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Informativo - nº100 - Outubro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 100 - 20 de Outubro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto de Reflexão; 2 – Comportamento de abelhas transforma colméia em
superorganismo, diz cientista; 3 - 5 motivos e 1/2 para amar as abelhas; 4 - Que tal
incluir
o mel na sua alimentação ?; 5 - Agentes comunitários vão disseminar técnicas que
melhoram produção de mel; 6 – APACAME - Curso de Iniciação em Apicultura; 7 -
Convite reunião Apicultura; 8 – Meio Norte - Geral - Piauí - Crise americana provoca queda
exportações Piauí; 9 - Santa Bárbara sedia intercâmbio de extensionistas da Emater e de
Ong's; 10 - RN: gestores vão discutir padronização do ICMS para atividade apícola; 11 –
DICAS - Curso de Formação Rápida em Elaboração de Projetos para MDL e Crédito de
Carbono; 12 - Produtores já têm estratégias para aprimorar cadeia produtiva em São
Carlos e região; 13 -Exportação de mel cresce em setembro e chega a US$ 4,9 milhões;
14 – PREÇO DO MEL (US$ 2,60/kg) bate novo recorde. FORTE ALTA (+ 84,7%) NO VALOR
EXPORTADO; 15 – Doçura que vem da flor.
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1 - Um minuto de Reflexão

. Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria aceso o sentimento de amar a
vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo
afora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A
capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo
que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo
mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para
encontrar a saída. (Mahatma Gandhi)

. “O mal não pode vencer o mal. Só o bem pode fazê-lo.” - Leon Tolstoi
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2 – Comportamento de abelhas transforma colméia em superorganismo, diz cientista

Em livro, biólogo investiga insetos que são 'mamífero em muitos corpos'. Sem comando
formal, insetos conseguem prodígios de organização.

Reinaldo José Lopes Do G1, em São Paulo - As abelhas sempre estiveram entre os insetos
preferidos de quem é chegado numa utopia, independente da orientação política.
Ideólogos de esquerda e de direita costumavam louvar com o mesmo entusiasmo a
sociedade “perfeita” dos bichinhos: por que nós, humanos briguentos e individualistas, não
conseguimos seguir o exemplo delas? A razão é muito simples, argumenta um biólogo
alemão num novo e fascinante livro: uma colméia é muito mais que uma sociedade
perfeita. Na verdade, é um superorganismo, como se as abelhas fossem um
mamífero “distribuído” em muitos corpos diferentes trabalhando juntos. Sem que haja um
centro de comando claro, elas conseguem um grau de organização e complexidade que,
em certos aspectos, rivaliza ou até ultrapassa o da nossa espécie.

Comunicação elaborada ajuda animais a aproveitar as melhores flores - Quer exemplos?
Pois esses insetos sociais parecem ter “inventado” o saneamento básico, as creches, o
aquecimento central e o ar-condicionado, só para dar alguns exemplos, dezenas de
milhões de anos antes que o primeiro macaco se dignasse a andar com duas pernas. As
descobertas mais recentes sobre essas e outras façanhas dos bichinhos estão em “The
Buzz about Bees – Biology of a Superorganism” (algo como “O quente sobre as abelhas –
A biologia de um superorganismo”), de Jürgen Tautz, pesquisador da Universidade de
Würzburg. Com a ajuda de fotos espetaculares de abelhas domésticas (ou Apis mellifera,
como se diz em latim científico) em ação, o texto de Tautz explica que comparar as
colméias a cidades, apesar de tentador, não é lá muito correto.

As colméias, diz ele, estão mais para um único grande organismo, cujos “braços”, “pernas”
e “estômago” são as abelhas operárias e cujos órgãos sexuais são as rainhas e os
zangões – únicos indivíduos que chegam a se reproduzir em toda aquela massa de
dezenas de milhares de zumbidoras. Na verdade, o superorganismo chamado colméia se
comporta como uma bactéria, já que se reproduz por divisão simples: quando chega ao
limite de sua capacidade de crescimento, milhares de operárias, lideradas pela rainha,
simplesmente migram para outro local, recriando uma cópia da antiga colônia. Desse
ponto de vista, pode-se dizer que as colméias são imortais.

Na construção dos favos, bichos fazem pirâmides vivas cuja função ainda é mistério. Por
outro lado, as rainhas continuam a produzir mais filhas “à moda antiga”, por meio do sexo
com zangões, o que garante a mistura de genes que é uma das grandes vantagens da
reprodução sexuada. “As abelhas conseguiram uma vantagem [a ‘imortalidade’ das
colméias] sem abrir mão da outra, reproduzindo a colônia inteira por divisão simples, por
meio dos enxames, e simultaneamente criando indivíduos reprodutivos cujo tempo de
geração é sincronizado com o ciclo dessa divisão”, resume Tautz.

Pergunta que não quer calar. Um mistério que nem cientistas nem criadores de abelhas
ainda conseguiram responder é por que diabos a segunda metade desse ciclo de vida
maluco surgiu. É meio estranho a multidão de operárias abrir mão de ter seus próprios
bebês e passar seus genes adiante, deixando a rainha com esse privilégio. A explicação
que normalmente é proposta tem a ver com a chamada seleção de parentesco – ou seja,
com o fato de que os parentes de um indivíduo sempre carregam uma fração significativa
dos seus próprios genes, e favorecê-los equivale a favorecer a si mesmo.

Ora, a vida sexual bizarra das abelhas parece ser um caso muito especial de seleção de
parentesco. Para começar, os zangões são verdadeiros filhos da mãe: eles surgem de
ovos não-fertilizados da rainha. Por isso, ao contrário de nós, que recebemos dois
conjuntos de genes, um do pai e o outro da mãe, os machos da espécie possuem um só
conjunto de genes. E ele é passado integralmente para as operárias, de forma que as
filhas do mesmo zangão herdam exatamente os mesmos 100% dos genes dele.

Já as irmãs por parte de mãe só compartilham, em média, 50% dos genes maternos.
Fazendo as contas, descobrimos que as operárias deveriam ter em comum 75% dos genes
com suas irmãs. E qual seria o parentesco delas com suas filhas, supondo que elas as
tivessem? “Apenas” 50%. Ou seja, a operária interessada em propagar ao máximo seu
próprio DNA deveria fazer de tudo para que a rainha produzisse multidões de irmãs
trabalhadoras e desencanaria de botar seus próprios ovos.

A idéia faz sentido que é uma beleza, mas tem um detalhe: só funciona se todas as
abelhas forem filhas do mesmo pai e da mesma mãe, coisa que não acontece no mundo
real. Na época do acasalamento, a jovem rainha é fecundada por uns dez zangões
diferentes, os quais deixam seu membro cheio de esperma grudado no traseiro da amada
e caem mortos, com as vísceras arrancadas. (Pois é, os zangões não passam de
espermatozóides voadores. Fora da época de acasalamento, são expulsos da colméia para
morrer de fome.) Desse jeito, o parentesco real entre a maioria das operárias é de apenas
25%.

