e envasar o mel. O curso é em parceria com o Senar (Serviço
Nacional de Aprendizagem Rural).

A idéia da Prefeitura é fazer com que a apicultura se torne a principal atividade geradora
de renda do agricultor. Atualmente dos 30 criadores acompanhados pela Divisão, apenas
seis deles vivem exclusivamente da criação de abelhas. “Queremos aumentar o número
de criadores e qualificar os que têm a apicultura como renda secundária para disputar o
mercado consumidor e transformá-la na principal geradora de renda”, disse Heitor Lima,
diretor da Divisão de Atividades Produtivas.

O investimento na construção de um apiário é considerado baixo, gira em torno de R$
1500 (dez colméias e mais enxames), podendo propiciar um retorno financeiro de R$ 15
mil anuais no prazo de 12 meses. As caixas com as colméias devem ficar em áreas
abertas ou ociosas, como APPs (Áreas de Preservação Permanente), e longe de culturas
onde são utilizados agrotóxicos.

É necessário também adquirir equipamentos como roupas e luvas apropriadas, além de
um fumegador, que, juntos, custam em torno de R$ 150, para o manejo das colméias. “As
abelhas produzem mel, pelo menos, três vezes ao ano, mas as visitas ao apiário devem
ser mensais ou até quinzenais e cercadas de todos os cuidados”, explicou Célio Augusto
Rodrigues, técnico em agropecuária.

OPERÁRIAS - Abelhas criadas no Parque de Exposições. Conjunto (enxame mais colméia)
custa, em média, R$ 150. Cada colméia produz, em média, 15 quilos de mel ao fim das
três safras (junho, setembro e novembro), produção que, envasada, pode ser vendida
para farmácias, supermercados, varejões e lojas especializadas.

“No restante dos meses não há produção de mel, mas o criador precisa preparar as
abelhas para a próxima florada”, disse Rodrigues, que no período da entressafra alimenta
as abelhas com uma ração à base de soja e milho. O objetivo é deixá-las fortes para que
possam aproveitar a safra das flores logo nos primeiros dias.

“É um investimento que vale a pena e pode ser tocado em parceria com outro tipo de
cultura, como produção de laranja ou eucalipto. O retorno vem logo no primeiro ano da
criação”, afirmou o técnico.

Fonte: WebApacame - Veículo: Comércio da Franca - Seção: Local - Data: 28/06/2008 -
Estado: SP
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7 – Interessados podem aprender passo a passo

Todo o processo para a montagem do apiário, as técnicas de manejo da colméia e as dicas
de como produzir um mel de qualidade fazem parte das aulas do curso de Apicultura
Prática, oferecido pela Divisão de Atividades Produtivas da Prefeitura de Franca em
parceria com o Senar.

A especialização tem duração de quatro meses e é dividida em cinco módulos. A aula
inaugural aconteceu na última quarta-feira e surpreendeu os idealizadores em relação ao
número de interessados. Para 18 vagas, compareceram quase 30 candidatos a
apicultores. “A procura foi excepcional, não esperávamos que despertasse tanto
interesse”, disse Célio Augusto Rodrigues.

O curso é gratuito e oferece aulas teóricas e práticas. As teóricas acontecem no Parque de
Exposições “Fernando Costa” e as práticas no apiário municipal, que é itinerante e costuma
estar em propriedades rurais próximas à cidade. “Para cada módulo são três dias de aula
durante a semana. O próximo acontece em julho, dos dias 7 a 11”, disse Rodrigues. Mais
informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3724-7080.

Fonte: WebApacame - Veículo: Comércio da Franca - Seção: Local - Data: 28/06/2008 -
Estado: SP
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8 - Empresas firmam parceria para investir no Piauí

Os projetos começam a ser executados a partir do próximo mês.

A Petrobras firmou uma parceria com o Programa de Combate a Pobreza Rural (PCPR) e a
Obra Kolping para o investimento de R$ 1,2 milhão em projetos produtivos de apicultura,
caprinocultura e artesanato em 6 municípios piauienses. O PCPR vai investir R$ 600 mil e a
Petrobras outros R$ 600 mil. A Obra Kolping vai prestar assistência técnica, capacitação e
intermédiar a comercialização dos produtos.

Os projetos começam a ser executados a partir do próximo mês. De acordo com o diretor-
executivo do PCPR, Fernando Danda, esta parceria tem por objetivo ajudar a reduzir a
pobreza rural, dando condições para que as famílias atendidas possam ter uma renda
mensal de no mínimo de R$ 500. No momento os municípios estão sendo criteriosamente
selecionados. No dia 05 de julho acontece em Pedro II a primeira reunião entre instituições
parceiras.

