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Informativo - nº106 - Dezembro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
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BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 106 - 02 de Dezembro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 - Um minuto para Reflexão; 2 - Câmara Setorial do Mel define principais projetos para
2009; 3 – Novas embalagens e logomarca para cooperativa COOPABI; 4 - Apodi exporta
40 toneladas de mel para vários países; 5 – Paraná realiza seminário sobre criação de
abelhas sem ferrão; 6 – Notícias da CBA; 7 – Apicultores de Minas discutem desafios do
setor; 8 - Seminário estimula consumo de mel no Rio Grande do Sul; 9 – Dica de leitura;
10 – MEL: Paraná se destaca com produção de mel; 11 - Piauí bate recorde em
exportações em 2008; 12 – Engenheiro exibe sistema de desidratação simples e
econômico; 13 – Câmara do Mel Debate processo de rotulagem; 14 – Novidades na
comercialização de mel do Rio Grande do Norte; 15 – Introducción de REINAS; 16 – A
transformação do néctar em mel no Novo Abelhão; 17 – Chapadão do Sul deverá receber
projeto para produção de mel; 18 – Tranqüilidade muda vida de apicultor; 19 – Apicultores
do Velho Chico participam de seminário em Ribeira do Pombal; 20 – Uruguay lleva
exportadas siete mil toneladas de miel; 21 – Apicultura: Paraná no contexto de Brasil.
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1 – Minuto de Reflexão

· "Em nossas ilusões, renunciamos ao que possuímos pelo que esperamos possuir." -
Shakespeare

· "As boas ações elevam o espírito e predispõem-no a praticar outras." - Jean-Jacques
Rousseau
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2 – Câmara Setorial do Mel define principais projetos para 2009

Representantes da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel e Produtos Apícolas
reuniram-se, nesta segunda-feira (24), para definir os principais projetos para 2009. Entre
as propostas, está o Programa Nacional de Georreferenciamento que objetiva conhecer e
avaliar a realidade dos apicultores brasileiros. O programa de Marketing incentivará o
consumo de mel no Brasil e o de Inteligência Competitiva, avaliará as oportunidades e
possíveis ameaças à produção.

De acordo presidente da Câmara, José Gomercindo Correa da Cunha, em 2009 a
prioridade será adequar a produção do mel brasileiro às normas da União Européia. “Os
entrepostos e casas de extração de mel deverão se adequar às exigências européias e
investir em capacitação para a segurança alimentar. Temos que investir também em boas
práticas, em todos os níveis”, ressaltou.

Exportação - O Brasil exporta, por ano, 22 mil toneladas de mel e 86% da produção segue
para o mercado americano. A Câmara Setorial elaborou o Apex, primeiro projeto
brasileiro da cadeia apícola, que prioriza buscar novos parceiros para aumentar a
exportação. O objetivo é criar ações simples e de fácil execução aos apicultores.

Para a presidente da Associação dos Exportadores de Mel (Abemel), Joelma Labertuci de
Brito, o mel é exportado como commodity e a meta é vender com valor agregado, melhor
preço e tornar o produto cada vez mais competitivo. “Vamos mostrar ao mundo que o mel
brasileiro é o melhor, praticamente isento de resíduos de antibióticos e pesticidas”,
enfatizou.

Fonte: Mapa / Lis Weingärtner - Veículo: Agroagenda - Seção: Notícias - Data:
24/11/2008 - Estado: SC
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3 – Novas embalagens e logomarca para cooperativa COOPABI

O convênio ABRE/SEBRAE já é um sucesso, são mais de 180 empresas beneficiadas. O
destaque desse mês ficou com a cooperativa Potiguar de Apicultura e Desenvolvimentos
Rural Sustentável - COOPAPI situada na cidade de Apodi – RN.

A COOPAPI comercializa castanha de caju, farinha de castanha entre outros produtos
derivados da castanha de caju. Para aumentar as vendas à cooperativa percebeu a
necessidade de desenvolver uma nova marca e uma nova embalagem, a agência Mental
Design foi responsável pela criação e desenvolvimento da logomarca diferenciada e de
fácil aplicação.

A nova logomarca “Terra Firme” que é o significado do nome da cidade de Apodi, traduz os
valores da cooperativa, as novas embalagens, vistas abaixo, mostram que o produto ficou
diferenciado e com mais aceitação, dentro dos padrões exigidos pelo mercado e com
condições de competir com grandes marcas. www.abre.org.br

Fonte: .NecNews - Redação Brasil – Veículo: NEC Network - Seção: Business - Data:
24/11/2008 -
Estado: SP
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4 - Apodi exporta 40 toneladas de mel para vários países

A Cooperativa Potiguar de Apicultura (COOPAPI) já proporciona sucesso no setor melífero
de Apodi, no Médio Oeste potiguar, onde cerca de 200 famílias vivem da apicultura e com
isso garantem o seu sustento no município, onde o desemprego e a falta de oportunidade
impera. A organização aliada à união dos apicultores apodienses mostra não ter limites.
Somente neste ano de 2008 a Coopapi comercializou 300 toneladas de mel de abelha de
excelente qualidade que foi vendido a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB)
que doa as escolas e creches para ser inserido na merenda escolar de milhares de
crianças.

Mas a grande conquista dos apicultores de Apodi juntamente com a Coopapi foi a
realização de um consórcio envolvendo a Coopapi e Cooperativa da Agricultura Familiar do
Apodi (COAFAP), juntamente com a Empresa Mel Brasil Tropical, que exportou 40
toneladas do produto para a África do Sul e Estados Unidos.

Com a comercialização do produto para o exterior, o balde com 25 kg de mel, que no
Brasil custa apenas R$ 60,00, na exportação ficou ao preço de R$ 82,00. O mel foi
transportado em caminhão ate o porto de Recife e depois levado em contêiner para o
exterior. "Nosso mel é de excelente qualidade e isso despertou a atenção de empresários
para adquirir o nosso produto, e para o próximo ano o nosso objetivo é de exportar mais
de 100 toneladas de mel para o exterior", comentou a presidente da Coopapi Fátima
Torres.

Somente em 2008 a Coopapi realizou cerca de 600 operações comerciais totalizando
assim cerca de R$ 500 mil reais em comercialização de mel. "Quem mora na zona rural de
Apodi e tem disposição para trabalhar na apicultura não tem de que reclamar, pois o
mercado é bem promissor e promete crescer cada vez mais, porque o nosso produto está
ganhando mercado e com isso se valorizando", disse Fátima Torres.

Constantemente a Coopapi, Coafap em parceria com Associação de Pequenos Produtores
de Mel e Agricultores Rurais de Apodi, passaram por uma capacitação com o objetivo de
se adequar às novas regras para garantir a melhoria na qualidade do mel. São cursos,
oficinas, seminários, palestras oferecidos aos apicultores de todo o município.

