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Informativo - nº097 - Setembro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 97 – 29 de Setembro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 - Vem aí o 4º ENCONTRO PARANAENSE DE APICULTURA,
cujo lema é: “Qualidade, Produtividade e Organização dos Apicultores”; 3 - Piauí quer
quadruplicar a produção de mel; 4 - Projeto APEX de apoio à exportação de mel; 5 -
Grupo de discussão sobre apoio da APEXBRASIL à EXPORTAÇÃO de MEL; 6 – Informe
Técnico nº. 37, de 28 de julho de 2008 - Botulismo Intestinal; 7 - Valor econômico dos
serviços dos insetos polinizadores é estimado em R$ 395 bilhões (153 bilhões de euros);
8 – Três estados liberados para exportar mel; 9 – XXVIº Encontro Catarinense de
Apicultores – ECA e o IIº Encontro da Mulher Apicultora – EMA; 10 - Dose alta de remédios
naturais pode causar mutações, dizem estudos; 11 – Apis Flora é premiada em São
Paulo; 12 -Tocantins avança com qualidade na produção de mel; 13 – Notícias da
APACAME - Encontro de Apicultores do Mês de Outubro; 14 – Noticias da FEPA (I):
Reunião do CONESA (Conselho Estadual de Sanidade Animal); 15 – Apicultura em
Consulta Nacional: projetos 00:001.87-005 - Apicultura - Equipamentos - Colméia tipo
Langstroth, e 00:001.87-006 - Apicultura – Mel – Sistema de rastreabilidade; 16 –
COOFAMEL realiza primeira grande venda de mel; 17 - Exportações de mel até agosto já
superam valores de todo o ano de 2007; 18 - Notícias da FEPA (II): Convite para reunião
sobre o PNGEO - CBA.
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1 - Um minuto de Reflexão

. "Aqueles que dizem que algo não pode ser feito deveriam sair do caminho daqueles que
estão fazendo". - Joel Arthur Barker

· "Os bons pensamentos produzem bons frutos, os maus pensamentos produzem maus
frutos... e o homem é seu próprio jardineiro." - James Allen
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2 - Vem aí o 4º ENCONTRO PARANAENSE DE APICULTURA, cujo lema é: “Qualidade,
Produtividade e Organização dos Apicultores”

Será dia 10 de Outubro de 2008 (sexta-feira), na rua da Bandeira, 500 – Cabral/Ahú -
Curitiba – Paraná, no anfiteatro do Instituto Emater.

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:________________________________________ Nome para Crachá: ____________
Endereço:___________________________________________________________________
Cidade:_______________________Estado________CEP:_____________Tel: (____) _____
Fax: (___)______________E-mail:_____________________Site: _____________________
Modalidade: expositor ( ) técnico em apicultura ( ) estudante ( ) apicultor ( )

Informações: Paulo Luciano da Silva (Instituto Emater - SAC - fone: 41 - 3250-2263 - fax:
41 - 3250 - 2105 - pauloluciano@emater.pr.gov.br)
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3 - Piauí quer quadruplicar a produção de mel

Aproximadamente 45 mil produtores de mel do Piauí começam a exportar o produto com
apoio da Contag e da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais do estado
(Fetag/PI). A expectativa é garantir mercado internacional e aumento na renda. Espera-se
também que o número de apicultores cresça, chegando a 100 mil em cinco anos.

Os produtores se preparam para concorrer no mercando mundial. Eles fizeram cursos de
aperfeiçoamento com recursos dos governos federal e estadual e do Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Também tiveram acesso a pesquisas sobre
o melhoramento do mel.

Só na microrregião de Simplício Mendes, a associação de apicultores estima que a
produção anual salte de 150 para 600 toneladas. Esse crescimento projetado já é
resultado da iniciativa de exportar o mel piauiense. Os produtores ainda querem construir
quatro casas de mel e financiar a aquisição de mais colméias. O estado exportou mel pela
primeira vez em 2002, mas a expectativa é de que a venda do produto para o exterior se
torne permanente. A afirmação é do presidente da Fetag/PI, José Evandro. O dirigente já
tem previsão para a primeira remessa de mel. "Até o final de outubro, estaremos
exportando pelo menos 40 toneladas de mel para os Estados Unidos e em torno de 50
para a Europa", avalia o presidente.

Fonte: Danielle Santos, Agência Contag de Notícias - Veículo: CONTAG - Seção: Notícias -
Data: 11/09/2008 - Estado: DF
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4 - Projeto APEX de apoio à exportação de mel

Prezados (as) integrantes e colaboradores (as) da Rede APIS retransmitimos “e-mail”
anexo, com orientações para participação de empresas na construção de um em um
Projeto APEX de apoio à exportação de mel, que deve envolver toda a cadeia produtiva no
Brasil. Trata-se de um projeto que está em fase de elaboração, sob a responsabilidade da
ABEMEL (Joelma@abemel.com.br ou TIELLE@ABEMEL.COM.BR), através do consultor
Fernando Nunes; email fernansjr@yahoo.com.

Veja como a sua empresa/cooperativa pode participar inscrevendo-se no seguinte
endereço: http://br.groups.yahoo.com/group/apexmel/. Caso não consiga acessar,
pesquisem como APEXMEL. apexmel-subscribe@yahoogrupos.com.br

Finalizando, destacamos que as premissas que deverão orientar a elaboração do são:
· Capacidade de contrapartida das empresas que aderirem ao projeto; - Ampla
participação das empresas do setor; - Produtos: POSICIONAMENTO DA MARCA MEL
BRASIL e própolis; NOVOS PRODUTOS: pólen; - Estratégias de agregação de valor,
especialmente o fracionamento;

Atenciosamente.

Reginaldo Barroso de Resende - Coordenador Nacional da Rede APIS - UAGRO - SEBRAE
NACIONAL - Tel: (61) 3348-7386 - Visite o Portal da Rede APIS e colha mais informações
úteis para o seu agronegócio apícola: www.sebrae.com.br/setor/apicultura - "Reginaldo
Barroso de Resende" .
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5 - Grupo de discussão sobre apoio da APEXBRASIL à EXPORTAÇÃO de MEL

Existem em andamento uma proposta de apoio à exportação de mel que deve envolver
toda a cadeia produtiva no Brasil. Este grupo está na internet, no seguinte
endereço:http://br.groups.yahoo.com/group/apexmel/.

