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Informativo - nº093 - Setembro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 93 - 01 Setembro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 - Milho transgênico na Alemanha obriga as abelhas a buscar
refúgio nas cidades; 3 - 4º Encontro Paranaense de Apicultura: dia 10 de outubro de
2008; 4 – Botulismo X crianças menores de um ano X Rede Globo; 5 - Piauí exportou US$
356,6 mil em mel no mês de julho; 6 - NUEVA ZELANDA- PROGRAMA PARA CRIAR UMA
ABELHA COM RESITÊNCIA A VARROA; 7 - EE.UU. - O MISTÉRIO DO DESAPARECIMENTO
DAS ABELHAS CHEGAM AO TRIBUNAL; 8 - ARGENTINA- EXPORTAÇÔES DE MEL JULHO
2008; 9 - EE.UU.- ACUMULAÇÂO DE PESTICIDAS PODERIA PRODUZIR UMA MÁ
QUALIDADE DE MEL; 10 – Notícias da CBA – mel x botulismo x crianças menores de um
ano; 11 - BOTULISMO - Uma forma de intoxicação alimentar que pode matar se não
tratada a tempo; 12 – A APACAME convida todos os Apicultores e Meliponicultores para
participarem do Encontro de Apicultores do Mês de Setembro; 13 – PE: especialista fala
da descoberta da Própolis Vermelha do Mangue no 16º Agrinordeste; 14 – MG: apicultura
fomenta economia de cidades do Norte do Estado; 15 - APACAME PROMOVE CURSO DE
APICULTURA; 16 - Encontro de Apicultores neste fim de semana.
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1 - Um minuto de Reflexão

· "Quando a sorte nos exime de trabalho, a natureza nos presenteia com tempo." - Antoine
Rivarol

· "Algum dinheiro evita preocupações; muito, atrai". - Confúcio
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2 - Milho transgênico na Alemanha obriga as abelhas a buscar refúgio nas cidades

Para fugir dos inseticidas e dos cultivos transgênicos, as abelhas na Alemanha agora
buscam abrigo nas cidades. No dia 15 de julho, seis apicultores alemães levaram suas
abelhas até Munique para salvá-las do milho geneticamente modificado que foi plantado
perto de sua aldeia, Kaisheim, a 80 quilômetros da cidade. “Se nossas abelhas entrarem
em contato com o milho geneticamente modificado, e o mel for contaminado por ele, não
poderemos vendê-lo”, disse o apicultor Karl Heinz Bablock. Na Alemanha, os transgênicos
são legais mas não podem ser destinados ao consumo humano.

Meses atrás, Bablock e vários colegas apresentaram uma demanda judicial contra os
cultivos geneticamente modificados, mas o tribunal determinou que, como essas
plantações são legais, eram os apicultores que deveriam levar suas colméias para outro
lado. ‘É sabido que as abelhas passam 90% de seu tempo de vida em um perímetro de
três quilômetros. Mas podem voar até dez quilômetros sem problema. Estamos realmente
felizes pelo fato de a cidade de Munique ter dado abrigo às nossas abelhas”, disse o
apicultor.

Thomas Radetzki, diretor da união de apicultores Millifera, disse que as abelhas
permanecerão em Munique “até o fim do verão, pois em meados de agosto termina o
período de crescimento do milho e poderão voltar para casa”. Estes movimentos de
abelhas se tornaram comuns por toda a Alemanha. “Em algumas regiões, como
Brandenburgo, próximo a Berlim, é quase impossível escapar dos transgênicos. Estão por
todos os lados e as abelhas entram em contato com eles”, afirmou Radetzki. Mas não é a
única ameaça que enfrentam.

As mudanças climáticas na agricultura, com a introdução de monoculturas e o uso
intensivo de pesticidas, obrigam as abelhas a buscar refúgio nas cidades. Segundo Peter
Rozenkranz, entomologista na Universidade de Stuttgart, as monoculturas estão privando
as abelhas de seu habitat natural. “Após algumas boas semanas na primavera, as abelhas
se vêem ameaçadas pela fome, porque avançando o ano quase não restam flores”,
acrescentou. “Imagens obtidas via satélite mostram que em vastas regiões, especialmente
na zona oriental do país, não há nada que sirva de alimento para as abelhas”, ressaltou.

E, se não bastasse isso, os cultivos estão saturados de inseticidas e pesticidas, que quase
em sua totalidade resultam ser fatais para as abelhas. Apicultores do Estado de Baden
Wurttemberg informaram sobre a morte de centenas de abelhas em maio. Culparam um
componente químico do inseticida Poncho Pro, usado para proteger das larvas as
sementes do milho. Mnafred Raff, diretor da associação regional de apicultores, disse que
mandou analisar suas abelhas depois das mortes em massa. “Encontramos em seus
corpos abundantes traços desse produto químico”, afirmou.

Como conseqüência de uma demanda judicial apresentada por Raff e outros 700
apicultores de BadenWurtemberg, a gigante da indústria química e farmacêutica Bayer
admitiu que Poncho Pro causou a morte, mas culpou os produtores de sementes pelo uso
indevido desse produto. Viver nas cidades se tornou mais atraente para as
abelhas, “porque as áreas verdes recreativas e os jardins têm uma vegetação variada e
exuberante, que floresce ao longo de vários meses, desde o começo da primavera até o
fim do verão”, afirmou Rosenkranz.

“Nas cidades, as abelhas só precisam voar algumas centenas de metros, de um parque
público a uma sacada e dali até um jardim para encontrarem flores, em sua maioria livres
de inseticidas”, acrescentou. Rosenkranz disse que as abelhas estiveram sob ameaça de
extermínio durante anos. Em 2007, morreram cerca de 30% de sua população na
Alemanha. Atualmente, 330 das 550 variedades de abelhas silvestres são consideradas
espécies em perigo. O panorama se repete em outros países, especialmente nos Estados
Unidos. Em 2007, em regiões de 24 estados, até 70% da população de abelhas morreram
em circunstâncias estranhas.

O desaparecimento dessas polinizadoras por excelência teriam profundas conseqüências
ambientais, que iriam muito além da falta de mel. A escassez de alimentos se agravará se
as colônias de abelhas deixarem de polinizar frutas e vegetais.