"Estas parcerias são importante porque integram ações que ajudam a mudar a realidade
de muitas famílias de baixa renda e principalmente aquelas que não apresentam renda
nenhuma. Este ano o PCPR , que ja renovou os conselhos em 222 municípios, vai agilizar a
execução destes projetos para que tenhamos o maior número de associações
beneficiadas. Recebemos inclusive a determinação do governador Wellington Dias de atuar
fortemente nos projetos de geração de renda das principais cadeias produtivas, como
apicultura, cajucultura, mandiocultura, ovinocaprinocultura e bacias leiteiras, dentre
outras", relata Fernando Danda.

Além da Petrobrás e da Obra Kolping o PCPR mantem parceria com o Sebrae, Banco do
Brasil, Banco do Nordeste e financiamento do Banco Mundial. São prioritários os projetos
produtivos que tenham sustentabilidade e eficiência para reduzir a pobreza rural.

Fonte: WebApacame - Assessoria - Veículo: Antena 10 - Seção: Notícias - Data:
27/06/2008 - Estado: PI
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9 – Estudante de São José faz pesquisa com novo própolis

Própolis vermelha pode ser usada na odontolgolia em pastas de dente e antissépticos
bucais - Simone Siqueira - Especial para o valeparaibano

Um novo tipo de própolis de origem brasileira, cor avermelhada e com efeito
antimicrobiano foi descoberto recentemente, e poderá gerar grandes benefícios através de
aplicações na área odontológica. O estudante Bruno Bueno Silva, doutorando da FOB
(Faculdade de Odontologia de Piracicaba) da Unicamp (Universidade de Campinas) foi o
responsável pela pesquisa, realizada durante dois anos no estado de Alagoas.

O joseense de 25 anos explica que a própolis possui efeitos anti-cáries, que segundo ele já
foram comprovados. Recentemente o jovem defendeu sua tese de mestrado sobre o
assunto. De acordo com o pesquisador, essa nova própolis foi chamada de "própolis
vermelha" devido à sua cor avermelhada, e apresentou características bem interessantes
para sua utilização.

Bruno explica que, no futuro, a própolis poderá ser utilizada em produtos odontológicos
como pastas de dente e anti-séptico bucais. Além disso, ela apresenta atividade
antioxidante, que também permite ser usada em alimentos e cosméticos. O pesquisador
ressalta que no Brasil existem vários tipos distintos de própolis, agora com treze tipos no
total. Bruno explica que isso ocorre devido à vegetação do Brasil, que é muito variada.

Segundo ele, como as abelhas usam as plantas próximas à colméia para produzi-la, a
composição química da própolis brasileira varia de acordo com a vegetação próxima ao
apiário. "Já existia uma classificação, onde foram estudadas mais de 600 amostras de
própolis brasileiras oriundas de diferentes regiões brasileiras. Nessas amostras, foram
identificadas 12 tipos de própolis, mas a vermelha não havia sido classificada. Por isso foi
chamada de própolis nova", disse.

Para que possa ser comercializada, exportada, e para que tenha um valor mais alto em
relação à venda, Bruno diz que antes de tudo é necessário ter conhecimento de qual
planta as abelhas estariam usando (origem botânica). “Agora no doutorado, que eu
comecei esse ano, o objetivo é descobrir quais são os compostos bioativos da própolis e
verificar se a mesma possui também atividade antiinflamatória."

Diferente de medicamento monodroga, a própolis apresenta vários princípios ativos em
sua composição. Bruno explica que é necessário descobrir quais desses princípios é o
responsável pela ação anti-cárie, antioxidante, e assim por diante. De acordo com o pai de
Bruno, o economista aposentado Albertino de Oliveira Silva, 58 anos, o resultado da
pesquisa realizada pelo filho foi surpreendente para toda a família. "Ele sempre foi muito
esforçado e sempre gostou muito de pesquisa. É algo interessante porque é um novo tipo
de própolis que poderá ser muito bom para as pessoas", disse.

Importância - Em termos científicos, a própolis apresenta grande importância por se tratar
de algo novo, cujas propriedades biológicas e compostos bioativos ainda não estão
totalmente elucidados, havendo necessidade de novos estudos, com possibilidade de
obtenção de patentes. Em termos de importância social e econômica, a própolis também
apresenta grande relevância, pois com os estudos a renda dos apicultores aumentaria,
uma vez que o valor de venda da própolis vermelha já teria atingido R$ 480 o quilo,
enquanto a própolis de São Paulo é vendida por R$ 150 o quilo.

"Isso faz com que seja agregado o valor econômico ao conhecimento gerado, fazendo com
que haja retorno de todo investimento feito em pesquisa no nosso país, e contribuindo com
um dos estados mais pobres do país", disse. Segundo ele, hoje pequenos apicultores já
estão se dedicando à produção de própolis vermelha e melhorando significativamente a
sua renda.