Zangões, supérfluos após acasalamento, são expulsos da colméia (Foto: H.R.
Heilmann/Divulgação)
“Acho que esse é um daqueles casos citados por T.H. Huxley [paleontólogo do século 19
que foi um dos grandes defensores de Darwin]. Ele costumava dizer que a maior tragédia
da ciência é o assassinato de uma bonita hipótese por um fato feio”, brinca Tautz. O
biólogo alemão especula que as outras vantagens da vida na colméia acabam
compensando o parentesco relativamente baixo entre as operárias.

Tecnologia avançada - Sexo maluco à parte, a organização da colméia tem outras
vantagens. A começar pelo ar-condicionado: uma das principais funções das operárias é
manter estável a temperatura das larvas, suas irmãzinhas em desenvolvimento, por volta
dos 36 graus Celsius. Para aquecer o ninho, as abelhas se deitam em cima dos favos em
forma de héxagono, ou então entram num deles, e vibram rapidamente os músculos das
asas, até esquentar os “bebês”; o corpo de outras abelhas, que esperam sua vez de atuar
como condicionador de ar vivo, ajuda no isolamento térmico. Se a coisa esquenta demais,
outras abelhas espalham gotículas de água pelo recinto e espalham o vapor resultante
batendo as asas.

Para manter o lar sempre habitável, elas também removem abelhas mortas e intrusos e
usam o própolis, obtido de vegetais, como antibiótico. E, por meio de uma linguagem
rudimentar, a famosa dança das abelhas, comunicam com relativa precisão onde estão
boas fontes de néctar e pólen. Ao vibrar o corpo, os bichinhos informam a distância (pela
quantidade de vibrações) e a direção (pela orientação do corpo) das flores mais
carregadas.

O mais surpreendente é que tudo isso ocorre sem uma “autoridade” central: é o
comportamento individual de cada abelha, comunicando-se com os demais, que leva a
colméia a atingir objetivos sofisticados sem ter consciência direta disso. Para Tautz,
entender detalhadamente como isso acontece pode inspirar novas tecnologias, e até
formas mais avançadas de inteligência artificial.

Fonte: 13/10/08 - http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL794012-5603,00.html -
ci~encia-saúde-comportamento animal
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3 - 5 motivos e 1/2 para amar as abelhas

No Dia da Abelha, o Kzuka fez questão de lembrar a importância desse animal na nossa
vida e dar os mais diversos pretextos para que você não deixe de amar o bichinho. Ser
lembrado com um dia todo especial é uma pequena recompensa perto do imenso trabalho
que esses insetos têm em vida. Confira nossa lista de motivos:

1º - Pão de mel, shampoos, hidratantes, chazinho para curar a gripe, balas, xaropes e
cera depilatória são alguns dos produtos importantíssimos para nossa "sobrevivência" e à
base de mel. O veneno contido no ferrão de uma abelha pode ser usado eventualmente
com valor terapêutico e tem alguns efeitos positivos na região em que foi injetado.

2º - Gosta de flores? Claro, elas dão cor e aroma às ruas, parques e jardins. Não tem
como não gostar! Em função das abelhas adultas se alimentarem de néctar, elas se
tornam agentes fundamentais para a polinização. Uma abelha visita dez flores por minuto
em busca de pólen e do néctar.

3º - Não tenha rancor de uma abelha se ela picar você, pois, se não sabe, ela morre no
máximo dois dias depois de deixar o ferrão na vítima.

4º - Tenha compaixão! Em média, a abelha-rainha vive até 4 anos, enquanto as operárias -
em média 80 mil numa só colméia - não duram mais de um mês e meio.

5º - Enquanto você está aí bem sentadinho na cadeira, a abelha já percorreu alguns
muitos vôos revisitando milhares de flores em busca de pólen. Ao final do dia terão sido 40
mil flores.

1/2º - Se você é mulher, vai gostar dessa: no fim do verão, ou quando existe pouco mel
na colméia, as operárias fecham a porta da colméia e deixam os machos morrerem de frio
e de fome. Já se você é homem: os machos podem entrar em qualquer colméia ao
contrário das fêmeas. A única missão dos machos é fecundar a rainha.

Viu?! Agora você tem motivos de sobra para levantar a bandeira desse inseto barulhento!
Só não saia por aí abraçando uma colméia, achando que as abelhudas vão te retribuir,
afinal, a qualquer ameaça, ela dá aquela sentadinha básica e larga o ferrão, aí dói.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: KZUKA - Seção: Notícias - Data: 03/10/2008 - Estado:
RS -
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4 - Que tal incluir o mel na sua alimentação?

Trocar o açúcar refinado e o adoçante pelo mel é uma atitude consciente. Natural e
saudável, o mel é o doce que está a favor da nossa saúde. Ele contém sacarose, que é
absorvida rapidamente pelo organismo, ou seja, energia imediata para o corpo. Mas além
de ser um alimento energético, é considerado também regulador, por apresentar minerais
e vitaminas em sua composição.

Tipos: Existem diversos tipos de mel, mas o de laranjeira e de eucalipto são os mais
utilizados na culinária por serem mais suaves. Já o silvestre é bem mais forte. Barreira
natural - Segundo a nutricionista Juliana Garcia, são muitas as propriedades do mel. "Ele é
antiinflamatório, fortificante, tonificante, expectorante, antibacteriano".

Está liberado? – O mel é essencialmente açúcar e apesar de todos os seus benefícios,
deve-se tomar cuidado com a quantidade, pois o mel é um alimento altamente
calórico. "Os diabéticos devem ter atenção ao consumir o mel, já que ele pode causar um
aumento de glicose no sangue", explica a nutricionista. Ela alerta ainda que crianças
menores de um ano devem evitar o consumo do mel pela toxina do botulismo.

Fonte: Veículo: Paraná Online - Seção: Mulher - Data: 13/10/2008 - Estado: PR
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5 - Agentes comunitários vão disseminar técnicas que melhoram produção de mel

Agentes Comunitários Apícolas estão sendo capacitados para atuar no estado, orientando
e prestando assistência técnica aos apicultores familiares de comunidades, associações e
demais grupos representativos, que desenvolvam ou que tenham interesse pela atividade
na região sisaleira.

O treinamento integra o programa intensivo de profissionalização, oferecido pela EBDA,
autarquia da Secretaria da Agricultura (Seagri), e está sendo realizado no seu Centro de
Profissionalização de Apicultores e Floricultores (Centreapis), localizado no município de
Amélia Rodrigues, a 87 quilômetros de Salvador. O centro é vinculado à Gerência Regional
de Feira de Santana.

