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Informativo - nº096 - Setembro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 96 – 22 de Setembro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 - Balneário Pinhal (RS) vai criar roteiro turístico do mel; 3 -
Pecuária, algodão e apicultura são exemplos de sucesso; 4 - Própolis Vermelha de Alagoas
pode ter certificado de origem; 5 - Começa hoje em Sinop feira do mel, mercadão das
artes e restaurantes típicos; 6 – RS: Emater Ascar promove reunião de apicultores em
Pedro Osório; 7 - Alunos participam de oficina de apicultura; 8 - Entrevista - Interesse
político não deixa que mortes de abelhas sejam esclarecidas; 9 - Notícias da FEPA (I):
Convite para reunião sobre o PNGEO-CBA; 10 - Notícias da FEPA (II): participação no
CONESA ; 11 – Notícias da FEPA (III) - ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA 12 -
Paraná é o terceiro maior exportador de mel do País; 13 – Curitiba (Paraná): Avenida do
MEL; 14 – Notícias da AASB (São Borja – RS); 15 - Exportações de mel alcançaram US$ 18
milhões no primeiro semestre de 2008; 16 – Brasil foi o 5º exportador mundial de mel no
primeiro semestre; 17 – Produtores discutem mercado da apicultura em seminário de Lins;
18 - Revisão do RIISPOA: Prorrogação prazo até 15 de outubro de 2008; 19 – Notícias da
ABEMEL. (Associação Brasileira de Exportadores de Mel); 20 – Notícias da CBA
(Confederação Brasileira de Apicultura); 21 – Vem aí o 4º ENCONTRO PARANAENSE DE
APICULTURA, cujo lema é: “Qualidade, Produtividade e Organização dos Apicultores”
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1 - Um minuto de Reflexão

· "O homem está sempre disposto a negar aquilo que não compreende." - Luigi Pirandello

· "Alguns homens vêem as coisas como são, e dizem: Porquê? Eu sonho com as coisas que
nunca foram e digo: Porque não?" - George Bernard Shaw
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2 - Balneário Pinhal (RS) vai criar roteiro turístico do mel

'Roteiro Turístico Ecomel' é uma iniciativa conjunta dos empresários do setor de turismo e
dos produtores de mel de Balneário Pinhal, no litoral gaúcho; roteiro mistura história,
gastronomia e cultura

Balneário Pinhal - Vocação para o turismo e a produção de mel pode ser vista logo na
entrada da cidade - Empresários do turismo e produtores de mel de Balneário Pinhal,
cidade do litoral gaúcho, se uniram para formatar um roteiro turístico com foco nas duas
atividades. A iniciativa já ganhou até nome: 'Roteiro Turístico Ecomel', destino que
contempla as paisagens litorâneas, a história, a gastronomia e a vocação do município
para produzir mel da florada de eucalipto.

O objetivo da ação coletiva é fortalecer o crescimento econômico do município, divulgando
atrativos ainda pouco conhecidos pelos turistas. Os empresários do turismo participam do
projeto ‘Pólo de Turismo do Litoral Norte Gaúcho’ e os produtores de mel integram o
projeto ‘Apicultura do Litoral Norte em Balneário Pinhal’. Ambos têm o apoio do Sebrae no
Rio Grande do Sul e da Prefeitura de Balneário Pinhal.

O projeto ‘Pólo de Turismo de Litoral Norte Gaúcho’ tem a participação de grupos de
artesanato, gastronomia e meios de hospedagem. “O Rio Grande do Sul tem se
preocupado com as questões turísticas e os empreendedores estão se posicionando nesse
setor. Esse roteiro representa o resultado de um trabalho que vem sendo construído em
conjunto”, diz a gestora do projeto, Camila Ferraz Jacques.

O Ecomel ainda está em fase de conclusão. No entanto, alguns pontos já foram definidos.
O roteiro inclui passeio pelas dunas de fronteiras, situadas defronte ao mar; e pelas dunas
de lagoas, localizadas próximas à região de Serra. Também é possível ir ao mirante de
seis metros de altura para ver as lagoas Rondinha e Cerquinha.

O turista também poderá conferir também a imagem de cinco metros de altura de Santa
Rita de Cássia, padroeira dos apicultores. Na parte de apicultura, o roteiro terá visitação
ao quiosque do mel para a aquisição de produtos. No local, os turistas poderão participar,
junto com um apicultor, da coleta do produto. Balneário Pinhal produz cerca de 5 toneladas
de mel por ano.

Haverá ainda uma visitação ao centro de Balneário Pinhal para conhecer monumentos
temáticos da cidade e visita ao túnel verde, formado por dezenas de eucaliptos perfilados
numa extensão de 3,5 quilômetros. O roteiro Ecomel as questões culturais e históricas com
a preservação do meio ambiente. Por isso, durante todo o roteiro os turistas estarão
acompanhados de uma historiadora e de uma bióloga.

Serviço: Assessoria de Comunicação do Sebrae no Rio Grande do Sul - (51) 3216-5165 ou
(51) 3216-5182 - Central de Relacionamento Sebrae - 0800 570 0800 - Sebrae Litoral:
(51) 3601-0068 –

Fonte: Apacame-Web – Agência Sebrae de Notícias (ASN) - RS -
balneariopinhalrs.com.br - 05/09/2008
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3 - Pecuária, algodão e apicultura são exemplos de sucesso

Um dos exemplos de sucesso foram relatados durante o encontro de avaliação da EBDA.
Um deles foi na região de Alagoinhas, na Estação Experimental de Aramari, onde há dois
anos a mortalidade de bezerros é zero.

"Só utilizamos remédios homeopáticos em doenças como a tristeza parasitária e o controle
do carrapato. Também não temos ocorrência de mamite em vacas há três anos. Isso é
fruto do trabalho intensivo da empresa em benefício do agricultor familiar", ressaltou o
gerente regional da EBDA, de Alagoinhas, José Ozório Dourado. Já na região de Barreiras,
o trabalho de assistência técnica com a pimenta, no assentamento Rio de Ondas, em Luís
Eduardo Magalhães, desde novembro de 2007, tem contribuído para aumentar a renda de
22 pequenos produtores, com uma produtividade de 14 mil quilos por hectare.

Outro destaque é o Programa de Revitalização da Cultura do Algodão no Vale do Iuiú, que
atende 700 agricultores familiares com Ater integral e de qualidade, além da
disponibilização do kit produtividade, inserção do agricultor familiar na cotonicultura e
remuneração justa pelo produto.

