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Informativo - nº013 - Outubro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
“SOS ABELHAS NATIVAS do BRASIL”
Ano I - nº 13 - 20 de Outubro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 – Iniciativa Brasileira de Polinizadores – IBP; 3 – Rede
Baiana de Polinizadores; 4 – Com o apoio da Fapema, Maranhão entra na rota da
Meliponicultura; 5 - Dia 16 de outubro aconteceu a 2ª REUNIÃO sobre regulamentação da
Resolução CONAMA nº 346/2004; 6 - LISTA parcial de ESPÉCIES DE ABELHAS SEM
FERRÃO encontradas no PARANÁ; 7 - Vem aí o 2º Seminário Paranaense de
Meliponicultura, em Curitiba; 8 - Curso Avançado: abelhas melíferas silvestres “sem
ferrão”, em Curitiba – Paraná; 9 - Embrapa divulga técnica para criação de abelhas sem
ferrão.
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1 - Um minuto de Reflexão

. " O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. Caminhando e
semeando no fim terás o que colher." - Cora Coralina

. O estudo, a busca da verdade e da beleza são domínios em que nos é consentido
sermos criança por toda a vida – Alberto Einstein
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2 – Iniciativa Brasileira de Polinizadores - IBP

A Iniciativa Brasileira de Polinizadores (IBP) foi oficialmente estabelecida durante o
encontro bianual de abelhas em Ribeirão Preto, organizado pela Universidade de São Paulo
(USP), em setembro de 2000. O Ministério do Meio Ambiente, a USP e a Embrapa dirigiram
essa iniciativa. Um Comitê Diretor provisório foi formado, e começou a trabalhar numa
agenda nacional.

Para seguir essa agenda, a Iniciativa Brasileira de Polinizadores, com o auxílio da FAO,
participou do preparo da proposta do projeto submetido ao Global Environment Facility
(GEF) para financiamento, chamada de ¿Manejo Adaptado para o Uso Sustentável de
Polinizadores através de uma Abordagem Ecossistêmica¿ , juntamente com a Iniciativa
Africana de Polinizadores e o ICIMOD, do sul da Ásia. Um dos próximos passos dessa
Iniciativa é a ¿Primeira Reunião de Consulta Nacional da Iniciativa Brasileira de
Polinizadores¿, a realizar-se no auditório da EMBRAPA sede, em Brasília, no dia 24 de
setembro próximo, organizada pelo Ministério do Meio Ambiente, em parceria com a
EMBRAPA.

Esta reunião tem por objetivo disseminar informações sobre as oportunidades oferecidas
pelo projeto ¿Conservação e Manejo de Polinizadores para Agricultura Sustentável através
de uma Abordagem Ecossistêmica¿, identificar potenciais parceiros e demandas em
diferentes regiões do país, que poderiam se beneficiar do apoio oferecido pelo GEF no
âmbito dos quatro componentes previstos no projeto de grande escala ("full size Project")
coordenado pela FAO no país:

1) Desenvolvimento de conhecimento básico; 2) Extensão e Promoção de Boas Práticas de
Manejo em Benefício dos Polinizadores; 3) Capacitação e promoção de ações voluntárias;
4) Compartilhamento de experiências e disseminação de resultados.

Projeto PNUMA/FAO EP/GLO/301/GEF: "Conservação e Manejo de Polinizadores para uma
agricultura sustentável através de uma abordagem ecossistêmica"

Viste o site: http://www.mma.gov.br/index.php?
ido=conteudo.monta&idEstrutura=29&idConteudo=1412
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3 – Rede Baiana de Polinizadores

Décadas de estudos e intensos debates consolidaram o consenso geral entre os
pesquisadores de que os animais desempenham um importante papel na conservação das
espécies vegetais, por realizarem atividades relacionadas com a polinização das flores, a
dispersão das sementes e a reciclagem de matéria orgânica.

A Rede Baiana de Polinizadores é uma realização do Governo do Estado da Bahia
integrada por Pesquisadores e Técnicos do Estado, através das Universidades Federais,
Estaduais e Particulares, como também por órgãos ambientais e empresas de pesquisa
apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB).

A importância dos serviços ambientais promovidos pelos polinizadores foi reconhecida
oficialmente pela "Convenção da Diversidade Biológica (CBD)", desde a ECO 92, ocorrida
no Rio de Janeiro.