Fonte: (IPS/Envolverde) – AEN – Agência Estadual de Notícias - Data 25/08/2008 -
Editoria: Agricultura
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3 - 4º Encontro Paranaense de Apicultura: dia 10 de outubro de 2008

O 4º Encontro Estadual de Apicultura acontecerá dia 10 de outubro de 2008 (sexta-feira),
nas dependências do Instituto Emater - PR - Rua da Bandeira, 500.

Como sabem esse evento é um realização da FEPA - Federação Paranaense de Apicultura
(associações e entidades apícolas), com apoio de instituições públicas (SEAB/INSTITUTO
EMATER, SEPL-PRBIODIVERSIDADE, UEM, UFPR) e privadas.

PROGRAMAÇÃO

- 8:00 - 9:00 - Inscrições e entrega de credenciais; - 9:00 - Abertura com lideranças
apícolas e autoridades públicas; - 09:30 às 10:45 - Palestra 1 - Boas Práticas Apícolas, a
cargo de Henrique Breyer, sob a Coordenação de Paulo Gustavo Sommer - Apicultor;

- 10:45 às 12:15 - Palestra 2 – Agregação de valor nos produtos apícolas, a cargo da
Profª. Drª- Lucimar Pontara Peres - UEM - Maringá, sob a coordenação de Francisco Xavier
Junior (Apicultor e vice-presidente da FEPA);

- 12:15 às 14:00 - Intervalo para almoço;

- 14:00 às 15:15 – Painel 1 - Conjuntura Apícola Nacional, Internacional e Projetos da
CBA, com José Gumercindo Corrêa da Cunha - Presidente da CBA e Câmara Setorial de
Mel e Produtos Apícolas (MAPA), sob a coordenação de Adhemar Pegoraro (apicultor e
presidente da FEPA);

- 15:15 às 17:00 – Assembléia Geral Extraordinária da Federação Paranaense de
Apicultura (FEPA), a cargo de Adhemar Pegoraro - (Presidente da FEPA), dirigentes,
relações públicas regionais e associações/entidades apícolas do PR; 17:00 ás 17:30 –
Conclusões e Encerramento.

Informações: Coordenação Geral: Adhemar Pegoraro (presidente FEPA - 41 - 3350-5878)
e Secretaria Geral: Paulo Luciano (Instituto Emater – fone: 41 - 3250-2263 - fax: 41 -
3250- 2105 - pauloluciano@emater.pr.gov.br) e Roberto de A Silva (SEAB/DERAL – fone:
41- 3313.4132 – fax: 41 - 3313.4031 - andrades@seab.pr.gov.br).
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4 – Botulismo X crianças menores de um ano X Rede Globo

Contagem, 25 de Agosto de 2008

Ao
Senhor Luis Nascimento (fantastico@redeglobo.com.br)
Diretor Geral do programa Fantástico da Rede Globo de Televisão.

Ontem a noite pudemos acompanhar mais uma matéria referendando o não uso de mel
por crianças com menos de 1 ano, o não uso de mel por quaisquer pessoas que possuam
algum tipo de deficiência no sistema gastro-intestinal e ainda o aconselhamento aos pais
para que consultem o pediatra antes de simplesmente dar mel aos filhos de quaisquer
idades.

A matéria, ao nosso ver, deixa a desejar no que tange a informação de qualidade aos
telespectadores por ser amplamente dirigida uma propaganda negativa do mel para o
consumo humano sem qualquer embasamento adequado que apresente realmente
cientificismo para comprovar as informações de tão nocividade do mel. Eis os pontos que
chamamos a atenção:

O papel da ANVISA na análise de méis sem origem ou procedência adequadas para
validarem informações sobre a ocorrência de esporos de Clostridium botulinum no mel. É
inadmissível que as análises tenham acontecido exclusivamente com méis não registrados,
cujo a possibilidade de ocorrência de contaminação microbiológica é potencialmente
existente. Conforme já relatado pela indústria apícola na matéria anterior do Fantástico
exibida em 2007, todos os méis devidamente registrados sanitariamente no Brasil, não
possuem nenhum registro da presença do clostridium no mel.

Ao não utilizar mel devidamente legalizado pela ANVISA a Rede Globo de Televisão, em
sua reportagem, insinua que todos os produtos devidamente qualificados estão na mesma
categoria dos embalados ilegalmente em fundos de quintal sem nenhum tipo de qualidade
ferindo assim a indústria apícola, lesando entrepostos que investiram milhões em
estruturas para comercialização de produtos com qualidade e os próprios apicultores, a
grande maioria pessoas simples e honestas que procuram desenvolver também trabalhos
sérios em suas atividades.

A reportagem ainda insinua que a ANVISA deseja obrigar os apicultores a rotular em seus
méis a indicação de não dar mel a crianças com menos de 1 ano, quando o ideal seria que
a mesma analisasse os lotes de mel e os com resultado negativo autorizar os entrepostos
a rotularem: "mel livre de Clostridium Botulinum". A Rede Globo de Televisão teria
prestado um serviço a indústria apícola nacional ao propor tal medida longe de
simplesmente apoiar a idéia de não dar mel a crianças com menos de 1 ano de jeito
nenhum. Vale lembrar ainda que não apenas os entrepostos com mel registrado no SIF,
mas também todo e qualquer alimento, inclusive o mel, com devido registro nas esferas
estaduais - SIE e nas esferas municipais - SIM - possuem o devido registro sanitário e
controle da gestão da qualidade devidamente fiscalizados pelo poder público conferindo
seriedade no trato apícola com oferecimento de produtos a base de mel com a mais alta
qualidade aferida.

A informação incorreta e sem apresentação de fonte científica que mel, para crianças com
mais de 1 ano e adultos que possuam algum tipo de deficiência do sistema gastro-
intestinal não possam consumir mel sob pena de agravar o quadro destes pacientes. É
irresponsável esta informação da ANVISA e da própria da Rede Globo de Televisão,
primeiro pela ausência de qualquer dado científico que corrobore esta informação, fato que
será prontamente analisado pela assessoria jurídica da câmara setorial do mel, órgão do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento a quem cabe de fato a atribuição de
analisar tal ponto e propor consulta sobre tal tipo de consumo.