Se vocês não conseguirem acessar, pesquisem como APEXMEL. PARA SUBSCREVER
ALISTA, ENCAMINHEM EMAIL PARA apexmel-subscribe@yahoogrupos.com.br. O GESTOR
DO GRUPO É UM CONSULTOR CONTRATADO DA ABEMEL para formatar o projeto -
Fernando Nunes, telefone (51) 81935093. email fernansjr@yahoo.com.

Fonte: ciadaabelha@yahoogrupos.com - .15/09/2008
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6 – Informe Técnico nº. 37, de 28 de julho de 2008 - Botulismo Intestinal

Em maio de 2007 um famoso noticiário semanal divulgou reportagem na qual relatou que
16% do mel brasileiro poderia estar contaminado com Clostridium botulinum. Produtores e
comercializadores de mel – representados na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel
e Produtos Apícolas, sob responsabilidade do Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento – mostraram-se muito preocupados com a repercussão daquela
reportagem sobre o comércio do produto. Assim, demandaram da Anvisa, representada
naquela Câmara Setorial pela Gerência de Ações de Ciência e Tecnologia de Alimentos/
Gerência Geral de Alimentos/ Anvisa (GACTA/ GGALI/ Anvisa), manifestação sobre o
assunto.

Preocupada com essa possível contaminação do mel brasileiro, a GACTA/ GGALI/ Anvisa
pautou o assunto na 22ª e 23ª reuniões ordinárias da Câmara Técnica de Alimentos –
fórum formado por especialistas de notório saber, os quais fornecem suporte técnico à
Gerência Geral de Alimentos da Anvisa. Seguindo orientações dos especialistas, aquela
Gerência estabeleceu contato com a Coordenação de Vigilância das Doenças de
Transmissão Hídrica e Alimentar/ Secretaria de Vigilância em Saúde/ Ministério da Saúde a
fim de saber se haveria casos notificados de Botulismo Intestinal no país.

Até aquele momento não havia qualquer notificação de caso confirmado da doença no
Brasil. Com base em publicações oficiais da Secretaria de Vigilância em Saúde/ Ministério
da Saúde e publicações científicas sobre contaminação do mel brasileiro com C. botulinum
elaborou-se o presente documento.

1 - Descrição da doença: O botulismo é um doença neuroparalítica grave, não contagiosa,
resultante da ação de uma potente toxina produzida pela bactéria Clostridium botulinum.
Apresenta elevada letalidade e deve ser considerado uma emergência médica e de saúde
pública. Para minimizar o risco de morte e seqüelas, é essencial que o diagnóstico seja
feito rapidamente e que o tratamento seja instituído precocemente. Quando causado pela
ingestão de alimentos contaminados, é considerado como doença transmitida por alimento.
A notificação de um caso suspeito é considerada como surto.

A exposição a alimentos com risco para presença de esporo de C. botulinum reforça a
suspeita em menores de um ano. Nas amostras de alimentos é comum encontrar formas
esporuladas do Clostridium botulinum, em especial no mel. É importante salientar que
neste alimento, devido ao alto conteúdo de açúcar e baixa atividade de água, o esporo não
tem condições de germinar e, portanto, não há produção de toxina. O botulismo intestinal
só se inicia após a transformação do Clostridium botulinum da forma esporulada para a
forma vegetativa, que se multiplica e libera toxina no intestino.

2 - Agente etiológico: O Clostridium botulinum é um bacilo gram-positivo, anaeróbio,
esporulado e sua forma vegetativa produz toxinas patogênicas para o homem.

3 – Reservatório: Os esporos do Clostridium botulinum são amplamente distribuídos na
natureza, em solos e sedimentos de lagos e mares. São identificados em produtos
agrícolas como legumes, vegetais e mel e em intestinos de mamíferos, peixes e vísceras
de crustáceos.

4 - Modo de transmissão: O botulismo intestinal ocorre com maior freqüência em crianças
com idade entre 3 e 26 semanas – por isso foi inicialmente denominado botulismo infantil –
devido à ingestão de esporos da bactéria presentes no alimento, seguida de sua fixação e
multiplicação no intestino. A ausência da microbiota de proteção permite a germinação de
esporos e a produção de toxina na luz intestinal. Em adultos são descritos alguns fatores
predisponentes, como cirurgias intestinais, acloridria gástrica, doença de Crohn e/ou uso
de antibióticos por tempo prolongado, que levaria à alteração da flora intestinal.

5 - Período de incubação: O período de incubação não é conhecido devido a
impossibilidade de determinar o momento da ingestão de esporos. Períodos de incubação
curtos sugerem maior gravidade e maior risco de letalidade.

6 - Período de transmissibilidade :Não há relato de transmissão de uma pessoa a outra.

7 - Manifestações clínicas: Nas crianças, o aspecto clínico do botulismo intestinal varia de
quadros com constipação leve à síndrome de morte súbita. Manifesta-se inicialmente por
constipação e irritabilidade, seguidos de sintomas neurológicos caracterizados por
dificuldade de controle dos movimentos da cabeça, sucção fraca, disfagia, choro fraco,
hipoatividade e paralisias bilaterais descendentes, que podem progredir para
comprometimento respiratório.

Casos leves caracterizados apenas por dificuldade alimentar e fraqueza muscular discreta
têm sido descritos. Em adultos, suspeita-se de botulismo intestinal caso apresentem
paralisia flácida aguda, simétrica e descendente, com preservação do nível de consciência
caracterizado por um ou mais dos seguintes sinais e sintomas: visão turva, diplopia, ptose
palpebral, boca seca, disartria, disfagia ou dispnéia na ausência de fontes prováveis de
toxina botulínica, como alimentos contaminados, ferimentos ou uso de drogas. O botulismo
intestinal tem duração de duas a seis semanas, com instalação progressiva dos sintomas
por uma a duas semanas, seguida de recuperação em três a quatro semanas.

8 – Complicações: Desidratação e pneumonia por aspiração podem ocorrer,
precocemente, antes mesmo da suspeita de botulismo ou do primeiro atendimento no
serviço de saúde. Infecções respiratórias podem ocorrer em qualquer momento da
hospitalização. A longa permanência sob assistência ventilatória e os procedimentos
invasivos são considerados importantes fatores de risco.