A apicultura também fez a diferença em muitas regiões. O compromisso dos técnicos da
EBDA na organização de apicultores, na cadeia produtiva do mel, elevou o número de
emprego e aumentou a renda dessas famílias, além de atingir um produto final de alta
qualidade, principalmente nas regiões de Jacobina, Ribeira do Pombal, Bom Jesus da Lapa
e Irecê.

Fonte: Apacame - Web - Veículo: Secretaria da Agricultura - Bahia - Seção: Notícias -
Data: 05/09/2008 - Estado: BA
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4 - Própolis Vermelha de Alagoas pode ter certificado de origem

Especialistas vão iniciar mapeamento e diagnóstico da produção para obter certificação de
origem para a própolis vermelha alagoana; certificado de origem aumenta o valor
agregado do produto. A própolis vermelha produzida nas regiões litorânea e lagunar de
Alagoas pode ganhar mais destaque nos mercados nacional e internacional. É que a partir
setembro especialistas do setor iniciam o mapeamento e o diagnóstico da produção,
necessários para dar início ao processo de certificação de origem. As diretrizes do trabalho
serão apresentadas nesta terça-feira (2) às 9 horas em reunião na sede do Sebrae em
Maceió.

A iniciativa de buscar o certificado de origem integra as ações do 'Projeto Própolis
Vermelha', coordenado pelo Sebrae alagoano. O estudo 'Denominação de Origem', que
será feito pelos especialistas, dará início a uma série de documentos necessários para
garantir a origem e a qualidade da própolis vermelha das regiões litorânea e lagunar do
Estado.

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) será o órgão responsável pela
emissão do Certificado de Origem. Com o documento, a própolis vermelha alagoana
passará a ter um selo que atestará suas características e identidade, também tido como
sinônimo de qualidade no exterior. Segundo dados do Sebrae, no Brasil há apenas quatro
produtos com estudo semelhante: a carne bovina do Pampa Gaúcho; a cachaça de Paraty
(RJ); o café do Cerrado Mineiro e o vinho do Vale dos Vinhedos (RS).

Além de analisar aspetos como clima, solo, espécies de abelha, flora e contexto sócio-
cultual das regiões onde são produzidas a própolis vermelha, o estudo 'Denominação de
Origem' irá mapear o processo de extração da própolis, possibilitando aos produtores a
identificação de possíveis falhas que podem comprometer a qualidade do produto. "Não é
um projeto de prateleira, é direcionado ao mercado, que visa retorno efetivo", afirmou a
gestora do Arranjo Produtivo Local (APL) Apicultura no
Sertão, Rúbia Barbalho.

Cerca de R$ 301 mil serão investidos no projeto, que tem o apoio do Sebrae, governo de
Alagoas, entre outras instituições. A conclusão dos trabalhos está prevista para 2010 e irá
beneficiar inicialmente cerca de 68 produtores nos municípios de Porto Calvo, Porto de
Pedras, Penedo, Maceió, São Luís do Quitunde, Marechal Deodoro, Cururipe, Coqueiro
Seco e Santa Luzia do Norte, todos potenciais produtores da própolis.

Própolis vermelha - A própolis é uma substância constituída de resíduos coletados pelas
abelhas de diferentes partes das plantas, como brotos e botões florais, que são
transportados para dentro da colméia e modificados pelas abelhas por meio da adição de
secreções próprias. Sua composição pode variar de acordo com as espécies vegetais de
cada região e a variedade da abelha rainha.

A própolis vermelha de Alagoas é elaborada a partir da resina do Rabo-de-Bugiu, uma
planta encontrada perto dos manguezais. Apresenta propriedades antioxidante,
antiinflamatória e antibiótica e, por isso, vem sendo procurada por indústrias de diversos
países. No Japão, por exemplo, o produto brasileiro é utilizado em tratamento bucal,
produção de solução de bochecho, balas, chocolates, cápsulas, entre outros.

Fonte: Sebrae-AL - Roberto Amaral amaral.lira@uol.com.br - 2 de Setembro de 2008
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5 - Começa hoje em Sinop feira do mel, mercadão das artes e restaurantes típicos

A Prefeitura de Sinop inseriu na programação do aniversário da cidade três eventos
diferenciados que acontecem no Ginásio Olímpico José Carlos Pasa e tem como objetivo
levar lazer a toda comunidade e mostrar novos setores de atividade econômica. São a 2ª
Feira do Mel, o 3ª Mercadão das Artes e os Restaurantes com comida típica. As atividades
iniciam hoje e seguem até o dia 13, sábado.

A população vai poder conhecer através desses eventos um pouco da atividade apícola, o
trabalho dos artesãos locais e a também a cultura e a culinária típica da Alemanha. Esses
trabalhos têm o apoio das Associações dos Apicultores, Artesãos e Teuto Brasileira.

Fonte: Veículo: SóNotícias - Seção: Geral - Data: 11/09/2008 - Estado: MT
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6 – RS: Emater Ascar promove reunião de apicultores em Pedro Osório

Pedro Osório/RS - A Emater/RS-Ascar promove na terça-feira (16), em Pedro Osório, a
Reunião do Núcleo de Apicultores Matarazzo. O encontro contará com a participação de 15
apicultores da localidade e vai tratar sobre o manejo apícola de primavera de forma
teórica e prática.

Os técnicos da Emater/RS-Ascar irão abordar o tratamento sobre o controle de pragas e
doenças, troca de favos, produção de mel, alimentação e florada na região. O manejo de
primavera visa preparar as colméias para a produção de mel, com enxames populosos e
rainhas com alta capacidade de postura. Assim como favos novos para postura da rainha e
também a seleção de rainha nova para alta produção de operarias.

Na parte técnica os extensionistas da Emater/RS-Ascar irão orientar sobre a troca de favos
pretos, a avaliação de postura da rainha, o controle de pragas e doenças e a avaliação da
existência do ácaro varroa destructor. “Esta reunião servirá para que o apicultor possa
verificar a condição do ninho de postura, trocando os favos pretos e avaliar a entrada de
néctar e postura da rainha. Esse grupo de apicultores foi criado em 2005 e tem participado
de todas as reuniões bimensais, melhorando a produtividade de mel.”, afirma o
extensionista da Emater/RS-Ascar, Ronaldo Clasen Maciel.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Emater/RS – Veículo: Página Rural - Seção:
Notícias - Data: 11/09/2008 - Estado: RS
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7 - Alunos participam de oficina de apicultura

Os estudantes de quatro turmas de 1º ano do Centro de Educação Integral (CEI) Érico
Veríssimo, no Alto Boqueirão, tiveram ontem um dia de aula diferente. Ao invés de
receberem informações da professora, eles participaram de uma aula feita por um
apicultor que foi até a escola para falar sobre abelhas. A oficina fez parte do
projeto “Abelhas não fazem mal, fazem mel” que vem sendo desenvolvido desde o início
deste ano, envolvendo aproximadamente 80 alunos e seus familiares.

