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Informativo - nº009 - Agosto de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
“SOS ABELHAS NATIVAS do BRASIL”
Ano I - nº 009 - 18 de Agosto de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 - Criadores de abelhas são capacitados; 3 – Catálogo de
Abelhas Moure; 4 – Sites Interessante: Catálogo de abelhas Moure; 5 – Venda de mel de
abelhas sem ferrão precisa de legislação; 6 - MÉXICO - CRIANÇA DE ABELHAS SEM
FERRÂO UMA OPÇÂO EM YUCATAM; 7 - La meliponicultura una opción más para la
apicultura yucateca; 8 – Meliponicultura uma alternativa sustentável; 9 - RS:
meliponicultura uma alternativa sustentável; 10 - Projeto regulamenta apicultura e
meliponicultura de MS; 11 - Mapeamento e Monitoramento de Ninhos de Abelhas Sem
Ferrão no Triângulo Mineiro; 12 – Prorrogado o prazo da Consulta Pública sobre o
RIISPOA; 13 – IAP realiza II Workshop sobre Planos de Ação para a Política Estadual de
Proteção à Fauna Nativa; 14 – 4 de setembro: Reunião sobre regulamentação da
Resolução CONAMA nº 346, de 16 de agosto de 2004, dia 4 de setembro de 2008.
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1 - Um minuto de Reflexão

· "Estudo sem pensamento é trabalho perdido; pensamento sem estudo é perigoso." -
Confúcio

· "As lições da vida serão repetidas de várias formas até que você as aprenda". - Chérie
Carter - Scott
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2 - Criadores de abelhas são capacitados

Pinheiro - O Projeto Melípona, desenvolvido pela Unidade de Negócios do Serviço de Apoio
às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de Pinheiro, realizou semana passada um curso
sobre produção de caixas racionais (colméias) para a criação de abelhas nativas.

Foram capacitados 60 meliponicultores dos municípios de Peri-Mirim, Bequimão e São João
Batista. No próximo dia 10, serão capacitados mais 20 meliponicultores de São Bento e
Palmeirândia. Os cursos de capacitação do Sebrae são realizados em parceria com as
associações de Meliponicultores dos municípios atendidos pelo Projeto Melípona.

META - A meta é ensinar a técnica para 100 criadores de abelhas nativas para a produção
de 800 caixas racionais a custo inferior ao de mercado. E mais: padronizar as colméias
usadas em um meliponário, facilitar o manejo durante as revisões, incentivar o aumento
de colméias por produtor e implementar uma atividade complementar para geração de
emprego e renda.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: O Estado do Maranhão - Seção: Estado - Data:
06/08/2008 - Estado: MA
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3 – Catálogo de Abelhas Moure

No último dia 23 de julho de 2008 foi lançada a versão final do Catálogo de Abelhas Moure
em cerimônia oficial durante o VIII Encontro sobre Abelhas, em Ribeirão Preto, SP,
presidida pelo Prof.
Gabriel Melo, coordenador do projeto.

O Catálogo de Abelhas Moure, em versão impressa e eletrônica, é fruto de árduo trabalho
de compilação de dados coletados durante muitos anos pelo Prof. Moure e vários
colaboradores e teve apoio da Financiadora de Estudos e Projetos, Finep.

Uma parceria entre a Universidade Federal do Paraná, UFPR, e o Centro de Referência em
Informação Ambiental, CRIA, tornou possível o acesso público e gratuito, a qualquer
interessado, a todo o conteúdo do Catálogo através da Internet no endereço
http://moure.cria.org.br.

É com grande orgulho que convidamos a todos os pesquisadores da área, e o público em
geral, a conhecerem mais esse sistema alimentado por vários especialistas (veja
http://moure.cria.org.br/credits) e desenvolvido e mantido pelo CRIA, que, novamente em
parceria com a comunidade científica, procura cumprir o seu papel de disseminar o
conhecimento científico e promover a educação, visando a conservação e utilização
sustentável dos recursos naturais e a formação da cidadania.

Dora Ann Lange Canhos – Diretora - Centro de Referência em Informação Ambiental -
URL: www.cria.org.br - Tel.: +55 19 3288-0466 - Fax: +55 19 3249-0960

Fonte: http://br.groups.yahoo.com/group/Abena/message/25026 - 25/07/2008
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4 – Sites Interessante: Catálogo de abelhas Moure

O continente americano, em particular a região Neotropical, apresenta uma das faunas de
abelhas mais ricas do mundo. Desde que as primeiras espécies de abelhas foram
formalmente descritas por Lineu, há cerca de 250 anos atrás, uma grande quantidade de
informação tem sido acumulada sobre diferentes aspectos de sua biologia, taxonomia,
sistemática, ecologia, genética, etc.

Estas informações encontram-se dispersas em milhares de artigos e outras publicações,
como livros e monografias. A recuperação rápida e eficiente desta informação somente é
possível por meio de obras de referência, os catálogos taxonômicos, que trazem uma
compilação de todas as fontes bibliográficas pertinentes, incluindo os assuntos tratados
para cada um dos táxons.

A produção de catálogos demanda um grande esforço e sólido conhecimento sobre a
sistemática do grupo a ser catalogado. É um tipo de trabalho produzido apenas por
pesquisadores que tenham acumulado uma longa experiência sobre um grupo de
organismos.