A "Conferência das Partes (COP5)" da CBD, em 2000, aprovou um programa
denominado "Iniciativa Internacional para Conservação e uso sustentável dos
polinizadores", citado a partir de então como "Iniciativa Internacional dos Polinizadores
(IPI)". A CBD indicou a "Food and Agriculture Organization (FAO)" como facilitadora e
coordenadora deste processo. A FAO, na COP6, propôs um plano de ação para a IPI, com
desafios globais projetados até para o ano de 2010.

Desde então, vários grupos de pesquisadores estão trabalhando nessas ações, e em 2003,
várias iniciativas regionais definiram seus planos de ação e estão trabalhando em conjunto
na escolha de metodologias que permitam comparações de resultados nos diversos
continentes.

Dentre estas podemos destacar a "Iniciativa Européia dos Polinizadores (EPI)",
a "Campanha Norte Americana de Proteção aos Polinizadores (NAPPC)", a "Iniciativa
Africana dos Polinizadores (API)", a "Iniciativa dos Polinizadores dos povos das montanhas
da Ásia (ICIMOD)" e a "Iniciativa Brasileira dos Polinizadores (IBP)".
http://www.mma.gov.br/index.php?ido=conteudo.monta&idEstrutura=29&idConteudo=1412

O governo do Estado da Bahia reconhece a necessidade de ações voltadas para o
conhecimento da biodiversidade Baiana, assim como se faz necessária a implementação
de estratégias que venham reconhecer a importância da conservação e do manejo da
biodiversidade de polinizadores no Estado por meio da Iniciativa Baiana de Polinizadores
através da Rede Baiana de Polinizadores.

Para saber mais sobre as iniciativas de Polinizadores:

Livro sobre importância da polinização como serviço ambiental Publicação lançada na
COP8 consolida metodologias padronizadas e aponta melhores práticas no manejo das
abelhas polinizadoras. O livro “Bees as pollinators in Brazil – assessing the status and
suggesting best practices” está disponível para venda no site da Holos Editora:
www.holoseditora.com.br ou consulte por e-mail: polinizadores@mma.gov.br

Visite o site: http://www.fapesb.ba.gov.br/apoio/projetos-estrategicos/repol/apresentacao
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4 – Com o apoio da Fapema, Maranhão entra na rota da Meliponicultura

Da Redação - Sofiane Labidi (Fapema) e Murilo Drummond (Repans) definem as
prioridades do projeto. Reunião entre a FAPEMA, entidades da sociedade civil e
pesquisadores de meliponicultura define a criação da Rede Maranhense de Pesquisa de
Abelhas Nativas com Fins Sociais

Entomofilia. Esse é o termo técnico atribuído ao processo de polinização realizado pelas
abelhas. O mel, a cera, o pólen e o própolis são algumas das tarefas realizadas por este
inseto em prol de nossas vidas. Alguns problemas como desmatamento e limpeza dos
terrenos para criação de outras culturas tem proporcionado a redução de muitos animais,
inclusive das nossas abelhas.

As abelhas nativas se destacam por não causar ferimentos além de possuir o mel de
melhor qualidade e o Maranhão detém o maior potencial de produção do mel das abelhas
nativas do país, gerando assim, ocupação e renda para as comunidades.

É por isso que na tarde da quarta-feira 8, a Fapema reuniu os pesquisadores da área,
Sebrae, Agerp, e representantes de movimentos sociais onde foi oficializada a criação da
Rede Maranhense de Pesquisa de Abelhas Nativas com Fins Sociais (Repans-MA), um
projeto financiado pela Fapema para estimular o cultivo no Maranhão.

A reunião foi presidida pelo Prof. Dr. Murilo Drummond, e pelo Diretor-Presidente da
Fapema, o Prof. Dr. Sofiane Labidi, e contou com a participação de pesquisadores e
instituições que apóiam o projeto. Dentre as instituições participantes estiveram presentes
a Ufma, Uema e Cefet, representando o setor científico, além da Amavida, Agerp, Sebrae,
Asa Maranhão, Agrutec e Fattrip. A Repans-MA responderá a uma série de demandas de
pesquisa e extensão para impulsionar a meliponicultura como um sistema produtivo
consolidado contemplando as demandadas das comunidades rurais que praticam a
meliponicultura.