Mais renda - "A nossa intenção é, por meio de um treinamento intenso de toda a cadeia
produtiva do mel, preparar os agentes comunitários apícolas para desenvolverem suas
atividades a contento e, assim, obterem mais uma alternativa de renda", enfatizou o
diretor executivo da EBDA, Osvaldo Sant`Anna.

A capacitação, que já está na segunda das três fases propostas, começou em setembro e
prossegue até o mês de novembro, beneficiando aproximadamente 16 jovens agentes de
20 municípios do Território do Sisal, com aprendizagens sobre apicultura básica. Os temas
abordados são referentes à família das abelhas com ferrão, indumentárias de proteção e
noções de manejo da colméia.

Segurança - Os multiplicadores estão conhecendo também o manejo avançado da cultura,
com aulas práticas e teóricas sobre identificação das castas e suas funções na família das
abelhas, além de adquirir conhecimento dos diversos níveis de segurança na atividade
apícola.

Outros assuntos estão em estudo como o controle dos inimigos naturais das abelhas,
visando o equilíbrio no ecossistema, técnicas de colheita do mel, processamento e
beneficiamento do produto, comparando o material da colméia nos padrões ideais. As
aulas da segunda fase terminaram na quinta-feira passada. Na terceira fase, com início em
novembro, a Produção, beneficiamento e utilização de cera de abelhas será o tema de
encerramento do círculo de conhecimentos essenciais para o desenvolvimento da atividade
pelos agentes comunitários.

Produção melhora - "A partir deste curso, posso dizer que sou apicultor. Antes, eu apenas
sabia algumas coisas que aprendi com outras pessoas. Agora tenho conhecimento para
produzir de forma certa", comentou o agente comunitário, em Tucano, e apicultor há
quatro anos, Gabriel Sanches da Silva (26 anos).

Já o agente Antônio José de Oliveira, que atende aos municípios de Serrinha e Barrocas, e
que nunca teve contato com a atividade, falou que o curso tem sido uma verdadeira
faculdade para ele. "A forma como têm sido ministrados os cursos, os conteúdos e as
práticas estão me preparando não só para repassar o que estou aprendendo, mas têm me
motivado para também fazer o meu próprio apiário", disse.

Os agentes comunitários, após o curso, vão realizar um diagnóstico da apicultura de cada
região, identificar as necessidades/dificuldades dos apicultores, utilizando a metodologia
participativa, e definir as ações que atendam às demandas detectadas.

Na região de Tucano, por exemplo, Gabriel Sanches já identificou a falta de certificação do
Serviço de Inspeção Estadual (SIE) e do Serviço de Inspeção Federal (SIF), para a casa-
do-mel, o que impede a comercialização legal do produto. "Apenas com o SIE, o apicultor
já poderá vender seu produto, dentro do estado, de forma segura. Vou me empenhar
nisso", comentou Sanches.

Segundo dados do coordenador Edmilson Bezerra, mais de 2 mil pessoas, entre
agricultores familiares, produtores, profissionais liberais e donas de casa, já passaram
pelo Centreapis, em cursos de capacitação de apicultura e floricultura.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: SECRETARIA DA AGRICULTURA - BAHIA - Seção:
Notícias -
Data: 13/10/2008 - Estado: BA
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6 – APACAME - Curso de Iniciação em Apicultura

DIAS 01/02 e 08/09 DE NOVEMBRO DE 2008; - INSCRIÇÕES: (0xx11) 3862-2163; -
PREÇO: 120,00; - Curso Apostilado e com Certificado; - Vagas Limitadas em 20 alunos.

Abrangendo:

LIÇÃO 01: 1.1 - A natureza, o néctar, o pólen, a fecundação das flores; 1.2 - Agentes
polinizadores naturais; 1.3 - Os insetos: Insetos polinizadores. Insetos sociais; 1.4 - As
abelhas; 1.5 - Abelhas nativas; 1.6 - Apis mellifera; 1.7 - A Abelha africanizada; 1.8
- O
enxame; 1.9 - A rainha; 1.10 - As operárias; 1.11 - Os zangões; 1.12 - Anatomia da
abelha; 1.13 – Metamorfose; 1.14 - Organização e comportamento; 1.15 - Divisão de
tarefas entre as operárias; 1.16 – Comunicação; 1.17 – Bibliografia; 1.18 - Vocabulário de
termos usados em apicultura; 1.19 - Apêndice - Questionário

LIÇÃO 02: 2.1 - A Apicultura; 2.2 - Apicultura como lazer ou como negócio; 2.3 -
Apicultura rústica; 2.4 - O quadro móvel; o espaço abelha; a colméia racional; 2.5 -
Apicultura migratória; 2.6 - Abelhas na agricultura; 2.7 -Qualidade brasileira.

TÉCNICAS APÍCOLAS - PARTE I: 2.8 - Como iniciar um apiário; 2.9 - Escolha do local;
2.10 - O meio ambiente; 2.11 - Equipamentos básicos - Tipos de colméias; 2.12 -
Montagem de cavaletes; 2.13 - Outros equipamentos indispensáveis; 2.14 - Medidas de
segurança; 2.15 - Como obter o primeiro enxame; 2.16 - Apêndice – Questionário.

LIÇÃO 03: TÉCNICAS APÍCOLAS - PARTE II: 3.1 - Divisão de enxames; 3.2 - Introdução
de rainhas; 3.3 - Alimentação artificial; 3.4 - Transferência de lugar; 3.5 - Como
evitar a
enxameação.

ORGANIZAÇÃO DOS TRABALHOS: 3.6 - Calendário de floradas; 3.7 - Cronograma
operacional; OS PRODUTOS DAS ABELHAS: 3.8 - Mel - Desoperculação e Centrifugação;
3.9 Pólen; 3.10 – Cera; 3.11 – Geléia Real;

LIÇÃO 03: 3.12 – Própolis; 3.13 – Veneno; 3.14 - Venda de rainhas; 3.15 - Venda de
enxames; 3.16 - Apêndice - Questionário

LIÇÃO 04: 4.1 - Pragas e doenças das abelhas; ESQUEMA PARA CONSTRUÇÃO DE
MATERIAIS: 4.2 - Colméia Langstroth (Americana); 4.3 - Núcleo de 05 quadros; 4.4 –
Cavalete; Quadros ( caixilhos)

Fonte: Apacame Plenário - apacameplenario@yahoogrupos.com.br - Data: 15/10/2008
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7 - Convite reunião Apicultura