Vale lembrar que o mel, por suas propriedades anti-oxidativas e altamente cicatrizantes
tenham atividades ao contrário do apresentado pela matéria: o mel possui na prática
atividade reguladora do sistema gastrointestinal, de proteção da flora bacteriana e
propriedades cicatrizantes e anti-ácidas contra gastrites e úlceras. Basta acessarmos sites
de busca científicos com o da Pub Med para baixarmos dezenas de trabalhos científicos
corroborando estas atividades funcionais deste poderoso alimento.

A própria Medicina tradicional Chinesa, recentemente incluída no SUS como um dos
métodos de promoção da saúde, a mais de 3000 anos, sugere em suas publicações e
tratados o uso do mel para doenças de plenitude do estômago e umidade do baço
caracterizados por úlceras, gastrites, diarréias, tumores do sistema gastrointestinal,
borburismo, constipação intestinal entre outras publicações. Sabe-se ainda, pelas
propriedades peroxidativas do mel, que o mesmo atua como poderoso antioxidante
prevenindo doenças do metabolismo e eliminando o excesso de radicais livres produzidos
pelo organismo promovidos pela quebra enzimática da sacarose do néctar em glicose e
frutose quando este ainda encontra-se no estômago da abelha.

A Rede Globo de Televisão informa e reconhece na reportagem que nunca ocorreu um
único caso de intoxicação por botulismo com consumo de mel no país. Ao apresentar o
caso da empresária que sofreu contaminação de clostridium através do consumo de peixe,
esta emissora inverte a ordem dos produtos e apresenta-se incoerente em suas
informações: mostra o peixe como elemento nutricional realmente causador da
contaminação, um fato irretocável na reportagem, mas permanece colocando o mel como
algoz da doença e âncora da reportagem fazendo uma associação irresponsável do caso
em questão ocorrido com a empresária e o mel sinergindo alimentos completamente
diferentes, com aspectos físicos e químicos completamente distintos, um altamente
perecível, o outro altamente estável, com grande capacidade de ver-se livre de quaisquer
tipos de microorganismos causadores de fermentação ou processos enzimáticos de
decomposição. O certo não seria colocar o peixe como âncora da reportagem?

Ao analisar os referidos lotes de mel comprados em feiras, como alardeou a reportagem,
esquece a mesma de informar quais marcas são os referidos méis, de quais regiões, se
são méis registrados permitidos pelo Ministério da Agricultura, se passaram em outras
análises de conformidade do produto conforme rezam as legislações do Ministério da
Agricultura e mais, se os 7% de casos encontrados com esporos, quais estavam em
condições germinativas reais.

A presença do Clostridium botulinum é comum na natureza acometendo produtos de
origem animal da carne ao leite, dos ovos ao mel. Em todos os alimentos existe a
potencialidade real de encontrarmos esporos da bactéria. Tão perigosos quanto o mel são
o leite de vaca, a carne de porco, de frango e de peixe, produtos altamente perecíveis,
com alto teor de água e proteínas, um deleite não só ao clostridium mas milhares de
outros microorganismos. Vai entretanto uma distância longínqua entre termos um mel com
esporos de clostridium e esporos com potencialidade real de germinação.

O mel brasileiro é considerado o melhor mel do mundo, único produzido em condições
praticamente orgânicas, livre de resíduos químicos e antibióticos, apreciado e comprado
aos milhares de toneladas pelos EUA, Ásia e Europa que possuem em suas análises
obrigatórias a presença de esporos potencialmente germinativos de clostridium. Basta
acessar os links de comércio exterior da União Européia para atestar a ausência não só de
clostridium, mas de qualquer outro microorganismo ou substância no mel brasileiro. Não
fazemos parte da lista negra de méis contaminados que entram na comunidade européia.

Se tivéssemos esporos germinativos de clostridium seguramente não estaríamos entre os
maiores exportadores do mundo para o produto. Outras características ainda favorecem a
não germinação dos esporos de clostridium no mel brasileiro. O baixo percentual de
umidade do mel brasileiro e o alto teor de peroxidade do produto capaz de promover ação
oxidativa sobre a parede citoplasmática de bactérias levando a sua inviabilidade de
germinação, vindo daí uma das atribuições sobre a atividade antibiótica do mel brasileiro,
considerado o mais elevado do planeta.

Consideramos ainda irresponsável a apresentação de dados com contundência irrefutável
sobre o mel quando as legislações em vigor dentro do ministério da Agricultura estão
passando por ampla reformulação e uma consulta pública está em vigor sobre o RIISPOA -
Regulamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal, regulamento este da década de
50 e que pela primeira vez na história vê uma reformulação profunda acontecendo nele,
debatendo esta questão envolvendo o clostridium e outras tão importantes quanto estas
que determinarão o futuro da atividade de mais de 350.000 pais de família que dependem
hoje da atividade apícola para sobreviver.

Os últimos 5 anos colocaram o Brasil na liderança da pesquisa apiterápica superando em
número de publicações países tradicionalmente qualificados neste tipo de pesquisa como
Japão, EUA e Alemanha. Basta acessar o site da pub med internacional, digitar as palavras
chave e ver que de cada 10 publicações internacionais referendando as atribuições
terapêuticas dos produtos das abelhas, o mel entre eles, 7 foram produzidas no Brasil.

A fundação da SBA - Sociedade Brasileira de Apiterapia, a recente disponibilidade de
cursos de apiterapia qualificados pela internet, com o do prof Dr. Stefan Stangaciu da
Alemanha com versão em Português, os recentes cursos presenciais aplicados pelo
saudoso prof. Vicente Ferrer do Chile e o próprio Prof Stefan Stangaciu, a presença
marcante dos produtos das abelhas junto aos profissionais de medicina chinesa,
fisioterapeutas, médicos oncologistas surpreendidos pela atividade anti-tumoral da própolis
verde e vermelha produzidas no Brasil, tem carregado e impulsionado o consumo de
produtos apícolas pela população seja para a nutrição preventiva de males, seja pela
nutrição terapêutica funcional. São mais de 5000 profissionais da saúde em todo Brasil
que, ano a ano doutrinam-se poderosamente na recomendação e prescrição de produtos
apícolas para o equilíbrio do ser humano como um todo e na busca do equilíbrio do
organismo biológico e psíquico. Isso obviamente provoca o medo e a fúria da indústria
farmacêutica alopática que tem no Brasil seus principais mercados, principalmente o
governo federal.