9 - Diagnóstico clínico: A anamnese e exames físico e neurológico do paciente são
imprescindíveis para o diagnóstico do botulismo intestinal. Por ser uma doença do sistema
nervoso periférico, o botulismo não está associado a sinais de envolvimento do sistema
nervoso central. Movimentos involuntários, diminuição do nível de consciência, ataxia,
crises epilépticas (convulsões), espasticidade, assimetria significativa da força muscular e
déficit sensitivo em indivíduos normais não são manifestações indicativas do botulismo.

10 - Diagnóstico laboratorial: O diagnóstico laboratorial mais comum consiste na detecção
da toxina botulínica por meio de bioensaio em camundongos. Realiza-se também o
isolamento da bactéria através de cultura de amostras.

11 – Tratamento: O sucesso do tratamento da doença está diretamente relacionado à
precocidade com que é iniciado e às condições do local em que é realizado. Apóia-se em
dois conjuntos de ações: tratamento de suporte e tratamento específico.

12 – Prognóstico: Um tratamento de suporte meticuloso pode resultar em completa
recuperação. A letalidade do botulismo diminui de forma considerável quando a assistência
médica dos pacientes é prestada em unidades de terapia intensiva (UTI). Mortes precoces
geralmente resultam de falha em reconhecer a gravidade da doença e retardo em iniciar a
terapia. Quando as mortes ocorrem após a segunda semana, geralmente resultam de
complicações, como as associadas à ventilação prolongada.

13 - Aspectos epidemiológicos: Os casos de botulismo intestinal têm sido notificados na
Ásia, Austrália, Europa, América do Norte e América do Sul. A incidência e a distribuição
real não são precisas porque os profissionais de saúde em poucas ocasiões suspeitam de
botulismo. Ele pode ser responsável por 5% dos casos de morte súbita em lactentes. Nos
Estados Unidos são notificados aproximadamente 100 casos por ano.

14 - Aspectos sanitários: Cereser e colaboradores (2008), realizando revisão bibliográfica,
revelaram que pesquisas microbiológicas em todo o mundo têm encontrado esporos de
Clostridium botulinum entre 4 e 25% das amostras estudadas.

Schocken-Iturrino e colaboradores (1999) pesquisaram a presença de esporos de C.
botulinum em 85 amostras de mel obtidas aleatoriamente em diversas fontes comerciais
(supermercados, pequenos apiários e entrepostos) de quatro Estados brasileiros (Mato
Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo). Dessas amostras,
vinte e três (27,06%) apresentaram crescimento de microrganismos com turbidez e
produção de gás.

Esfregaços confirmaram as culturas como bastonetes Gram-positivos produtores de
esporos. As demais 62 (72,94%) amostras apresentaram outros tipos de bactérias,
principalmente cocos. Das 85 amostras analisadas, seis foram positivas para C. botulinum
(7,06%), das quais duas foram identificadas como produtoras de toxinas A (considerada
uma das mais perigosas para humanos), uma, de toxina B e as outras três, de toxina D.

Rall e colaboradores (2003), pesquisando 100 amostras de mel vendido em
supermercados, feiras-livres e comércio porta-a-porta em várias cidades do Estado de São
Paulo, observaram que todas as amostras foram negativas para Salmonella, Shigella e
coliformes totais, mas 3% delas apresentaram esporos de C. botulinum.

Além disso, observaram a presença de fungos e leveduras em 64% das amostras, sendo
que somente 25% excederam os critérios estabelecidos, atingindo contagens que variaram
de zero a 1,5 x 105 UFC/g. Observaram ainda pequenos bastonetes Gram-positivos
esporogênicos em 42% das amostras.

Ragazani e colaboradores (2008) analisaram cem amostras de mel comercializadas por
ambulantes, mercados e feiras livres, em seis Estados do Brasil (São Paulo, Mato Grosso,
Goiás, Minas Gerais, Ceará, Santa Catarina). Em 61% das amostras, observaram a
presença de bactérias esporuladas. Dentre essas amostras, 39% apresentaram bactérias
sulfito-redutoras, sendo que 11% eram do gênero Clostridium e 28% do gênero Bacillus.
Dentre os 11% isolados de Clostrídios, 7% foram confirmados como sendo Clostridium
botulinum. Assim os resultados obtidos por Ragazani e colaboradores (2008) reforçam a
recomendação de que o mel não deve ser incluído na dieta de crianças menores de um
ano de idade.

15 – Notificação: Conforme a Portaria SVS/MS n. 5, de 21 de fevereiro de 2006, o
botulismo é doença de notificação compulsória. A suspeita de um caso de botulismo exige
notificação à vigilância epidemiológica local e investigação imediata. Uma vez
caracterizada a suspeita de botulismo, tal fato deve ser comunicado, imediatamente, aos
níveis hierárquicos superiores e áreas envolvidas na investigação, dando início ao
planejamento das ações.

16 - Estratégias de prevenção: A população deve ser orientada sobre o preparo, a
conservação e o consumo adequado dos alimentos associados a risco de adoecimento.
Especificamente no caso do botulismo intestinal, os pais e educadores devem ser alertados
para não incluir o mel na alimentação de crianças menores de um ano de idade. Medidas
sanitárias cabíveis devem ser adotadas de acordo com a legislação vigente e a situação
encontrada.

17 – Bibliografia
BOTULISMO Infantil – Cidade de Nova Iorque, 2001-2002. Morbidity and Mortality Weekly
Report, v.52, n.2, Jan. 17, 2003. Acesso em: 2 ago. 2007. Traduzido em 27 jan. 2003 por:
Moura Filho, E. A. de, em parceria CGPNI/CENEPI/FUNASA/MS-OPAS.
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7 - Valor econômico dos serviços dos insetos polinizadores é estimado em R$ 395 bilhões
(153 bilhões de euros)

Estudo realizado por cientistas do INRA (Institut scientifique de recherche agronomique),
do CNRS (Centre national de la recherche scientifique) e da UFZ ( Helmholtz Association of
German Research Centres), estimou que o valor econômico global dos serviços de
polinização, realizado pelos insetos, principalmente abelhas, foi, em 2005, da ordem de R$
395 bilhões (153 bilhões de euros).