Prezado(a) Senhor(a),

Vimos através deste e-mail convidá-lo para a 7ª Reunião de 2008 da Comissão de Estudo
Especial da Cadeia Apícola (ABNT/CEE-00:001.87) - Normalização da atividade apícola
estabelecendo-se parâmetros de conformidade para um Sistema de Produção de Mel,
compreendendo manejo de produção, coleta, transporte, extração e equipamentos nas
fases de campo ( apiário, unidade de extração), além do processamento da matéria prima
(mel) no entreposto, englobando os requisitos técnicos, para métodos de ensaios (físico-
químico e microbiológico), sistema de rastreabilidade e terminologia, a se realizar
conforme a seguir:

LOCAL: Centro do Empreendedor; ENDEREÇO: Rua José Getúlio, nº 89, 6º andar, sala 4 -
Aclimação - São Paulo/SP; Data: 23 de outubro de 2008; Horário: Das 09:30 às 17:00 h;
Pauta: - Leitura da Ata da reunião de 16.09.2008 (Anexo), - Apresentação dos Projetos
de Norma Sobre Métodos de análise; sólidos insolúveis . cinzas

Solicitamos confirmar presença com NEWTON FERRAZ, através de: - Telefone: (11) 3017-
3615 ou
- e-mail: nferraz@abnt.org.br

Newton José Dias Ferraz - Gerência do Processo de Normalização - ABNT/SP - Rua Minas
Gerais, 190 - 01244-010 - São Paulo – SP - Tel.: (11) 3017 3615 - e-mail:
nferraz@abnt.org.br - Visite nossos sites: www.abnt.org.br / www.abntnet.com.br
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8 – Meio Norte - Geral - Piauí - Crise americana provoca queda exportações Piauí

A crise econômica americana tem provocado efeitos em todo o mundo e em vários
regiões do Brasil. No Piauí, uma das conseqüências da crise que tem atingido diretamente
a produção de produtos primários é a queda nas exportações do estado pelo segundo mês
consecutivo. Segundo relatório divulgado no último final de semana pelo Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), somente em setembro as vendas
piauienses para o exterior caíram 43,38%.

De acordo com Manoel César Coimbra, Secretário estadual do desenvolvimento
econômico e tecnológico em exercício, a situação das exportações do Piauí era excelente
há até dois meses atrás quando apresentava índices de crescimento superiores aos dos
outros estados nordestinos. “A queda nas exportações do estado foi substancial neste
último mês de setembro. Mas a apesar da redução ainda estamos com um saldo positivo
já que o Piauí apresentou o maior crescimento em exportações nos últimos tempos”,
afirma.

Em agosto as empresas piauienses lucraram U$ 12,992 milhões com vendas de produtos
para o exterior. Em setembro com a queda de quase 50% nas exportações a receita caiu
para U$ 7,355 milhões. Apesar da queda nas exportações piauienses no último mês ser
considerado pelo Mdic a maior deste ano, a balança comercial do estado continuam com
um superávit de quase US$ 35,3 milhões, quinto melhor resultado obtido dos últimos dez
anos.

Mesmo com a redução das exportações a expectativa é que o Piauí feche o ano com um
superávit de R$ 40 milhões, na balança comercial. “Basicamente a queda nas exportações
atingiu os principais produtos exportadores que são a castanha, a soja, o couro e o mel de
abelha. E apesar do nosso percentual de exportação ainda ser muito pequeno em relação
ao restante do país, nossa esperança é que a crise seja reduzida e as exportações do
estado voltem a crescer”, explica Manoel Coimbra.

A queda se justifica porque atualmente os principais mercados internacionais das
empresas locais são os países europeus, China, Japão e os Estados Unidos, países que,
devido à crise, têm diminuindo o consumo em todos os níveis.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Meio Norte - Seção: Home - Data: 15/10/2008 - Estado:
PI
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9 - Santa Bárbara sedia intercâmbio de extensionistas da Emater e de Ong's

(Santa Barbara, Minas Gerais, Brasil - Comunique-se - ) No próximo dia 17 (sexta-feira), a
partir das 9:30, Santa Bárbara vai sediar um encontro de intercâmbio de
aproximadamente 40 técnicos das Emater's de vários estados do Brasil e de Ong's.

O grupo, que está em Belo Horizonte participando de uma reunião da Rede Metodológica
Participativa, vem à cidade trocar experiências que tenham como foco o planejamento
participativo e o processo organizacional social. No município, o objetivo será conhecer o
processo de organização da Cooperativa de produtores de mel e as parcerias com a
Prefeitura Municipal em relação à Casa do mel, local do encontro. O grupo pretende
conhecer as experiências da Cooperativa, cooperados e técnicos da Emater local.

Na ocasião, vão participar de debates, visitar à Casa do mel, fazer uma degustação de
torrone de mel e visitar a lojinha do mel. No mesmo dia, o grupo ainda vai á Catas Altas
para conhecer o processo de organização e gestão da Associação dos Produtores de
Vinho, Agricultura Familiar e Outros Produtos Artesanais (Aprovart).

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Comunique-se - Seção: Todos - Data: 15/10/2008 -
Estado: RJ
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10 - RN: gestores vão discutir padronização do ICMS para atividade apícola

Natal/RN - Suzana Prado – O Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
que incide sobre a atividade apícola será tema de encontro em Natal (RN), que terá a
presença de representantes das unidades do Sebrae dos nove estados nordestinos. O
encontro acontece na sexta-feira (17) e no sábado (18). A proposta é que os gestores
conheçam estratégias para padronizar o ICMS para a cadeia produtiva da Apicultura.

A iniciativa surgiu a partir da Unidade de Políticas Públicas do Sebrae no Piauí em
parceria
com a Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios da Instituição. A diferenciação do
ICMS na região, por meio da Apicultura migratória, dificulta o crescimento do setor. A
Apicultura migratória é, na verdade, o transporte de colméias de uma região para outra,
acompanhando as floradas, tendo uma maior produção de mel e melhor polinização.

"A UPP e a Uagro pretendem fazer uma harmonização do ICMS aplicado na produção de
mel. A ação que vamos desenvolver através do Projeto Apis Nordeste vai abranger os
nove estados da região. Nesse encontro em Natal, teremos a assessoria de um consultor
especialista no tema", diz a gerente de Políticas Públicas do Sebrae no Piauí, Maria
Valclêdes de Moura.

Na reunião, haverá a apresentação aos representantes dos demais estados das ações da
Câmara Setorial da Apicultura no Piauí. "Vamos ter ainda uma oficina de planejamento do
Apis Nordeste, que vai ensinar como estruturar o mapeamento apícola, tratar de
certificação, de promoção do mel nos mercados internos e externos, como também a
captação de recursos financeiros", diz o gerente da Unidade de Atendimento Coletivo
Agronegócios do Sebrae no Piauí, Francisco Holanda.