Durante a aula, meninos e meninas conheceram a roupa especial que protege os
apicultores das picadas das abelhas, equipamentos usados para a retirada do mel, como o
mel é produzido nas colméias, como é o favo e o que é o própolis feito pelas
abelhas. “Quando vocês perceberem uma colméia em algum lugar, nunca joguem pedra
porque isso vai incomodar as abelhas que podem atacar e até provocar a morte de uma
pessoa”, ensinou o apicultor Celso Lell.

Apesar da pouca idade, a maioria delas tem 6 anos, as crianças ouviram as explicações e
fizeram ainda muitas perguntas. A oficina terminou com uma animada degustação de
mel. “Eu como mel com pão, com leite e na colher”, contou Karine Andrade Nascimento, 6
anos. O projeto Abelha não faz mal, faz mel foi criado pela professora Romilda Balão. No
início eles estudaram sobre insetos em geral, mas decidiram direcionar o trabalho para o
tema abelhas depois que dezenas delas começaram a chegar à escola para pousar em
garrafas PET que estavam sendo coletadas por professores e alunos.

Além de oferecer informações sobre as abelhas, seu habitat, formas de reprodução e
produção de mel, o projeto possui um caderno de curiosidades e também envelopes de
receitas que todos os dias são levados pelas crianças para que sejam mostrados aos pais.
Em troca, as mães devem enviar para a professora uma nova receita que tenha o mel
como um dos ingredientes. “Todas as receitas serão reunidas num livro que depois será
entregue a cada família”, contou a professora. No fim deste mês, as crianças ainda
visitarão a Feira do Mel, que acontecerá no Mercado Municipal.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Diário Popular - PR - Seção: Home - Data: 11/09/2008 -
Estado: PR
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8 - Entrevista - Interesse político não deixa que mortes de abelhas sejam esclarecidas

(Por Paula Cassandra) - Os recentes casos de mortandade de abelhas vem preocupando
principalmente os pequenos produtores no Rio Grande do Sul. Neste ano, já foram
registradas três grandes mortandades. No entanto, o engenheiro agrônomo Sebastião
Pinheiro afirma que a morte do inseto vem ocorrendo há décadas.

Na entrevista a seguir, o agrônomo lembra que os gaúchos já chegaram a ser
responsáveis por 25% do mel produzido no país. Hoje, não passa dos 11%. Além dos
agrotóxicos, Sebastião aponta as sementes transgênicas e a falta de interesse em estudar
o assunto como os principais causadores do extermínio das abelhas.

O que vem causando a mortandade de abelhas no Rio Grande do Sul?

Pinheiro - Na verdade, esses assuntos de mortandade de abelhas não são situações novas.
No passado, o Rio Grande do Sul representava mais de 25% de todo o mel produzido no
Brasil. Quando começa a chamada agricultura moderna, o RS começa a cair
assustadoramente a sua produção e, hoje, podemos ver que o Estado não tem mais
aquela produção que tinha de mel. Isso se deve ao uso intensivo de venenos na
agricultura e uma série de problemas, como devastação da natureza. O que está
acontecendo, agora, é reflexo de um passado recente. Não muito distante, há uns 20 anos
atrás, aqui no Brasil, o Ministério da Agricultura permitia que um veneno agrícola
extremamente tóxico para abelhas fosse misturado para ser aplicado com melaça.

A melaça contém um alto índice de açúcar e é uma das coisas mais atrativas para a
abelha. Então, nós tivemos no passado uma destruição muito grande de colméias por esse
tipo de veneno. Hoje, sabemos que ainda existe um desrespeito muito grande,
principalmente, na época de inverno porque existe escassez de pólen e de néctar e as
abelhas ficam obrigadas a buscar aquele pólen e néctar em lavouras que, muitas vezes,
são tratadas com venenos agrícolas sem levar em conta a sua toxicidade para as abelhas.
Isso tem sido uma constante e nós vamos ter a obrigação de tomar atitudes para evitar
esse prejuízo, porque não é um prejuízo só para o dono das colméias, é um prejuízo para
a agricultura e para todos. Albert Einstein disse que, no dia que as abelhas
desaparecessem, a humanidade desapareceria nos meses seguintes, em função da
importância que as abelhas têm para a produção de alimentos, para a fecundação das
folhas, flores e posterior colheita. Cada cultivo depende em porcentagem muito grande de
importância dessas abelhas. O que nós devemos fazer, hoje, é procurar saber o que está
acontecendo com as abelhas.

De quanto foi a queda na produção de mel do Estado, desde que iniciaram os casos de
morte de abelhas?

Pinheiro - Na década de 40, o Rio Grande do Sul chegou a produzir 50% de todo o mel
brasileiro. Hoje, podemos dizer que o Estado não produz 11% do mel nacional, que está
sendo produzido mais em Piauí, Pernambuco, Santa Catarina ainda tem um pouquinho de
mel, em função da fruticultura e o Rio Grande do Sul caiu muitíssimo. Há cerca de 20 anos
atrás, um agricultor de Uruguaiana perdeu cerca de 200 colméias e ele foi no Ministério da
Agricultura pedindo que analisassem as colméias dele para saber o que era.

Nós analisamos e a empresa, que era naquela época, a Union Carbide, tentou, através
daqueles mecanismos de suborno, cooptação para que aquilo não fosse adiante. Nós
tentamos ajudar o agricultor de todas as maneiras, através do CREA, mas sabe como é,
num país onde existe a Ditadura, que estava a cima de tudo, era muito difícil fazer alguma
coisa para enfrentar aquela canalhice. Hoje, estamos um tanto quanto afastados dos
laboratórios de análises, porque o que tentamos fazer foi trazer consciência e, onde existe
uma imprensa, que não é honesta nem competente, não se pode construir consciência em
lugar nenhum.