Desde o início de sua carreira acadêmica em 1938, o Prof. Moure vem catalogando todas
as informações publicadas sobre as espécies de abelhas presentes na região Neotropical.
No final da década de 1950, suas notas manuscritas foram transformadas em um catálogo
na forma de cartões datilografados. Este sistema de cartões foi mantido atualizado até o
ano de 1975, quando sua manutenção foi interrompida. Até esta interrupção, o catálogo
apresentava um total de 11.200 fichas datilografadas.

Apresenta-se aqui uma versão on-line atualizada do Catálogo Moure para as abelhas da
região Neotropical. Para acessar o catálogo clique no link catálogo acima (
http://moure.cria.org.br./catalogue).

Sobre o projeto - Biografia do Pe. Moure - Sobre o Catálogo - Equipe responsável -
Indicadores Arquitetura do sistema

Fonte: http://moure.cria.org.br/credits - Acesso em 07/08/2008
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5 – Venda de mel de abelhas sem ferrão precisa de legislação

14/09/2007 - Luís Mansuêto - Cada vez mais o mel produzido pelas melíponas (abelhas
sem ferrão) em comunidades indígenas do interior do Amazonas está conquistando o
paladar dos europeus. Isso porque eles preferem um sabor mais ácido, característica
comum no mel das abelhas sem ferrão. Mas os produtores esbarram em um problema: a
elevada umidade do alimento da região, além da falta de legislação que regule a
exportação. É o que explica a cientista Helyde Albuquerque Marinho, pesquisadora do
Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA).

Marinho é a coordenadora de um projeto de capacitação de jovens e professores
indígenas, que estudou as abelhas nativas na área Sateré-Mawé (formada pelos municípios
de Maués, Parintins e Barreirinha). O objetivo da pesquisa, financiada pela Fundação de
Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), foi fazer o mapeamento da
polinização e caracterização dos produtos meliponículas. Dessa forma, solucionar o
entrave legal existente (falta de legislação) e a elevada taxa de água encontrada no mel.

"O Ministério da Agricultura (MA) só possui legislação para o mel das abelhas apís
(africanizadas), o qual determina que a umidade não pode ultrapassar os 20%. Porém o
mel produzido pelas abelhas sem ferrão varia entre 24 a 27%. A elevada taxa leva a uma
fermentação mais rápida, o que pode ocasionar a perda de toda a produção. Por isso, não
pode ser exportado para a Europa. Contudo, já existe tecnologia para a questão",
informou a pesquisadora.

Segundo ela, uma das saídas encontradas pelo projeto foi a fazer a caracterização do mel
das diferenças existentes, pois só assim será possível requerer junto ao MA uma legislação
específica. Entre elas, Marinho disse que o mel das abelhas sem ferrão é mais fino e
menos doce, diferente do das africanizadas.

Além disso, a florada é outro diferencial. Como ambas coletam o néctar das flores, as
abelhas sem ferrão levam vantagem porque o Amazonas não tem tanta poluição quanto os
outros estados, contribuindo assim para o aumento da qualidade final do produto. Outra
vantagem é em relação à acidez: 2 a 3 pH, o que o coloca na preferência do consumidor
europeu, principalmente, o italiano.

"O objetivo do projeto é aumentar cada vez mais a produção e vender o que é produzido
para o exterior, bem como ajudar na sustentabilidade dos moradores Um litro de mel
produzido pela comunidade chega à custa R$ 40, mas pode atingir o patamar de R$ 80. Na
aldeia existem 150 colméias e cada uma produz em média 3 litros de mel, o que é pouco.
Isso porque além de ser comercializado, ele também é consumido pelos
indígenas",destacou.

Técnicas de manejo - Durante os trabalhos de campo, realizados no município de
Barreirinha, na vila do Castanhal, os representantes da comunidade indígena aprenderam
técnicas de manejo do mel, por exemplo, usar luvas e seringas para coletar o produto das
colméias para não contaminá-lo. Também aprenderam a identificar as abelhas, limpeza e
fabricação das caixas das colméias, tendo sempre como principal meta à certificação do
Ministério da Agricultura (MA).

"Foi a primeira iniciativa nesse sentido, ou seja, tentar solucionar o problema da falta do
selo do MA e oportunizar aos jovens e professores o acesso ao conhecimento produzido
pelo INPA nessa área. Realizamos visitas nas comunidades e eles também vieram ao
Instituto. Levamos para eles motor de popa, canoa e binóculos, tudo por meio do projeto",
enfatizou.

No INPA, a bolsista de nutrição do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica
(PIBIC), Tatiana Van de Maas, realizou análises físico-química e microbiológicas. De
acordo com Marinho, os testes foram feitos para saber se o mel estava contaminado ou
não, pois na aldeia não é possível fazê-los. Segundo ela, tudo conforme manda o MA para
obter um certificado diferente do das abelhas apis. "Os documentos serão entregues no
Ministério da Agricultura. Queremos discutir uma legislação para o mel das melíponas",
alertou.

Os resultados do projeto serão publicados por meio de uma cartilha, tanto no idioma
sateré quanto em português.