Temos a ampla certeza que tal matéria visa atingir a indústria apícola. Acreditamos,
entretanto, que a Rede Globo de Televisão pautada pela informação ética de qualidade não
se prestaria ao tipo de serviço sujo subsidiado por indústrias inescrupulosas que não tem
interesse em alimentos funcionais totalmente acessíveis a qualquer parcela da população
com alta resposta preventiva e terapêutica.

Acreditamos também que seria no mínimo responsável por parte da Rede Globo de
Televisão a busca incessante da informação realmente verdadeira, consultando
pesquisadores diversos ligados a cadeia da indústria de alimentos para uma informação
verdadeiramente segura e fiel aos princípios que norteiam todo o trabalho tão bem
conceituado e visto por grande parte da população brasileira e a apresentação, também
em rede nacional de uma matéria investigativa bem feita, coerente, indo atrás das
pessoas chave que constituem o mercado apícola no Brasil o que colocaria a Rede Globo
em seu devido lugar: a grande âncora do telejornalismo brasileiro.

Despedimo-nos na certeza de que a Rede Globo de Televisão tomará medidas adequadas
no sentido de tornar transparente as informações relativas ao mel e aos demais produtos
das abelhas.

Atenciosamente,

Armindo Vieira do Nascimento Junior - Gestor de Sistemas de Produção Apícola - Diretor
do Fórum de debates Cia da Abelha que conta com mais de 1700 profissionais da cadeia
do agronegócio apícola em todo Brasil - Apiterapeuta sócio fundador da SBA - Sociedade
Brasileira de Apiterapia.
Fonte: Cia da Abelha - ciadaabelha@yahoogrupos.com.br - 25/08/2008
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5 - Piauí exportou US$ 356,6 mil em mel no mês de julho

As exportações brasileiras de mel sofreram retração no mês de julho na comparação com
os resultados de junho deste ano. Em julho, o valor das exportações alcançou US$ 3,729
milhões, redução de 12,98% em relação ao mês anterior. Mesmo assim, esse ainda é o
quarto maior valor mensal já exportado pelo Brasil no ano de 2008.

As quantidades exportadas também sofreram queda – foram 1,46 mil toneladas, redução
de 12,33% – assim como o valor médio pago pelo mel exportado, que chegou a US$ 2,56
por quilo, rompendo o ciclo de altas sucessivas observadas neste ano. No entanto, a
comparação com o mês de julho do ano passado, o desempenho das exportações de mel
é positivo.

São constatados incrementos de 100,13% em valor e de 31,42% em peso. Os dados
constam de levantamento consolidado pelos consultores da Unidade de Agronegócios do
Sebrae e coordenadores nacionais da Rede Apicultura Integrada Sustentável (Rede Apis),
Reginaldo Resende e Lázara de Fátima Borges.

A referência é o Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet
(Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento,
Indústria e Comércio Exterior. O balanço dos primeiros sete meses do ano mostra que as
exportações de 2008 ainda continuam favoráveis em relação ao mesmo período de 2007.

De janeiro a julho, a receita das exportações alcançou US$ 22,02 bilhões, um crescimento
de 74,54% na comparação com 2007. E, as quantidades comercializadas registram 9,63
toneladas, um aumento de 20,77%.

Origem - Em julho, São Paulo manteve a liderança do ranking dos estados exportadores
com receita de US$ 1,376 milhão. Na seqüência, vêm Santa Catarina com US$ 906 mil,
Piauí (US$ 356,6 mil), Paraná (US$ 355,2 mil), Ceará (US$ 243,8 mil), Rio Grande do Sul
(US$ 240,8 mil), Minas Gerais (US$ 151,4 mil) e Rio Grande do Norte (US$ 97,2 mil).

Os melhores preços foram recebidos pelo Ceará (US$ 3,03/Kg), Minas Gerais (US$
2,68/Kg), Pernambuco (US$ 2,68/Kg) e Paraná (US$ 2,63/Kg). Os demais estados tiveram
preço abaixo da média nacional (US$ 2,56/Kg). Apesar da suspensão do embargo
europeu, o principal destino das exportações brasileiras de mel continua sendo o mercado
americano.

Em julho, esse mercado importou US$ 2,81 milhões de mel do Brasil, representando mais
de 75,3% do valor total comercializado com o mercado externo naquele mês. Nos
primeiros sete meses deste ano, as exportações para os Estados Unidos da América (EUA)
totalizaram US$ 18,86 milhões, equivalentes a 8,31 mil toneladas de mel. O resultado
representa aumento de 66,46% em valor e de 14,79% em peso, na comparação com o
mesmo período de 2007. No mês passado, o País exportou 205,1 mil quilos de mel para a
Alemanha a um preço de US$ 2,41/Kg, abaixo da média.

Expectativas - O desaquecimento das exportações brasileiras de mel identificado no mês
de julho pode se estender para os próximos meses. Essa análise considera o histórico das
exportações de mel que sempre apresentam uma sazonalidade, com reduções dos
negócios no segundo semestre.

Além disso, por ser esse um mercado com número reduzido de grandes compradores,
esse quadro poderá se agravar. Tudo indica que o mercado internacional, que no primeiro
semestre se mostrou fortemente comprador por conta dos baixos níveis de estoques de
mel, já recompôs seus estoques com as importações realizadas neste ano, destaca
Reginaldo Resende. Destaca-se também que a atual exigência do Ministério da Agricultura
de obrigatoriedade de registro das casas de mel como Estabelecimento Relacionado (ER)
deverá diminuir o ritmo do retorno das exportações brasileiras para a União Européia, a
curto e médio prazo.

Além disso, há também a dificuldade de se implantar, em curto prazo, as boas práticas e o
Sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (HACCP/APPCC) nos
entrepostos e casas de mel para atender às exigências do mercado europeu.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Instituto Brasileiro de Logística - Seção: Notícias - Data:
25/08/2008 - Estado: MG
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6 - NUEVA ZELANDA- PROGRAMA PARA CRIAR UMA ABELHA COM RESITÊNCIA A VARROA

Abelhas instalações poderiam ser vulnerável a uma misteriosa doença que já destruiu
milhares de colmeias no hemisfério norte, disse um investigador. Dr Mark Goodwin de
HortResearch disse que, embora o nosso abelhas "são muito melhores" em comparação
com ultramarinos no momento.