A Rede é uma experiência inédita no Brasil e constitui o embrião de uma rede nacional na
área. “O Maranhão é um dos principais produtores de mel de abelhas nativas do Brasil,
mas ainda temos pouco conhecimento voltado para o mercado local e produtores da
região”, explicou o Prof. Murilo Drummond.

Os pequenos produtores locais serão os maiores beneficiários com a criação da Rede, já
que hoje há uma lacuna muito grande entre o conhecimento produzido dentro das
universidades e sua aplicação nas comunidades. “É preciso chegar ao pequeno produtor
com uma linguagem mais acessível e menos acadêmica para que ele possa entender que
queremos ajudá-lo”, avaliou a Profª da Rede Pública Estadual, Adriana Cecília Lima
Martins.

Embora o Maranhão esteja entre um dos principais estados na propagação de sistemas
produtivos baseados na meliponicultura, o sucesso dessa empreitada depende ainda do
conhecimento gerado nas universidades que desenvolvem as metodologias e tecnologias
aplicáveis pelos meliponicultores. “Com a Rede, o Maranhão terá o potencial necessário
para ser auto-suficiente no cultivo”, declarou o Profº Labidi.

Inicialmente, a Repans-MA terá duas frentes de atuação. Na primeira delas será traçado
um Plano de Ação 2008/2009 como um meio de envolver pesquisadores e sociedade civil
na construção de atividades voltadas para a área. Já no segundo momento haverá a
produção de editais que serão lançados pela Fapema com planejamento de ações a curto,
médio e longo prazo. Dentre as ações planejadas pela Rede está programado para o
próximo ano o Encontro Latino-Americano de Meliponicultura Comunitária.

A reunião elegeu o Prof. Murilo como Coordenador da Rede e definiu uma comissão
provisória para elaboração de suas primeiras ações. A comissão é composta por um
representante de cada instituição Ufma, Uema e Agerp, além das entidades Asa, Amavida
e Sebrae. A primeira atividade será a elaboração do Edital da Rede para inscrição no
processo seletivo de Editais para receber financiamento da Secretaria de Ciência e
Tecnologia para Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia.

No final do mês, o Prof. Labidi junto o Prof. Murilo encontrarão o Secretário de Inclusão
Social do Ministério de Ciência e Tecnologia afim de buscar recursos federais para a Rede.

Fapema direcionará investimentos para projetos em Rede - A Rede Maranhense de
Pesquisa de Abelhas Nativas com Fins Sociais (Repans-MA) é apenas um dos projetos em
rede financiados pela Fapema. A idéia é que a partir de 2009 a instituição só invista em
projetos ligados em rede. “Queremos somar esforços para criação de várias redes. Isso
irá otimizar nossos recursos e nossos esforços, resultando em maior impacto social.
Pesquisas isoladas não interessam mais!”, informou Sofiane.

A meta é aplicar investimentos voltados apenas para pesquisas com expansão nacional
buscando assim a excelência e o interesse do Estado. Segundo o Prof. Sofiane, a idéia é
integrar pesquisas que tenham semelhanças temáticas. Isso vai melhorar o resultado final
dessas pesquisas.

Atualmente a instituição financia cinco grandes projetos em Rede: o Pólo de Biotecnologia,
com foco para a inovação e a integração entre pesquisas e produção e desenvolvimento
de produtos e processos biotecnológicos; e a Rede da Malária, que reúne pesquisas no
combate à doença nos estados do Maranhão, Pará, Amazonas, Minas Gerais e São Paulo
além do Pólo de Software, Telemedicina, e Aeroespacial.

Fonte: ASN (Agência Sebrae de Notícias) – Sebrae - 13/10/2008 -
apacameplenario@yahoogrupos.com.br - "APACAME-Web"
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5 - Dia 16 de outubro aconteceu a 2ª REUNIÃO sobre regulamentação da Resolução
CONAMA nº 346/2004

Dia 16 de outubro de 2008, na sala de reuniões do Núcleo Regional de Curitiba - SEAB,
das 17 às 18:45 horas, aconteceu a 2ª Reunião para tratar sobre a Regulamentação da
Resolução Conama nº 346/2004.