Retirada da umidade - Em 2006, durante quatro dias, dois pesquisadores do México
estiveram no INPA para repassar a técnica de retirada da umidade (água) do mel. Na
época, dois professores saterés e representantes da associação dos meliponicultores
aprenderam a metodologia.

Marinho explicou que a desumidificação só é possível em um laboratório devidamente
preparado. Por isso, a pesquisadora elaborou um outro projeto para dar continuidade à
pesquisa inicial. No mesmo, foi incorporado a "Casa do Mel", que será implantado na
comunidade indígena para, assim, solucionar a questão da elevada taxa de umidade.

O projeto, orçado em aproximadamente R$ 100 mil, foi submetido ao Conselho Nacional
de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e aprovado pelo mesmo. Contudo,
um ano após ser aprovado, o recurso ainda não foi liberado, pois depende do Ministério do
Meio Ambiente (MMA).

Benefícios do mel - Apesar de ser utilizado mais como veículo de medicamentos, a
pesquisadora disse que o mel é bactericida, antiinflamatório fornece energia, além de ser
de fácil digestão e utilizado como adoçante natural. Segundo Marinho, o brasileiro não tem
o hábito de consumir mel diferente do argentino, por exemplo.
Fonte: http://www.inpa.gov.br/noticias/noticia_sgno2.php?codigo=490 - Acesso em
07/08/2008
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6 - MEXICO - CRIANÇA DE ABELHAS SEM FERRÂO UMA OPÇÂO EM YUCATAM

Criança de abelhas nativas sem ferrão ou meliponicultura é agora uma opção dentro da
negócio apicultura vale entrar outra vez por causa da contínua ameaça de pragas e
doenças das abelhas introduzidas particular.

Além disso, dada a docilidade da Kaaba Xun (Melipona beecheii), para o ano maia
mulheres têm gerido em suas parcelas e, em seguida, o mel que produzem esses insetos
chega a bom preço no mercado, observou o departamento de investigadores da Faculdade
de apicultura Pecuária e Medicina Veterinária (FMVZ) da Universidade Autónoma de
Yucatán (UADY).

Fonte: Notícias Apitrack nº 51 – 07/08/2008 - newsletter@apitrack.com - "APACAME-Web"
- apacameplenario@yahoogrupos.com.br -
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7 - La meliponicultura una opción más para la apicultura yucateca

MTI /Texcoco Mass Media/Bernardo Caamal Itza* - Publicada: Julio 29, 2008 - Tiene
amplias ventajas criar abejas locales y actualmente es una alternativa en los solares y
para las mujeres.

La crianza de abejas nativas sin aguijón ó meliponicultura constituye en la actualidad, una
opción dentro de la actividad apícola que vale la pena incursionar de nuevo debido a la
amenaza permanente de las plagas y enfermedades particulares de las abejas
introducidas. Además dada la docilidad de la Xunaan Kaab (Melipona beecheii), desde hace
años las mujeres mayas lo han manejado en sus solares y luego la miel que producen
éstos insectos alcanza buenos precios en el mercado, señalaron investigadores del
departamento de apicultura de la Facultad de medicina Veterinaria y Zootecnia (FMVZ) de
la Universidad Autónoma de Yucatán (UADY).

En la mañana de este martes 29 de julio en el marco de la visita de trabajo realizado en el
departamento de apicultura de la FMVZ-UADY por el LIC. Pedro Cabrera Quijano,
presidente ejecutivo de la Fundación Produce Yucatán, A.C. y el MVZ. Gustavo Martín
Quijano, director de Apicultura de la Secretaria de Fomento Agropecuario y Pesquero del
Gobierno del Estado de Yucatán, el tema que más se resaltó, fue las ventajas que
representa el manejo de las abejas sin aguijón.

El director del departamento de apicultura de la FMVZ-UADY, Dr. Javier G. Quezada Euán,
señaló que hace poco más de 20 años que se vienen desarrollando estudios especializados
en torno a las abejas. De ello se han generado vastos trabajos de investigación y cuyos
resultados han permitido incentivar la actividad apícola. Del mismo modo sus especialistas
son reconocidos a nivel nacional e internacional por la vanguardia científica que
representan sus trabajos.

El directivo resaltó que recientemente presentó los avances que viene realizando esta
institución en un foro apícola realizado en Brasil, destacó que los apicultores de éste país
están muy interesados en conocer puntualmente sobre la meliponicultura yucateca; sobre
todo argumentó: “Las abejas al polinizar, permiten que tengamos alimentos, porque sin
ellas no comemos, de ahí radica su importancia”.

Durante el recorrido realizado por los funcionarios de ambas instituciones, permitió
conocer de cerca las diversas actividades del departamento de apicultura que va desde el
estudio puntual en genética, plagas y enfermedades; estudios que permiten saber el
impacto que tienen las abejas nativas en la producción agrícola, tal como señala el reporte
de una investigación realizad recientemente sobre chile habanero mostrando el impacto
positivo traduciéndose en excelentes ganancias para el productor.