Para a presidente da Coopapi, Fátima Torres, a exportação mel, foi uma surpresa para
todos. "Isso é muito importante, não estávamos esperando, imagine o mel produzido na
Serra do Apodi, no Córrego está chegando à mesa dos americanos", comemora.

Quando começou a funcionar, em 03 de abril de 2004 a Cooperativa Potiguar de
Apicultura, tinha poucas famílias cadastradas. Mas hoje já são cerca de 200 famílias que
vivem exclusivamente da apicultura, são mulheres e homens que a cada dia se aperfeiçoa
para garantir junto aos seus apiários uma boa qualidade no doce mel que vem adoçando a
vida de muitos produtores rurais que em um passado não muito distante amargavam
crises e viviam sob forte clima de dificuldades, mas hoje a qualidade de vida no campo
para quem atua nessa atividade é bem diferente.

De acordo com Fátima Torres, os pequenos apicultores chegam a ter uma renda anual de
R$ 6 mil reais enquanto que os maiores ultrapassam os R$ 10 mil e cita o apicultor Antônio
Urbano da Silva que se destaca entre os maiores apicultores do território apodiense.

O mel como um produto especial ao longo dos tempos - Não é de hoje que o homem
descobriu todo o poder do mel. Através dos tempos, o mel sempre foi considerado um
produto especial, utilizado pelo homem desde os tempos mais remotos. Evidências da sua
utilização pelo ser humano aparecem desde a pré-história, com inúmeras referências em
pinturas e manuscritos do antigo Egito, Grécia e Roma.

Existem registros sobre a utilização do mel como alimento pelos Sumérios na Mesopotâmia
(2.300 anos antes de Cristo). No Antigo Egito explicava-se a origem do mel como sendo
fruto das lágrimas vertidas por Rá, deus do Sol. Zeus, pai e rei dos deuses da mitologia
grega, alimentava-se do mel que as abelhas colocavam sobre os seus lábios.
Na antiga China, este néctar cor de ouro e símbolo da Terra, era dado ao imperador afim
de que este encontrasse força, vigor e clarividência.

O mel, como alimento sagrado, aparece tanto nas páginas da Bíblia como nas do Corão,
onde é citado como o alimento do paraíso. Para os antigos, sonhar com enxames era
sinônimo de prosperidade. A chamada "Lua-de-mel" teve a sua origem no costume
romano em que a mãe da noiva deixava em cada noite, na alcova nupcial, à disposição
dos recém casados, um pote de mel para "repor energias". Esta prática durava toda a lua.
Ainda hoje, em muitos países, encontramos a expressão "Lua-de-mel".

Fonte: Gazeta do Oeste - Apacame-Web - Veículo: Diário de Natal Online - Seção:
Últimas - Data: 25/11/2008 - Estado: RN
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5 – Paraná realiza seminário sobre criação de abelhas sem ferrão

A criação de abelhas sem ferrão, atividade conhecida como meliponicultura, está se
disseminando cada vez mais no Paraná. Na próxima sexta-feira (28), será realizado o 2º
Seminário Paranaense de Meliponicultura, onde serão debatidos assuntos como o risco de
extinção dessas abelhas em função do desmatamento das florestas e falta de
reflorestamento de áreas degradadas.

“Serão discutidos temas relacionados à economia, meio ambiente, legislação e criação das
abelhas, também conhecidas como indígenas ou nativas”, explicou o médico veterinário
Roberto De Andrade Silva, do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da
Agricultura e do Abastecimento.

No Paraná, um número crescente de criadores e preservacionistas estão aderindo à
meliponicultura por hobby para a produção de mel, pesquisa científica, turismo rural e
também para a educação ambiental. A quantidade de mel produzido pelas abelhas sem
ferrão varia de acordo com a região, a espécie, as condições ambientais e o tipo de
manejo, podendo variar de 100 gramas a 6 quilos de mel por ano, em cada colméia.

As abelhas sem ferrão são nativas do Brasil, e contam com cerca de 300 espécies. A
meliponicultura é uma atividade que contribui para a conservação das abelhas e de seus
habitats, ameaçados pela ação de meleiros que derrubam as árvores para retirada do mel.
Existem poucos estudos sobre as propriedades do mel da abelha sem ferrão, mas de
acordo com a crença popular é medicinal e ótimo para gripes e resfriados.

Segundo Silva, as abelhas sem ferrão são responsáveis por até 90% da polinização da
flora nativa. Essas pequenas abelhas silvestres são responsáveis pela polinização de pelo
menos 80% da flora na Amazônia.

Considerando a importância dos polinizadores para a preservação das florestas e a
produção de alimentos, em 2005 o Ministério do Meio Ambiente oficializou a Iniciativa
Brasileira de Polinizadores (IBP), que está inserida no projeto da FAO (Organização
Mundial para Agricultura e Alimentação) “Conservação e Manejo de Polinizadores para a
Agricultura Sustentável através de uma abordagem Ecossistêmica”, cujo objetivo geral é
promover e assegurar a produtividade das culturas agrícolas de comunidades rurais, bem
como a segurança alimentar, através dos múltiplos benefícios dos serviços prestados pelos
polinizadores.

O evento tem como objetivo reunir os meliponicultores, técnicos, pesquisadores e
interessados e será aberto a todos os interessados em meliponicultura como estudantes,
técnicos do setor público e privado, profissionais em geral, agricultores familiares,
ambientalistas e ecologistas entre outros.

Serviço: 2º Seminário Paranaense de Meliponicultura.- Dia: 28 (sexta-feira) - Hora: 9:00
horas - Local: Emater-PR. – Endereço: Rua da Bandeira, 500 - Cabral - Curitiba - PR.

Fonte : AEN – Apacame-Web - Veículo: Zoonews - Seção: Notícias - Data: 25/11/2008 -
Estado: PR
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6 – Notícias da CBA

a) – Agenda Positiva (ações)

Caros parceiros,

Informo-vos, os encaminhamentos em anexo da Câmara Setorial e Workshop em temas
emergenciais e de relevância para o Setor apícola. Nos próximos dias estaremos
disponibilizando a ata da Reunião da Câmara e o detalhamento de uma AGENDA
POSITIVA, ESTRUTURANTE E ESTRATEGICA PARA O SETOR APICOLA PROTAGONIZADA
PELA CBA E PARCEIROS NO ANO DE 2009, com destaque para 4 FOCOS:

- PROJETO CAMPANHA DE MARKETING PARA AUMENTAR CONSUMO PER CAPTA DE MEL
NO BRASIL ; - IC - INTELIGÊNCIA COMPETITIVA SETOR APÍCOLA; - PNGEO - PROGRAMA
NACIONAL GEORREFERENCIAMENTO; - PSI - APEX- PROJETO EXPORTAÇÃO.

Também estamos solicitando uma audiência com o Ministro do MDA - Ministério do
Desenvolvimento Agrário, para a implementação no Brasil de uma Política Setorial para o
MEL nos moldes do Setor do Leite.