Isto equivale a 9.5% do valor total da produção agrícola global. O estudo avaliou que o
desaparecimento dos insetos polinizadores pode causar perdas agrícolas entre R$ 491,8
bilhões ( €190 bi) e R$ 802,7 bilhões( €310 bi). Os resultados do estudo econômico sobre a
vulnerabilidade da agricultura mundial, em razão do desaparecimento dos insetos
polinizadores, foram publicados na revista “ECOLOGICAL ECONOMICS“. Por Henrique
Cortez*, do Ecodebate.

O declínio dos insetos polinizadores na biodiversidade é conhecido, mas o valor deste
impacto é uma questão em aberto. Em termos econômicos, no que se refere aos serviços
prestados à agricultura, o impacto pode ser mensurado a partir da dependência de
diversas culturas da polinização por insetos.

Frutas e vegetais são especialmente dependentes da polinização e o desaparecimento dos
insetos polinizadores pode causar perdas estimadas em R$ 129,7 bilhões (€50 bi) e perdas
de R$ 101 bilhões (€39 bi) em cereais. Os pesquisadores também identificaram uma
significativa perda de produtividade por hectare quando a polinização é reduzida. O cálculo
das perdas potenciais foi realizado a partir da contribuição da polinização na produção
agrícola, estimada em 39% no café e cacau, 31% para frutos de casca rija e 23% para os
demais frutos.

Os resultados do estudo demonstram que o desaparecimento total de polinizadores, com
destaque para abelhas, pode ter efeitos catastróficos na agricultura mundial, reduzindo a
produção e a produtividade da agricultura, afetando a oferta de alimentos e causando um
potencial aumento no valor dos produtos agrícolas para os consumidores. A pesquisa,
também, demonstra a necessidade de que sejam desenvolvidos novos processos de
produção agrícola que não coloquem em risco os insetos polinizadores. Sobre este assunto
sugerimos que leiam, também, a matéria “Agrotóxicos matam abelhas e envenenam nossa
alimentação“.

Economic valuation of the vulnerability of world agriculture confronted with pollinator
decline. Ecological Economics (2008), doi:10.1016/j.ecolecon.2008.06.014. - Nicola Gallai,
Jean-Michel Salles, Josef Settele, Bernard E. Vaissière:

PD Dr. Josef Settele - Helmholtz Centre for Environmental Research (UFZ) - Phone +49
345-558-5320 - PD Dr. Josef Settele - Dr. Bernard Vaissiere (EN+FR) -INRA Center of
Avignon - Phone +33-4-32722637 - Dr. Bernard Vaissiere (EN+FR) or Helmholtz Centre for
Environmental Research (UFZ)
Press office Tilo Arnhold Phone: +49 (0)341 235 1269 - presse@ufz.de

Links: Research project ALARM: www.alarmproject.net/alarm - * Com informações da
Helmholtz Association of German Research Centres-

Fonte: http://www.ecodebate.com.br/index.php/2008/09/16/valor-economico-dos-servicos-
dos-insetos-polinizadores-e-estimado-em-r-395-bilhoes-153-bilhoes-de-euros/ -
16/09/2008
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8 – Três estados liberados para exportar mel

Hoje em Dia - Cássia Eponine - Após dois anos de embargo, a cadeia produtiva do mel
voltou a exportar para a União Européia, seu principal mercado. Por enquanto, apenas
entrepostos localizados no Piauí, em São Paulo e Santa Catarina passaram pela auditoria
do Ministério da Agricultura e Abastecimento (Mapa) e foram liberados para retomar as
exportações. A expectativa da Federação Mineira de Apicultura (Femap) é de que, até o
final do ano, entrepostos mineiros também passem por auditorias e possam retomar os
embarques.

Além de grande consumidor, o mercado europeu é especialmente importante para os
apiários porque remunera melhor. Segundo o presidente da Femap, Mázio Magalhães, a
tonelada do mel é vendida por entre US$ 2.600 e US$ 2.700 para os Estados Unidos,
países árabes e asiáticos. , explica Magalhães.

De acordo com o presidente da Femap, Minas deve produzir neste ano cerca de 10 mil
toneladas de mel, um crescimento de 10% sobre o volume produzido em 2007. Desse
total, cerca de 20% são destinados ao mercado externo, principalmente Estados Unidos,
Arábia Saudita, Coréia e Japão. , detalha Magalhães, destacando que a Alemanha é o
principal comprador do mel mineiro no continente europeu. Minas é o quinto maior
exportador do país e tem cerca de 20 entrepostos. , explica o presidente da Femap.

Segundo o assessor técnico do Programa Alimentos Seguros (PAS), Paschoal Robbs, a
implantação de ferramentas para garantir a segurança do mel, conforme as exigências da
UE, teve início em março deste ano, em nove entrepostos de oito estados - São Paulo,
Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Ceará, Piauí e Minas. , explica
Robbs. Para o coordenador nacional da Rede Apis/Sebrae, Reginaldo Resende, o resultado
do fim gradual do embargo ao mel brasileiro deve mostrar seus efeitos nas exportações
brasileiras nos próximos meses. , avalia.

Fonte: Veículo: Agrolink - Seção: Notícias - Data: 18/09/2008 - Estado: RS -
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9 – XXVIº Encontro Catarinense de Apicultores – ECA e o IIº Encontro da Mulher
Apicultora – EMA.

CONVITE & PROGRAMAÇÃO

Comunicamos que nos dias 18 e 19 de outubro de 2008, será realizado junto das Termas
São João na Cidade de São João do Oeste/SC, o XXVIº Encontro Catarinense de
Apicultores – ECA e o IIº Encontro da Mulher Apicultora – EMA.

Como é de praxe, paralelo ao Evento também acontecerá a tradicional EXPO-FEIRA
Apícola, onde nossas Associações, Indústrias e Entrepostos sempre se fazem presentes,
expondo seus produtos, incrementando vendas, além de dar um maior brilho ao conclave.
Por isso, a Federação das Associações de Apicultores de Santa Catarina “FAASC’ e
Epagri/Cepea, convidam á todos para participarem do grande Encontro Catarinense de
Apicultores de Santa Catarina.