Por su parte, el MC. Jorge A. González Acereto, especialista en la crianza de abejas sin
aguijón, destacó la importancia de continuar los trabajos en cuanto a la transferencia de
tecnología en su caso, dijo que la aparcería constituye un atractivo sistema para la
propagación de la meliponicultura moderna en las comunidades mayas de Yucatán,
recordó que auque las condiciones en cuanto a la situación actual de la vegetación nativa y
de otros factores que aquejan en cuanto al manejo de las abejas nativas, aun prevalecen
la aplicación de los métodos arcaicos y que actualmente se validan estas experiencias por
los investigadores yucatecos; otro de los factores limitantes de la actividad, es que
conforme se muriendo la gente que conoce su manejo va desapareciendo conocimientos
milenarios y luego, cada vez es menos la presencia de las abejas denominadas en maya
yucateco: Kolel–kab ó Xunaan kab(Melipona beechii); el Kantsak (Scaptrotrigona
pectorales) y el Tstes (M. yucatánica).

El Dr. Javier G. Quezada Euán, mencionó también que los días 29 y 30 de septiembre y
1ero, de octubre se realizará en Yucatán el “V Congreso Mesoamericano sobre Abejas sin
Aguijón” denominada: “…hacia el rescate de la biodiversidad”, mismo que constituye un
foro que permite dar a conocer los productores los avances generados por la UADY en
cuanto al tema, resaltaron la estrecha coordinación que tienen con la Secretaria de
Fomento Agropecuario y Pesquero, y también solicitaron a Fundación Produce Yucatán, su
participación para darle un mayor impulso a este intercambio de experiencias y permitirá
incentivar más los resultados en cuanto al productor haga uso de los conocimientos
adquiridos.

Al respecto, Pedro Cabrera Quijano, reafirmó su interés y dijo que la Fundación Produce
Yucatán, A.C. esta al servicio de los productores sobre todo en actividades tan importantes
como lo es la apicultura en donde no sólo se conjuga la cultura maya sino la importancia
del uso sustentable de los recursos naturales propios del mayab.

Egresado de la especialidad de Fitotecnia por la Universidad Autónoma Chapingo,
actualmente se desempeña como Responsable de Comunicación Social de la Fundación
Produce Yucatán, A.C

Fonte: © Alianzatex.com 2008 - http://www.alianzatex.com/Alianzatex/nota.jsp?
nota=N0006182 - 29/07/2008
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8 – Meliponicultura uma alternativa sustentável

Embrapa - Dentro do conceito de desenvolver práticas agrícolas economicamente viáveis,
ecologicamente sustentáveis e socialmente justas, a meliponicultura se adapta como uma
alternativa que favorece a diversificação e o melhor uso da propriedade. Esta é uma
atividade que pode se integrar aos plantios florestais, de fruteiras e/ou culturas de ciclo
curto e em muitos casos, pode até vir a contribuir no aumento da produção agrícola, pois
favorece a polinizaçãoâ, destacou o pesquisador da Embrapa Clima Temperado, Luis
Fernando Wolff.

Ele explica que existem duas diferenças significativas entre as abelhas nativas e as
abelhas africanizadas, que possuem ferrão e são da sub-família dos Apineos. A primeira se
refere as características ambientais e sociais, ou seja, as atividades desempenhadas na
natureza por essas abelhas que acontecem em sintonia com a flora nativa. O segundo
ponto, diz respeito ao fato delas serem mansas e sem ferrão, o que possibilita diversas
alternativas de uso, tais como: polinização de cultivos em estufas, criação próximo a
residências e na zona urbana, maior envolvimento de mulheres e crianças no manejo,
entre outras possibilidade, acrescentou.

Entretanto, apesar desses pontos positivos, a criação de abelhas melíponas apresenta
alguns aspectos que prejudicam sua expansão, especialmente em comparação com o
cultivo de Apis melifera. O mel produzido pelas abelhas nativas é mais perecível, devido A
maior quantidade de água, em que o teor de umidade do produto final oscila entre 40 e
50%. Além disso, a produção do mel de abelhas-sem-ferrão é muito menor. Porém, a
cadeia produtiva de produtos oriundos da meliponicultura está em processo inicial de
articulação, afirma Wolff.

Essa quantidade reduzida de produção de mel de abelhas nativa tem, por outro lado, um
respaldo do mercado consumidor, conforme explica o pesquisador: o quilo do mel
produzido pelas melíponas é muito valorizado, em função da pouca oferta e do seu uso
medicinal. Assim, a venda é feita em frascos de 100 gramas, ao custo de R$ 8,00 ou R$
10,00 (cada). Ele destacou o potencial do produto, muito valorizado no exterior, e que tem
um sabor e um aroma diferenciado e agradável.

O meliponicultor de Pelotas, Carlos Eduardo Daniel, conta que está cultivando melíponas
há dois anos. Ainda estou fazendo a aclimatação das abelhas e conhecendo as técnicas de
manejo das mesmas, que é muito diferenciado da Apis melifera, porém estou satisfeito
com os resultados iniciais. Esse evento é importante, pois reúne informações e
equipamentos que possibilitam a ampliação dos horizontes no cultivo de abelhasâ, disse
Carlos.

O XIII Seminário Estadual de Apicultura é uma realização da Federação Apícola do RS, do
Núcleo de Apicultores de Pelotas e Zona Sul, da Embrapa Clima Temperado, da UFPel e
em parceria com uma série de outras entidades ligadas ao setor.