Atenciosamente

José Gomercindo Corrêa da Cunha – Presidente - CBA-Confederação Brasileira de
Apicultura Câmara Setorial do Mel do Brasil

b) - Agenda 2009 (datas de reuniões)

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Secretaria Executiva - Conselho do
Agronegócio - Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do mel e produtos apícolas.

- 01/03/2009 – Brasília – DF; - 01/06/2009 – Brasília – DF; - 31/08/2009 – Expointer –
Esteio – RS, e, 09/11/2009 – Brasília – DF
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7 – Apicultores de Minas discutem desafios do setor –

Agência Estado - O encontro deve reunir cerca de 200 participantes, entre produtores
rurais, estudantes e especialistas. - O estímulo ao consumo de mel e a capacitação de
produtores são os principais objetivos do Seminário de Apicultura do Alto Paranaíba. em
Minas, que será realizado pelo Sebrae/MG no município de Patrocínio nesta quinta (27) e
na sexta-feira (28). O encontro deve reunir cerca de 200 participantes, entre produtores
rurais, estudantes e especialistas do setor.

Além de três minicursos, serão oferecidas palestras sobre boas práticas na cadeia apícola,
acesso ao crédito para pequenos produtores, manejo de abelhas, preparo de subprodutos.
Na palestra "Panorama do setor apícola brasileiro e mundial", o coordenador da Rede Apis
do Sebrae Nacional, Reginaldo Barroso de Resende, vai abordar os principais desafios
para a expansão do setor.

De acordo com o especialista, apesar do embargo europeu ao mel brasileiro, as
exportações não perderam o fôlego. “O mel brasileiro sempre foi reconhecido no exterior
pela sua qualidade”, diz. O Brasil ficou quase dois anos sem poder comercializar produtos
apícolas para países da Comunidade Européia e o embargo foi suspenso em março.

Em outubro as exportações brasileiras de mel tiveram crescimentos de 16% em valor e de
22% em peso. O balanço das exportações de mel até outubro deste ano, em comparação
com o mesmo período de 2007 foi muito favorável. Nesse período, a receita das
exportações cresceu 99,4% e as quantidades comercializadas aumentaram 35,8%.

Mas Reginaldo alerta que os bons resultados de vendas para o mercado externo não são
acompanhados por boas vendas no mercado interno. “O consumo no Brasil é de apenas
128 gramas por pessoa ao ano. Nosso grande desafio é mostrar aos produtores a
importância de trabalhar o mercado interno.”, diz Reginaldo. Um dos meios sugeridos para
estimular o consumo é a inserção de sachês de mel na merenda escolar. “O mel ainda é
visto como remédio e precisamos mudar esse conceito”, diz.

Outro grande desafio do setor apícola é a segurança alimentar. Os produtores rurais
precisarão registar as casas de mel no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(Mapa), o que demandará mudanças na estrutura destas unidades de produção. Outra
mudança é a implantação do APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle),
um sistema de garantia de qualidade para segurança alimentar. Os produtores precisarão
adaptar diversas etapas da produção para garantir a qualidade e evitar os perigos
potenciais à saúde dos consumidores.

Serviço: Seminário de Apicultura do Alto Paranaíba - Data - 27 e 28 de novembro - Local -
CET Cerrado de Patrocínio - Campus da Funcep - Chácara das Rosas - Assessoria de
imprensa do Sebrae em Minas Gerais - 3371-9039

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Agrolink - Seção: Últimas Notícias - Data: 27/11/2008 -
Estado: RS
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8 - Seminário estimula consumo de mel no Rio Grande do Sul

PELOTAS - Para promover um ambiente de troca de experiências sobre a produção e o
consumo de mel na região Sul do Rio Grande do Sul, nutricionistas, secretários de
educação e saúde de municípios, estudantes e professores de nutrição e de química de
alimentos estarão reunidos para participar do seminário "O Mel como Alimento". A
atividade, que será realizada em Pelotas, município distante 251 quilômetros de Porto
Alegre, visa estimular o consumo de mel a partir do conhecimento sobre as propriedades
nutritivas e terapêuticas do alimento.

O evento, que terá cinco palestras, ocorrerá nesta quinta-feira (27), às 13h30, na sede da
Associação Comercial de Pelotas (ACP). A promoção é do Programa Juntos Para Competir,
em parceria com a Associação dos Municípios da Zona Sul (Azonasul) e com a Empresa
Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). As inscrições são gratuitas, mas os
interessados devem confirmar presença antecipadamente pelo telefone (53) 3225-0541.

O Juntos para Competir é impulsionado pelo Sebrae/RS, em parceria com a Federação da
Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
(Senar). O programa busca organizar e aprimorar as cadeias produtivas do agronegócio
no Rio Grande do Sul, como a bovinocultura de corte, a suinocultura, a
ovinocaprinocultura, a fruticultura, a floricultura, a vitivinicultura, a apicultura e a cultura
da cana-de-açúcar e seus derivados.

De acordo com a assistente-técnica do Sebrae/RS Bárbara Heller, o principal objetivo do
evento é apresentar o mel com base nas suas propriedades e benefícios, estimulando a
inclusão do alimento na merenda escolar de escolas públicas. “Os participantes do
seminário são responsáveis pela merenda das escolas dos municípios da região Sul.
Queremos que eles conheçam os benefícios do mel na alimentação e passem a utilizar o
produto no cardápio dos alunos”.

A consultora do Sebrae/RS Iara Dutra, responsável por ministrar a palestra "Utilização do
Mel na Merenda Escolar", que ocorrerá a partir das 17h30, lembra que muitas prefeituras
têm interesse em incluir o mel no cardápio escolar, mas as nutricionistas ou merendeiras
não têm total conhecimento de como utilizar o alimento. “O objetivo da palestra é
apresentar novas receitas que incluem a utilização do mel e formas de acrescentar o
alimento nas receitas já utilizadas”, afirma. “Um arroz de leite pode ter mel na receita e
um suco pode ser adoçado com o produto”, exemplifica.

Além da atividade ministrada pela consultora Iara, estão programadas outras quatro
palestras: Produção de Mel (14h); Segurança Alimentar (14h45); Mel: Propriedades
Físicas, Químicas e Biológicas (15h30); e Benefícios do Mel (16h). Às 16h haverá um
intervalo para a realização do "Café com Mel", quando 10 padarias do Comitê de
Desenvolvimento de Padarias e Confeitarias (Codepan) Sul irão oferecer produtos feitos à
base de mel. Para elaborar o cardápio, o grupo participou, no dia 21, de uma clínica
tecnológica realizada em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial
(Senac) de Pelotas.

Segundo dados da Associação Rio-grandense de Empreendimentos de Assistência Técnica
e Extensão Rural (Emater/RS), o Rio Grande do Sul é o maior produtor de mel do País,
contabilizando mais de 7,8 toneladas do alimento por ano, e está em quinto lugar nas
exportações brasileiras. Atualmente são 27 mil apicultores, que trabalham em 400 mil
colméias, produzindo, em média, cerca de 18 quilos por colméia.