Local do evento: CLUBE ALIANÇA (Rua Santa Cruz, 300 – Centro – São João do Oeste –
SC – Fone: 49-3636-1272. Para a reserva de Hospedagem, Termas São João, entrar em
contato com Josiane Fone> 49-3636-1034 (e-mail: termassaojoao@termassaojoao.com.br
(levar roupa de cama e banho) o local é aprazível e conta com toda infra-estrutura.

Confirmação para contato da Comissão Organizadora: Associação de Apicultores de São
João do Oeste – falar com Roque, Josi e Tere no Fone: (49) 3636-1034 – e-mail:
exatoria@saojoao.sc.gov.br – Presidente Flávio Aloísio Walker. Reserve desde logo o seu
Estande contato direto com a FAASC , Fone: 48-3238-1066 ou 48-3238-2118 (com Ângela).

Inscrições: taxa de R$ 25,00 por pessoa. (Deposito feito em nome da AASJO – Associação
dos Apicultores de São João do Oeste – Banco Sicoob-Creditapiranga, Agencia n. 3072,
Conta Corrente n. 30294-5 – CPNJ 03.939.092/0001-49.

Fonte: apacameplenario@yahoogrupos.com.br -: "APACAME-Web"

Responder a: apacameplenario@yahoogrupos.com.br -
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10 - Dose alta de remédios naturais pode causar mutações, dizem estudos

Mesmo para medicamentos naturais”, supostamente sem contra-indicações”, ainda vale a
regra estabelecida pelos antigos gregos: a diferença entre remédio e veneno é apenas de
dose. Essa é a principal conclusão de trabalhos apresentados durante o 54. Congresso
Brasileiro de Genética, que termina nesta sexta (19) na capital baiana. Pesquisadores que
estudam produtos da farmacopéia popular brasileira, como própolis, casca de cajueiro e
alecrim-do-campo, mostraram que, em doses altas, esses remédios podem causar
mutações potencialmente perigosas no DNA. Em doses pequenas, no entanto, há o efeito
oposto: a proteção contra danos no material genético.

A única coisa que a gente pode recomendar é cautela. Essa coisa de ficar tomando chá,
chá e mais chá não é garantia nenhuma de saúde”, disse ao G1 a pesquisadora Denise
Crispim Tavares, da Universidade de Franca (interior paulista). Veja bem, eu sou viciado
em tererê [uma das muitas formas de preparo da erva-mate]. Mas eu certamente não
sairia por aí bebendo qualquer extrato de planta”, acrescenta Paulo Peitl Júnior, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São José do Rio Preto. Ao que parece, o crucial
é a dose. Se você vai mesmo fazer uso desse tipo de produto, nunca exagere”, reforça
Ilce Mara de Syllos Cólus, da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná.

Em sua apresentação no congresso, Cólus explicou a razão básica para ficar com o pé
ligeiramente atrás em relação a supostas curas miraculosas envolvendo chás e extratos de
plantas: os vegetais não foram simplesmente feitos para serem comidos ou virarem
remédio. Todas as plantas produzem os chamados metabólitos secundários, substâncias
produzidas como defesa contra predadores que também podem ter efeitos negativos sobre
o organismo humano”, lembra ela.

Cajueiro - A pesquisadora da UEL e seus colegas estudaram, por exemplo, a casca do
cajueiro, popularmente empregada como analgésico e contra infecções. Por um lado, o
extrato da casca em concentrações elevadas provocou formas aberrantes nos
cromossomos (as estruturas enoveladas que abrigam o DNA em células de organismos
como nós); por outro, em concentrações menores, também pode proteger o organismo
dessas alterações, o que o torna um candidato interessante a futuros estudos ligados à
prevenção do câncer, por exemplo.

A equipe da UEL também participou de estudos de bioprospecção (em busca de
substâncias de interesse farmacêutico, no caso) junto com o Projeto Biota, financiado pela
Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Ao investigar 24
espécies de plantas e centenas de extratos, os cientistas mostraram que plantas
conhecidas popularmente como puçá-preto ou jaboticaba-do-cerrado podem, em alguns
casos, provocar um efeito altamente mutagênico (gerador de mutações) no DNA. Já a
quaresmeira-branca, também empregada pela medicina popular, tem exatamente o efeito
oposto, ao menos em certas concetrações.

Própolis - Já Tavares, da Universidade de Franca, concentrou seus esforços no estudo da
chamada própolis verde, produzida em Minas Gerais e exportada até para o Japão como
uma espécie de medicamento polivalente, supostamente eficaz até contra o câncer. O
problema é a falta de padronização da própolis, porque as características dela dependem
muito das condições climáticas e da flora da região onde vivem as abelhas que a
produzem. Até por isso a própolis é registrada no Ministério da Agricultura, e não na
Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária]”, lembra a pesquisadora.

Ao analisar o efeito de extratos de própolis sobre mutações em óvulos de hamster chinês,
Tavares mostrou que ela é um composto Janus”, em homenagem ao deus da mitologia
romana que tinha duas faces: tanto pode ser mutagênico, em certas concentrações,
quando ter um efeito protetor, em geral também nas doses mais reduzidas. Interessada
em isolar o principal responsável por esses efeitos, Tavares foi até a fonte mais utilizada
pelas abelhas para fazer a própolis verde: o alecrim-do-campo, arbusto comum no interior
mineiro e também empregado como fitoterápico no Brasil.

Conforme o esperado, o perfil químico da planta é muito parecido com o da própolis
verde; em altas concentrações, seu extrato é genotóxico (afetando negativamente o
material genético), enquanto as doses baixas parecem ser protetoras. Agora, os
pesquisadores estão isolando o artepelin C, aparentemente a molécula líder” nesses
efeitos do alecrim-do-campo.

Esse é um ponto em que todos os pesquisadores concordam: em última instância, o ideal é
isolar e estudar detalhadamente esses princípios ativos. Tem milhares de moléculas num
extrato ou num chá, e muitas terão efeitos negativos”, diz Tavares. No entanto, segundo
Cólus, a gente tem de continuar estudando os efeitos dos extratos, porque é isso o que o
povo usa”. O Brasil é a maior farmácia a céu aberto do mundo, e pouquíssima coisa foi
estudada até agora. O que a gente tem de fazer é entender melhor esse potencial”, afirma
Peitl Júnior.