Christiane Rodrigues Congro Bertoldi - Mtb-SC 00825/9 Embrapa Clima Temperado -
Contatos: (53) 3275-8113 - congro@cpact.embrapa.br.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Embrapa - Seção: Notícias - Data: 08/08/2008 - Estado:
DF - Veículo: Página Rural
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9 - RS: meliponicultura uma alternativa sustentável

Pelotas/RS - Durante o primeiro dia de atividades do XIII Seminário Estadual de
Apicultura, qe acontece na UFPel, no auditório da Faem, em Pelotas, de 7 a 9 de agosto,
foram abordados diversos aspectos da meliponicultura. A meliponicultura se caracteriza
pelo processo de cultivo das abelhas-sem-ferrão, que são nativas do Brasil. Existem cerca
de 400 espécies diferentes de abelhas da sub-família dos M/eliponineos/, muitas delas sob
grave risco de extinção. No Rio Grande do Sul, em função das características climáticas
locais existem apenas 21 espécies conhecidas.

Dentro do conceito de desenvolver práticas agrícolas economicamente viáveis,
ecologicamente sustentáveis e socialmente justas, a meliponicultura se adapta como uma
alternativa que favorece a diversificação e o melhor uso da propriedade.

“Esta é uma atividade que pode se integrar aos plantios florestais, de fruteiras e/ou
culturas de ciclo curto e em muitos casos, pode até vir a contribuir no aumento da
produção agrícola, pois favorece a polinização”, destacou o pesquisador da Embrapa Clima
Temperado, Luis Fernando Wolff. Ele explica que existem duas diferenças significativas
entre as abelhas nativas e as abelhas africanizadas, que possuem ferrão e são da sub-
família dos /Apineos/.

“A primeira se refere as características ambientais e sociais, ou seja, as atividades
desempenhadas na natureza por essas abelhas que acontecem em sintonia com a flora
nativa. O segundo ponto, diz respeito ao fato delas serem mansas e sem ferrão, o que
possibilita diversas alternativas de uso, tais como: polinização de cultivos em estufas,
criação próximo a residências e na zona urbana, maior envolvimento de mulheres e
crianças no manejo, entre outras possibilidades”, acrescentou.

Entretanto, apesar desses pontos positivos, a criação de abelhas melíponas apresenta
alguns aspectos que prejudicam sua expansão, especialmente em comparação com o
cultivo de /Apis melifera/. “O mel produzido pelas abelhas nativas é mais perecível, devido
à maior quantidade de água, em que o teor de umidade do produto final oscila entre 40 e
50%. Além disso, a produção do mel de abelhas-sem-ferrão é muito menor. Porém, a
cadeia produtiva de produtos oriundos da meliponicultura está em processo inicial de
articulação”, afirma Wolff.

Essa quantidade reduzida de produção de mel de abelhas nativa tem, por outro lado, um
respaldo do mercado consumidor, conforme explica o pesquisador: “o quilo do mel
produzido pelas melíponas é muito valorizado, em função da pouca oferta e do seu uso
medicinal. Assim, a venda é feita em frascos de 100 gramas, ao custo de R$ 8,00 ou R$
10,00 (cada)”. Ele destacou o potencial do produto, muito valorizado no exterior, e que
tem um sabor e um aroma diferenciado e agradável. O meliponicultor de Pelotas, Carlos
Eduardo Daniel, conta que está cultivando melíponas há dois anos.

“Ainda estou fazendo a aclimatação das abelhas e conhecendo as técnicas de manejo das
mesmas, que é muito diferenciado da /Apis melifera/, porém estou satisfeito com os
resultados iniciais. Esse evento é importante, pois reúne informações e equipamentos que
possibilitam a ampliação dos horizontes no cultivo de abelhas”, disse Carlos.

O XIII Seminário Estadual de Apicultura é uma realização da Federação Apícola do RS, do
Núcleo de Apicultores de Pelotas e Zona Sul, da Embrapa Clima Temperado, da UFPel e
em parceria com uma série de outras entidades ligadas ao setor.

Fonte: Embrapa Clima Temperado – Apacame-Web – Veículo: Página Rural - Seção:
Notícias - Data: 08/08/2008 - Estado: RS
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10 - Projeto regulamenta apicultura e meliponicultura de MS

O deputado Marcio Fernandes, líder da bancada do PSDB, apresenta um projeto que
regulamenta o desenvolvimento e Expansão da Apilcultura e Meliponiculutra. O projeto de
Lei subdividido em 16 capítulos e 34 artigos regulamenta as questões políticas,
favorecendo o desenvolvimento sustentável preservando o meio ambiente.

Entre os artigos, devem-se destacar os Art. 5º e 6º que fala da política estadual para
desenvolver programas, projetos e planos que envolva a atividade apícola e
meliponicultura no Estado.. Para o deputado Marcio Fernandes, esse projeto é o primeiro
passo para que a atividade se desenvolva de maneira organizada. "A partir desse projeto,
o setor de apicultura e meliponicultura, deverão receber incentivos, com realização de
pesquisas para o melhoramento da produção de mel e cera de abelha em Mato Grosso do
Sul", comenta Marcio Fernandes.

Outro ponto abordado é o favorecimento de incentivos fiscais e de créditos agrícolas, para
a produção, armazenamento, beneficiamento e instalação realizada por apicultor ou
meliponicultor. "Os apicultores e meliponicultores passam a ter direito de custeio da
produção e da comercialização dos produtos" comenta Marcio Fernandes.