Em outras partes do mundo também ocorre a mortandade de abelhas? Como pode ser
evitada?
Pinheiro - Nos Estados Unidos, na Europa e na Austrália, na última década, gigantescas
campanhas e gastos públicos foram feitos porque começou a surgir uma série de doenças
atacando as abelhas de forma inusitada. Uns dizem a AIDS das abelhas, outros dizem que
as abelhas estão sendo destruídas pelo seu sistema imunológico. O que nós devemos
perceber é que existe uma grande agressão contra as abelhas, através de produtos
químicos agrícolas – venenos antigos, pólen das sementes transgênicas que começam a
provocar os danos.

Existe uma proteína tóxica chamada barnase, típica dos cultivos de plantas transgênicas,
resistentes ao BP, plantas criadas por transgeniana e isso tudo não está sendo estudado,
por quê? Por uma cooptação dos meios de imprensa, por uma ordem internacional que
não permite que as grandes companhias tenham prejuízo nos seus interesses e obrigam
que os estados fiquem subordinados a elas. Essas três razões são razões para que nós nos
preocupemos bastante com esse assunto e exijamos que esses assuntos sejam tratados
com mais seriedade dentro de um contesto nacional, estadual e municipal.

Qual país é exemplo para o Brasil no trato com as abelhas?

Pinheiro - A Alemanha tem uma lei desde a década de 70 para proteger suas abelhas, que
era uma das leis mais fortes e exigentes do mundo. Quase todos os países centrais ou
países sérios procuraram copiar a legislação alemã. Nós, aqui, fizemos ao contrário. Na
década de 80, tinha uma lei muito séria sobre o registro de produtos para abelhas e, hoje,
não existe nada disso. Existe um faz de conta e ninguém dá maior importância a isso. No
entanto, a atividade de apicultura no Brasil, na Argentina, é extremamente importante,
não só porque é a produção que ela garante, também é uma mão de obra e um segmento
da economia bastante avançado, principalmente em Santa Catarina, Rio Grande do Sul e
Paraná.

O imidacloprido foi recentemente banido de países europeus, mas ainda é utilizado no
Brasil. Essa substância pode estar colaborando na mortandade das abelhas?

Pinheiro - É um fungicida bastante utilizado no Rio Grande do Sul e deveria ser mais
controlado as horas de aplicação dele para evitar danos. Principalmente as abelhas
européias têm horário de vôo e, na Europa e nos Estados Unidos, na hora em que as
abelhas estão camperiando, recolhendo o néctar e o pólen, não é permitido aplicar esses
venenos. Com isso, se sanearia muito o problema, mas aqui, falar sobre isso é ser
ecologista, reacionário, contra o progresso. Então, a jumência nacional não permite que se
trate desses assuntos com seriedade.

Na última mortandade de abelhas registrada em Barra do Rio Azul, a Emater supõe que a
causa seja o uso de formicidas. O senhor avalia que essa é a verdadeira causa?

Pinheiro - Estão protegendo uma empresa e punindo os donos das abelhas que deveriam
buscar defender os seus interesses. Então, acontece que passa o tempo, a pessoa não tem
as análises, o juiz, ao sabor da lei, não tem culpa, mas vai ser julgado aquilo que está no
processo. O maior problema que temos é esse compadrio que existe entre as empresas de
agrotóxicos, as cooperativas, os órgãos públicos federais, estaduais e municipais e
agregando a tudo isso uma ignorância total.

O uso de agrotóxico é a solução para acabar com a presença de formigas em excesso,
como ocorreu em Barra do Rio Azul?

Pinheiro - Sempre que uma formiga surge, esse é um campo novo e muito bonito, quem
estuda isso é a biologia, aqui, no Brasil, ainda não vi ninguém falar sobre isso. Mas,
geralmente, aqui, o pessoal quer matar formiga e não estudar formiga, apesar que no
Brasil existem muitas. Existe uma ciência tecnológica chamada herbívora, que se dedica a
estudar as relações entre as formigas e o ambiente onde elas se alimentam. Nós
percebemos que uma formiga ataca uma planta quando ela está em desequilíbrio
nutricional. Ou seja, a formiga não ataca gratuitamente uma espécie vegetal. Ela percebe
que o vegetal está em desequilíbrio energético e, aí sim, ataca.

O ideal é que se prepare, a partir desse ataque, um estudo para melhorar o solo, de
energia, de nutrição dessas plantas e evitar o ataque. Não é feito assim, porque, no Brasil,
não só a extensão rural, como a academia é subsidiada e subvencionada pelos interesses
maiores de políticos e administradores no executivo, e legisladores para que seja utilizado
o veneno. Nós deveríamos ter, como em outros países, um controle para evitar o
desequilíbrio para evitar de usar o veneno. Mas o interesse aqui é que se gaste bastante
veneno, se tenha bastante câncer, se provoque bastante devastação, porque isso faz
crescer o PIB, a economia e toda a realidade nacional.

É possível praticar uma agricultura sem agrotóxico?

Pinheiro - Hoje, a União Européia promove uma agricultura sem uso de veneno. Isso
cresce assustadoramente. As próprias ONG’s subsidiadas pelos interesses das grandes
empresas propõem uma agricultura sem uso de venenos. Nós deveríamos produzir com
qualidade, no entanto, vemos alguns arremedos de propostas, fazendo de conta que estão
fazendo agricultura orgânica, vivendo da bondade dos europeus ou dos norte-americanos
e mantendo os interesses dos grandes conglomerados dos organismos multilateral, tipo
FAO, etc. Sim, na verdade construir uma alternativa ao uso de venenos, porque quem
alimenta toda essa gente de ONG, na verdade, são dinheiros desviados em caixa dois das
grandes empresas de veneno. E ai, fica muito difícil lutar contra essa realidade.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Ambiente Já - Seção: Home - Data: 11/09/2008 - Estado:
RS
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9 - Notícias da FEPA (I): Convite para reunião sobre o PNGEO - CBA

Prezadas Lideranças Apícolas do Paraná,

Através do presente, convidamos todos os interessados para participar de REUNIÃO sobre
o PNGEO (Plano Nacional de Georeferenciamento) da CBA (Confederação Brasileira de
Apicultura), momento em que estará presente o Sr. José Gumercindo Correa Cunha
(presidente).