Criado em janeiro de 2006, o Pólo de Apicultura e Floricultura da Região Sul tem como
público-alvo cerca de 42 apicultores e beneficiadores de mel, e 15 produtores de flores e
plantas ornamentais nos municípios de Pelotas, Canguçu, Rio Grande, Pedro Osório, São
Lourenço do Sul, Capão do Leão e Morro Redondo. O projeto tem como objetivo aumentar
a venda de mel, flores e plantas ornamentais para o mercado local e estadual.

O Codepan é impulsionado pela parceria entre Sebrae/RS, Sindicato das Indústrias de
Panificação e Confeitaria do Estado (Sindipan), Sindicato da Indústria do Trigo (Sinditrigo)
e Senai. O comitê, por meio de seus parceiros, oferece suporte aos empresários para
definição do planejamento do setor nos municípios, capacitações, seminários e ações de
acesso e ampliação de mercado, estimulando o crescimento das padarias.

Além da região Sul, os grupos são desenvolvidos nas regiões dos Vales do Taquari e Rio
Pardo, Metropolitana de Porto Alegre e Serra Gaúcha. Também são parceiros dos
Codepans: Moinho Estrela, Farinha de Trigo Roseflor, Nordeste Alimentos, Sindicato das
Indústrias de Alimentação, Irani Papel e Embalagem, Moinho Taquariense e Farinhas &
Massas Orquídea.

Fonte: Apacame – Web – Veículo: Panorama Brasil - Seção: Últimas Notícias - Data:
26/11/2008 - Estado: SP
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9 – Dica de leitura

Revista Mensagem Doce n° 99 - Novembro de 2008, com o seguinte conteúdo: Editorial:
Reina Silêncio na Apicultura; Artigo: Extrações de Própolis Vermelha do Nordeste Brasileiro
em Diferentes Concentrações Alcoólicas, com Diferentes Solventes e suas Atividades
contra Staphylococcus Aureus; Artigo: Indicação de Pontos Críticos de Controle na Cadeia
Apícola; Minha Experiência: Alimentador Coletivo para Mirins; Artigo: Extrato de Própolis
como Preventivo da Sarna Sarcóptica em Coelho (Oryctolagus cuniculus); Artigo: O
Comportamento das Abelhas Indígenas sem Ferrão no Meliponário da Escola Indígena
Tuyuca Utapinpona em 2007;

Artigo: Controle de Qualidade da Geléia Real: Parâmetros Físico-Químicos; Cmentário: Mel
de Meliponíneos atende "SIM" aos Parâmetros da Atual Instrução Normativa do Ministério
da Agricultura; Artigo: Controle de Qualidade da Cera de Abelha Bruta em uma Central de
Alveolação; Conselhos Úteis: Alguns "Não Faça Isso" para os Apicultores.

Fonte: apacameplenario@yahoogrupos.com.br - De: "APACAME-Web" -
apacame@terra.com.br> - 27/11/2008
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10 – MEL: Paraná se destaca com produção de mel

O Paraná, em 2007, se destacou na produção de mel, bicho-da-seda, leite e carne suína,
segundo os dados dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre
a Produção Pecuária Municipal, divulgados ontem. O Paraná está entre os principais
produtores de mel do País e responde por 13,3% das 37.747 toneladas produzidas em
2007. À frente está apenas o Rio Grande do Sul, 21,2% do total.

No comparativo com a produção do ano anterior, 2006, houve um recuo de 4% na
produção nacional, que passou de 26.194 toneladas para as atuais 37.747 toneladas. No
entanto, por conta do câmbio, a queda do valor pago ao produtor foi menor: 2,6%. Passou
de R$ 187,757 milhões, em 2006, para R$ 182,903 milhões no ano passado.

Outra cultura na qual o Paraná se destacou foi a do bicho da seda. Foram produzidas 8.205
toneladas de casulos de bicho-da-seda em 2007, 4,1% a mais que em 2006. Altônia (PR),
que ocupava a 4ª posição no ranking de produção em 2006, ultrapassou Cruzeiro do Sul
(PR). A produção nacional de leite no Brasil, em 2007, foi de 26,1 bilhões de litros de leite,
2,9% a mais que em 2006.

A produtividade média do rebanho nacional é de 1.237 litros por vaca ano, embora
existam significativas diferenças regionais, que variam de um mínimo de 309 litros/ vaca/
ano em Roraima a 2.321 litros/ vaca/ ano em Santa Catarina. Mas é neste segmento que
outro destaque fica no Paraná. Castro, na região dos Campos Gerais, apresenta o maior
volume de leite produzido com 135,67 milhões de litros (0,5% do total), Pompeu (MG),
108,91 milhões de litros e Marechal Cândido Rondon (106,0 milhões de litros). Porcos —
Em 2007, o país tinha um efetivo de 35,945 milhões de suínos (porcos e porcas), 2,2%
maior que em 2006.

A maior parte dos animais está no Sul (47,5%), sendo Santa Catarina o principal estado
produtor (19,9% do efetivo nacional), seguido pelo Rio Grande do Sul (14,5%) e Paraná
(13,2%). Uberlândia (MG), Concórdia (SC) e Toledo (PR) são os principais municípios em
alojamento de suínos, mantendo as mesmas posições ocupadas em 2006, com,
respectivamente, 1,8%, 1,3% e 1,1% do total de animais.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: BGA - Bolsa de Gêneros Alimentícios do Rio de Janeiro -
Seção: Notícias - Data: 27/11/2008 - Estado: RJ
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11 - Piauí bate recorde em exportações em 2008

Mesmo sem a computação dos meses de novembro e dezembro, o Piauí já bateu o
recorde em exportações, segundo levantamento feito, o Estado já vendeu mais de US$ 96
milhões, tendo a soja e a cera de carnaúba como os produtos mais procurados. Os
números representam um aumento de 113% em relação ao período de janeiro a outubro
do ano passado.

Segundo o diretor de Indústria e coordenador do Programa de Exportação da Secretaria
do Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (Sedet), Dinarte de Carvalho Porto, a meta
do governo estabelecida no início do ano era de atingir US$ 120 milhões em exportações
no final de 2008, mas ele admite que a crise internacional possa prejudicar o comércio
com o exterior.

Dinarte Porto acrescenta que o maior volume de exportações registradas no Piauí até
agora havia sido em 2004, quando as vendas chegaram a US$ 73 milhões. “A crise pode
prejudicar um pouco as exportações, mas se o Piauí não chegar lá ficará bem próximo da
meta estabelecida”.