O projeto ainda aborda questões de eliminação de agrotóxicos para a ampliação da
produção de mel e cera de abelha, com pesquisas de extensão rural. Segundo Marcio
Fernandes, esse projeto é uma base para estruturação da apicultura e meliponicultura de
Mato Grosso do Sul.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: MS Notícias - Seção: Política - Data: 12/08/2008 - Estado:
MS
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11 - Mapeamento e Monitoramento de Ninhos de Abelhas Sem Ferrão no Triângulo Mineiro

Fernanda Helena Nogueira-Ferreira e Estefane N. Leoncini Siqueira, Instituto de Biologia,
Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG), Campus Umuarama, Uberlândia–MG, CEP
38400-902. E-mail: ferferre@inbio.ufu.br.

INTRODUÇÃO
As abelhas constituem um grupo muito importante de insetos no Cerrado, pois
desempenham importantes papéis ecológicos, sendo polinizadores naturais. A maioria das
abelhas sem ferrão faz seus ninhos preferencialmente em ocos de árvores. Algumas
espécies podem nidificar em cavidades no solo, em cupinzeiros ou formigueiros
(abandonados ou ativos), em ninhos de pássaros desativados ou em paredes de casas.
Algumas constroem ninhos expostos ou semi-expostos em galhos de árvores ou fendas
em rochas (Camargo, 1989).
A crescente fragmentação mundial dos ambientes naturais, provocada pelo
desmatamento, pelas queimadas ou pelo manejo agrícola, tem diminuído as populações de
abelhas sem ferrão, devido à limitação às sítios de nidificação. No Brasil não é diferente.
Os municípios de Uberlândia e Araguari, no estado de Minas Gerais, perfazem uma
quantidade enorme de fragmentos de cerrado original e de mata de galeria. Nessas áreas
nativas, existem muitas espécies de Meliponina, que correm o risco de desaparecer,
devido ao desmatamento, sem que sejam conhecidas e estudadas.
Excetuando-se os estudos de Siqueira et al. (2007) e Siqueira (2007), são escassos os
relatos sobre a ocorrência de ninhos e sobre os hábitos de nidificação relativos às abelhas
sem ferrão, no triângulo mineiro. Atualmente nessa região, várias áreas naturais vêm
sendo estudadas, com o intuito de conhecer a fauna de abelhas sem ferrão, investigar
seus hábitos de nidificação e efetuar o monitoramento dos ninhos. Nesse artigo,
relataremos os resultados parciais obtidos em duas áreas naturais no Triângulo Mineiro,
onde o objetivo geral foi o de localizar e mapear os ninhos de abelhas sem ferrão e avaliar
a riqueza e a abundância de espécies. Dessa maneira, esse estudo contribuirá para o
conhecimento das espécies de abelhas sem ferrão existentes na região, servindo de
suporte para futuros trabalhos visando à conservação de áreas naturais e de seus
polinizadores.

MATERIAL E MÉTODOS

1. Margens do rio Araguari (Araguari- MG)
Área de cerca de 50,47 hectares, composta por várias fitofiosionomias de Cerrado. O
estudo foi desenvolvido nos meses de durante o desmatamento para a implantação de
uma Usina hidrelétrica, no Rio Araguari, na cidade de Araguari-MG. Na medida em que o
desmatamento acontecia, quando possível os ninhos eram retirados e transferidos para
caixas de madeira. Nesse momento, eram avaliados e as coordenadas geográficas eram
anotadas.

2. Reserva Ecológica do Panga (Uberlândia-MG)
O levantamento está sendo realizado, em uma área de Mata de Galeria e de Cerrado
sentido restrito, perfazendo uma área equivalente à 100 hectares, aproximadamente, na
Reserva Ecológica do Panga, em Uberlândia-MG. A localização dos ninhos está sendo feita
visualmente, a partir de observações de possíveis locais de nidificação. A base e o tronco
das árvores estão sendo observados, até dez metros de altura. Os cupinzeiros terrestres e
arbóreos estão sendo avaliados.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram encontrados 69 ninhos, correspondendo a 20 espécies, na área estudada nas
margens do Rio Araguari (Tabela 1). Na Estação Ecológica do Panga, foi encontrado, até o
momento um total de 30 ninhos, representados por 14 espécies distintas de abelhas sem
ferrão, como mostra a Tabela 1.

Tabela 1: Número de ninhos de abelhas sem ferrão de cada espécie, mapeados nas
margens do Rio Araguari (Araguari-MG) e na Estação Ecológica do Panga (Uberlândia-MG).
Espécie Margens do Rio Araguari Estação Ecológica do Panga
Cephalotrigona capitata 3 3
Frieseomellita varia 3 2
Frieseomellita doederleini 0 2
Geotrigona subnuda 0 1
Lestrimellita limao 1 0
Leurotrigona muelleri 0 1
Melipona rufiventris 10 2
Nannotrigona testaceicornis 0 1
Oxytrigona tataira 1 1
Partamona ailyae 6 0
Partamona combinata 3 0
Plebeia droryana 1 0
Scaptotrigona bipunctata 6 0
Scaptotrigona depilis 4 8
Scaptotrigona polysticta 0 1
Scaura longula 1 0
Tetragona clavipes 6 0
Tetragona quadrangula 2 0
Tetragonisca angustula 7 4
Trigona fulviventris 2 0
Trigona hyalinata 6 1
Trigona hypogea 2 0
Trigona recursa 2 0
Trigona spinipes 2 1
Trigona truculenta 1 1
TOTAL 69 30