Entenda o que é a própolis vermelha - A própolis é uma resina não-tóxica coletada de
diversas partes das plantas como brotos, botões florais, exudatos resinosos, utilizada pelas
abelhas para selar frestas da colméia, embalsamar insetos que invadem a colméia e desde
a antiguidade, vem sendo utilizada com agente terapêutico na medicina popular. Para a
realização dos testes, foram utilizadas partes das plantas (caule, folhas, resinas) e
comparada a composição química dessas partes com a composição química da própolis,
para que fosse verificado qual planta possuia composição semelhante. O trabalho contou
com o apoio da FAPESP, CNPq e CAPES, através do financiamento dos materiais
necessários.

Descoberta foi feita em Alagoas - De acordo com Bruno Bueno Silva, a coleta da própolis e
descoberta da planta fonte foi feita no estado de Alagoas, pois é lá que é encontrada a
própolis vermelha e sua planta origem, que "nasce" ao redor da região de mangue. Na
primeira vez em que foi sozinho para o estado, Bruno contou com a ajuda de especialistas
da UFAL (Universidade Federal de Alagoas) para realizar as pesquisas no apiário. "A
experiência de ir para o apiário e vestir aquela 'roupa de apiário' no calor de Maceió foi
excelente. Eu aprendi muito sobre as abelhas, o que contribuiu para meu melhor
entendimento do porquê das própolis apresentarem tantas propriedades benéficas."

Fonte: WebApacame – Veículo: Jornal Vale Paraibano - Seção: São José - Data:
28/06/2008 - Estado: SP
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10 – Instituto detecta veneno altamente neurotoxicológico em abelhas mortas

Ha algumas semanas expressou Sr. Hallitzki (Deputado Estadual pelo Partido Verde da
Bavaria) seu temor sobre a pesticida Poncho Pro com isto a substancia ativa
Chothianidin seria a causa da morte das abelhas na região administrativa sul de Passau. A
investigação de um total de 14 amostras de abelhas enviadas ao Istituto Julius Kühn foi
comprovada em todas a substancia ativa Clothianidin . Ao mesmo tempo constataram os
cientistas, que a morte das abelhas nao tem nada a haver com doencas de abelhas.
Hallitzki esclarece: “ Os resultados do Istituto Julius-Kühn como instituto de investigacao
federal de plantas de cultivo è absolutamente explícito”

A investigacao tambem confirmou a suposicao do Sr Hallitzki de que a difusão do veneno
altamente neurotoxicológico Poncho Pro è difundido através da fricção nas sementes: as
abelhas coletam os polens contaminados de colza ou couve-nabiça (Brassica napus), dente
de leao (Taraxacum sect. Ruderalia), Bordo (Acer) e outras plantas cuja florada è ao
mesmo tempo que a semeadura/plantacão de milho e transportam a carga mortal em suas
colméias”.

O que mata abelhas também não é saudável para a pessoas Hallitzky critica novamente o
comportamento da Federação dos Agricultores e o Ministro da Agricultura que tentaram
minimizar o problema. “Abelhas são um bom indicador aprovado de como nós tratamos a
natureza.” Nossa maneira despreocupada de tratar a natureza também produz nas
pessoas mais e mais problemas, assim um aumento drástico de alérgicos.

“È claro, que para o Poncho Pro não deve ter aplicação mais na agricultura”. Como
alternativa corretamente ecológica considerando o meio ambiente, exige Hallitzky um
retorno a rotacao de cultivos, pelo menos nas zonas de cultivo de milho infectadas
por “Würzelbohrer (Obs: Diabrotica virgifera; engl.: western corn rootworm – originário
da américa do norte, foi introduzido na europa//Wolfgang Denecke). “ Além disso, nós e
nossos agricultores como também em geral devemos colocar seriamente nossa
convicção/opinião em relação ao uso de pesticidas no banco de prova.”

PRESSEMITTEILUNG LANDTAGSBÜRO – Maximilianeum - 81627 München - Telefon (089)
41 26-25 42 - eike.hallitzky@gruene-fraktion-bayern.de - www.eike-hallitzky.de

REGIONALBÜRO - Grabengasse 17 - 94032 Passau - Telefon (08 51) 490 95 26-0 - Telefax
(08 51) 490 95 26-2 - e-mail: buero@eike-hallitzky.de - Dieser Newsletter wird
herausgegeben von: Imkerei Honighäuschen Klaus Maresch Drachenfelsstraße 137 - 53639
Königswinter - Fon/Fax 02223 90 57 70 - klaus.maresch@honighaeuschen.eu -
http://www.honighaeuschen.eu/ - RSS-Feed der Imkerei Honighäuschen Der Blog der
Imkerei Honighäuschen
-
Fonte: Mila Ramon - c/o Eimermacher - Bruchsaler Straße 13 - D-10715 Berlin - Tel.: +49
(0)30 854 80 65 - e/und/and Mila Ramon Sitio Três Barras - Caixa Postal 009 - 83570-000
Cerro Azul - PR – BR - Tel.: +55 (0xx41) 3662 1201 – 27/06/2008
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11 - MT Regional quer fomentar cadeia produtiva do mel em Mato Grosso