Os participantes, foram: Roberto de A Silva (SEAB – andrades@seab.pr.gov.br -
3313.4132), Marcos Dalla Costa (Prefeitura Mandiritura – 3626.1784 –
semamandi@yahoo.com.br) , Benedito A Uczai (produtor – Mandirituba – 3626.1663), Deni
Schwartz (CBRAS - 9193.5691 – denils@comfauna.com), Solange R. Malkowski
(PMMC/MHNCI - 3366.3133 – solangereginam@yahoo.com.br), Daros A T. da Silva
(darosteodoro@seab.pr.gov.br - 3313.4047), João Pedro Naiser (ONG - Despertar da
Consciência – 41-3357.4370 – jpnaiser@hotmai.com), Éderson José Holdizs
(meliponicultor – 8463-6641) e Paulo Luciano da Silva (Emater SAC – 3250.2263 –
pauloluciano@emater.pr.gov.br).

Inicialmente, Roberto de Andrade Silva (SEAB/DREAL), apresentou posicionamentos e
opiniões coletadas desde a 1ª reunião sobre a regulamentação da Resolução Conama nº
346-2004, realizada em 4/09/2008.

O Deni L. Schwartz Filho apresentou sua proposta de Regulamentação Resolução Conama
nº 346/2004, no contexto da alteração da Instrução Normativa nº 169 (IBAMA), editada
em 20 de fevereiro de 2008, que está sendo revista pelo IBAMA – Brasília - DF. Também,
ressaltou sobre a possibilidade de considerar-se a Jataí (Tetragonisca angústula), como
espécie sinantrópica ((etimologicamente = amigo do homem; que interage com a
população humana), portanto com sua exclusão do processo de legislação
regulamentadora.

Destaca-se que a citada Instrução Normativa nº 169/2008, visa instituir e normatizar as
categorias de uso e manejo da fauna silvestre em cativeiro em território brasileiro,
visando atender às finalidades sócio-culturais, de pesquisa científica, de conservação, de
exposição, de manutenção, de criação, de reprodução, de comercialização, de abate e de
beneficiamento de produtos e subprodutos, constantes do Cadastro Técnico Federal (CTF)
de Atividades Potencialmente Poluídas ou Utilizadores de Recursos Naturais.

Após a explanação de Deni Lineu Schwartz Filho, os presentes fizeram suas considerações,
prevalecendo a visão de que:

1 - a criação de abelhas nativas do Brasil merecem tratamento específico, no tocante à
legislação; 2 - atualmente a preservação e conservação destas abelhas, dependem dos
milhares de criadores pelo Brasil afora; 3 - a criação de ASF possui peculiaridades e
particularidades, que devem ser vislumbradas pelos órgãos ambientais, quando de sua
intervenção e formulação de políticas públicas;

4 - a legislação regulamentadora da Resolução Conama nº 346/2004, deve ser a mais
simplificada possível, de forma a viabilizar o crescimento da meliponicultura, como
atividade preservacionista/conservacionista, bem como para pesquisa científica e atividade
comercial, geradora de renda e inclusão social; 5 - Buscar-se junto ao IBAMA a
formulação de legislação específica sobre criação de ASF, desvinculada da Instrução
Normativa nº 169/2008 (em processo de revisão); 6 - A SEAB/CEDRAF, a pedido da FEPA,
instituirá uma Câmara Técnica de Apicultura e Meliponicultura, devendo-se criar um GT de
Meliponíneos, que deverá contar com a participação de representações de ONG´s e
instituições públicas e privadas; dentre outras.

O Roberto de A Silva (SEAB/DERAL), apresentou considerações sobre a Resolução
Conama nº 346/2004 e proposta constituída dos seguintes tópicos/premissas, cujo
conteúdo será repassado aos participantes da reunião:

a - 3 categorias de meliponários (com mais de 50 colônias): pesquisa científica,
conservação e preservação; e, fins comerciais; b – Instituição do Registro Nacional do
Meliponicultor (RENAMel), junto ao IBAMA e/ou órgão ambiental; c – Instituição da
Credencial do Meliponicultor, outorgado pela entidade ambiental competente, facilitadora
do trânsito de ASF; d – Curso de Capacitação em Meliponicultura e Conservação de
Recursos Naturais, com certificado fornecido por entidade ambiental competente e mínimo
de 40 horas/aula, como requisito para a emissão da CREDENCIAL do MELIPONICULTOR.