Melipona rufiventris é uma espécie presente na lista de animais ameaçados de extinção,
para o estado de Minas Gerais (Machado, 1998), entretanto, nas áreas estudadas foram
encontrados 12 ninhos dessa espécie. É prematuro discutir as razões pela qual M.
rufiventris tenha apresentado grande abundância, apesar de atualmente, ser considerada
uma espécie rara. A região do rio Araguari estudada caracteriza-se por uma área
ecotonal, abrangendo, espécies vegetais características de Cerrado, de Mata de Galeria,
de Mata Ciliar e de Mata Estacional Semidecídua. Sendo assim, esse ambiente de
vegetação heterogênea pode oferecer uma grande diversidade de substratos para a
nidificação.

Carvalho & Bego (1997), em um levantamento de abelhas em visitas às flores, no cerrado
na Estação Ecológica do Panga, encontraram 10 espécies de Meliponina, numa área de
403,47 ha. Comparativamente, com esse estudo, nossos resultados ainda que não
concluídos, apresentam 3 vezes esse número (n=30), em uma área de 100 ha. Essa alta
diversidade de espécies encontrada em nosso estudo pode ser explicada, considerando-se
algumas hipóteses: o local estudado mantém características que favoreceram a
enxameação dessas espécies, como a presença de árvores grossas com a disponibilidade
de ocos grandes; difícil acesso ao local e, conseqüentemente, isolamento da área de
estudo e, alta diversidade vegetal que possibilite grande variedade de recursos
alimentares para as abelhas.

Ninhos de abelhas foram encontrados em diferentes substratos como: cavidades em
árvores vivas, cavidades em árvores mortas, mourões de cerca, no solo, em cupinzeiros
(arbóreos, subterrâneos ou de murundum), em pedreiras e em paredes. Entretanto,
constatou-se que nas duas áreas estudadas, a maioria dos ninhos se encontrava em
cavidades pré-existentes em árvores vivas. Esse resultado reforça a necessidade de se
manter os ambientes protegidos do desmatamento para a manutenção das espécies de
abelhas sem ferrão em áreas naturais, oferecendo-lhes locais para a nidificação.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Camargo, J.M.F. Comentários sobre a sistemática de Meliponinae (Hymenoptera, Apidae).
XIV Simpósio Anual ACIESP (Suplem.), São Carlos, Anais. 68: 41-61, 1989.
Carvalho, A.M.C. & Bego, L.R. Explotation of avilable resouces by bee fauna (Apoidea –
Hymenoptera) in the Reserva Ecológica do Panga, Uberlandia, steate of Minas Gerais,
Brazil. Revista Brasileira de Entomologia 41(1): 101-107, 1997.
Machado, A.B.M. Livro Vermelho das Espécies Ameaçadas de Extinção da Fauna em Minas
Gerais. Belo Horizonte: Fundação Biodiversitas, 1998, 608 p.
Siqueira, E.N.L. Hábitos de nidificação e distribuição de ninhos de abelhas sem ferrão
(Hymenoptera, Meliponina) em uma região do vale do Rio Araguari, Araguari-MG.
Monografia, Universidade Federal de Uberlândia-MG, 2007, 32p.
Siqueira, E.N.L.; Martines, R.B.; Nogueira-Ferreira, F.H. Ninhos de abelhas sem ferrão
(Hymenoptera, Meliponina) em uma região do Rio Araguari, Araguari-MG. Biosci. J.,
Uberlândia, 23(1): 38-44, 2007.
Auxílio financeiro: FAPEMIG/ CNPQ.
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12 – Prorrogado o prazo da Consulta Pública sobre o RIISPOA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Secretaria de Defesa Agropecuária –
Departamento de Produtos de origem Animal), editou NOTA TÉCNICA, datada de
30/07/2008, prorrogando o prazo de Consulta Pública para revisão do Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal (RIISPOA), conforme
segue.

“Em atendimento às inúmeras solicitações recebidas de Associações e sindicatos de
Empresas sob a Fiscalização do Serviço de Inspeção Federal – SIF, pleiteando a
prorrogação do prazo para Consulta Pública da proposta de Revisão do Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária dos Produtos de Origem Animal – RIISPOA, o
Departamento de Inspeção de Produtos de origem Animal – DIPOA, informa que fica
prorrogado o prazo para a apresentação das contribuições, até a data de 15 de setembro
de 2008. Brasília – DF, 30 de Julho de 2008. Nelmon Oliveira da Costa – Diretor do
DIPOA/DAS/MAPA.”

Segundo o MAPA, a nova proposta do Decreto nº 30.961 de 1952 vai atualizar conceitos e
exigências higiênico-sanitárias, previstas na legislação que define os requisitos para o
registro dos estabelecimentos e a fiscalização pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Para a modernização do Riispoa, o Departamento de Inspeção de Produtos de Origem
Animal (Dipoa), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), criou um grupo de trabalho
composto por fiscais federais agropecuários para coordenar a atualização da lei. Dos 811
artigos do atual Riispoa, 49% foram alterados e outros 47% foram revogados por estarem
obsoletos. Apenas 3,4% dos artigos foram preservados e 290 foram criados. Ao todo, a
proposta do novo Riispoa possui 748 artigos.