Redação 24HorasNews - com AMM - Fomentar a apicultura em Mato Grosso e promover a
cadeia produtiva do mel desde a produção, passando pelo processamento até a
comercialização. Este é o principal objetivo do Grupo de Trabalho da Cadeia Produtiva da
Apicultura, formado hoje (02), durante reunião no MT Regional.

A proposta, segundo o coordenador do MT Regional, José Aparecido dos Santos (foto), é
envolver as secretarias de Governo, entidades e federações ligadas à apicultura para que,
juntas, possam desenvolver um plano estratégico voltado para o desenvolvimento e
crescimento da cultura do mel em Mato Grosso. “Todas as secretarias e órgãos convidados
para essa reunião já trabalham com setores da apicultura de forma isolada. O que
queremos é unir forças e melhorar o trabalho que já vem sendo desenvolvido. E como
resultado teremos uma apicultura forte, um produtor satisfeito e um produto de maior
qualidade”, esclarece.

Segundo o coordenador de apicultura do MT Regional, José Catarino Mendes, Mato Grosso
deve se tornar, em breve, um produtor de mel em potencial. Para ele o que garante um
cenário positivo para a apicultura do Estado é o fortalecimento das associações de
apicultores; a construção da casa do mel; manejo adequado; diversificação da produção,
regulamentação, implantação de unidade industrial e a comercialização certa do
produto. “Quem investe na apicultura visa o lucro e não pode ficar com o mel estocado.
Precisamos pensar, discutir e desenvolver todas as etapas da apicultura até o mel chegar
nas prateleiras dos supermercados”, explica.

De acordo com o prefeito de Conquista D’Oeste e vice-presidente da Confederação
Brasileira de Apicultores –CBA, Walmir Guse, o Brasil ocupa desde 2004 o quinto lugar na
lista dos maiores países exportadores de mel e está em 12º lugar no ranking de produção
mundial do produto. “Mato Grosso ainda é inexpressivo no mercado da apicultura nacional
e mundial. Porém temos grande chance de liderar esse mercado e colocar nosso produto
no topo”, afirma.

O prefeito explica que existem hoje no Estado cerca de 300 produtores de mel. A maioria
está concentrada na região Sudoeste e Nortão de Mato Grosso. Apenas oito associações de
apicultores estão filiadas à Federação de Entidades Apicultoras do Estado de Mato Grosso –
Feapesmat e outras 10 ainda estão em formação.

O Grupo de Trabalho da Cadeia Produtiva da Apicultura irá se reunir novamente, no
próximo dia 15, às 9h na sala de reuniões do MT Regional. Na ocasião será apresentado o
levantamento de viabilidade econômica da apicultura em Mato Grosso e será definido o
papel de cada parceiro no processo de trabalho. São parceiros do MT Regional: Senar/MT,
Sebrae/MT, Imeq, Sejusp, Indea, Ses, Seder, Mapa, Setecs, Feaspemat e Secitec.

Fonte: WebApacame – Veículo: 24 Horas News - Seção: Economia - Data: 02/07/2008 -
Estado: MT
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12 – Abelha africanizada em Flor de Cosme

A polêmica da Abelha africanizada - Abelhas africanizadas são o resultado do cruzamento
das raças européias, introduzidas no Brasil a partir

de 1839, e da Raça africana, trazida para o Brasil por Dr.Kerr em 1956. Sob condições
nunca bem esclarecidas, rainhas e zangões africanos escaparam da quarentena, dando
início à africanização dos Apiários brasileiros. Inicialmente esta nova raça assustou por sua
defensividade e diversos acidentes foram registrados. Ao decorrer do tempo, novas
formas de manejo e equipamentos mais seguros foram surgindo, e os apicultores
recuperaram o ânimo.

Nos dias de hoje, a abelha africanizada vem sendo valorizada cada vez mais. Além de sua
plena adaptação ao calor do Semi-árido, ela é produtiva e sua rusticidade descarta o uso
de remédios e antibióticos. O Brasil e especificamente o Nordeste são privilegiados quando
a questão é Mel orgânico, produto cada vez mais procurado no Mercado mundial.