A experiência ao longo dos últimos 25 anos ao longo do tempo sugere que todas as
colmeias estão pelo ácaro varroa, que atacam as abelhas. HortResearch tem um programa
na Ilha Mercury para reprodução uma abelha-resistente varroa, Goodwin diz que este
deve ser visto como uma ferramenta para ajudar a controlar varroa e não como uma
varinha mágica.

Fonte: Notícias Apitrack nº 564 – 18/08/2008
http://www.stuff.co.nz/sundaystartimes/4666639a6442.html
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7 - EE.UU.- O MISTÉRIO DO DESAPARECIMENTO DAS ABELHAS CHEGAM AO TRIBUNAL

A entidade sem fins lucrativos Natural Resources Defense Conselho apresentou uma ação
judicial na segunda-feira no tribunal federal em Washington DC para forçar o governo
federal a divulgar estudos sobre o efeito de uma nova pesticida em abelhas. Os estudos
sobre pesticidas, clothianidin, foram ordenados pela Environmental Protection Agency
pesticida, ao fabricante, Bayer CropScience, em 2003, quando a agência federal concedeu
à empresa um recorde para a indústria química.

Um investigador Apícola do NRDC e à organização dos advogados acreditam que a EPA
indícios de ligações entre pesticidas e as mortes misteriosas de abelhas em todo o país
através da chamada "desordem colapso das colmeias", ou RCD, que não é tenha tornado
público. A ligação é importante porque o valor de polini zação das abelhas cerca de 90
culturas do país, tem um valor de 15 bilhões de dólares. Maçãs, pêssegos, peras,
abóboras, pepinos, cerejas, amoras, pimentos, squash, amêndoas, caju, girassol e muitas
outras exigir ou beneficiar da polinização das abelhas.

Fonte: Notícias Apitrack nº 54 – 18/08/2008 - Sistema de Administracao e Trazabilidade
Apícola APITRACK® - http://www.apitrack.com
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8 - ARGENTINA- EXPORTAÇÔES DE MEL JULHO 2008

Foi exportado no mês um total de 7,721 toneladas (+ 15%) no valor de 21.26 milhões de
dólares (+79%) a um preço médio de US$ 2,754 por tonelada E.U. (+56%). Nos primeiros
sete meses do ano foram exportados um total de 46,543 toneladas (- 7%) no valor de
115.68 milhões de dólares (+ 44%). Todas as percentagens versus o mesmo período do
ano passado

Fonte: Notícias Apitrack nº 54 – 18/08/2008 - Sistema de Administracao e Trazabilidade
Apícola APITRACK® - http://www.apitrack.com
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9 - EE.UU.- ACUMULAÇÂO DE PESTICIDAS PODERIA PRODUZIR UMA MÁ QUALIDADE DE
MEL

Os pesquisadores apresentaram seus análise do pólen, cera e de abelhas adultos amostras
hoje (18 de agosto) na 236a Reunião Nacional da Sociedade Americana de Química, na
Filadélfia. Estes resultados indicam um nível sem precedentes de coumaphos e fluvalinato -
pesticidas utilizados nas colmeias para combater o ácaro varroa - em todas as tabelas e
exibições de cera.

Houve também detectado, embora em níveis mais baixos outro 70 de pesticidas e de
metabolitos de pesticidas e de pólen das abelhas. "Todos nós imaginávamos que acaricidas
(contra varroa) seria presentes na cera, pois a cera é repro forma a estrutura das
colmeias", diz Maryann Frazier, altos associar extensão. "Foi chocante para ver o nível e a
presença generalizada de que estes pesticidas".

Enquanto pesquisadores espera a presen&cced il;a de produtos químicos para tratar a
varroa em colmeias, a outros níveis de pesticidas também foram surpreendentes. Todas
as abelhas testados apresentaram pelo menos um pesticida no pólen e uma média de seis
pesticidas com nada menos de 31 em uma amostra.

"Tivemos uma oportunidade para discutir o lu amostras de vírus, bactérias e fungos, mas é
difícil encontrar um laboratório que pode analisar os pesticidas desconhecido", disse
Christopher A. Mullin, um professor de entomologia. "Precisávamos de ter acesso a
informações panorâmicas todos os pesticidas, e não apenas aqueles relacionados com a
apicultura."

Fonte: Notícias Apitrack nº 54 – 18/08/2008 - Sistema de Administracao e Trazabilidade
Apícola APITRACK® - http://www.apitrack.com
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10 – Notícias da CBA – mel x botulismo x crianças menores de um ano

Caros parceiros,

Durante a semana passada a CBA foi procurada pela produção do FANTASTICO para
gravar a posição do setor em relação as materias publicadas nos principais jornais sobre a
proibição do consumo de mel por crianças com menos de doze meses de idade.

Tudo combinado fui para TAUBATE-SP para as comemorações dos 20 anos do CEA da
UNITAU e lá com apoio da Equipe da DRA. LIDIA BARRETO, estabelecemos uma estrategia
para meu depoimento. Feita a gravação pela TV VANGUARDA-Filiada da GLOBO ,com
pauta do fantastico, ficamos aguardando o FANTASTICO de domingo, para surpreza
nada. É dureza.

Agora, levantar a cabeça e seguir em frente, vamos criar fatos novos que venham
capitalizar vantagens para o setor. Vamos manter essa pauta BOTULISMO nos diversos
fóruns como CS e a propria MIDIA para esclarecimentos.

Vamos divulgar que historicamente este é o melhor momento do BRASIL em SEGURANÇA
ALIMENTAR. A implantação do PAS, BPF e APPCC na cadeia do mel e as respectivas
Certificações; Federal - SIF, Estaduais e Municipais, vão assegurar aos consumidores
produtos das abelhas garantidos.
Atenciosamente.

José Cunha - Presidente da CBA – CBA - Confederação Brasileira de Apicultura - Câmara
Setorial do Mel do Brasil - Visite o site www.brasilapicola. com.Br

Fonte: Cia da Abelha – 26/08/2008 – ciadaabelha@yahoogrupos.com.br
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11 - BOTULISMO - Uma forma de intoxicação alimentar que pode matar se não tratada a
tempo.

O QUE É - Forma de intoxicação alimentar, causada por uma toxina produzida pela
bactéria Clostridium botulinum, presente no solo e, em alimentos contaminados e mal
conservados. A intoxicação se caracteriza por um comprometimento severo do sistema
nervoso e, se não tratada a tempo, mata.