Apis Nordeste - O Projeto de Integração da Cadeia Produtiva da Apicultura na Região
Nordeste, Apis Nordeste, tem a finalidade de estruturar, consolidar e dar mais
competitividade ao setor na região. "O projeto será executado em três anos, com recursos
da ordem de R$ 5 milhões, e atenderá mais de sete mil apicultores dos nove Estados
nordestinos", diz Holanda. A estratégia para se alcançar a padronização do tributo já
inicia
nessa reunião de Natal, onde o consultor fará um levantamento e um estudo da legislação
para definir uma média que será apresentada para o Conselho Nacional de Política
Fazendária (Confaz).

"Essa é uma ação conjunta envolvendo todas as unidades do Sebrae da região Nordeste.
O Sebrae é muito aberto a iniciativas que envolvam vários Estados porque fortalece o
trabalho da instituição junto aos micro e pequenos negócios", diz Maria Valclêdes de
Moura, do Sebrae no Piauí.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias – Apacame-Web - Veículo: Página Rural - Seção:
Notícias - Data: 14/10/2008 - Estado: RS
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11 – DICAS - Curso de Formação Rápida em Elaboração de Projetos para MDL e Crédito
de Carbono.

Informações com: Fabiane - PECCA – UFPR - 41-3350-5787 - 41-3253-5569 - pcc@ufpr.br.
Universidade Federal do Paraná abre as inscrições para o Curso de Formação Rápida em
Elaboração de Projetos para MDL e Crédito de Carbono.

O curso é a distância, não sendo necessário deslocamentos. Apenas conexão com a
internet e disciplina para não deixar o conteúdo acumular!! Existem outros cursos. Visitem
o site:
www.pecca.ufpr.br/cursos
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12 - Produtores já têm estratégias para aprimorar cadeia produtiva em São Carlos e
região

O Sindicato Rural de São Carlos e a Rede de Inovação e Prospecção Tecnológica para o
Agronegócio (RIPA) divulgaram o perfil dos produtores rurais de São Carlos e região nas
cadeias de Apicultura, ovinocultura e produção de leite no dia 10. Um representante de
cada cadeia recebeu o estudo que continha os resultados da pesquisa, além de sugestão
de cursos e estratégias de ação.

A RIPA é coordenada por um comitê gestor composto pelas seguintes entidades: Embrapa
Sede, Embrapa Instrumentação Agropecuária, Associação Brasileira de Agribusiness
(ABAG), Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), Instituto de Tecnologia de
Alimentos ITAL, Instituto de Estudos Avançados da USP São Carlos, Listen Local
Information System, Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER/DF),
Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais e
Universidade Federal de Viçosa (UFV).

O coordenador executivo da RIPA e pesquisador da Embrapa Instrumentação
Agropecuária Paulo Estevão Cruvinel entregou ao presidente do Sindicato Rural Eunizio
Malagutti todas as tecnologias disponíveis para as cadeias. O professor visitante da USP
Plínio Pinto de Mendonça Junior apresentou a árvore hiperbólica, um banco de dados de
fácil acesso à s informações do relatório. O consultor da RIPA Antonio Novaes realizou a
palestra “Saneamento Básico Rural” e atendeu à s demandas de produtores interessados
no biodigestor que elimina a poluição em troca de adubo.

No evento, esteve presente a vice-coordenadora do Instituto de Estudos Avançados (IEA)
da USP São Carlos, Yvonne Primerano Mascarenhas, que avaliou o estudo da Ripa e do
Sindicato Rural e afirmou que estava imensamente feliz por ter contribuído com uma
pequena parcela em projeto de tamanha magnitude. “É com muita satisfação que vejo
esse projeto criado pelo Paulo Cruvinel e o Silvio Crestana, de largo alcance pelo Brasil.
Fica difícil para mim, pelo menos, ver o resultado de um mega trabalho desses que é a
produção da RIPA, com seus relatórios e os contatos que foram feitos no Brasil,
entretanto, vendo esse micro resultado - em relação a algo no Brasil inteiro - mais a
contribuição do Novaes mostrando como uma economia energética pode ser desenvolvida
de uma maneira muito mais razoável - eu fico realmente imensamente feliz.”

Yvonne ainda desejou “que bons frutos venham a partir dele tão cedo quanto possível,
tanto para a comunidade são-carlense, como para o resto do Brasil, quando esse projeto
for entregue para os nossos líderes nacionais e, quem sabe, aplicados até o nível dos
produtores rurais da escala familiar”.

Malagutti agradeceu o empenho da equipe e elogiou a palestra proferida por
Novaes. “Ouvindo o Dr. Novaes falar imaginei como somos felizes. Aqui em São Carlos, na
terra da Embrapa, o nosso sindicato pode contar com a presença de renomados técnicos
nos dando total apoio. Nós percebemos que nesses relatórios distribuídos e comentados
aqui, nos trazem, na verdade, o que espelha a realidade do meio rural nesses setores da
ovinocultura, do leite e da Apicultura”.

Para ele, os relatórios indicam um caminho a se percorrer. “Nós temos em mãos a
realidade e temos também rumos das diretrizes a serem seguidas para por em prática a
realidade”, afirma. “Queremos, sem dúvida, agradecer a todos aqueles que participaram
de maneira direta ou indiretamente e em especial Dr. Cruvinel como coordenador
executivo da RIPA, que nos deu todo apoio e não poupou esforços para estar aqui
presente”. De acordo com Malagutti, de agora em diante é preciso mãos à obra para não
esmorecer e continuar nessa diretriz e com esses objetivos. Ele agradeceu o trabalho em
parceria e conclui: “Temos a certeza que continuaremos, agora na parte prática e objetiva,
com o apoio da RIPA e de outros técnicos que poderão surgir”.

A equipe que desenvolveu o trabalho é composta por Paulo Estevão Cruvinel, o professor
visitante da USP Plínio Pinto de Mendonça Junior, a pesquisadora Muna Odeh, o médico
veterinário e técnico da área de área de comunicação e negócios da Embrapa Pecuária
Sudeste Carlos Eduardo Santos e Sonise dos Santos Medeiros, da área de gestão de
pessoas da Embrapa Pecuária Sudeste, o consultor do SEBRAE Gabriel Assumpção Alves,
o consultor e ex-pesquisador da Embrapa Instrumentação Agropecuária Antonio Pereira de
Novaes e a jornalista e assessora de comunicação da RIPA Roberta Salgado Gonçalves da
Silva.