É verdade que o IBAMA e Ambientalistas radicais não vêm com bons olhos a expansão das
abelhas
africanizadas. Alertam sobre o impacto que causariam, concorrendo com as abelhas
nativas sem ferrão. Além de respeitarmos rigorosamente a proibição de criação de
abelhas africanizadas dentro do Parque Nacional da Chapada Diamantina, temos uma
visão diferente baseada na nossa experiência prática de 15 anos. Criamos abelhas nativas
e africanizadas lado a lado, e acreditamos que um Apicultor consciente em muito pode
contribuir para manter o equilíbrio natural.

Diante dos incêndios e desmatamentos cada vez mais estúpidos (estes sim dizimam as
espécies nativas!) precisamos intensificar a criação de todas as abelhas, para acelerar a
produção de frutos e sementes, que por sua vez podem transformar-se em arbustos e
árvores!

É de se esperar, que toda futura ação do IBAMA venha a ser respaldada também na
afirmação que nós mesmos somos todos exóticos, ingerindo alimentos exóticos, vestindo
roupas de matérias exóticas etc., e que todo criador de abelhas por natureza é algo como
um fiscal ambiental. Logo é mais agradável tê-lo como parceiro do que como inimigo!!

Fonte: http://flor.nativa.blog.uol.com.br/ - Associação de Apicultura do Vale do Capão –
Acesso em 04/07/2008 - Pedro Constam - flor.nativa@uol.com.br
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13 - Abertas inscrições para o Seminário Estadual de Apicultura

Os apicultores e os meliponicultores do Rio Grande do Sul, estados e países vizinhos, têm
um compromisso agendado para agosto: trata-se do XIII Seminário Estadual de
Apicultura, que será realizado pela Embrapa Clima Temperado, Unidade da Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (MAPA), em parceira com a Federação Apícola o RS, o Núcleo de
Apicultores de Pelotas e Zona Sul e uma série de outras entidades ligadas ao setor.

O evento acontece de 7 a 9 de agosto de 2008, no Campus da Universidade Federal de
Pelotas e está com as inscrições abertas, com descontos até o dia 15/07. Podem ser feitas
pela internet, na página eletrônica da Unidade (http://www.cpact.embrapa.br), ou por
telefone (José Firpo: 53 9911.1651) e custam R$ 15,00 (apicultores com carteira nacional
de apicultor em dia e estudantes com carteira estudantil atual) ou R$ 25,00 (demais
participantes). Depois de 15/07, passam a custar R$ 20,00 e R$ 30,00, respectivamente.

O encontro, que deverá reunir cerca de 500 produtores de mel e técnicos e interessados
no setor apícola, pretende proporcionar espaço de atualização e intercâmbio de
conhecimentos, criar oportunidades de negócios entre produtores e empresas voltadas
para o setor apícola, favorecer a comercialização de mel e outros produtos das abelhas,
proporcionar aos produtores acesso às técnicas e aos avanços tecnológicos de maquinário
e equipamentos voltados a atividade, além de apresentar normas e padrões internacionais
para a exportação de mel e produtos das abelhas.

“Através dessa iniciativa esperamos estimular produtores de diversas faixas etárias,
especialmente os jovens do meio rural e as diferentes etnias e gêneros, mesmo aqueles
moradores de áreas urbanas, a ingressarem na promissora atividade da apicultura e da
meliponicultura. Assim, vamos possibilitar nesse evento o intercâmbio de informações,
utilizando uma linguagem voltada ao mercado e ao produtor, como forma de qualificar e
incentivar o crescimento da atividade na Metade Sul, considerada a 'Nova Fronteira da
Apicultura' no Estado”, explicou o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Luis
Fernando Wolff.

Ele explica ainda que no período de 7 a 9 de agosto, além do XIII Seminário Estadual de
Apicultura, também serão realizados três eventos paralelos: o VII Encontro Estadual de
Meliponicultores, a XI Feira Estadual de Produtos Apícolas (Expoapis) e o IX Concurso
Estadual da Qualidade do Mel. “Esperamos que essas atividades possam incentivar a
pesquisa, a extensão e o ensino direcionados às demandas do setor apícola e agregar
valor a produção regional”, acrescentou Wolff.

A comissão organizadora informa que também estão sendo comercializados estandes para
a Expoapis. Maiores informações podem ser obtidas na página eletrônica da Embrapa
Clima Temperado (http://www.cpact.embrapa.br) ou pelo e-mail: caetano83@ig.com.

Fonte: Embrapa Clima Temperado / Christiane Rodrigues Congro Bertoldi - Veículo:
Agroagenda -
Seção: Notícias - Data: 04/07/2008 - Estado: SC
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14 - Ladrões furtam caixas com abelhas Europa em apiário do município

Eduardo Xavier - xavier@odiariomaringa.com.br - A Polícia Militar (PM) de Maringá
registrou um caso diferente de furto na cidade. Ladrões invadiram um ponto de apoio do
Programa Doce Mel, que tem como base o Apiário Municipal, e levaram duas colméias de
abelha Europa durante a noite.