Fonte: Veículo: Olhar Direto - Seção: Saúde - Data: 19/09/2008 - Estado: MT
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11 – Apis Flora é premiada em São Paulo

A Apis Flora, de Ribeirão Preto (SP), indústria líder nacional no segmento de produtos
naturais apifitoterápicos à base de mel, própolis e geléia real, acaba de receber mais um
Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho (PSQT), correspondendo, nesse ano, à menção
honrosa pelo segundo lugar na categoria pequena empresa, para o estado de São Paulo. A
solenidade de premiação aconteceu na última terça-feira (16/09), no auditório da Fiesp
(Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), na capital. O diretor geral da Apis
Flora, Manoel Tavares, e a analista de Recursos Humanos, Sônia Regina da Costa, subiram
ao palco para receber o certificado.

Há cinco anos consecutivos a Apis Flora sobe ao pódio do Prêmio SESI de Qualidade no
Trabalho. Em 2005, foi a primeira colocada nas premiações, regional e estadual, ficando
em segundo lugar no nacional. Na edição deste ano, conquistou o segundo lugar estadual,
reforçando sua posição de empresa cidadã que pratica, efetivamente, a Sustentabilidade.

Segundo a farmacêutica Aline Utino Higa, gerente da Garantia de Qualidade Apis Flora, a
preocupação sócio-ambiental começou junto com o início das atividades da empresa, há
26 anos, época em que o termo “Responsabilidade Social” ainda nem existia. “Sempre
tivemos programas de incentivo a preservação do meio ambiente, que incluem a
reciclagem de materiais e a eliminação consciente e segura de resíduos gerados.

Na Política de Qualidade da Apis Flora, há a preocupação em conduzir as atividades junto à
comunidade sempre dentro dos mais elevados padrões éticos, contribuindo para a
melhoria das condições sociais e ambientais. O PSQT estimula criar e manter um ambiente
que nos conduz a excelência no desempenho e motiva nossos colaboradores”, explica.

O objetivo do Prêmio Sesi de Qualidade no Trabalho é valorizar empresas que se
preocupam com o ambiente de trabalho dos colaboradores, com o fator humanização e
que busquem aliar o crescimento econômico às demandas sócio-ambientais da
comunidade. Podem participar indústrias contribuintes do Serviço Social da Indústria (Sesi)
ou optantes pelo Simples.

Atendimento: Talita Macário - Assessora de Imprensa - (16) 3623-4413 / 9143-9602 -
Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa -Ribeirão Preto-SP -
talitamacario@nucleodanoticia.com.br - http://www.nucleodanoticia.com.br

Fonte: Veículo: Pingado - Seção: Últimas Notícias - Data: 18/09/2008 - Estado: RS
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12 -Tocantins avança com qualidade na produção de mel

Há cinco anos os apicultores tocantinenses mostram o potencial rentável da atividade.
Com três safras anuais, o produto poderá chegar à marca de 300 toneladas em 2010. De
acordo com a diretora de Produção Animal da Seagro - Secretaria da Agricultura, Pecuária
e Abastecimento, Érika jardim, isso representa um salto importante para o setor, pois os
números são prova de que a apicultura se profissionalizou e não é mais vista como
atividade secundária.

O Tocantins conta com 28 associações e 1.000 produtores. Para garantir a qualidade da
produção, o governo do Estado, por meio da Seagro, implantou o Laboratório Estadual de
Referência em Apicultura, em Palmas. Segundo Érika Jardim, esse foi o modo de os
produtores saírem da informalidade. As análises são realizadas em parceria com a Unitins
Agro. “O laboratório foi criado com a intenção de dar um suporte para a atividade até o
momento em que os produtores tivessem produção suficiente para receber certificação”,
pontua.

A produção tocantinense é registrada com os selos de inspeção municipal e estadual, SIM
e SIE, respectivamente. O mel tocantinense ainda não ultrapassou as fronteiras estaduais,
pois sua produção ainda é pequena, todo o produto é consumido internamente. Com a
proposta de aumentar o volume, entidades utilizam a Câmara Setorial para criar e
implantar políticas em prol do segmento. Em parceria com o Banco do Brasil, o Estado
receberá, a partir de 2009, três entrepostos e 10 casas de mel. Segundo Érika Jardim, o
projeto está na fase final de legalização. “As cidades de Figueirópolis, Barrolândia e Axixá
terão condições melhores para o processamento e armazenamento. Com isso, o mel terá
condições de receber o SIF - Selo de Inspeção Federal”, diz.

Botulismo - A imprensa nacional divulgou os riscos do consumo de mel para bebês
menores de um ano e para pessoas com baixa imunidade. Para a médica veterinária da
Seagro, Ana Luíza Guimarães, a bactéria Clostridium botulinum naturalmente é encontrada
em ambientes diversos. Ela explica que a contaminação pode ocorrer no momento da
colheita. “A bactéria não é exclusiva da apicultura, qualquer produto de origem animal mal
manipulado pode sofrer contaminação”, frisa.

O presidente da Fetoapi - Federação Tocantinense de Apicultura, Antonildo Alexandre de
Medeiros, fala da preocupação dos apicultores com a sanidade. “O nosso mel é
cuidadosamente bem preparado. Todos os demais produtores têm consciência de que a
higiene é necessária. Eles usam materiais limpos no apiário.

Em relação à qualidade, a população pode ficar despreocupada”, enfatiza. Érika Jardim
informa que os apicultores do Estado participam ao longo do ano de diferentes
atualizações técnicas. A diretora esclarece que o V Seminário Estadual de Apicultura é
mais uma ferramenta do governo do Estado para reforçar a qualidade da produção. O
evento acontecerá, em Palmas, de 23 a 24 deste mês.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Secretaria da Comunicação do Estado do Tocantins -
Seção: Notícias - Data: 03/09/2008 - Estado: TO
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13 – Notícias da APACAME - Encontro de Apicultores do Mês de Outubro

A APACAME convida todos os Apicultores e Meliponicultores para participarem do Encontro
de Apicultores do Mês de Outubro.