Apicultura – Estratégias: • Promover a certificação de origem (terras altas). Colocar no
rótulo ‘mel de São Carlos’; • Publicar revista própria para divulgar e fortalecer a
comunicação com o consumidor; • Organizar os produtores em associação ou cooperativa,
dentro outras formas; • Organizar um programa para desmistificar o perigo oriundo das
abelhas africanizadas (que nem estão em uso atualmente) ajudaria na questão de
arrendamento de terras para instalação de pastos apícolas; • Estudar e verificar junto aos
produtores o quanto a tecnologia é benéfica para sua atividade; • Mapear pastos apícolas
regionais; • Buscar conscientização dos outros produtores por meio de parceria com o
Sindicato rural de São Carlos; • Abrir o espaço para as mulheres que já atuam na cadeia
de Apicultura dentro da produção familiar; • Estruturar espaço para capacitação em cursos
do SENAR e SEBRAE entre outros; • Estabelecer política publica para sigilo sobre dados
coletados por GPS. A questão é definir quem fica com a base de dados e quem gerencia; •
Agregar valor para ocupar capacidade ociosa: novos produtos; • Produtos de
beleza/higiene, sabonete, xampu; • Produtos medicinais – geléia real, própolis, pólen; •
Decoração- vela de cera. Ocupação de mão de obra familiar mulheres, filhos; • Alimentos-
balas; pão de mel dentre outros; • Mel de qualidade reconhecida: selo de pureza.

Fonte: Ripa / Roberta Salgado Gonçalves da Silva - Apacame-Web - Veículo: Agroagenda -
Seção: Notícias - Data: 15/10/2008 - Estado: SC
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13 -Exportação de mel cresce em setembro e chega a US$ 4,9 milhões

As exportações brasileiras de mel reverteram o quadro de queda observado em julho e
agosto deste ano. O resultado do mês de setembro alcançou US$ 4,9 milhões. O montante
é quatro vezes maior que o apurado no mesmo período de 2007 (US$ 1,09 milhão), além
de ser o segundo melhor resultado mensal de exportação do setor apícola brasileiro. A
receita de setembro só é superada pelo resultado de abril de 2004, quando o País
exportou US$ 6,3 milhões.

O preço do mel também teve alta. O valor médio pago foi de US$ 2,60 por quilo de mel,
uma alta de 6,1% em relação do mês anterior (US$ 2,45 por quilo). Os melhores preços
foram recebidos pelos estados de Santa Catarina (US$ 3,04 por quilo) e Rio Grande do
Norte (US$ 2,85 por quilo). Já Piauí (US$ 2,39 por quilo) e Rio Grande do Sul (US$ 2,42
por quilo) obtiveram preços abaixo da média nacional.

Os dados constam de levantamento consolidado pelo consultor da Unidade de
Agronegócios do Sebrae e coordenador nacional da Rede Apicultura Integrada Sustentável
(Rede Apis), Reginaldo Resende. A referência é o Sistema de Análise das Informações de
Comércio Exterior via Internet (Alice-Web) da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do
Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Em setembro, as exportações partiram, principalmente, de três estados (Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e São Paulo) que responderam por 85,6% do valor total
comercializado. "Essa concentração é conseqüência de serem nessas regiões que já
encontramos os primeiros entrepostos habilitados para a exportação de mel para a
Europa", diz Reginaldo.

Em setembro, o Rio Grande do Sul manteve a liderança com US$ 1,9 milhão exportado,
seguido por São Paulo (US$ 1,2 milhão) e Santa Catarina (US$ 1,04 milhão). Ceará, com
uma receita de US$ 423 mil foi o quarto exportador, seguido do Piauí (US$ 133,9 mil), Rio
Grande do Norte (US$ 108,3 mil) e Paraná (US$ 52,5 mil).

O balanço também é bastante positivo quando são analisados os valores de janeiro a
setembro deste ano. Nesses nove meses, a receita das exportações alcançou US$ 29,7
milhões com a venda de 12,6 mil toneladas frente US$ 15,8 milhões e 9,9 mil toneladas no
mesmo período em 2007.

Com o fim do embargo europeu ao mel brasileiro, a Alemanha voltou a ser o principal
destino das exportações do País. Em setembro, foram exportadas 1,1 mil toneladas de mel
para o mercado alemão a um preço médio de US$ 2,63 por quilo, gerando uma receita de
US$ 2,84 milhões.

Os Estados Unidos, que deixou de ser o maior importador, foi o segundo principal mercado
para o mel brasileiro. Os norte-americanos compraram 755,5 mil quilos de mel a um preço
de US$ 2,54 por quilo, totalizando receita de US$ 1,92 milhão.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - http://www.criareplantar.com.br/noticia/ler/?
idNoticia=12566 - 16/10/2008
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14 – PREÇO DO MEL (US$ 2,60/kg) bate novo recorde. FORTE ALTA (+ 84,7%) NO VALOR
EXPORTADO.

Prezados (as) integrantes e colaboradores (as) da Rede APIS encaminhamos, em anexo,
estatísticas sobre exportações brasileiras de mel, cera e própolis, referentes a setembro
de 2008.

Exportações de mel em Setembro/2008. Revertendo a curva de queda observada em julho
e agosto, o valor das nossas exportações de mel, US$ 4.980.130,00, teve uma forte alta
de 84,7%, em relação a agosto de 2007. Esse é o segundo maior valor mensal já
exportado pelo setor apícola brasileiro, só superado pela receita obtida em abril de 2004.
O valor médio pago pelo mel exportado, US$ 2,60/kg teve uma alta de 6,1 %, em relação
ao mês anterior e bateu um novo recorde.

Exportações de mel por Estado. Em setembro de 2008, houve uma forte concentração das
exportações em apenas três Estados (RS, SC e SP) responderam por 85,6% do valor total
comercializado. Esta concentração é conseqüência do fato de serem dessas regiões os
primeiros entrepostos habilitados para exportação de mel para a Europa.

O Rio Grande do Sul manteve a liderança com US$ 1.988.821,00 exportados, seguido por
São Paulo, com US$ 1.225.923,00 e por Santa Catarina com US$1.047.548,00. O Ceará
com uma receita de US$ 423.000,00, foi o quarto exportador, seguido, em quinto lugar
pelo Piauí, com US$ 133.956,00. O sexto exportador foi o Rio Grande do Norte
(US$1008.371,00) e o sétimo foi o Paraná (US$52.511,00). Os melhores preços foram os
recebido por Santa Catarina (US$ 3,04/kg) e Rio Grande do Norte (US$ 2,85/kg). Piauí
(US$ 2,39/kg) e Rio Grande do Sul (US$ 2,42/kg) tiveram preços abaixo da média
nacional.

Exportações janeiro a setembro/2008. O balanço das exportações de mel até setembro
deste ano também é bastante positivo, em relação ao mesmo período de 2007. Nesse
período, a receita das exportações, US$ 29,7 milhões, cresceu 87,12% e as quantidades
comercializadas, 12,6mil toneladas, aumentaram 27,3%.