O furto ocorreu na quinta-feira (3) em uma área localizada na Rua Gurucaia, no Jardim
Aclimação, e não foi o primeiro. No local é feita a estabilização das colônias, que depois
são transferidas para o Apiário Municipal. “Caixas com as colméias já foram 'roubadas'
quatro vezes”, relata a zootecnista do Programa Doce Mel, Cristiane Hirose. Conforme
Cristiane, as caixas de madeira que abrigam colméias são furtadas durante à noite,
porque as abelhas não estão trabalhando. “A pessoa chega, tampa a boca da caixa com
algum objeto e leva embora”.

Doce Mel - Técnicos do Programa Doce Mel, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e
Agricultura, fazem a retirada de colméias que representam perigo em residências. O
serviço pode ser solicitado pelo telefone 156. Das casas, as abelhas são levadas ao ponto
de apoio do programa, na Rua Gurucaia e, após alguns dias, ao Apiário Municipal, que
produz de 600 a 900 quilos de mel por ano. A Associação de Apicultores do Noroeste do
Paraná (Apinor) processa o mel produzido no apiário e o repassa ao Provopar de Maringá,
que faz a distribuição do alimento entre entidades assistenciais credenciadas.

Fonte: Veículo: O Diário do Norte do Paraná - Seção: Cidades - Data: 04/07/2008 -
Estado: PR
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15 - Pequenos produtores são maioria em Goiás

Maria José Braga - A produção brasileira de mel vem crescendo nos últimos anos,
impulsionada pelo aumento das exportações. Goiás não está entre os maiores
exportadores, mas tem condições de ampliar consideravelmente sua produção para
atender os mercados interno e externo. Regiões que ainda têm grandes áreas de Cerrado,
como o Nordeste goiano, podem se tornar grandes produtoras.

O Estado conta, atualmente, com cerca de 250 apicultores, a grande maioria pequenos.
Segundo a presidente da Associação dos Apicultores do Estado de Goiás (API-GO), Maria
José Oliveira de Faria Almeida, um dos principais entraves para o crescimento da atividade
é a dificuldade de comercialização.

O comércio clandestino do mel e a venda de produtos falsificados atrapalham os
apicultores de duas formas: tiram mercado diretamente e provocam desconfiança junto à
população, que reduz seu consumo de mel. Segurança no consumo - Para resolver o
problema, a API recomenda que a população compre somente mel com rótulo de
identificação. A rotulagem é exigência do Código de Defesa do Consumidor, inclusive para
produtos não industrializados, como é o caso do mel. Mas ainda é comum, em Goiás e em
outros Estados brasileiros, a venda de garrafas do produto sem qualquer identificação.

"O rótulo pode ser simples, deve trazer o nome do apicultor e o endereço do apiário, mas
ele é muito importante, inclusive para a segurança do consumidor", alerta. Maria José
admite, entretanto, que em Goiás ainda existe um outro tipo de comercialização de mel:
do micro produtor diretamente para seu círculo de convivência. "É aquele que produz
somente para a família e os conhecidos. Neste caso, quem está comprando sabe a
procedência. É, portanto, uma situação bem diferente de alguém comprar um produto
clandestino ou mesmo falso na rua", diz. (Maria José Braga

Fonte: Veículo: O Popular - Seção: Campo - Data: 04/07/2008 - Estado: GO
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16 - Com Suíça, aumenta para sete os número de países europeus que rejeitam
transgênicos

Aumentou para sete o número de países europeus que baniram a produção de plantas
geneticamente modificadas, o que demonstra a tendência a rejeitar transgênicos, naquele
continente. Agora, França, Romênia, Polônia, Hungria, Grécia, Suíça e Áustria não
produzem transgênicos.

A decisão mais recente é da Suíça. O seu governo aprovou a extensão, por três anos, da
moratória atualmente vigente contra o cultivo de organismos geneticamente modificados
(OGM), que assim irá manter-se até 2013. Para o agrônomo Valdir Izidoro Silveira, a
posição desse país é a mais emblemática. “Na Suíça fica a sede da multinacional
Syngenta, onde a empresa não pode nem sequer efetuar pesquisas com os transgênicos.
Então, ela faz aqui o que não pode fazer em seu país”.

A Irlanda segue o mesmo caminho. O ministro irlandês da Agricultura, Brendan Smith's,
confirmou a política oficial de manter o país livre de culturas transgênicas. Também a
Grécia assume posição contrária aos transgênicos. O governo grego decidiu estender a
moratória ao cultivo do milho transgênico MON 810, por mais dois anos. Segundo o
ministro da agricultura, Alexandros Kondos, “esta nova decisão está baseada nas mesmas
bases legais e científicas mas inclui novas descobertas e dados científicos, nomeadamente
quanto à saúde humana e apicultura”.