ALIMENTOS DE RISCO - Os enlatados ou embalados a vácuo são os mais vulneráveis ao
Clostridium botulinum, pois a bactéria só se desenvolve em ambientes sem oxigênio.

A INTOXICAÇÃO: 1 - O alimento é contaminado ainda no solo, por esporos ultra-
resistentes. Quando em conserva, o microrganismo se modifica e começa a produzir a
toxina. Latas inchadas, que parecem cheias de ar, podem indicar a presença da bactéria.

2 - Quando o alimento é ingerido, a toxina é absorvida pelo aparelho digestivo e entra na
corrente sanguínea.

3 - A toxina atinge o sistema nervoso, interferindo na sinapse (comunicação) entre as
células nervosas. Sem esta comunicação vital, as funções do organismo começam a ficar
debilitadas.

4 - Como o sistema nervoso deixa de "avisar" a necessidade de contração muscular , a
paralisia dos músculos é freqüente entre os que estão sob efeito da toxina.

SINTOMAS - Os sintomas da intoxicação pela toxina botulínica normalmente aparecem
entre doze e trinta horas depois da ingestão do alimento contaminado. Alguns deles:

a) - aversão à luz; b) - visão dupla com dilatação da pupila; c) - disfonia, dificuldade para
articular palavras; d) - vômitos e secura na boca e garganta; e) - disfagia, dificuldade para
engolir; f) paralisia respiratória que pode levar à morte; g) constipação intestinal; h) -
retenção de urina; i) - debilidade motora.

TRATAMENTO - Consiste na manutenção das funções vitais e uso de soro antibotulínico. O
soro impede que a toxina circulante no sangue se instale no sistema nervoso. A
recuperação da doença é lenta, pois a toxina já instalada entre as células nervosas é
destruída pelo sistema de defesa do corpo. Não há remédios ou soro que eliminem a
toxina.

O LADO BOM DA TOXINA - Os efeitos terapêuticos da toxina botulínica vêm sendo
estudados há décadas. No início, a substância foi utilizada para tratamento de estrabismo e
de espasmos involuntários da musculatura das pálpebras. Administrada em pequenas
doses, a toxina vem sendo usada para tratar doenças relacionadas a contrações
musculares indesejáveis. A propriedade da toxina de paralisar músculos é utilizada no
tratamento estético para amenizar rugas de expressão na face.

Hospital Santa Lúcia - QLS Quadra 716, conj.C - 70.390-700 Brasília-DF - Brasil - Tel:
(061) 445 0000 - http://www.santalucia.com.br/infectologia/botulismo/default.htm.
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12 – A APACAME convida todos os Apicultores e Meliponicultores para participarem do
Encontro de Apicultores do Mês de Setembro.

Dia: 03 de setembro de 2008; Horário: 19:45 horas; Local: Salão Nobre do Parque da
Água Branca, localizado no prédio da Administração do Parque Fernando Costa, com
entrada pelo centro da Arquibancada existente no local.; Telefone para informações:
(0xx11) 3864-9284.

PROGRAMA: Nesta Reunião teremos a honra de receber FABIANO GUEDES RODRIGUES
DA SILVA, graduando em Licenciatura em Biologia(último ano), Faculdade UNIESP, que
falará sobre o tema "EMPREENDER APICULTURA, EDUCAÇÃO E ECOTURISMO NO BRASIL".
Estaremos recebendo, também, a Bióloga NATÁLIA BRIANEZI DE ALMEIDA, do Centro
Universitário Fundação Santo André - SP, que falará sobre o tema: "ENSINO DE
BIOLOGIA: UMA PROPOSTA DE VISITA MONITORADA SOBRE O TEMA ABELHAS
MELIPONINEAS, NO CAMPUS DA FUNDAÇÃO SANTO ANDRÉ".

Os dois temas são de vital importância para os interessados em transformar a sua
propriedade rural num ponto de visitação pública com a implantação de Projeto de Turismo
Rural.

Você não pode perder esta oportunidade.

A Diretoria.
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13 – PE: especialista fala da descoberta da Própolis Vermelha do Mangue no 16º
Agrinordeste

Recife/PE - A própolis, mistura de substância resinosa coletada e usada pelas abelhas (apis
mellifera) para selar buracos e proteger a colméia é usada na medicina popular desde 300
anos AC. E continua sendo estudada no mundo inteiro. Suas inúmeras propriedades
biológicas tem sido encontradas, incluindo citotoxidade anti-herpes, anti-tumor, anti-HIV,
entre outras. Devido a extrema gama de atividades biológicas, a própolis é cada vez mais
usada como alimento saudável suplementar e em bebidas, além de apresentar com alto
valor para a farmacologia apícola nacional e internacional.

E é para falar sobre a importância e abrangência do tema que o expert no assunto, o
paraibano Edvaldo Pacheco, vem ao Recife para participar do 16° Agrinordeste, de quarta
(27) a sexta-feira (29), no Centro de Convenções de Pernambuco. Ele analisará a
Produção de Própolis Vermelho, com apresentação de painel no dia 29, a partir das 10h. O
evento é o maior deste segmento no País, reunindo os maiores nomes da agropecuária
nacional, em busca de novos e viáveis caminhos para o agronegócio do País.

Edvaldo Pacheco é apiterapeuta clínico e integrante da equipe científica que descobriu a
origem botânica da própolis vermelha do Nordeste (Dalbergia Ecastophyllum). “Fui eu
quem localizou a abelha colhendo o seu exudato vermelho, no final de 2005. A descoberta
sobre a origem da botânica da própolis vermelha do mangue foi publicada no Diário oficial
do Estado da Paraíba, Nº 13.139, do dia 27 de Janeiro de 2006”, afirma Pacheco. A
descoberta é um marco na história da apicultura nacional e para a Apiterapia, tratamento
com os produtos da abelha apis mellifera (mel, própolis ,apitoxina (veneno), pólen, pão de
abelha, cera, geléia real, a pilarnil, larvas,abelhas inteiras, entre outros.

A produção de própolis vermelha entusiasma o estudioso. Ele revela que, ao longo dos
últimos anos, de 2005 a 2008, em apiários localizados nas costas do Nordeste,
especificamente no litoral paraibano (Apiário Edimel), foi observada a existência de
própolis vermelha dentro das colmeias. “As abelhas coletam exudado resinoso de
Dalbergia Ecastophullum (L) Taub para a produção de própolis.