Dos US$ 96,1 milhões, US$ 43,4 milhões vieram da soja e US$ 39,9 da cera de carnaúba,
os carros chefes da pauta de exportações do Estado. A castanha de caju, com US$ 4,7
milhões, aparece como o terceiro produto mais vendido para o exterior, seguido de pedras
ornamentais, com US$ 4,3 milhões, mel, com US$ 3,4 milhões, e couros e peles, com US$
3,2 milhões. O Piauí também exporta produtos como confecções, pilocarpina e sucos e
frutas.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Rádio Grande FM - Seção: Últimas Notícias - Data:
28/11/2008 -
Estado: MS
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12 – Engenheiro exibe sistema de desidratação simples e econômico

Desidratec, empresa do professor cearense Ailton Leão, apresenta na Feira do
Empreendedor do Rio Grande do Norte, em Mossoró, equipamento inovador e eficiente

Regina Mamede - Fred Veras - O equipamento da Desidratec custa R$ 80 mil; produto
importado com mesma capacidade pode ficar em US$ 1 milhão. Um grande tanque
fabricado com chapas de aço inox, com um complexo sistema de engrenagens que varre
toda a máquina, coletor de energia solar ou outra fonte alternativa e 14 anos de muito
trabalho. Com esta fórmula, o engenheiro mecânico Aílton Leão, projetou um sistema
engenhoso de desidratação, que está sendo apresentado na Feira do Empreendedor
inaugurada nesta quarta-feira (19) em Mossoró, no Rio Grande do Norte, onde prossegue
até sábado (22).

O grande diferencial deste equipamento é a conjugação da eficiência com baixo custo. Ele
explica que para fazer o mel do caju, por exemplo, o método tradicional é colocar o tacho
direto no fogo, o que prejudica a qualidade, o gosto e, principalmente, provoca perdas de
muitos nutrientes, incluindo a vitamina C que é altamente volátil. Pelo novo sistema, todas
as características nutricionais são mantidas e o sabor não é alterado.

"Qualquer coisa que entrar nesta máquina vira pó", brinca o agora empresário Leão, à
frente da empresa Desidratec. "De sobras de frutas a aparas de peixe e vinhaça, um sub-
produto do açúcar, tudo isso pode ser transformado em farinha, fonte importante de
suplementação alimentar ou como ração animal", enfatiza.

Um exemplo de desperdício que choca o engenheiro ocorre com o soro de queijo. Apenas
parte é usada na fabricação de ricota e no iogurte, mas a maior parte é jogada fora
porque a deterioração é muito rápida. "As indústrias no Brasil preferem importar em lugar
de conservar, porque o processo é muito caro, o que não o caso do meu equipamento".

Como o sonho continuava maior que a verba disponível, mesmo acumulando trabalho
como professor de física de cursos pré-vestibular, o empresário começou a pesquisar e
chegou ao programa de subvenção econômica da Financiadora de Estudos e Projetos
(Finep), mas com possibilidade de usos bem diferentes da idéia original.

"Como não tinha desidratador, achei que o princípio da máquina que tinha inventado
poderia ser usado como dessalinizador de água e no melhoramento da cadeia molecular
do biodiesel, porque tira a água sem danificar as características do produto. Concorri com
outros 2.500 projetos e achei que tinha chance zero, porque a empresa era pequena.
Confesso que fiquei surpreso quando ganhei", comemora.

Com os recursos da Finep, Aílton Leão pode agora se dedicar integralmente ao projeto.
Nesta trajetória, ele reconhece a importância do apoio que recebeu da Secretaria Estadual
de Ciência e Tecnologia do Ceará e do Programa Estadual de Desenvolvimento
Tecnológico (Padetec).

O desidratador já está sendo negociado com o governo cearense para implantação de
projeto-piloto em alguns assentamentos. Idéia que começa também a interessar a outros
estados. Outra proposta que está sendo estudada é o uso medicinal, como a desidratação
de folhas de agrião bravo para combate a cirrose hepática. Os equipamentos tradicionais
inviabilizam a fabricação e comercialização.

O equipamento da Desidratec com capacidade para 180 litros e resultado final em 5 horas
custa R$ 80 mil. Uma bomba de vácuo que processa três quilos em dois dias supera os R$
90 mil. A outra alternativa é o equipamento importado de mais de R$ 1 milhão. "Como
todo doido, já botei muito fogo em casa, mas cheguei lá", diz Aílton.

Serviço: Agência Sebrae de Notícias - (61) 3348-7138 e 2107-9362 -
www.agenciasebrae.com.br
Desidratec - (85) 3236 3898 - Sebrae no Rio Grande do Norte - (84) 3616-7900

Fonte: Apacame – Web - Veículo: Sebrae Brasil - Seção: Notícias - Data: 21/11/2008 -
Estado: DF
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13 – Câmara do Mel Debate processo de rotulagem

O processo de rotulagem, vendas e o registro de compostos apícolas serão abordados na
11ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Mel, nesta segunda-feira
(24), às 9h30, em Brasília.

No encontro, serão apresentados os resultados dos grupos temáticos que tratam da
implementação dos programas de sanidade apícola, de inteligência competitiva para o
setor, de promoção comercial para o mercado interno e de avaliação da conformidade do
mel.

Serviço: 11ª reunião ordinária da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Mel - Data:
24.11.2008 (segunda-feira) - Hora: 9h30 às 17h - Local: Auditório da sobreloja do Mapa

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Maxpress - Seção: Notícias - Data: 21/11/2008 - Estado:
SP
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14 – Novidades na comercialização de mel do Rio Grande do Norte

Na tentativa de driblar a crise e garantir a venda da produção, os produtores de mel do
Rio Grande do Norte se uniram e criaram o consórcio de exportação de mel. O negócio
ainda está em fase experimental, mas foram exportados 6 conteineres de 20 toneladas
cada.

Os produtores, associações, cooperativas e assentados juntos, comercializaram quase 2
milhões de dólares e o mel, ocupou a 26ª posição na pauta da exportações de outubro,
sendo exportado principalmente para os Estados Unidos.

A negociação para exportação é feita em reunião com os produtores, onde é apresentada
a quantidade de mel que cada produtor vai oferecer para atingir um lote de exportação
com 20 toneladas. Durante a reunião é apresentada também a planilha de custos e a
operação, com data e valor final do produto.

No projeto de consórcio, os produtores eliminam os “atravessadores” que encarecem a
comercialização. Segundo o diretor do projeto, Wagner de Araújo, a comercialização é
mais rentável através do consórcio. “Os produtores que não têm acesso aos mercados
internacionais, podem participar do consórcio, agregar valor ao produto e até dobrar o
valor da produção”.

Antes de ser enviado aos mercados internacionais, o mel passa pelos processos de
análises e certificação da qualidade, e são classificados em dois tipos para exportação: o
mel claro (usado na gastronomia) e o mel escuro (para fins industriais).

“O Rio Grande do Norte é o segundo maior produtor de mel do Nordeste e pode ampliar a
produção com a participação no consórcio”, afirma Wagner. “Qualquer apicultor pode
entrar no consórcio e exportar sua produção”, diz.