Fonte:Agência Estadual de Notícias - Veículo: Safra News - Seção: Mercado - Data:
03/07/2008
Estado: PR
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17 - Beneficiamento em Orizona

Há dez anos, Jocemar Rocha Pessoa decidiu investir na produção de mel e, mesmo no
princípio, não foi só por dinheiro. "Eu tinha muita curiosidade, achava uma atividade
bonita, o contato com a natureza, o trabalho das abelhas, a organização delas", conta. Ele
lembra que comprou duas caixas para colméias e aos poucos o dinheiro conseguido com a
venda do mel permitiu ampliar o investimento.

Jocemar, que trabalha com venda de produtos veterinários, descobriu uma outra atividade
econômica. Aos poucos, foi aprendendo mais sobre as melhores técnicas e a produção foi
aumentando. Hoje, ele possui 100 colméias e consegue colher três toneladas por ano.

Apesar da evolução do negócio em uma década, a falta de crédito e a incerteza do
mercado sempre foram pontos preocupantes, segundo Jocemar. Ele conta que a situação
começou a mudar com a implantação da Unidade de Beneficiamento de Mel (UMB), em
Orizona. A iniciativa engloba cerca de 50 apicultores de 14 municípios do Território da
Estrada de Ferro, entre eles Vianópolis, onde Jocemar mora.

Se antes o apicultor tinha de repassar o mel para atravessadores ou ainda tentar vender
diretamente para o consumidor, hoje ele já consegue vislumbrar um mercado mais
promissor e com garantia de retorno certo. "Quando tinha muito mel no mercado,
ficávamos nas mãos do atravessador. Ele compra o produto a um preço baixo e revende
bem mais caro, o lucro vai todo para ele", explica Jocemar.

Em 2007, boa parte do que o apicultor produziu foi vendido para a Companhia Nacional de
Abastecimento (Conab). Uma vitória conseguida graças a existência da UMB, que fechou
uma parceria com a Conab. Segundo Daniela Caixeta, uma das apoiadoras do Sebrae
Goiás no Projeto de Apicultura no Território Estrada de Ferro, em um ano já foram
realizadas duas vendas, uma de 16 toneladas de mel e outra de 26 toneladas.

Todo o mel comprado pela Conab é distribuído em escolas, creches e outras instituições
públicas dos municípios envolvidos no projeto. A ação, de acordo com Daniela, serve para
aumentar o consumo de mel entre a população local, principalmente pelas crianças, e
ajuda a acabar com o mito de que o produto está sempre relacionado à medicação. E,
além disso, confere aos apicultores locais uma chance de vender o produto a um preço
mais justo. O objetivo, agora, é conseguir o registro do mel junto ao Serviço de Inspeção
Federal (SIF)

Fonte: Veículo: O Popular - Seção: Campo - Data: 04/07/2008 - Estado: GO
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18 – Europa: Abelhas mortas enfrente ao alvado

Em 2003 um grupo de apicultores e cientistas francêses nos visitaram em Donaueschingen
(http://maps.google.de/maps?hl=de&tab=wl) Eles nos informaram sobre as perdas de
abelhas lá com um novo sintoma. Eles nos explicaram que com o apoio de pesquisadores
engajados foi constatado que a causa principal era o princípio ativo « Imidacloprid » da
BAYER e « Fipronil » da BASF.

Baseado nisso, nossos colegas de apicultores francêses tentaram conseguir uma proibição
destes produtos como pesticidas para plantas de pasto apícola e foram para isso à corte.
Eles tentaram ao mesmo tempo nos alertar na Alemanna para os perigos destes produtos
e esperavam também que nós pudessemos mover algo perante as empresas alemãs.

Os pesquisadores alemães de abelhas representavam a opinião de que estes produtos
foram provados com cuidado antes da autorizacao e demonstraram pouca compreenção
para os problemas francêses com isto. Eles publicaram em 2003 uma nota aonde foi
mencionado, que desde 1988 foram feitas pesquisas amplas e em parte plurianuais por
vários institutos alemães de pesquisas de abelhas sobre a perigosidade dos duvidosos
produtos ativos sem que resultasse em algum dano ´para as abelhas. Toda e qualquer
suspeita de semelhança com a indústria química foram rejeitadas.

Em nossa ingenuidade naquele tempo tentamos arranjar um encontro dos especialistas
francêses e alemães na esperança de que nossos cientistas compreenderiam melhor
através disto os resultados dos colegas francêses e que então deste modo se engajariam
mais pelos interesses dos apicultores.