Nas áreas onde a Dalbergia Ecastophyllum é rara ou não está presente, as abelhas
coletam de outras plantas. E o resultado é que a própolis coletada exclusivamente de D.
Ecastopyllum tem atividade anti-microbiana maior que a própolis de outras plantas”, relata
o estudioso. Segundo Edvaldo Pacheco, existe atualmente cinco pesquisas científicas
internacionais que atestam o poder anti-tumoral da própolis vermelha , sendo quatro delas
do Apiário Edimel.

Serviço: 16º Agrinordeste - Produção de própolis vermelha. - Painel: 10h15 – 11h45 -
Data: 29 de Agosto - Local: Centro de Convenções de Pernambuco - Informações: (81)
3327-5377

Fonte: CNA – Apacame-Web – Veículo: Página Rural - Seção: Notícias - Data:
26/08/2008 - Estado: RS
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14 – MG: apicultura fomenta economia de cidades do Norte do Estado

Belo Horizonte/MG - Municípios da microrregião da Serra Geral, no Norte de Minas, serão
beneficiados com a produção de mel, por meio do programa Apicultura e
Desenvolvimento, do Governo do Estado.

A Secretaria de Estado Extraordinária para o Desenvolvimento dos Vales do Jequitinhonha,
Mucuri e do Norte de Minas (Sedvan) e o Instituto de Desenvolvimento do Norte e
Nordeste de Minas (Idene), iniciam, nesta quarta-feira (27), a identificação de associações
de 12 municípios que estejam aptas para desenvolver o programa.

A produção do mel de abelha deverá fomentar a economia das cidades de Santo Antônio
do Retiro, Mato Verde, Rio Pardo de Minas, Montezuma, Riacho dos Machados, Padre
Carvalho, Josenópolis, Grão Mogol, Montalvânia, Juvenília, Manga e Jaíba. A população
terá, a partir da implantação do programa, uma nova opção de emprego e renda.

Segundo o coordenador do Programa, Wesley Aganeth, a meta principal é a produção de
mel e todos os produtos originados a partir da polinização, com a contrapartida de
preservação, manutenção, e regeneração do meio ambiente natural (flora), e o objetivo
de gerar renda com responsabilidade ambiental e social.

“A atividade apícola é a única prática agrícola que não agride o meio ambiente, ao
contrário, contribui para a proteção de áreas de preservação ambiental através do
processo da polinização. A atividade proporciona, ainda, o uso múltiplo e racional da
biodiversidade por meio da ação polinizadora das abelhas”, ressalta. O coordenador
destaca também a maleabilidade para o trabalho com a apicultura. “As pessoas não
precisam se dedicar inteiramente à produção de mel,é possível alternar com outras
atividades, complementando a renda”, afirma.

Rachel Tupynambá de Ulhôa, diretora geral do Idene, também exalta esta característica do
Programa. “O objetivo é transferir renda com responsabilidade ambiental e social, o que
possibilita que o projeto seja totalmente auto-sustentável”, afirma. A previsão é de que,
até o final deste ano, o programa já esteja estruturado em todos os 12 municípios.

Apicultura e Desenvolvimento - O programa existe desde setembro de 2005, e, até o
momento, 23 cidades já receberam os equipamentos para cultivo do mel e cerca de 400
pessoas foram capacitadas. As comunidades, depois de receberem do Idene equipamentos
para cultivo, capacitação e acompanhamento técnico, passam a ser proprietárias dos
equipamentos, à medida que os trabalhadores adquirem o conhecimento e a prática
necessários para produzir e dar sustentabilidade à atividade.

Fonte: Governo de MG - Apacame-Web - Veículo: Página Rural - Sção: Notícias - Data:
26/08/2008 - Estado: RS
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15 - APACAME PROMOVE CURSO DE APICULTURA

APACAME - ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE APICULTORES, CRIADORES DE ABELHAS
MELÍFICAS EUROPÉIAS

CURSO DE INICIAÇÃO EM APICULTURA; dias 01/02 e 08/09 de NOVEMBRO de 2008;
INSCRIÇÕES: (0xx11) 3862-2163; PREÇO: 120,00; Curso Apostilado e com Certificado;
Vagas Limitados: 20 alunos.

Abrangendo:

LIÇÃO 01: 1.1 - A natureza, o néctar, o pólen, a fecundação das flores; 1.2 - Agentes
polinizadores naturais; 1.3 - Os insetos: Insetos polinizadores.Insetos sociais; 1.4 - As
abelhas; 1.5 - Abelhas nativas; 1.6 - A Apis mellifera; 1.7 - A Abelha africanizada; 1.8 - O
enxame; 1.9 - A rainha; 1.10 - As operárias; 1.11 - Os zangões; 1.12 - Anatomia da
abelha; 1.13 – Metamorfose; 1.14 -Organização e comportamento; 1.15 - Divisão de
tarefas entre as operárias; 1.16 – Comunicação; 1.17 – Bibliografia; 1.18 - Vocabulário de
termos usados em apicultura; 1.19 - Apêndice - Questionário

LIÇÃO 02: 2.1 - A Apicultura; 2.2 - Apicultura como lazer ou como negócio; 2.3 -
Apicultura rústica;
2.4 - O quadro móvel; o espaço abelha; a colméia racional; 2.5 - Apicultura migratória;
2.6 - Abelhas na agricultura; 2.7 - Atualidade brasileira;

TÉCNICAS APÍCOLAS – PARTE I: 2.8 - Como iniciar um apiário; 2.9 - Escolha do local;
2.10 - O meio ambiente; 2.11- Equipamentos básicos - Tipos de colméias; 2.12 -
Montagem de cavaletes; 2.13 - Outros equipamentos indispensáveis; 2.14 - Medidas de
segurança; 2.15 - Como obter o primeiro enxame; 2.16 - Apêndice - Questionário

LIÇÃO 03: TÉCNICAS APÍCOLAS - PARTE II: 3.1 - Divisão de enxames; 3.2 - Introdução
de rainhas; 3.3 - Alimentação artificial; 3.4 -Transferência de lugar; 3.5 - Como evitar a
enxameação

ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS: 3.6 - Calendário de floradas; 3.7 - Cronograma
operacional