CONVITE: REUNIÃO

Quando: dia 9/10 (quinta-feira)
Horário: das 19 às 21 horas
Local: na SEAB (rua dos Funcionários, 1559 - Cabral), em Curitiba
Pauta: O que é o PNGEO ? Requisitos para sua implementação no Paraná. Execução do
Projeto Piloto na região de abrangência da COOFAMEL !
Público-Alvo: lideranças de entidades apícolas (associações e cooperativas)

Atenciosamente,

P.S: dia 10/10 (sexta-feira), acontece o 4º Encontro Paranaense de Apicultura, no
anfiteatro do Instituto Emater- rua da Bandeira, 500 - Ahú/Cabral - Curitiba - PR.

Adhemar Pegoraro - presidente da Fepa - gestão 2007-2009 - apegoraro@ufpr.br) - 0**41-
8803.8848 e/ou Lucimar Pontara Peres - vice-presidente técnico - gestão 2007-2009 -
lucimarbee@yahoo.com.br

Fonte: FEPA - FEDERAÇÃO PARANAENSE DE APICULTORES - Rua Cel. Amazonas
Marcondes, 319 – Bairro: Cabral - CEP 80.035-230 - Curitiba – PR -
Fepa2007@yahoo.com.br - (0**41) 8803-8848 (A. Pegoraro) – (0**41) - 9182-4467 (L.C.
Chequim)
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10 – Notícias da FEPA (II): participação no CONESA

Por meio do Ofício nº 11/2008 (SID nº 7.056.461-0, 2/09/2008), a FEPA solicitou ao Sr.
Valter Bianchini, secretário da SEAB, a inclusão da entidade dentre os integrantes do
CONESA.

Eis o inteiro teor do dito ofício: “ A Federação Paranaense de Apicultores, sigla FEPA, foi
constituída em 16 de outubro de 1982, tendo como objetivos: “congregar todas as
associações apícolas do Estado do Paraná e promover o desenvolvimento da apicultura,
orientando e auxiliando as suas federadas, assim como, por todos os meios, estimular o
consumo do mel e demais subprodutos de origem apícola e ainda contribuir para o
aumento da produção agrícola, através da polinização” (art. 2º Estatuto Social).

No Paraná existem aproximadamente 50 entidades apícolas (associações e cooperativas:
3), que congregam cerca de 20 mil apicultores, com 250 mil colméias instaladas e
produção anual de 5 mil toneladas de mel, colocando o estado no 2º lugar do ranking
nacional da produção de mel, 5º lugar no ranking da exportação (900 toneladas e receita
cambial de US$ 1,5 milhões em 2007) e gerando riqueza no campo e na cidade (VBP-
2005: R$ 30,08 milhões).

Para que ocorra um maior desenvolvimento da apicultura do Paraná, faz-se necessário á
intervenção do Estado em apoio aos apicultores e demais elos da cadeia do mel, com
políticas públicas nas áreas de sanidade apícola, assistência técnica e extensão rural,
inspeção e processamento de produtos apícolas, pesquisa e inovação tecnológica,
associativismo/cooperativismo, dentre outros.

Como ficou notório com a ocorrência de foco de Loque Americana, em 2006, no município
de Quatro Barras, a existência de várias doenças exóticas pelo mundo afora e o debate no
âmbito do MAPA do Plano Nacional de Sanidade Apícola (PNSap), a questão sanidade
apícola deve ser prioridade do Estado do Paraná, justificando-se a elaboração e
implementação de um plano estadual de sanidade apícola, bem como a participação da
FEPA no CONESA - Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária

Sendo assim, designa-se os nomes que representarão a FEPA neste CONESA/SEAB:
membro efetivo (Adhemar Pegoraro) e membro suplente (Francisco Xavier de Paula Filho),
respectivamente presidente e vice-presidente da federação.

Certos da atenção que nos será dispensada, no sentido da viabilização da participação da
FEPA no CONESA, nos colocamos à disposição, atenciosamente, ADEMAR PEGORARO -
Presidente da FEPA - Gestão 2007-2009”.

Fonte: FEPA - FEDERAÇÃO PARANAENSE DE APICULTORES - Rua Cel. Amazonas
Marcondes, 319 – Bairro: Cabral - CEP 80.035-230 - Curitiba – PR -
Fepa2007@yahoo.com.br - (0**41) 8803-8848 (A. Pegoraro) – (0**41) - 9182-4467 (L.C.
Chequim)
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11 – Notícias da FEPA (III) – Encontro Estadual e A.G.E

EDITAL de CONVOCAÇÃO

ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA (A.G.E)

O presidente da Federação Paranaense de Apicultores - FEPA, no uso das atribuições que
lhe conferem o Estatuto Social da FEPA, resolve:

convocar uma ASSEMBLÉIA GERAL EXTRAORDINÁRIA, a realizar-se dia 10 de outubro do
corrente ano, às 15 horas em primeira convocação e às 15:15 em segunda convocação,
parte integrante da programação do 4º Encontro Estadual de apicultura, para tratar e
deliberar sobre a segundo ordem do dia:

a) - prestação de contas das atividades e ações desenvolvidas pela direção da FEPA; b) -
plano de trabalho da diretoria da FEPA 2007-2009; c) - anuidade da FEPA e filiação das
entidades apícolas; d) - reestruturação da diretoria; e) - assuntos gerais.

Curitiba, 10 de setembro de 2008

Adhemar Pegoraro - Presidente - Gestão 2007-2009

Fonte: FEDERAÇÃO PARANAENSE DE APICULTORES - Rua Cel. Amazonas Marcondes, 319 –
Bairro: Cabral - CEP 80.035-230 - Curitiba - PR - Fepa2007@yahoo.com.br - (0**41)
8803-8848 (A. Pegoraro) – (0**41) - 9182-4467 (L.C. Chequim)
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12 - Paraná é o terceiro maior exportador de mel do País

O Paraná é hoje o segundo maior produtor de mel do Brasil e neste ano responde pela
terceira posição no ranking de exportação do produto. Até no ano passado era o quinto
maior exportador. Segundo dados do Departamento de Economia Rural (Deral), até julho
de 2008 o estado exportou 1.331 toneladas de mel “in natura”, o que corresponde a um
faturamento de U$ 3.1 milhões. Para aprimorar o conhecimento dos produtores, a
Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, em parceria com o Instituto Paranaense de
Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater), promoverá no dia 10 de outubro, o 4º
Encontro Paranaense de Apicultura.

De acordo com o secretário da Agricultura, Valter Bianchini, o aumento no número da
produção e de exportações é uma conquista. “Com o fim do embargo do mel brasileiro
pela União Européia, os produtos ganharam novo mercado. A apicultura no Paraná tem
hoje importante papel econômico na criação de renda. E também é de grande importância
o apoio oferecido pelas cooperativas e associações de apicultores do estado, melhorando a
qualidade do produto e o conhecimento dos produtores.”, disse.