Este encontro aconteceu dia 28.01.2004 e foi um fiasco. Nem para um consenso/protocolo
em comun houve acôrdo. Os cientistas alemães explicaram, que os resultados francêses
não eram acreditáveis apesar de que estes trabalhos haviam sido publicados em jornais
internacionais especializados “peer reviewed” e de que perante a corte foi argumento
reconhecido.

As indústrias Bayer e BASF estavam evidentemente informadas sobre nossos contatos na
França e agora teriam que temer que pressionaríamos também na Alemanha a proibição
de seus produtos. Uma seção especial convocada pelos representates dos apicultores
europeus do grupo de trabalho “mel” com o tema “Proibição de pesticidas na França” a
indústria química cancelou a curto prazo COPA (Comitê das Organizações Profissionais
Agrárias).

Apela-se para os métodos comprovados para ganhar tempo. Aqui a associação dos
agricultores alemães se dispuseram a apoiar e concordaram em ser anfitriões de
uma “mesa redonda” aonde deveria ser permitido um diálogo entre apicultores, cientistas,
agricultores e instituições públicas.

Além disso de repente surgiu na Bayer, BASF e Syngenta (como informacao adicional … e
para refletir - veja http://www.axialpar.com.br/ portugues, equipe) somas consideráveis
para financiar um projeto de investigação ampla das causas a longo prazo. Os
pesquisadores de abelhas ficaram imediatamente entusiasmados pela idéia e as
associacoções de apicultores acharam que não podiam escapar de tanta generosidade.

Na verdade já na fase do planejamento mostrou-se o objetivo real do projeto: O
orçamento para as investigações em resíduos dos agentes de pesticidas foi examente
zero. Durante os anos consequentes o projeto funcionava em grande parte como os
investidores desejavam apesar de protestos ocasionais de representantes rebeldes dos
apicultores professionais. O publico em geral e a política faziam crer, que o problema da
morte das abelhas estava nas melhores mãos cientificas. Os pesquisadores de abelhas
foram “levados a fogo brando” por longo prazo apesar de que isto nao fora supostamente
necessário basedo na experiência anterior.

A indústria havia naturalmente organizado a distribuição dos meios de maneira que a
torneira de dinheiro fosse a qualquer hora fechada no caso do projeto ter desenvolvimento
incômodo. Precisava-se simplesmente em caso de necessidade indicar, possivelmente
interno, a inviabilidade de representar próximos financiamentos.

O êxito especial do monitoramento de abelhas era impedir proibições parecidas na
Alemanha como na França e também na forma da “roda do Prayer” repetições da
tese “Varroa + X” para afinar amavelmente o ambiente para autorizações de novas
pesticidas. Durante os procedimentos judiciais os apicultores na França sugeriram falhas
consideráveis nos procedimentos de admissão e isto levou a que novos meios são agora
examinados com mais cuidado, na Alemanha não se aprendeu lição alguma com a
experiência do país visinho.

Isto é bem comprovado com um exemplo do ano passado: Na França e na Alemanha
foram solicitadas autorizações para uma nova substância ativa tendo sido apresentado o
mesmo resultado das pesquisas sobre a perigosidade de abelhas. A instituição de
autorização francesa AFSSA considerou como insuficiente os dados enviados com a
proposta e rejeitaram a autorização. Devido a isso a Bayer enviou calculadamente os
resultados do monitoramento de abelhas para convencer as instituições da segurança
mediante as abelhas.

A instituição de autorização francesa AFSSA (Agência francesa de segurança sanitária de
alimentos) fez um juízo desvastador sobre a qualidade cientifica deste material e rejeitou
novamente a autorizacao. Totalmente diferente na Alemanha, aonde os empecilhos de
uma autorização passaram sem problema algum. A substância ativa em nosso exemplo é
Clothianidin empregado no tratameto de milho da marca PONCHO quer dizer PONCHO
PRO. O monitoramento das abelhas alemãs foi um completo êxito para a indústria – um
êxito que se encontra agora em frente aos alvados das colméias.

Fonte: - Mila Ramon c/o Eimermacher Bruchsaler Straße 13 - D-10715 Berlin - Tel.: +49
(0)30 854 80 65 - e/und/and - Mila Ramon - Sitio Tres Barras - Caixa Postal 009 - 83570-
000 Cerro Azul - Pr – BR - Tel.: +55 (0xx41) 3662 1201
Texto original: http://honighaeuschen.eu/index.php?id=82&L=0&tx_ttnews[tt_news]
=456&tx_ttnews[backPid]=81&cHash=5e170252af - Autor: Walter Haefeker, Präsident der
European Professional Beekeepers Association (Europäischer Berufsimkerbund) -
Presidente da Associação Européia de Apicultores Profissionais –
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DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
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