Destino das nossas Exportações - Com o fim do Embargo Europeu, depois de mais de dois
anos a Alemanha voltou a ser o principal destino de nossas exportações de mel. Em
setembro de 2008 foram exportadas 1,1 mil toneladas de mel para a Alemanha a um
preço médio de US$ 2,63/kg, gerando uma receita de US$ 2,84 milhões. Os Estados
Unidos, que deixou de ser o nosso maior importador, foi o segundo mercado, comprando
755,5 mil quilos de mel do Brasil a um preço de US$ 2,54/kg, totalizando US$ 1,92
milhões.

Atenciosamente, Reginaldo Barroso de Resende - Coordenador Nacional da Rede APIS -
UAGRO - SEBRAE NACIONAL - Tel: (61) 3348-7386 - Visite o Portal da Rede APIS e colha
mais informações úteis para o seu agronegócio apícola:
www.sebrae.com.br/setor/apicultura.
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15 – Doçura que vem da flor

Energético: além de ser um substituto natural do açúcar, o mel tem importantes
propriedades nutricionais e terapêuticas

Kátia Nunes - katian@rac.com.br - Entre tosses e espirros, nada como uma colherada de
mel para amenizar o mal-estar. Neste período em que as quatro estações se mostram
num único dia, até os mais resistentes são afetados. Tempo seco, vento, calor durante o
dia e frio intenso à noite têm feito “vítimas” de todas as idades, que acabam adoecendo
com gripes, resfriados e dores de garganta. De acordo com Luiz Fernando Baldoni,
apicultor e comerciante de Campinas, a procura por mel e outros derivados da abelha
cresce 30% nesta época. “Faz parte da cultura do brasileiro consumi-lo apenas quando se
tem problemas respiratórios”, ressalta.

Antes de ser um produto com propriedades terapêuticas, o mel é um alimento de alta
qualidade, energético e rico em substâncias que ajudam a equilibrar os processos
biológicos do corpo. “A recomendação de especialistas é que se consuma diariamente uma
colher de sopa de mel e se aproveite seu poder adoçante para substituir o açúcar no dia-a-
dia”, diz o farmacêutico Rodrigo Ramos Catharino, professor de controle de qualidade da
Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

A composição do mel é complexa. São mais de 180 substâncias, entre flavonóides,
proteínas, ácidos, vitaminas, enzimas, água, sendo 70% formado de açúcares. De acordo
com Baldoni, a finalidade mais conhecida do mel é a expectorante. Entretanto, o mel tem
ação imunológica, analgésica, antibactericida, antiinflamatória, ajuda a reter cálcio no
organismo, funciona como laxante natural, entre outros benefícios.

Caio Júlio César sente no corpo os efeitos do mel. Desde o período em que morou no
Paraná, o advogado passou a ingerir diariamente uma colher (chá) de mel pela manhã e
própolis quando tem dificuldades para respirar. “O efeito é cumulativo. Observei que
minha imunidade aumentou e não sinto mais fadiga”, aponta. César prefere consumir mel
cristalizado. “Dissolve na boca como bala enquanto preparo minha vitamina e molho as
plantas. É um ritual.”

A família do ex-jogador de vôlei Maurício Lima descobriu as vantagens de consumir o mel
cotidianamente há mais de dois anos. “De tanto ouvir falar bem, tomamos uma colher de
sopa por dia”, diz. A mulher Roberta Lima conta que os filhos João Victor e Maria Eduarda
estão mais resistentes a doenças. “Spray de própolis e balas de mel estão sempre na
bolsa e no carro”, acrescenta ela, que vê melhorias também na pele.

Os empresários Adriana e Thiago Luís Araújo são também atletas e consumidores
inveterados de mel. Adriana trouxe o hábito da infância e, influenciada pelo avô libanês,
aprecia misturá-lo com castanhas e frutas secas. “Armazeno em vidros e levo comigo para
consumir como lanche. Às vezes, acrescento iogurte”, diz. Thiago incluiu o mel na receita
de caipirinhas e bebidas energéticas servidas em sua casa noturna. “O suco,
principalmente, é mais procurado por adeptos de hábitos saudáveis que querem repor as
energias rapidamente de forma natural”, afirma.

Sobre as abelhas - A principal função das abelhas é a polinização das flores, melhorando a
produção de sementes e frutos. As do gênero Apis mellifera (ou abelha africanizada) são
as que mais se prestam à polinização, ajudando a agricultura e a produção de mel, geléia
real, cera, própolis e pólen. Em cada colméia existem cerca de 60 mil abelhas. Uma
colônia é constituída por uma única rainha, dezenas de zangões e milhares de operárias.

A rainha é quase duas vezes maior que as operárias e vive de três a seis anos, enquanto
as operárias vivem de 42 a 60 dias. A função da rainha é a postura de ovos. São de 2 a 5
mil ovos por dia. A superalimentação de geléia real é que diferencia a rainha das operárias
e desenvolve seus órgãos sexuais. Ela só sai uma vez da colméia, para fazer o vôo
nupcial, e copula seguidamente com cerca de sete zangões. Quando enche sua
espermateca, retorna à colméia. As operárias se alimentam de mel e pólen.

Sem ferrão - Típicas dos trópicos, há milhares de espécies de abelhas sem ferrão no
Brasil, a exemplo da jataí, uruçú, iraí e marmelada. São abelhas de fácil manejo.
Dispensam o uso de roupas e equipamentos de proteção contra picadas, reduzindo os
custos de sua criação e permitindo que sejam mantidas perto de residências.

No entanto, produzem pouco mel, o que inviabiliza a comercialização em larga escala.
Enquanto uma colméia da espécie africanizada (com ferrão) rende 50 quilos por ano, a
jataí produz meio quilo apenas. Em contrapartida, estudos da Unicamp mostram que o mel
das abelhas sem ferrão é ainda mais rico em propriedades terapêuticas e nutricionais. “O
custo-benefício vale a pena”, atesta o farmacêutico Rodrigo Ramos Catharino.

É preciso diferenciar o bom do mau - Mel e outros derivados da abelha são produtos de
riqueza nutricional incomparável. No entanto, dividem espaço com produtos
falsificados. “Enquanto houver comércio de derivados da abelha haverá quem busque
levar vantagem sobre o desconhecimento das pessoas”, observa o farmacêutico Rodrigo
Ramos Catharino, da Unicamp.

Especialistas afirmam que a experiência é a única maneira de reconhecer um mel
adulterado ou de baixa qualidade. “É como vinho; só conhecendo para não confundir”,
ressalta o apicultor Luiz Fernando Baldoni. Ou então, salienta Catharino, adquirindo os
produtos de pessoas idôneas.