As vantagens para os produtores é a certeza da venda, aumento do lucro e o pagamento
imediato. A meta até o final do ano é exportar 20 toneladas do produto e aumentar a
quantidade de mel dos pequenos produtores.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: No Minuto - Seção: Economia - Data: 21/11/2008 -
Estado: RN
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15 – Introducción de Reinas

Colocando la Reina en la Colmena - Cuando recibí mi primera reina hace ya varios años y
sin experiencia alguna, me habría gustado que alguien me hubiera enseñado, algo más
que horfanizar la colmena un día antes colocar la jaula entre la cría y revisar a los 3 o 4
días.

De aquella primera reina que me regalo Don Caetano en Uruguay, al día de hoy que
introducimos más de 1000 al año en Apícola Martinez hay años de experiencia y errores
cometidos. A los efectos que Uds. no repitan los mismos errores, tratare de compartir mis
experiencias y explicar algunos manejos que hoy estamos usando con éxito. Horfanizar
una colmena no es solo matar la reina, sino saber manejar los tiempos de la abeja y no el
del apicultor, algo que se hace muy a menudo.

Cuando matamos o retiramos la reina de la colmena, las abejas pierden su presencia
física, que es una de las indican su existencia, pero no la única. Debemos saber que
existen otras señales que están relacionados con las feromonas, o sea los olores que
existen en la colmena, como la presencia de huevos y cría entre otras; una de las
feromonas más importantes es la que la reina deja, y que están localizadas en el ultimo
segmento de las patas, dejando un rastro que según la edad de la reina puede llegar a 2 o
3 días. Lo vemos en las diferentes reacciones de las abejas en iniciar las celdas reales. Por
esto decía en mi artículo anterior sobre las jaulas de introducción, que es muy importante
la protección de las patas de la reina para evitar que se pierdan estas feromonas.

Cuando se están criando reinas con iniciadoras, se trata de no poner huevos ni larvas de
pocas horas. La principal razón no es solo la cría, que también tiene su importancia, sino el
olor (feromona) que deja la reina en esos panales que recientemente estuvo caminando
para marcar su presencia sin estar.
Así que cuando vamos a introducir una nueva reina, es importante darle el tiempo de
sentir sin la presencia de la reina. Además la reina que introducimos no solo debe ser
mejor, sino además debe oler mejor, ya que esta feromona para la colmena es más
fuerte en reinas jóvenes.

Esto significa que la nueva reina debe poner en poco tiempo igual o más que la reina
anterior, pero además tener todas las patas completas hasta el último segmento. Si esto
no es as͠ las abejas la podrían tomar como una reina vieja y no lograríamos así el
objetivo que estamos buscando. Por esto es importante, repito, la jaula que usamos,
cuidado que esto es algo que también puede pasar con bancos de reinas.

Esto no quiere decir que no acepten a la reina en el primer instante, pero algo no menor
es que la reemplacen haciendo celdas de sustitución en poco tiempo. Otro punto
importante es el tiempo que debemos dejar a la colmena sin revisar, el "tiempo abejas" y
no el tiempo apicultor, que estaría entre los 7 a 10 días sin molestar a la colmena. Tiempo
suficiente para que liberen, que inicie la postura y cubran las necesidades de desarrollo de
la colmena.

Si revisamos antes podemos llevar al nerviosismo de las abejas y que ataquen a la reina
lastimándola e inclusive matándola. No dejar de tener en cuenta que las abejas en el
momento de recibir una nueva reina deben estar con una entrada de néctar constante o a
más, pero nunca en un momento en que la entrada disminuye, esto se puede revertir con
una alimentación artificial.

Un consejo que siempre doy es de hacer la introducción sin guantes, ya que si quiero que
acepten a una reina extraña debemos dejar a las abejas mansas, no puedo pretender que
acepten a la reina si me están picando, además cuidar el pillaje ya que también ponen a
las abejas en una situación defensiva. Primero tienen que aceptar al apicultor y su
manejo, después a la nueva reina.

Fonte: Apacame – Web – Veículo: Todo Miel - Seção: Vários - Data: 21/11/2008 –
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16 – A transformação do néctar em mel no Novo Abelhão

Sucesso absoluto a Cidade das Abelhas inaugurou o seu novo Abelhão, marca registrada
do Parque Ecológico e Cultural, que foi todo reformado, com novo design externo e cores
mais brilhantes, além de piso, luzes e indicação completa dos órgaõs internos da rainha e
operária, onde todos podem entrar em seu interior e conhecer como as abelhas
transformam o néctar em mel, como é a linfa (sangue incolor), além de visualizar o
coração facetado, ferrão, os ovários e a espermateca (Órgão reprodutor e armazenador
de sêmen) da rainha, que coloca de 3 a 5 mil ovos por dia.

As crianças e os adultos continuam curtindo as novas aventuras e trilhas aéreas que
aumentam a emoção no famoso Arbelhismo - espécie de arvorismo light, cama elástica
importada e muito mais segura, pula-pula com a entrada em forma de uma abelha gigante
de 3 metros de altura e abertura da nova área de lazer e esportes, com campo de futebol
e tênis, com quadra oficial de saibro, além de espaço para palestras e para eventos.

O parque ainda conta com a Casa do Mel, com degustação gratuíta de vários tipos de
méis, além de pratos, meleiras, canecas, camisetas, bonecos, brinquedos temáticos e
outras peças exclusivas com abelhinhas. Também há novas áreas gramadas de lazer para
a criançada, 150 mil metros quadrados de mata preservada, Museu de Apicultura, , pula-
pula, casinha da abelhinha, colméia estilizada gigante, observatório com colméia de
paredes de vidro e muito mais.

Parque Ecológico, Cultural e de Lazer Cidade das Abelhas. Estrada da Ressaca,km 7, Embu
das Artes - 4703-6460 e 4614-0609 - www.cidadedasabelhas.com.br - Ingresso: R$ 12,00
(De 3 a 60 anos).De 3ª a domingo, das 8:30hs às 17 horas - Crédito da matéria: Parque
Cidade das Abelhas

Fonte: Apacame - Web - Veículo: Revista In Online - Seção: Parques - Data: 13/11/2008 -
Estado: SP
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17 – Chapadão do Sul deverá receber projeto para produção de mel

Projeto inédito no Estado para produção de mel está sendo implantando no município de
Três Lagoas e a expectativa é que a partir do ano que vem possa ser implantando aqui em
Chapadão do Sul. O mel vai ser produzido entre uma plantação de Eucaliptos. Os
apicultores terão aproximadamente 12 mil hectares de floresta para uso como pasto
apícola, em Três lagoas.

"O espaço liberado é o ideal para inserção de apiários, já que os eucaliptos precisam estar
entre o segundo e quarto ano de florada para criar boas condições de produtividade",
explica Carlos Alberto Santos do Valle, gerente de agronegócio do Sebrae/MS. A área
também será suficiente para implantar o projeto de verticalização da produção, que
permite a abrangência de todo o processo: da colméia à comercialização.