A produção de mel depende de diversos fatores como o clima, vegetação, boas práticas de
produção e o melhoramento genético das abelhas. Visando aprimorar esses recursos o 4º
Encontro Paranaense de Apicultura está com inscrições abertas para os produtores que
pretendem melhorar o rendimento dos apiários. O evento será na sede da Emater-PR, em
Curitiba e os interessados devem solicitar a ficha de inscrição pelo telefone (41) 3250-
2263.

De acordo com o técnico do Deral, Roberto Andrade Silva, um dos coordenadores do
encontro, essa será uma grande oportunidade para o apicultor. “O evento permite ao
produtor intercambiar experiências, ter novos conhecimentos e informações, além de
aprimorar a técnica de produção apícola”, afirma.

A programação do encontro inclui palestras referentes às Boas Práticas Apícolas e
Agregação de Valor na Apicultura, além de um painel sobre a Conjuntura Apícola Nacional,
Internacional e Projetos da Confederação Brasileira de Apicultura (CBA) e a Assembléia
com representantes da Federação Paranaense de Apicultura (FEPA).

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Rádio Grande FM - Seção: Últimas Notícias - Data:
12/09/2008
Estado: MS

***
Informações sobre o 4º - Encontro Estadual de Apicultura, 10 de outubro de 2008 (sexta-
feira), em Curitiba, Ahú/Cabral - Anfiteatro do Instituto Emater - PR, podem ser
encontradas nos sites:

WWW.SEAB.PR.GOV.BR e/ou WWW.EMATER.PR.GOV.BR
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13 – Curitiba (Paraná): Avenida do MEL

De 25 (quinta-feira) a 27 (sábado) de setembro de 2008, acontece no Mercado Municipal
(rua da Paz), em Curitiba, a AVENIDA do MEL.

Neste evento, o público poderá conhecer a origem e história das abelhas, que existem há
mais de 50 milhões de anos e estiveram presentes na história das civilizações mais
antigas. Os visitantes terão a oportunidade de saber como era o sistema rudimentar de
criação, antigamente, e como é o processo produtivo atual, com o emprego de tecnologias
avanças, transformação do mel, seus mitos e benefícios para a saúde.

Deste evento, são parceiros: Sistema FAEP, APA, FEPA, UFPR, Prefeitura de Curitiba. E
são apoiadores: Breyer produtos naturais, Apisommer, Essenza, Mel Zum, Apiário Ilha do
Mel, Implavel e Claspar.

Fonte: Secretaria Municipal de Abastecimento – rua Gal. Carneiro, 938 – Centro - Curitiba -
PR - fone: (41) 3350-3801 – fax: (41) 3263.2186 – www.curitiba.pr.gov.br
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14 – Notícias da AASB (São Borja – RS)

Sr. Roberto de Andrade Silva

Sou Presidente da Associação dos de Apicultores de São Borja - AASB, tenho
acompanhado os informativos apícolas aí do Paraná, e venho através deste e-mail solicitar
ao senhor a publicação de algumas notícias aqui do Rio Grande do Sul, mas
específicamente de São Borja. desde já fico agradecido. ORI ANDREOLA - Presidente da
AASB

***
a) - Jantar ao Sabor de MEL

A Associação de Apicultores de São Borja – AASB, filiada a FARGS, promoveu seu 1º
Jantar ao "Sabor de Mel" no dia 29 de agosto, após a realização de um curso de culinária
ministrado pela EMATER e AASB. O Jantar foi coroado de êxito pelo excelente cardápio e
principalmente pela qualidade e sutileza dos temperos "agri-doce".

Este serviu de alavanca para futuros jantares da AASB e mesmo ao grande público
apreciador de bons pratos, agora ao sabor de mel.

b) - Prêmio à persistência

Depois de participar de vários concursos de excelência do mel promovidas pela FARGS
durante os seminários de apicultura e não sair do 8º ao 10º lugar em anos anteriores, no
10º concurso realizado durante o XIII Seminário Estadual de Apicultura do Rio Grande do
Sul, em Pelotas, a AASB obteve o primeiro lugar do mel categoria "mel ambar" (escuro) e
o terceiro na categoria mel claro.

Um prêmio à persistência e mais um título à terra dos presidentes, para incentivo aos
novos apicultores.

ORI ANDREOLA - Presidente da AASB - "joele andreola" -
15/09/2008
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15 - Exportações de mel alcançaram US$ 18 milhões no primeiro semestre de 2008

Brasília (12.9.2008) – O Brasil é o 11º produtor mundial de mel, sendo responsável por
36,1 mil toneladas do produto. O Rio Grande do Sul alcança o primeiro lugar, com 7,82 mil
toneladas e o Paraná o segundo, com 7,8 mil toneladas. No primeiro semestre de 2007, o
Brasil exportou US$ 10,7 milhões de mel e, no mesmo período desse ano, o número
chegou a US$ 18,2 milhões, o que contribuiu para o país alcançar a 5ª posição como
exportador no mercado mundial. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (12),
durante reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas.

De acordo com o presidente da Câmara, José Gomercindo da Cunha, o crescimento das
exportações ocorreu devido à retomada do mercado com a União Européia. “Entre 2006 e
o início de 2008, exportamos especificamente para os Estados Unidos. A nossa meta é
manter as exportações para a União Européia e conseguir novos mercados com o Japão e
a comunidade árabe”, ressaltou.

Para 2009, que a expectativa é aumentar o consumo de mel no Brasil. “Para isso, estamos
trabalhando com o Sebrae e 25 estados já estão dispostos a contribuir com a divulgação
nacional. A proposta é aumentarmos o consumo per capta de 100 para 120 gramas”,
destacou o presidente.

A reformulação do Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem
Animal (Riispoa) também foi discutida na reunião. “O objetivo é diminuir as não
conformidades para termos mais mercado mundial. Vale destacar que a atividade apícola,
não só o mel, mas seus derivados, como própolis, pólen, cera e geléia, são excelentes
fontes de renda familiar e podem ser praticadas até em regiões semi-áridas, o que não
acontece com outras cadeias produtivas”, disse o representante do Sindicato das
Indústrias de Produtos Farmacêuticos e Químicos para fins Industriais de Minas
(Sindusfarq), José Alexandre Silva de Abreu.