Para contribuir com a fiscalização por parte dos órgãos competentes, como Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Nacional de Metrologia,
Normalização e
Qualidade Industrial (Inmetro), pesquisadores da Unicamp acabam de patentear
metodologias de certificação de mel em laboratório. “Por meio do espectômetro de massas
é possível determinar a qualidade e a procedência do mel e de produtos apícolas em
geral”, comenta a professora Ildenize Barbosa da Silva Cunha, pesquisadora colaboradora
do Instituto de Química da universidade, que integra, com o professor Catharino, a equipe
que trabalha na pesquisa de controle de qualidade de produtos apícolas.

A artesã e professora de ioga Elizabeth Green é uma consumidora com grande experiência
no assunto. Ela e o marido, Fernando Henrique Catani, são vegetarianos e, entre outros
alimentos funcionais, privilegiam o mel e o pólen, principalmente para substituir o
açúcar e
repor as proteínas. “Ensinamos esses hábitos para nossas filhas adolescentes, Emiliana e
Isabella. Elas não seguem à risca, mas adoram preparar frutas e chás com mel,
principalmente quando têm algum problema respiratório”, diz.

Produtos -

Mel: as abelhas colhem o néctar das flores com as glossas (línguas). O produto é
armazenado em sua vesícula melífera (papo de mel), que também transporta a água
coletada. Quando retornam à colméia, as campeiras transferem o néctar às engenheiras,
que retiram o excesso de umidade e transformam em mel, que lhe serve de alimento.

Própolis: de origem grega, a palavra combina os termos pró (defesa) e polis
(cidade), “defesa da cidade”. A cidade é a colméia. As abelhas campeiras coletam a resina
e a transformam em própolis com o auxílio de suas mandíbulas e penugens. O própolis
serve para forrar os alvéolos, câmaras onde a rainha deposita os ovos e crescem as
larvas. Usam também para vedar as entradas e os orifícios da colméia. O própolis
preserva a temperatura interna e não permite a entrada de estranhos.

Geléia real: é utilizada na alimentação das larvas de abelhas operárias até o terceiro dia
de vida, e das larvas dos zangões e da abelha rainha por toda a vida.

Pólen: considerado o pão das abelhas, é estocado nos favos. As campeiras coletam o
pólen das flores usando as penugens e aglutinam o pó nas patas traseiras.

Composição básica - A composição do mel é básica para todos os tipos de floradas. O que
muda é a tonalidade, o aroma, a viscosidade, a capacidade de granulação (cristalização),
o sabor e a quantidade de sais minerais. Por isso, a escolha deve ser feita pelo tipo
preferido.

O mel é o único adoçante que contém proteínas, vitaminas e sais minerais. Quanto mais
escuro o mel, maior é a quantidade de sais minerais. Cem gramas de mel fornecem 312,5
kcal, sendo 78,14g de carboidratos. O verdadeiro mel cristaliza (açucara). Com o tempo,
que varia conforme o período da coleta, florada e temperatura, os componentes glicose e
frutose se separam.

Para que ele volte ao aspecto normal, basta aquecê-lo em banho-maria - a água deve ser
aquecida a uma temperatura suportável ao toque dos dedos para não haver perda de
propriedades. O própolis e o veneno de abelha são administrados também em pomadas e
cremes. A proposta do uso externo é tratar reumatismo, artrite, sinusite e aproveitar a
ação cicatrizante, bactericida e analgésica para ferimentos e acnes.

Propriedades terapêuticas:

Própolis: estão catalogados três tipos de própolis (verde, vermelho e marrom), que variam
conforme a vegetação de onde foi retirada. É formado basicamente por resinas e
bálsamos vegetais, ceras e óleos aromáticos coletados das plantas próximas às colméias.
Tem ações antibiótica, bactericida, fungicida, cicatrizante, analgésica, anestésica,
antioxidante, antitumoral, entre outras.

Geléia real: é um dos poucos alimentos que atuam diretamente nas células, por isso tem
fama de conter propriedades rejuvenescedoras. Tem ação antitumoral e antioxidante.
Sabor ácido. Melhor absorção das propriedades se colocada embaixo da língua, pois assim
evita a ação dos ácidos do estômago. Por ser muito úmida, precisa ficar acondicionada em
freezer. Também é encontrada em cápsulas.

Pólen: excelente fonte de proteínas, vitaminas, hormônios de crescimento e tem ação
revigorante (foto). Muito apreciado na gastronomia francesa, seu sabor varia do doce ao
amargo. É crocante e vai bem com mel, frutas, saladas, vitaminas, iogurtes etc.

Apitoxina (veneno do ferrão): apesar de ser letal quando aplicado em grandes proporções,
o veneno das abelhas é paradoxalmente um consagrado medicamento contra diversos
distúrbios e afecções, por conta de sua ação antiinflamatória. A apitoxina é empregada em
tratamento contra nevrites e nevralgias, afecções cutâneas, doenças oftálmicas, na
redução da taxa de colesterol do sangue, hipertensão arterial. No Brasil, a apitoxina é
praticamente desconhecida e sua aplicação limita-se aos casos de reumatismo.

Recomendado - Diariamente, uma colher (sopa) de mel por dia, além da substituição do
açúcar em chás, cafés, frutas, vitaminas, iogurtes etc. Se estiver com problemas
respiratórios, consuma em maior quantidade.

Não recomendado - A diabéticos, ou sob orientação médica. Nos primeiros tempos da
infância. Há especialistas que só recomendam mel para crianças a partir de um ano de
idade. Outros, desde os dois ou três anos. O fato é que bebês não têm resistência, pois
ainda não há no organismo bactérias para eliminar os esporos de botulismo que as
abelhas coletam enquanto recolhem o néctar. Cerca de 16% do mel brasileiro tem a
bactéria chamada clostridium, que não faz mal a crianças e adultos, mas pode até matar
um bebê de menos de um ano.Consuma o mel envasado em até dois anos. Ele não
estraga, mas a cor e o paladar se alteram.

Entreposto Baldoni - R. Santo Bassan, 125 (Rodovia Campinas-Mogi Mirim, km 121),
Campinas, f. 3257-2828. - Funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. -
Visitas monitoradas: excursões duram cerca de duas horas e cobra-se ingresso de R$ 5,00
por pessoa. Cada pagante recebe como presente um metro de mel em fita. Famílias ou
pessoas sozinhas não pagam.

Abriga loja, 12 espécies de abelhas sem ferrão dispostas em 40 colméias instaladas numa
pequena área verde e florida, além de uma colméia de abelha africanizada numa caixa
transparente, na qual pode-se ver os alvéolos e o trabalho dos insetos.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Correio Popular - Seção: Revista Metrópole - Data:
19/10/2008 - Estado: SP
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
Editor Responsável: Roberto de Andrade Silva - andrades@seab.pr.gov.br -
fone: 0xx41-3313.4132 – fax: 3313.4031 - deral@seab.pr.gov.br - www.seab.pr.gov.br
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