Cada produtor poderá atingir um patamar de 150 colméias, neste momento. A previsão é
que a área receba até 1.500 no primeiro ano. "A partir do segundo ano do projeto, temos
a pretensão de ampliar para os municípios de Cassilândia e Chapadão do Sul", ressalta
Clarindo Cleber Gimenes, gerente do Sebrae Regional do Bolsão.

Produzir o mel entre a floresta de eucaliptos trará vantagens para o produtor. Segundo o
gerente, a qualidade do produto é excelente porque alia a coloração clara, preferida dos
brasileiros, com a uniformidade no paladar. "Além disso, as abelhas não precisam
percorrer grandes distâncias, tornando-se mais produtivas. Em apenas uma florada, mil
colméias podem produzir cerca de 40 mil quilos de mel", analisa.

Aliar a silvicultura com a apicultura é uma alternativa bem interessante para os produtores
rurais. "A silvicultura já está sendo associada ao pasto e a agricultura, atingindo bons
resultados", comenta Carlos Alberto. Áreas de preservação permanente podem ser bem
aproveitadas com a apicultura já que a atividade não impacta o meio ambiente, otimiza a
florada nativa e é rentável.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: O CorreioNews - Seção: Notícias - Data: 18/11/2008 -
Estado: MS
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18 – Tranqüilidade muda vida de apicultor

- Empresário está à frente de um negócio sustentado por cerca de 180 colméias, com
produção anual de 5 mil quilos de mel

Da Redação - A busca por qualidade de vida levou o terapeuta natural Adriano Rodrigues
Azevedo a trocar a rotina agitada do Rio de Janeiro pela tranqüilidade de Pessegueiros, na
zona rural de Teresópolis. Junto, Adriano levou o projeto de montar um apiário. O plano
virou realidade com a agroindústria Mel de Teresópolis.

Cerca de oito anos depois de trocar o Rio por Teresópolis, Adriano está à frente de um
negócio sustentado por cerca de 180 colméias, com produção anual de 5 mil quilos de mel,
cem quilos de própolis, 20 quilos de pólen e meio quilo de geléia real. O terapeuta lembra
que superou um dos obstáculos, a falta de recursos, por meio do Programa Nacional de
Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

Foram R$ 24 mil que também propiciaram investimentos na qualidade e no acabamento
dos produtos, características definidas por Adriano como “a melhor propaganda na hora de
comercializar”. Além de fundamentais para a superação dos desafios do novo negócio,
essas estas adaptações da agroindústria atenderam às exigências das legislações
municipal e estadual.

Os produtos da agroindústria Mel de Teresópolis são comercializados diretamente nas
lojas, pela internet e por meio da divulgação realizada em panfletos. Em outros estados,
chegam por meio do Programa Caras do Brasil, nos supermercados da Rede Pão de
Açúcar. Adriano quer ampliar mercado com a divulgação de seus produtos na V Feira da
Agricultura Familiar e Reforma Agrária, que será realizada de 26 a 30 de novembro, na
Marina da Glória, no Rio de Janeiro. A agroindústria é um dos 38 grupos que representará
o Estado na Feira.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: O Diário de Teresópolis - Seção: Últimas Notícias - Data:
17/11/2008 - Estado: RJ
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19 – Apicultores do Velho Chico participam de seminário em Ribeira do Pombal

O encontro acontece no município baiano de Ribeira do Pombal nos próximos dias 20, 21
e 22 de novembro

Janete Melo - Apicultores do Projeto Apis São Francisco participarão do IV Seminário para
o Desenvolvimento da Apicultura na Bahia e do IV APIS EXPO Mel, Derivados e
Equipamentos Apícolas que será realizado de 20 a 22 de novembro, no auditório do Hotel
Kascata, no município de Ribeira do Pombal e que terá como tema central, “Cera de
abelha, um grande negócio?”. Segundo Adriana Morais, gestora do Projeto APIS, o
objetivo da caravana será proporcionar o intercâmbio de informações entre os apicultores,
bem como conhecer as instalações e experiências do entreposto de mel da Cecoapi.

Voltado para profissionais, apicultores e estudantes de Zootecnia, Agronomia, Biologia,
Medicina Veterinária e representantes de entidades públicas e privadas, o IV Seminário
para o Desenvolvimento da Apicultura na Bahia contará com uma programação diverficada
que incluirá palestras sobre:

“Produzir e Beneficiar Cera de Abelha. Faça você mesmo”, “Abelha e Saúde: apicultura e
apiterapia”, “Finaciamentos para Equipamentos Apícolas”, “Profissionalização e
Crescimento da Apicultura na Região de Ribeira do Pombal”, “Sanidade nos
Enxames”, “Eficiência no Uso da Cera Alveolada”, “Geotecnologias aplicadas a Extensão
Rural”, “Produção e Mercado de Cera Orgânica Certificada”, “Estudo da Flora Apícola da
região de Ribeira do Pombal”, “Plano de Marketing da CECOAPI”, além de mesas redonda.

Na palestra de abertura, que acontecerá no dia 20, destaque para o tema: “Produzir e
Beneficiar Cera de Abelha. Faça você mesmo”, com o palestrante Edney de Oliveira
Magalhães, da Ceplac de Ilhéus. Logo em seguida serão discutidos “Abelha e Saúde:
apicultura e apiterapia”, com José Elpídio de Mendonça –
Naturapi/Salvador; “Finaciamentos para Equipamentos Apícolas", com Rogério Lima Costa -
Banco do Brasil e Benival Vilaça Ferreira -Banco do Nordeste.

O IV Seminário para o Desenvolvimento da Apicultura na Bahia e IV APIS EXPO Mel,
Derivados e Equipamentos Apícolas será realizado pelo Ministério da Agricultura com apoio
do Sebrae, Petrobras, Banco do Nordeste, Banco do Brasil, Cecoapi, Cooarp, Febamel,
Prefeitura de Ribeira do Pombal, Cearapi, Farrp, Seagri, EBDA e Adab.
Fonte: Apacame-Web - Veículo: Agência Sebrae de Notícias - BA - Seção: Notícias - Data:
18/11/2008 - Estado: BA
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20 – Uruguay lleva exportadas siete mil toneladas de miel

La Dirección General de la Granja del Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca-
Digegra, dio a conocer algunos índices objetivo que reflejan la situación de la apicultura en
el año 2008.

Uno de los aspectos centrales del informe señala que según las cifras primarias se estaría
generando una detención en el aumento de productores. El número de apicultores en el
presente ejercicio suma 2.804 productores, 30% menos que el año anterior. Según
Digegra el descenso se explica por la ausencia de declaraciones juradas anuales de
propietarios con bajo número de colmenas. Sin embargo, el número de colmenas es el
mismo que el año anterior, ascendiendo a la cantidad de 450.000 en todo el país.