Mercado – Hoje, 350 mil apicultores contribuem com 16 mil empregos diretos no setor
industrial, sendo 450 mil ocupações diretas no campo. (Da Redação).

http://www.agricultura.gov.br/ - notícias – 12/09/2008 - imprensa@agricultura.gov.br -
(61) 3218-2203/2204
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16 – Brasil foi o 5º exportador mundial de mel no primeiro semestre

Da Redação/Canal do Transporte - O Brasil produziu 36,1 mil toneladas de mel no
primeiro semestre, o que garantiu ao país a 11ª posição no ranking mundial do setor. Por
estado, segundo informações do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento, o Rio
Grande do Sul liderou com 7,82 mil toneladas produzidas do produto; seguido bem de
perto por Paraná (7,8 mil toneladas).

Exportações - Já as exportações brasileiras de mel somaram US$ 18,2 milhões na primeira
metade de 2008 contra US$ 10,7 milhões no mesmo período do ano passado, o que
contribuiu para o país alcançar a 5ª posição no mercado mundial. O presidente da Câmara
Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas, José Gomercindo da Cunha,
atribui este crescimento à retomada do mercado com a União Européia. "Entre 2006 e o
início de 2008, exportamos especificamente para os Estados Unidos.

A nossa meta é manter as exportações para a União Européia e conseguir novos mercados
com o Japão e a comunidade árabe", ressaltou Cunha, acrescentando que a expectativa
para 2009 é aumentar o consumo de mel no Brasil. "Para isso, estamos trabalhando com o
Sebrae e 25 estados já estão dispostos a contribuir com a divulgação nacional. A proposta
é aumentarmos o consumo per capta de 100 para 120 gramas", destacou.

Em sua última reunião, na sexta-feira (12), quando os números foram divulgados, a
câmara do setor discutiu a reformulação do Riispoa (Regulamento da Inspeção Industrial e
Sanitária de Produtos de Origem Animal). Segundo José Alexandre Silva de Abreu,
representante do Sindusfarq (Sindicato das Indústrias de Produtos Farmacêuticos e
Químicos para fins Industriais de Minas), o objetivo é diminuir as não conformidades para
ganhar mais mercado mundial. “Vale destacar que a atividade apícola, não só o mel, mas
seus derivados, como própolis, pólen, cera e geléia, são excelentes fontes de renda
familiar e podem ser praticadas até em regiões semi-áridas, o que não acontece com
outras cadeias produtivas", disse.

Fonte: Veículo: Canal do Transporte - Seção: Da redação - Data: 15/09/2008 - Estado: SP
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17 – Produtores discutem mercado da apicultura em seminário de Lins

Lins - Capacitar apicultores, apresentar informações atualizadas, integrar produtores
para troca de informações e promover a discussão de novos mercados é o foco de um
seminário no município de Lins (102 quilômetros de Bauru). O 2.º Seminário de Apicultura,
realizado pelo Sebrae-SP e Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), ocorre no
dia 27 deste mês. O seminário é um dia de palestras técnicas direcionadas aos apicultores
e interessados na atividade.

O Estado de São Paulo é o maior exportador de mel, com receita superior a US$ 1 milhão,
segundo dados da Rede de Apicultura Integrada e Sustentável (Apis). O Sebrae-SP
desenvolve capacitações voltadas a grupos de pequenos apicultores, atua no
aperfeiçoamento da gestão, mercado e na prospecção de novos negócios. E, através
desse trabalho, estabelece uma aproximação entre o produtor e o consumidor.

Serviço: O 2.º Seminário de Apicultura da Região de Lins ocorrerá dia 27 na rua Dom
Bosco, 265, Centro. Outras informações e inscrições pelo telefone (14) 3522-1085 ou pelo
e-mail aari@ig.com.br.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Jornal da Cidade - Bauru - Seção: Região - Data:
16/09/2008 - Estado: SP
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18 - Revisão do RIISPOA: Prorrogação prazo até 15 de outubro de 2008

O prazo da consulta pública para revisão do Regulamento de Inspeção Industrial e
Sanitária de Produtos de Origem Animal (Riispoa) foi prorrogado de 15 de setembro para
15 de outubro de 2008. A medida atende a solicitações de associações e sindicatos de
empresas submetidas à fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF). As sugestões
para melhorar a proposta do texto do novo Riispoa devem ser fundamentadas técnica e
cientificamente e encaminhadas para o endereço eletrônico:
dipoa.riispoa@agricultura.gov.br.

Sônia Azevedo Nunes - Médica Veterinária - Fiscal Federal Agropecuário - Secretária
Executiva de Câmaras Setoriais - Chefe da Divisão de Assuntos de Defesa, Fiscalização e
Inspeção Animal – DDIA - Coordenação Geral de Apoio às Câmaras Setoriais e Temáticas -
CGAC - Secretaria Executiva - SE / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento -
MAPA - fone: (61) 3218-2772; 3218-2830 Fax: (61) 3225-4200 - E-mail:
sonia.nunes@agricultura.gov.br

Fonte: Ministério da Agricultura – www.agricultura.gov.br -
apacameplenario@yahoogrupos.com.br - 16/09/2008 – Apacame - Web
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19 – Notícias da ABEMEL (Associação Brasileira de Exportadores de Mel)

Prezados Associados,

Posicionamento ABEMEL em reunião: 11/09 – Fechamento documento Revisão RIISPOA; o
Roberto – NOVOMEL presente em reunião estará encaminhando em breve o término
destas propostas; - 12/09 – Reunião Câmara Setorial.

Assuntos mais importantes abordados:

1 - As dificuldades das Casas de Mel - Como Dr.Ari Crespim e Dra. Luciana estavam
ausentes, estava presente Dr. Marcius Ribeiro de Freitas, fiscal federal - CGI-
Coordenação Geral de Inspeção se colocou muito pró-ativo nas colocações em que a
ABEMEL se apresentou, principalmente no regulamento da portaria 6/1985. Informou-nos
que estaria enviando ainda hoje uma resposta, não pode esclarecer melhor, pois precisava
de maiores informações aguardando retorno do Dr. Ari.

2 - Botulismo - A ANVISA esteve presente, se pronunciou colocando, que a ANVISA tem
como obrigação de informar caso haja riscos, conforme anexo, o informe técnico 37-
ANVISA.