Dia: 01 de outubro de 2008 - Horário: 19:45 horas - local: Salão Nobre do Parque da
Água Branca, localizado no prédio da Administração do Parque Fernando Costa, com
entrada pelo centro da Arquibancada existente no local. - Telefone para informações:
(0xx11) 3864-9284

PROGRAMA: Nesta Reunião teremos a oportunidade de fazer uma AVALIAÇÃO DA
SITUAÇÃO DA APICULTURA BRASILEIRA ante os problemas de: Mortandade das abelhas,
Revisão do RIISPOA, pelo Ministério da Agricultura, Mercado dos Produtos Apícolas,
Rotulagem do mel dos sócios da APACAME, Assuntos técnicos em geral. A Diretoria.

Fonte: apacameplenario@yahoogrupos.com.br - Data: 23/09/2008
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14 – Noticias da FEPA (I): Reunião do CONESA (Conselho Estadual de Sanidade Animal)

Dia 29 de SETEMBRO de 2008, no Anfiteatro do Laboratório Marcos Enrietti – SEAB, a
partir das 14 horas, acontecerá Reunião do Conselho Estadual de Sanidade Agropecuária
(CONESA), a fim de discorrer sobre a seguinte ordem do dia:

1- Discussão e aprovação da pauta; 2) - Discussão e aprovação da Ata da 27ª Reunião
Ordinária do CONESA; 3) - Comunicados; 4) - Paraná Livre de Febre Aftosa - Metas para
próxima vacinação; 5) - Avicultura - Auditoria do MAPA; 6) - Instalação da Câmara
Técnica de Citricultura; 7) - Relato de ações do Programa de Fortalecimento dos CSAs; 8) -
Assuntos gerais.

Nesta reunião será a submetida à discussão e voto, a proposta de ingresso da Federação
Paranaense de Apicultura – (FEPA), nesse conselho de sanidade agropecuária, conforme
proposição da federação apícola junto ao Sr. Valter Bianchini, secretário da SEAB e
presidente do CONESA, através do Ofício nº 11/2008 - SID nº 7.056.461-0, 2/09/2008.
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15 – Apicultura em Consulta Nacional: projetos 00:001.87-005 - Apicultura -
Equipamentos - Colméia tipo Langstroth, e 00:001.87-006 - Apicultura – Mel – Sistema
de rastreabilidade

Prezado(a) Senhor(a),

Esta mensagem é apenas para avisá-lo(a) de que os projetos 00:001.87-005 - Apicultura -
Equipamentos - Colméia tipo Langstroth, e 00:001.87-006 - Apicultura – Mel – Sistema
de rastreabilidade referentes ao ABNT/CEE COMISSÃO DE ESTUDO ESPECIAL DA CADEIA
APÍCOLA, estão em Consulta Nacional.

Cordialmente,

ABNT - CONSULTA NACIONAL - Newton José Dias Ferraz - Gerência do Processo de
Normalização - ABNT/SP - Rua Minas Gerais, 190 - 01244-010 - São Paulo – SP - Tel.: (11)
3017 3615 - e-mail: nferraz@abnt.org.br - Visite nossos sites: www.abnt.org.br /
www.abntnet.com.br
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16 – COOFAMEL realiza primeira grande venda de mel

A Cooperativa dos Apicultores COOFAMEL está realizando esta semana a primeira venda
de mel a granel. A empresa PRODAPYS de Santa Cataria está adquirindo 30 ton. de mel
para exportação. Esta produção é de 42 associados, que a Cooperativa já tem beneficiado
armazenado em seu entreposto em Mal. Rondon.

Conforme o Sr. Wagner Gazziero, técnico e diretor da COOFAMEL, esta produção
representa cerca de 20% do total produzido pelos 84 associados da cooperativa. Conforme
Wagner, desde a liberação do SIF, em 2007, a cooperativa já beneficiou cerca de 70
toneladas de mel, sendo a maior parte colocado no mercado pelos associados, após
beneficiado na unidade.

A COOFAMEL abrange apicultores de toda a região oeste. Conforme Wagner, existe uma
procura grande de apicultores para se associarem, mas as condições físicas da unidade e
a falta de capital de giro limitam o seu crescimento.

Conforme o Sr. Ângelo Valoto, diretor da cooperativa, a produção colocada no mercado
neste período ainda se refere a colheita realizada pelos apicultores até março deste ano. A
partir de outubro, nova colheita se inicia, e, para isso, precisa formar capital de giro. Em
2007, a cooperativa foi beneficiada pelo programa Formador de Estoque da CONAB, que
liberou recursos para capital de giro e aquisição do produto para estoque.

SIF - Em 2007, a COOFAMEL obteve a liberação do SIF-ER. O Presidente da Cooperativa,
Sr. Pedro da Silva, disse que a liberação definitiva ainda está condicionada a alguns
melhoramentos, como a pavimentação asfáltica do pátio e construção de um muro de
isolamento.

Conforme a diretoria, a COOFAMEL aguarda a liberação de recurso de emendas
parlamentares para realizar estas melhorias. Conforme o Sr. Pedro, houve a aprovação de
uma emenda de R$ 100.000,00, que inclusive já está depositada na CEF. Este recurso
aguarda os trâmites legais da Prefeitura Municipal de Mal. Rondon, para contrapartida e
realização do processo licitatório.

Parcerias - A unidade se localiza no Bairro Rainha, ao final da Rua Salvador. Todas as
atividades de beneficiamento, embalagem e carregamento de produtos são feitos de forma
voluntária pelos associados. A unidade da cooperativa estabeleceu-se ali a partir da
APIOESTE, que ainda mantêm neste local uma unidade de beneficiamento de cera para
seus associados.

A diretoria também destaca que as conquistas da apicultura na região tiveram apoio de
inúmeras instituições, como a doação do lote pela Prefeitura de Mal. Rondon. A
organização e a construção da unidade foi apoiada pela EMATER, com recursos do estado
e da Itaipu Binacional. A aquisição de equipamentos também teve apoio da UNIOESTE.
Atualmente, a Itaipu também apóia a liberação de técnicos, através da cooperativa de
trabalho BIOLABORE.

Conforme a diretoria, novos apoios estão sendo negociados, o que irá consolidar a
apicultura como um importante segmento de renda da região. A expectativa com relação a
COOFAMEL, é de tornar-se, em poucos anos, a maior cooperativa de produtos apícolas do
estado.