Com intuito de harmonizar a nova proposta com a realidade atual dos critérios de
segurança alimentar, o grupo de trabalho considerou dispositivos do Código de Defesa do
Consumidor, as orientações do Códex Alimentarius, as normas do Mercosul, as legislações
internacionais e os acordos sanitários que o Brasil mantém com mais de 150 países com
os quais possui relação comercial. Também foram levados em conta o embasamento
científico e tecnológico e as demais legislações que interferem nas atividades do Dipoa.

Entre as principais alterações, destaca-se a fiscalização periódica das empresas de
beneficiamento de leite e as fábricas de conserva. Essa mudança prevê que os fiscais não
serão fixos nem atuarão mais dentro das empresas, em caráter permanente. Cada fiscal
realizará o trabalho de inspeção, aleatoriamente, num determinado número de
estabelecimentos de uma região. Está previsto, ainda, que os fiscais de um estado farão
inspeções em fábricas e empresas em outras unidades federativas.

Nos estabelecimentos de abate de animais (bovinos, suínos, aves, caprinos, eqüinos e
ovinos) permanece o sistema de fiscalização permanente, em que o fiscal atua dentro da
empresa. Cabe lembrar que a nova proposta do Riispoa cumpre o Código de Defesa do
Consumidor que atribui a responsabilidade primária pela qualidade do produto à empresa
que o produziu. Foram mantidos os artigos do Riispoa que definem as exigências para o
registro dos estabelecimentos, os padrões das instalações das empresas, os
equipamentos, os fluxogramas de produção e as obrigações para controle da produção de
alimentos.

As sugestões para o melhoramento da proposta do texto do novo Riispoa devem estar
fundamentadas técnica e cientificamente. As contribuições devem ser encaminhadas para
o endereço eletrônico: dipoa.riispoa@agricultura.gov.br.

Fonte: http://www.agricultura.gov.br/ - 9/08/2008 – notícias

Atenção: Nesta revisão do RIISPOA passa-se a inserir no texto legal e contemplar a
MELIPONICULTURA, distinguindo os produtos os méis e produtos dos meliponíneos,
daqueles oriundos da apicultura.
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13 – IAP realiza II Workshop sobre Planos de Ação para a Política Estadual de Proteção à
Fauna Nativa

Dias 14 e 15 de agosto o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), realizou o II Workshop para
validação dos Planos de Ação elaborados para a Política Estadual de Proteção à Fauna
Nativa/SISFAUNA.

Os objetivos do evento, foram: apresentar os planos de ação elaborados pelos grupos de
trabalho à plenária; Discutir, ajustar e validar os planos de ação junto à plenária
constituída pelos participantes do evento.

As espécies animais nativas consideradas para efeito da formulação dos Planos de Ação,
foram: grupo de vertebrados Aquáticos (boto-cinza, toninha, tartaruga-de- couro e
tartaruga-verde), aves ameaçadas (in situ, aves de estuários e brejos litorâneos,
falconiformes, aves de várzeas e aves de campos), abelhas nativas sem ferrão
(meliponíneos), mamíferos terrestres e marinhos ameaçados, peixes ameaçados, controle
de espécies exóticas, espécies em desequilíbrio populacional (capivara, macaco-prego e
pomba-amargosa), queixada e cateto, gato-do-mato-maracajá, bugio-ruivo, araras,
maracanã, macuco e jacutinga.

Para maiores informações, contatar: Márcia Guadalupe Pires Tossulino
(márciagp@iap.pr.gov.br - (41) 3213-3700.
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14 – 4 de setembro: Reunião sobre regulamentação da Resolução CONAMA nº 346, de 16
de agosto de 2004

A Resolução MMA/CONAMA nº 346, de 16 de agosto de 2004, disciplina a utilização das
abelhas silvestres nativas, bem como a implantação de meliponários.

No artigo 9º, dispôs: “O IBAMA no prazo de seis meses, a partir da data da publicação
desta resolução, deverá baixar as normas para a regulamentação da atividade de criação
e comércio das abelhas silvestres nativas.“

Porém, até a data de 18 de agosto de 2008, nada aconteceu, trazendo prejuízos à
preservação das abelhas nativas do Brasil e inibindo o desenvolvimento da meliponicultura.

CONVITE

Convidamos todos os interessados no tema criação de abelhas nativas do Brasil a
participar e a remeter suas sugestões.

Data: 4 de setembro de 2008 (Quinta-feira)
Local: Anfiteatro da SEAB (rua dos Funcionários, 1559 - Cabral - Curitiba – PR)
Horário: 17 horas às 18:30 horas
Assunto: Reunião sobre a regulamentação da Resolução MMA/CONAMA nº 346/2004

Mais informações com: Roberto de A Silva (SEAB/DERAL - andrades@seab.pr.gov.br - (41)
3313.4132), Deni Schwartz Filho (denils@comfauna.com) e Solange Regina
(solangereginam@yahoo.com.br)
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SEABDERAL
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br
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