Dr. Március – CGI informou que estará coletando amostras dos entrepostos para a
geração de resultados. Os presentes na reunião acharam viável a aprovação de um GT –
Grupo de Trabalho formado pela ABEMEL – coordenação, ANVISA – Secretaria, MAPA,
SEBRAE, CBA para efetivar um plano mais eficaz para primeiro, esclarecer a população e
segundo, pesquisas brasileiras em Botulismo.

3 - Aprovação SPA - Secretaria de Políticas Agrícolas - Será feita a renovação do LEC
(Linha Especial de crédito) e alinhamento do preço do mel a R$2,70 kg. Linha de Crédito -
Aprovada a Linha de Crédito Moderagro para adequação das Casas de Mel com três anos
de carência.

A ata desta reunião enviaremos assim que a Câmara Setorial nos encaminhar.
Atenciosamente,

Tielle Caruso - ABEMEL- Associação Brasileira dos Exportadores de Mel - rua 22 BE, 1177 –
Jardim Anhanguera, 1º andar, sala T - CEP: 13501-388 - Rio Claro /São Paulo - Brasil -
fone: 55 -19 3532-4703/Fax:55-19 3524-8004 - http://www.abemel.com.br
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20 – Notícias da CBA (Confederação Brasileira de Apicultura)

a) - Prorrogado prazo da consulta pública para novo texto do Riispoa

O prazo da consulta pública para Revisão do Regulamento de Inspeção Industrial e
Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA) foi prorrogado de 15 de setembro para
15 de outubro de 2008. A medida atende a solicitações de associações e sindicatos de
empresas submetidas à fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF). As sugestões
para melhorar a proposta do texto do novo Riispoa devem ser fundamentadas técnica e
cientificamente e encaminhadas para o endereço eletrônico: dipoa.riispoa@agricultura.gov.

b) - Aprovado na Reunião da Câmara Setorial o GT - Mel

A fim de minimizar os prejuízos do setor apícola, causados pela mídia decorrente de
algumas matérias publicadas sobre botulismo, levando a um melhor esclarecimento à
população brasileira dos benefícios de consumo de mel, aprovou-se:

a criação do GT da CS MEL sobre Clostridium no Mel brasileiro, e as seguintes ações a
serem desenvolvidas:

1) - Levantamento pela ANVISA das matérias publicadas e do informe Técnico:
Responsável - Paula Mendes; 2) - MAPA - coleta de amostras oficiais de análises do esporo
em mel proveniente de entrepostos com SIF : Responsável - Dr. Marcius; 3) - Elaborar
uma campanha de esclarecimentos a população: Responsável - J. Alexandre; 4)
Publicação nos meios de comunicação; 5) - Elaborar a longo prazo pesquisas X
Ocorrências : Definir a estratégia e datas.

c) – Participação da CBA no IX Congreso Iberolatinoamericano de Apicultura, em
Concepción, no CHILE
Com apoio da FBB - FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL a CBA participou do IX Congresso
Iberolatinoamericano de Apicultura representando os Apicultores do Brasil. Em parceria
com a FARN - Federação das Associações do RN e o Bureau Convention de NATAL
captamos a realização do próximo evento em Novembro de 2010 para a cidade de NATAL-
RN_- BRASIL.

O empenho, dedicação e profissionalismo do Presidente da Federação do RN e
representante do SEBRAE - Waldemar Belchior Filho e do Representante do Bureau
Convention no Stand do Brasil, foram os diferenciais em relação a outros países
postulantes a levar o evento de 2010. Foi fundamental a efetiva participação do Prof. Dr.
Lionel Segui Gonçalves, nas tratativas da criação de um Organismo Apícola do Bloco
Iberolatinoamericano, já tentado sem efeito em outras edições deste evento.

El último día del IX Congreso Ibero latinoamericano de Apicultura se llevó a cabo una
reunión entre los representantes de las distintas delegaciones, de la misma participaron:
Lucas Martínez,Roberto Imberti, en representación de la Sociedad Argentina de Apicultores
(SADA); José Gomercindo Corrêa da Cunha, Valdemar Belchior Filho y Lionel Segui
Gonçalves de la Confederación Brasileña de Apicultores (CBA);

Dr. Guillermo Salamanca de la Universidad deTolima, quien actúa en nombre de la
Federación Colombiana de Apicultores; Adolfo Pérez Piñeiro en representación de la
Sociedad Cubana de Apicultores (CUBAPI); Daniel Sempe de la Federación Red Nacional
Apícola de Chile (FRNAC), Misael Cuevas Bravo y Miguel Neira Caamaño de la Corporación
Centro Nacional de Desarrollo Apícola de Chile (CNA); José Luis Herguedas de Miguel,
Ángel López Herencia de la Asociación de Apicultores de Guadalajara (ASAJA) y Antonio
Aljama García representante de la Diputación de Guadalajara; Rafael Noria Zamora de la
Federación Bolivariana de Apicultores de Venezuela (FEBOAPIVE). Las delegaciones que no
tuvieron representantes en esta edición fueron la Organización Nacional Apícola (ONA) de
México y la Sociedad Apícola Uruguaya (SAU), entidades representativas de los apicultores
de iberolatinoamerica.

d - Construcción de la Federación Iberolatinoamericana Apícola, de aquí en adelante
denominada FILAPI
En la reunión se acordó la construcción de la Federación Iberolatinoamericana Apícola, de
aquí en adelante denominada FILAPI, cuyo objetivo es la creación de un foro de dialogo,
coordinación e intercambio, que genere políticas y acciones para fortalecer el desarrollo y
la integración apícola iberolatinoamericana, teniendo como fin mejorar el posicionamiento
de este bloque apícola en el escenario internacional.
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21 – Vem aí o 4º ENCONTRO PARANAENSE DE APICULTURA, cujo lema é: “Qualidade,
Produtividade e Organização dos Apicultores”

Será dia 10 de Outubro de 2008 (sexta-feira), na rua da Bandeira, 500 – Cabral/Ahú -
Curitiba – Paraná, no anfiteatro do Instituto Emater.

- FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:________________________________________ Nome para Crachá: ____________
Endereço:___________________________________________________________________
Cidade:_______________________Estado________CEP:_______________Tel: (____) __
Fax: (___)______________E-mail:_____________________Site: ____________________
Modalidade: expositor ( ) técnico em apicultura ( ) estudante ( ) apicultor ( )

Informações: Paulo Luciano da Silva (Instituto Emater - SAC - fone: 41 - 3250-2263 - fax:
41 - 3250 - 2105 - pauloluciano@emater.pr.gov.br)
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SEAB/DERAL
DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@seab.pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br
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