Feito o debate e ouvidos os presentes, restaram as seguintes conclusões: a - no debate e
tratativas sobre a revisão da Instrução Normativa nº 169-2008, propor a retirada de
aspectos relacionados à criação de ASF, privilegiando-se a construção de legislação
regulamentadora específica; b – elaboração de legislação específica sobre criação de ASF
para o Paraná e encaminhamento ao Sr. Rasca Rodrigues, Secretário de Estado do Meio
Ambiente (SEMA) e integrante do CONAMA; c) – realização da 3ª Reunião sobre a
regulamentação da Resolução conama nº 346/2004, na data de 30/10/2008, das 17 às 19
horas, na SEAB, em Curitiba; d) - inclusão do Deni L. Schwartz Filho no painel sobre
legislação e comercialização, inserido no 2ª Seminário Paranaense de Meliponicultura, a
realizar-se dia 28 de novembro de 2008, no Instituto Emater, em Curitiba.

Informações com: Roberto de A Silva (SEAB/DERAL - andrades@seab.pr.gov.br -
3313.4132); Deni Schwartz (CBRAS – 9193.5691 – denils@comfauna.com) e/ou Eunice L.
C. de Souza (IBAMA – 3360.6100 – Eunice.Souza@ibama.gov.br).
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6 - LISTA parcial de ESPÉCIES DE ABELHAS SEM FERRÃO encontradas no PARANÁ

Nome científico Nome Popular
1. Plebeia droryana (Friese, 1900) “mirim droryana”
2. Plebeia emerina (Friese,1900) “mirim emerina"
3. Plebeia remota (Holmberg, 1903) "mirim guaçu" – “mirim remota”
4. Plebeia saiqui (Friese, 1900) "mirim saiqui” – “saiqui”
5. Plebeia nigriceps (Friese, 1901) “mirim nigriceps”
6. Plebeia catamarcensis (Holmberg, 1903) “mirim”
7. Plebeia wittmanni (Moure & Camargo 1989) "mirim mosquito"
8. Plebeia mosquito (Smith, 1863) “tujuvinha”- “mirim”
9. Plebeia sp “mosquito”- “jati” – “mirim ou remela”
10. Mourella caerulea (Friese, 1900) “mirim de chão ou bieira"
11. Plebéia schwarziana quadripunctata (Lepeletier, 1836) "guiruçu" – “iruçú”- “mel
do chão” -
12. Nannotrigona testaceicomis testaceicomis (Lepeletier, 1836) “iraí” –
“lambe suor” – “camulengo” – “vuíra”
13. Paratrigona subnuda Moure, 1947 “jataí da terra”
14. Trigona Tetragona clavipes (Fabricius, 1804) “borá” – “vorá”
15. Trigona hyalinata (Lepeletier, 1836) “xupé”- “guaxupé”
16. Scaptotrigona bipunctata (Lepeletier, 1836) “tubuna"
17. Scaptotrigona depilis (Moure, 1942) "canudo "- “torce cabelos” –
“Mandaguari sem pelos”
18. Scaptotrigona postiça “mandaguari”- “canudo”
19. Scaptotrigona xanthotricha (Moure, 1950) “mandaguari amarela”-“canudo” –
“trombeta’
20. Trigona spinipes (Fabricius, 1793) "Irapuá preta" – “orobó”-
“arapuá” –“arapuã”
21. Tetragonisca angustula (Latreille, 1811) "Jataí”
22. Lestrimelitta limao (Smith, 1863) "abelha limão" – “Irati” – “iratim” – “iraxim”
23. Lestrimelitta hherhardti Subsp lestrielita limão
24. Leurotrigona muelleri ( (Friese, 1900) “lambe olhos”
25. Melipona bicolor (Lepeletier, 1836) "guaraipo"
26. Melipona marginata obscurior (Moure, 1971) "manduri"
27. Melipona quadrifasciata quadrifasciata (Lepeletier, 1836) – Melípona mandaçaia
"mandaçaia" - “urucu verdadeira”
28. Melípona bicolor bicolor (Lepelitier, 1836) “guarupu”-“guirupu”- guaraipó”
29. Melípona bicolor schenki (Gribodo, 1893 – nigra) “guaraipo sulina”-
“guarupu” – “curupú” (preta)
30. Melípona marginata marginata ((Lepeletier, 1836) “manduri”
31. Melípona quadrifasciata anthidioides (Lepeletier, 1836) Mandaçaia (subesp) –
listas interrompidas
32. Melípona quadrifasciata (Lepeletier, 1836) “mandaçaia da terra”- mandaçaia
do chão”
33. Melípona rufuventris (Lepeletier, 1836) “urucu amarela”- “tuiúva”- “tujuba”
34. Melípona rufuventris mondury (Lepeletier, 1836) “tujuba”- urucu amarela”
35. Melípona rufuventris rufuventris (Lepeletier, 1836) “urucu amarela”-
“iraaçu” – “jandaira”- “tuiuva”
36. Oxytrigona tataíra (Smith, 1863) “tataíra”- “caga-fogo”
37. Paratrigona subnuda (Moure, 1947) “jataí da terra”- “mirim sem brilho”