Exportaciones - Por otra parte, en lo relativo a las exportaciones, a mayo de 2008 se
exportaron 5.000 toneladas de miel. Como destino dominó ampliamente la Unión Europea,
el 91% de las ventas. Dentro de los países se destacan Alemania, España y Reino Unido.
Si bien el volumen exportado en la zafra 2007-08 fue 40% menor que el año anterior, los
precios fueron sensiblemente mayores a la zafra 2006-07.

Recuperación - El informe oficial considera que durante 2008 las exportaciones se están
recuperando, llegando su volumen en el mes de octubre a las 7.000 toneladas. Los precios
tienen una tendencia ascendente con un precio promedio de 2,50 US$/kg. A mayo de
2008, el número de propietarios de la cadena exportadora fue 1.427, cifra que representa
el 51% de los 2.804 propietarios registrados.

En Uruguay la producción de miel está disminuyendo, estimándose que durante la zafra
2007-08 apenas alcanzó el 60% de los niveles tradicionales. Entre las causas del descenso
de la producción, se pueden mencionar los factores climáticos, como heladas y faltas de
agua, y la expansión de los cultivos, como soja, trigo y cebada en la zona litoral oeste del
país, donde se encuentra el 50% de los apiarios. Otras causas son los aspectos nutritivos,
el manejo de plaguicidas y los problemas sanitarios (Varroasis).

Trazabilidad - Desde el Ministerio de Ganadería, Agricultura y Pesca, a través de la
Digegra, se ofrece una serie de soluciones integrales, como el subsidio para la
alimentación de las colmenas recientemente otorgado a 378 apicultores en todo el país.

También se ha venido trabajando en forma constante junto a las Organizaciones de
Productores y el Sector Exportador sobre la consolidación del Sistema Nacional de
Trazabilidad, con muy buenos resultados, y la capacitación de Normas de Calidad (Haccp)
para dar cumplimiento a las normativas de la Unión Europea.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Diário La Republica - Seção: Economia - Data:
20/11/2008
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21 – Apicultura: Paraná no contexto de Brasil

- A produção – Dia 26 de novembro o IBGE divulgou a Pesquisa Pecuária Municipal,
confirmando o Paraná como o 2º produtor nacional de mel.

Segundo estes números do IBGE (PPM-2007) a produção de mel é de 4.632 t ), mantendo
o estado no 2º Lugar no ranking nacional, antecedido pelo RS em 1º lugar (7.365 t),
vindo em 3º, o PI (3.483 t), em 4º, SC ( 3.471 t), em 5º, o Ceará (3.137 t) e em 6º ,
Minas Gerais (2.625 t).

A exportação de mel, em 2007, teve volume de 835 t, receita cambial de US$ 1,5 milhões
e preço médio de US$ 1,78/kg, colocou o Paraná como o 5º maior exportador.

De janeiro a outubro de 2008, o Brasil exportou 14.985 toneladas de mel “in natura”,
35,76% a mais que igual período de 2007, cujo volume foi de 11.038 toneladas. A receita
cambial sofreu elevação de 99,40%: US$ 35.477.372,00 (2008) e US$ 17.792.278,00
(2007). O preço médio recebido foi de US$ 2.367,53/t, 46,872% superior ao valor médio
recebido em 2007 (US$ 1.611,94/t).

Comércio Exterior em 2008 - Até outubro de 2008, o Estado de São Paulo continua
destacando-se como o principal exportador (receita: US$ 11.333.280,00; volume: 4.877 t
e preço médio: US$ 2.232,82/t), seguido pelo Rio Grande do Sul (receita: US$
7.654.440,00; volume: 3.305 t e preço médio: US$ 2.316,02/t), em terceiro o estado do
Ceará (receita: US$ 4.590.502,00; volume: 1.750 t e preço médio: US$ 2.623,14/t), em
quarto, o Piauí (receita: US$ 3.410.120,00; volume: 1.543 t e preço médio: US$
2.210,06/t) e em quinta, o estado do Paraná (receita: US$ 3.380.464,00; volume: 1.408 t
e preço médio: US$ 2.400,89/t)

Em março deste ano, a União Européia anunciou a suspensão do embargo ao mel
brasileiro, após mais de dois anos, já que o evento deu-se em março de 2006, porém o
retorno às exportações para o continente europeu é considerado lento, por conta de dois
fatores principais:

atual exigência do Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAPA) de obrigatoriedade
de registro de Casas de Mel, como Estabelecimento Relacionado – ER; dificuldades para
implantação no curto prazo de mecanismo de Boas Práticas de Produção (BPP) e do
Sistema APPCC (Análise de Perigo e Pontos Críticos de Controle) nos entrepostos e casas
de mel.

Em junho foi realizada a primeira exportação de 41,7 toneladas para a Alemanha e em
julho a exportação para este destino foi de 205,10 toneladas, a um preço médio de US$
2,41/kg. Em agosto deste ano foram exportadas 301,2 toneladas de mel para a Alemanha,
a um preço de US$ 2,26/kg.

Em agosto de 2008, o principal país de destino das exportações brasileiras ainda foi o
mercado americano (EUA), cuja importação gerou US$ 1,6 milhões, representando em
torno de 57,8% do valor total de mel exportado pelo Brasil.

Segundo o Sebrae (Rede Apis), em outubro de 2008 o principal destino do mel brasileiro
foi os Estados Unidos com 69% do total comercializado, com receita de US$ 3,97 milhões,
a um preço de
US$ 2,40/kg. Para a Alemanha foram exportados 24% das exportações do país, com
receita de US$ 1,39 milhão e a um preço médio de US$ 2,76, acima do preço médio de
US$ 1,47/kg.

Segundo esta mesma fonte, a exportação para a Europa, que por tradição sempre paga
melhor preço, foi viabilizada pelo fato de em outubro, existirem 8 entrepostos
relacionados/habilitados junto ao MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento para exportar mel para a União Européia (EU), sendo três do Ceará, dois
de São Paulo, dois de Santa Catarina e um do Paraná.

Nos dez meses de 2008, as exportações para os EUA totalizaram US$ 26,31 milhões
(74,16%) e 11.319 toneladas (75,54%), representando aumentos de 66,88% em valor e
14,40% em volume, em relação a igual período de 2007 (9.894 toneladas).

Os demais países importadores, foram: Alemanha (2.131 toneladas), Canadá (782,56
toneladas), Reino Unido (227,08 toneladas), África do Sul (142,16 toneladas), Índia (97,68
toneladas), Arábia Saudita (92,96 toneladas), Japão (51,95 toneladas), Bélgica (41,75
toneladas), Panamá (21,28 toneladas), França (20,16 toneladas) e Austrália (19,96
toneladas).

Veja mais na página: www.seab.pr.gov.br - link “ informativo diário” –
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SEABDERAL
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