OS PRODUTOS DAS ABELHAS: 3.8 - Mel - Desoperculação e Centrifugação; 3.9 – Pólen;
3.10 - Cera; 3.11 - Geléia Real; 3.12 – Própolis; 3.13 - Veneno; 3.14 - Venda de
rainhas; 3.15 - Venda de enxames; 3.16 - Apêndice - Questionário

LIÇÃO 04: 4.1 - Pragas e doenças das abelhas; ESQUEMA PARA CONSTRUÇÃO DE
MATERIAIS; 4.2 - Colméia Langstroth (Americana); 4.3 - Núcleo de 05 quadros; 4.4 –
Cavalete; 4.5 - Quadros ( caixilhos)
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16 - Encontro de Apicultores neste fim de semana

Apicultores de todo o Maranhão vão estar reunidos nesta sexta-feira e sábado, 29 e 30,
para participar de mais uma edição do Encontro Maranhense de Apicultores e da Festa do
Mel, eventos que se tornaram tradicionais nos últimos anos, na Região do Alto Turi, onde
está concentrada a maior produção de mel do Estado.

Promovido pelas Entidades Apícolas do Maranhão, pelo Sebrae e parceiros os eventos
prometem reunir 350 apicultores maranhenses e potenciais empreendedores, além de
instituições que apóiam a apicultura no Estado e fazem parte do Projeto Apis na Região
Turi – executado pela Unidade de Negócios do Sebrae em Santa Inês.

Na programação do encontro, conhecimentos e informações sobre crédito, pesquisa
tecnológica, legislação sanitária e fiscal serão disseminados, assim como ofertadas oficinas
e clínicas tecnológicas para melhorar a gestão dos pequenos negócios do segmento.
Experiências de sucesso em gestão da cooperação alternativa para agregar valor ao mel
também serão explicitadas, por meio de palestras.

Este ano o evento abordará temas relacionados à fruticultura e a meliponicultura com o
propósito de estimular o surgimento de novas atividades agrícolas integradas à apicultura
no Alto Turi. Concentram a produção do mel nessa região, os municípios de Santa Luzia do
Paruá, Junco do Maranhão, Nova Olinda do Maranhão, Maranhãozinho, Governador Nunes
Freire, Maracassumé e Boa Vista do Gurupi.

A proposta das Entidades Apícolas do Maranhão é realizar os dois eventos em todos os
municípios produtores de mel tipo Apis na Região do Alto Turi. Já sediaram o Encontro de
Apicultores e a Festa do Mel os municípios de Santa Luzia do Paruá (2004 e 2005), Nova
Olinda do Maranhão (2006) e Maranhãozinho (2007).

Papel do Sebrae – Desde agosto de 2006, o Sebrae executa o Projeto Apis na Região do
Alto Turi, por meio da carteira de projetos Geor (Gestão Estratégica Orientada para
Resultados). O papel da Instituição é trabalhar na organização da atividade apícola e,
principalmente, na capacitação dos apicultores, transferência de conhecimento e
tecnologia, organização do setor e articulação e preparação dos apicultores para aquisição
de crédito junto às instituições financeiras oficiais.

Exemplo disso é o Centro de Tecnologia Apícola (CTA), que está sendo construído em
Santa Luzia do Paruá, com intervenção do Sebrae e parceiros na negociação junto ao
BNDES e Fundação Banco do Brasil – financiadores da obra. Hoje, apenas a unidade de
capacitação tecnológica está em funcionamento. A construção da área de Comercialização
do CTA foi prorrogada para 2009/2010.

“Atualmente, a produção de mel é comercializada a granel (atacado). A intenção no curto
prazo é o fracionamento da comercialização com as diversas formas de apresentação do
produto ao consumidor final, como saches e potes de 100, 200 e 500 ml. O objetivo é
agregar valor o produto”, informa o gestor do Sebrae para o Projeto Apis, Adalberto Fraga
Filho, destacando que o CTA pretende viabilizar mercado local, regional e nacional para a
produção de mel maranhense.

Programação do encontro - O Encontro Maranhense de Apicultores é reservado para a
troca de experiências e disseminação do conhecimento. Portanto, o evento concentra
palestras, mesas redondas, debates, clínicas e oficinas tecnológicas, com a participação de
palestrantes de instituições e entidades maranhenses e nacionais que apóiam a atividade
apícola.

Nesta quinta edição, acontecem, por exemplo, palestras sobre “Cenários e Perspectivas da
Apicultura”, com José G. Corrêa da Cunha (CBA) e “Georeferenciamento”, com Ricardo
Lustosa; apresentação do Planejamento Estratégico da Apicultura Maranhense 2009-2013;
caso de sucesso das Federações Apícolas e mesa redonda “Parcerias Estratégicas da
Apicultura Maranhense.

A maior concentração de repasse de conhecimentos está nas oficinas tecnológicas. Nos
dois dias do evento os temas trabalhados e os ministrantes serão: Gestão de
Apiário/Simulador Gerencial Apícola, por José Bessa – Sebrae-TO; Formação de Preço do
Mel, por Albérico de Castro Barros – Sebrae-MA; Meliponicultura, por José Maurício
Bezerra e Eleuza Gomes Tenório (Uema); Fruticultura com Foco na Pastagem Apícola, por
José Edmar Urano de Carvalho (Embrapa Amazônia Oriental); Boas Práticas de Fabricação
Apícola, por Viviane Correa da Silva (Sebrae-MA); Comércio Justo, por Carlos Freitas
(Embrapa Meio-Norte); Normas para Instalação de Casa de Extração de Mel, por Antonio
José (Mapa); Importância Econômica das Fruteiras Nativas, por José Edmar Urano de
Carvalho (Embrapa Amazônia Oriental-PA) e Exemplo de Cooperativismo da CAMTA, por
Ivan Saiki (CAMTA-PA).

Festa do Mel - A finalização do Encontro Maranhense de Apicultores é comemorada com a
Festa do Mel, onde é celebrada com o público a produção obtida na safra do ano – que vai
de julho a setembro. Na festa, será escolhida a Rainha do Mel 2008, que conta com a
participação de candidatas dos municípios de Governador Nunes Freire, Maranhãozinho,
Nova Olinda, Maracaçumé, Boa Vista do Gurupi, Junco do Maranhão, Santa Luzia do Paruá
e Viana.

Fonte: Sebrae – Apacame-Web – Veículo: Zoonews - Seção: Notícias - Data: 27/08/2008 -
Estado: PR
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