Obs: Listagem composta através de levantamento em literatura e informações repassadas
por Sebastião Ramos Gonzaga (APA) e Éderson José Holdizs (Meliponicultor), portanto
sujeita a correções e adendos.
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7 - Vem aí o 2º Seminário Paranaense de Meliponicultura, em Curitiba

Já saiu o cartaz do "2º SEMINÁRIO PARANAENSE DE MELIPONICULTURA”. Será dia 28 de
novembro, no Anfiteatro do Instituto Emater-PR (rua da Bandeira, 500 – Ahú/Cabral), em
Curitiba – PR, uma realização da Federação Paranaense de Apicultura (FEPA).

Várias são as palestras previstas:

. “Abelhas brasileiras: aspectos sobre sistemática e identificação”, com o Prof.
GABRIEL A.
R. MELO, sob a coordenação de Daros Teodoro da Silva (SEAB/DEAGRO);

. "A importância das Abelhas Sem Ferrão para o meio ambiente e como agentes
Polinizadores", com a Profª VERA LUCIA IMPERATRIZ FONSECA – USP, sob a coordenação
de Marcelo Bosco Pinto (SPVS).

. "Aspectos sobre legislação, políticas públicas, comercialização e organização da
meliponicultura" (Eunice Lislaine Chrestenzen de Souza - Núcleo de Fauna e Recursos
Pesqueiros -IBAMA - PR, Dennis N. Marques Patrocínio (IAP/DIBAP/CONFAUNA), Deni
Lineu Schwuartz Filho (CBRAS – COMFAUNA) e João Carlos Rocha Almeida
(SEAB/DEFIS/SIP/POA), sob a coordenação de Roberto de Andrade Silva (SEAB/DERAL).

. “Aspectos da criação de Abelhas Mandaçaia“ (Melipona quadrifaciata quadrifaciata), com
o meliponicultor CARLOS CHOCIAI (Apiários Carlos Chociai), sob a coordenação do Prof.
Harold Brand (Colégio Curitibano).

. “Aspectos da criação de Jataí" (Tetragonisca angustula angustula), com o meliponicultor
SEBASTIÃO RAMOS GONZAGA, sob a coordenação de Paulo Luciano da Silva (Instituto
Emater-PR).

. “Aspectos da criação de Tubuna" (Scaptotrigona bipunctata), com o meliponicultor -
ÉDERSON JOSE HOLDIZS, sob a coordenação de Marcos Antonio Dalla Costa (Secretaria
Municipal de Meio Ambiente - Mandirituba).

Também, está prevista uma Mostra sobre Meliponicultura. espaço livre para apresentação
de posters, fotos, materiais/máquinas/equipamentos utilizados na criação, colônias de ASF
e para degustação de méis de ASF.

Mas informações com: Roberto de A Silva - andrades@seab.pr.gov.br - (41) 3313.4132 e
Paulo Luciano da Silva – sac@emater.pr.gov.br - 0**41-32502263 –
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8 - Curso Avançado: abelhas melíferas silvestres “sem ferrão”, em Curitiba - Paraná

O Pré-requisito: a) Ensino Médio completo e b) Vivencia na criação de meliponídeos. A
Área Temática: Uso auto-sustentado do meio ambiente. A Duração do Curso: Data do
inicio – 10 Nov 08 e Data do termino - 14 Nov 08. A Carga Horária: 40 horas – 10 horas
teóricas e 30 horas práticas e o total de módulos: 7 (sete).