Urbano T Mertz (Emater – Mal. Cândido Rondo) - Publicado no jornal O Presente – dia
18/09
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17 - Exportações de mel até agosto já superam valores de todo o ano de 2007

As exportações brasileiras de mel dos primeiros oito meses do ano já superaram a receita
de todo o ano de 2007. Até agosto, o País já negociou US$ 24,720 milhões, desempenho
superior aos US$ 21,2 milhões alcançados em todo o ano passado. Na comparação com o
período de janeiro a agosto, o resultado de 2008 também é mais favorável. No período, a
receita cresceu 67,32% e as quantidades comercializadas (10,7 mil toneladas)
representaram um aumento de 15,7% em relação aos números de 2007.

A explicação para esse resultado está no fim do embargo europeu ao mel brasileiro. O
País ficou quase dois anos sem poder comercializar produtos apícolas com a Europa. Com
a suspensão do embargo, em março deste ano, o Brasil retomou o comércio com a União
Européia (UE), elevando os valores exportados em relação ao ano passado, quando o País
contou praticamente apenas com o mercado norte-americano como comprador.

Os dados constam de levantamento consolidado pelos consultores da Unidade de
Agronegócios do Sebrae e coordenadores nacionais da Rede Apicultura Integrada
Sustentável (Rede Apis), Reginaldo Resende e Lázara de Fátima Borges. A referência é o
Sistema de Análise das Informações de Comércio Exterior via Internet - Alice-Web - da
Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e
Comércio Exterior (MDIC).

Até agosto deste ano, São Paulo lidera a lista dos maiores estados exportadores de mel,
com US$ 7,7 milhões. Na seqüência, estão Rio Grande do Sul (US$ 4,3 milhões), Ceará
(US$ 3,5 milhões), Paraná (US$ 3,3 milhões), Piauí (US$ 2,8 milhões), Santa Catarina
(US$ 1,9 milhão), Rio Grande do Norte (US$ 509,6 mil), Minas Gerais (US$ 488,3 mil),
Maranhão (US$ 187,9 mil), Mato Grosso (94,5 mil) e Pernambuco (US$ 71,7 mil).

Nos oito primeiros meses do ano, as exportações brasileiras destinadas aos Estados
Unidos (EUA) totalizaram US$ 20,4 milhões, o equivalente a 8,9 mil toneladas de mel. O
resultado representa aumento de 55,7% em valor e de 6,8% em peso, na comparação
com igual período de 2007.

Em agosto, o País exportou 301,2 mil quilos de mel para a Alemanha, ao preço de US$
2,26/Kg, abaixo da média internacional de US$ 2,45/Kg. O consultor Reginaldo explica que
esse preço menor pode ser conseqüência de contratos de exportação firmados antes do
embargo por importadores alemães com alguns entrepostos brasileiros.

No mesmo mês, os EUA importaram o equivalente a US$ 1,6 milhão de mel do brasileiro,
representando mais de 57,8% do valor total comercializado pelo Brasil com o mercado
externo. "Esse montante já representou uma redução de quase 13% no valor das
exportações de mel brasileiro para os EUA, na comparação com agosto do ano passado. É
o resultado da volta, mesmo que lenta, das exportações para o mercado europeu", avalia
Reginaldo.

Desempenho do ano - Na comparação com julho deste ano, houve queda no valor e nas
quantidades exportadas em agosto. Nesse mês, as exportações alcançaram US$ 2,697
milhões, frente aos US$ 3,729 milhões de julho, quando o mercado já apresentava queda
nas vendas na comparação com junho.

O preço também caiu. Em julho o quilo foi vendido, em média a US$ 2,56. Em agosto, esse
preço foi de US$ 2,45. Nas quantidades exportadas, houve uma diferença, para menor, de
cerca de 360 mil quilos (1,457 milhão de quilos, em julho, e 1,101 milhão de quilos, em
agosto).

Em relação a agosto do ano passado, o mesmo período em 2008 foi mais positivo. Apesar
de exportar menor quantidade (1,101 milhão de quilos frente 1,301 milhão de quilos em
2007), o retorno financeiro foi maior (US$ 2,697 milhões frente US$ 2,156 milhões em
agosto de 2007).

O desaquecimento das exportações, notado desde julho, poderá se estender para os
próximos meses, visto que historicamente as exportações brasileiras de mel sempre
apresentam sazonalidade, com redução dos negócios no segundo semestre. Soma-se a
isso a possibilidade de agravamento da recessão da economia americana.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - Giovana Perfeito – Jornalista - Telefones: (61) 3348-
7494 ou (61) 2107-9362 - http://www.agrosoft.org.br/agropag/102438.htm
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18 - Notícias da FEPA (II): Convite para reunião sobre o PNGEO - CBA

Prezadas Lideranças Apícolas do Paraná,

Através do presente, convidamos todos os interessados para participar de REUNIÃO sobre
o PNGEO (Plano Nacional de Georeferenciamento) da CBA (Confederação Brasileira de
Apicultura), momento em que estará presente o Sr. José Gumercindo Correa Cunha
(presidente).

R E U N I Ã O sobre PNGEO/CBA

Quando: dia 9/10 (quinta-feira); Horário: das 19 às 21 horas; Local: na SEAB (rua dos
Funcionários, 1559 - Cabral), em Curitiba; Pauta: O que é o PNGEO ? Requisitos para sua
implementação no Paraná. Execução do Projeto Piloto na região de abrangência da
COOFAMEL; Público-Alvo: lideranças de entidades apícolas (associações e cooperativas).

Atenciosamente,

P.S: dia 10/10 (sexta-feira), acontece o 4º Encontro Paranaense de Apicultura, no
anfiteatro do Instituto Emater- rua da Bandeira, 500 - Ahú/Cabral - Curitiba - PR.

Adhemar Pegoraro - presidente da Fepa - gestão 2007-2009 - apegoraro@ufpr.br) - 0**41-
8803.8848 e/ou Lucimar Pontara Peres - vice-presidente técnico - gestão 2007-2009 -
lucimarbee@yahoo.com.br.

Fonte: FEPA - FEDERAÇÃO PARANAENSE DE APICULTORES - Rua Cel. Amazonas
Marcondes, 319 – Bairro: Cabral - CEP 80.035-230 - Curitiba – PR -
Fepa2007@yahoo.com.br - (0**41) 8803-8848 (A. Pegoraro) – (0**41) - 9182-4467 (L.C.
Chequim
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SEABDERAL
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