O curso será ministrado por: Prof. Harold Brand (meliponicultor, Biólogo e Consultor da
APA) e Sebastião Gonzaga (Meliponicultor e Presidente da APA)

Justificativa: É imenso o potencial que a meliponicultura possui para auxiliar o
desenvolvimento auto-sustentável dos nossos remanescentes florestais e agregar valor ao
rendimento na agricultura e em particular ao pequeno agricultor e mesmo as pessoas de
baixa renda até áreas urbanas:

1 - Pela venda de famílias obtidas através da multiplicação artificial (portanto sem
agredir
o meio ambiente); 2) - Pela venda dos produtos derivados, mel e própolis; 3) - Aluguel
para a polinização (meliponicultura migratória).

Portanto, é notório a necessidades de pessoas capazes de orientar, manipular, pesquisar
esse material predominantemente brasileiro. Lembrando ainda que: 1) - Abelhas de fácil
manipulação - sem riscos de acidentes – equipamentos e manejo de baixo custo - podem
ser instaladas e manejadas em áreas residenciais; e, 2) - potencial comercial promissor.

Essas abelhas produzem o melhor mel que se conhece, pois alto valor nutricional e
terapêutico. Condições de inscrição: Mediante pagamento de R$ 300,00 a ser depositado
no Banco (HSBC), Agência ( 0038) e C /C nº 15.781-86, em nome de HAROLD BRAND.

Número de vagas: 15 alunos e Parte Prática Estrutura dos Instrutores, em Campo Largo -
Piraquara e Curitiba - PR

Recursos materiais a serem usados: Estrutura do Colégio Curitibano, Rua Amazonas nº
368 - Água Verde (proximidades do Clube Paraná de Futebol) – Fone: OXX41- 3333-3426 -
Secretaria Srª Denize.

Informações e inscrições: Secretaria da APA, contato pelo e-mail
gonzaganativas@bol.com.br - 0**41- 3256-0405.
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9 - Embrapa divulga técnica para criação de abelhas sem ferrão

Ecossistemas brasileiros favorecem a meliponicultura - A criação de abelhas indígenas sem
ferrão para a produção de mel é uma realidade para o agricultor familiar da região
nordeste do Pará. É que a Embrapa Amazônia Oriental levou a meliponicultura para
comunidades do município de Bragança.

A atividade possibilita a diversificação e o melhor uso das terras amazônicas, podendo ser
integrada a plantios florestais, de fruteiras, de culturas alimentares, contribuindo até
mesmo no aumento da produção agrícola.

Os ecossistemas brasileiros, em especial o amazônico, possuem características que
favorecem a criação de abelhas, como o clima quente, flora rica em espécies fornecedoras
de mel, pólen e resina e floração mais distribuída ao longo do ano. A criação de abelhas
nativas é adequada à agricultura familiar, já que não oferece perigo (as abelhas não têm
ferrão), não exige força física nem dedicação demorada ao manejo e é de fácil execução.

A atividade consiste basicamente na construção de caixas que servem como ninhos onde
as abelhas se reproduzem e produzem o mel. De acordo com o pesquisador Giorgio
Venturieri, doutor em Ecologia da Embrapa Amazônia Oriental, 70 espécies diferentes de
abelhas sem ferrão são conhecidas pela ciência, mas nem todas produzem mel indicado ao
consumo humano.

As espécies mais criadas entre os agricultores do nordeste paraense são a Uruçú-amarela
(Melipona flavolineata), espécie encontrada em base de troncos de árvores; a Uruçú-
cinzenta (Melipona fasciculata), que é abundante no mangue e produz mel de excelente
qualidade e em boa quantidade; e a Jataí (Tetragonisca angustula), facilmente encontrada
porque consegue construir seu ninho em diversos lugares, como dentro de muros e
paredes de casas. O mel desta espécie é um dos mais apreciados entre todas as abelhas
sem ferrão.

Fonte: Embrapa – 16/11/2004 - http://www.criareplantar.com.br/noticia/ler/?idNoticia=2536
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