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Informativo - nº107 - Dezembro de 2008 - roberto de a silva
Nome: roberto de a silva
Endereço: rua dos funcionários, 1559
Bairro: cabral
CEP: 80035050
Município - UF: Curitiba - PR
E-mail: MANDAR E-MAIL
- Informativo -
---------------------------------------------------------------------------------------------------------
BOLETIM
DICAS & NOTÍCIAS & INFORMAÇÕES APÍCOLAS
Ano II - nº 107 - 08 de Dezembro de 2008
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LEIA NESTA EDIÇÃO:

1 – Um Minuto de Reflexão; 2 - Sebrae aposta no mel do Extremo-Oeste; 3 - Apicultores
de Minas Gerais discutem os desafios para a expansão do setor; 4 – Produtores baianos
conhecem projeto de apoio à apicultura; 5 – Sebrae apresenta projetos de Apicultura ao
Território Sul; 6 – Senar/ES promove treinamento de apicultura em Guaçuí; 7 - PI:
exportações de mel têm bons resultados no Estado; 8 – Apicultores gaúchos mostram os
benefícios do mel; 9 – SC: apicultores catarinenses querem maior assistência; 10 – A
importância da alimentação das colônias de abelhas durante a entressafra — Embrapa;
11 – Produtores baianos conhecem projeto de apoio à apicultura; 12 - Mel viajante; 13 -
Congresso reúne os apicultores, durante quatro dias, em Igarapé-Miri; 14 – Milagre das
Abelhas; 15 - 15 – Apicultores de Rio Brilhante incentivam mel na merenda.
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1 – Um Minuto de Reflexão

· "Em nossas ilusões, renunciamos ao que possuímos pelo que esperamos possuir." -
Shakespeare

· "As boas ações elevam o espírito e predispõem-no a praticar outras." - Jean-Jacques
Rousseau
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2 - Sebrae aposta no mel do Extremo-Oeste

(darci.debona@diario.com.br) - Darci Debona - São Miguel do Oeste - A produção de mel
no Extremo-Oeste de Santa Catarina é considerada uma atividade complementar na renda
das famílias, chegando a ser um hobby para alguns. Por isso, o sistema de manejo e
comercialização não é muito tecnificado.

O manejo na região é arcaico, diz Udo Trennenpohl, agente articulador do Serviço Apoio
às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em São Miguel do Oeste. Atendo ao potencial da
atividade, que entre janeiro e setembro rendeu US$ 29,7 milhões em exportações ao
mercado externo, o Sebrae de Santa Catarina decidiu instalar o Arranjo Produtivo Local de
Apicultura na região. O projeto iniciou no ano passado e vai até 2011.

A primeira fase do projeto, que encerra no final do ano, consiste na sensibilização dos
produtores e realização de cursos e palestras para melhorar a produção, através de
reuniões mensais. As caixas antigas que serviam de abrigo para as colméias estão sendo
substituídas por novas, com padrões utilizados em outras regiões do Estado onde a
produtividade é maior. Consultores estão orientando os produtores a ter maior cuidado
com a higienização para evitar a contaminação por sujeira ou microorganismos.

- O mel é um produto perfeito, mas o manejo inadequado acaba estragando tudo - diz
Clemente Damoro, presidente do Comitê Gestor da APL da Apicultura, acrescentando
acreditar que o projeto vai representar uma mudança significativa para a atividade na
região.

A segunda etapa do projeto consiste no trabalho de gestão da atividade, para que ela
propicie renda para as famílias. A terceira etapa será a comercialização. Um entreposto de
comercialização será construído em Itapiranga para processar o mel e garantir inspeção
federal, possibilitando a venda para outros estados e à exportação.

De acordo com Udo Trennenpohl, além do produto "in natura", umas das metas do Sebrae
é que o mel seja matéria-prima para shampoos, sabonetes e cosméticos, que podem ser
vendidos para a Europa com boa agregação de valor. O apicultor Nério Stédide tem 197
colméias próximo à zona urbana de São Miguel do Oeste. A produtividade média é de 13
quilos por ano por colméia. Em dois anos, ele quer chegar a 20 quilos. Com isso passará
de 2,6 mil quilos por ano para 4 mil.

Nério investiu R$ 20 mil para transformar o porão de sua casa numa área de
processamento de mel, com paredes azulejadas e equipamentos de inox. Com isso vai
melhorar a qualidade do produto e garantir mais clientes. O produtor e a mulher Doroti
vendem o produto na feira local por R$ 4 ao quilo. Inicialmente o preço não deve mudar
muito. Mas eles querem aumentar a renda com o aumento no volume de produção.

Um diferencial pode vir quando o casal Stédile conquistar a certificação como mel
orgânico, ou seja, produzido sem que as abelhas tenham colhido material em áreas onde
foi aplicado agrotóxico. Para isso, a área é demarcada com GPS (Sistema de
Posicionamento Global), não podendo haver poluição por perto.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Diário Catarinense - Seção: Edição do Dia - Data:
01/12/2008 - Estado: SC
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3 - Apicultores de Minas Gerais discutem os desafios para a expansão do setor

O estímulo ao consumo de mel e a capacitação de produtores foram os principais objetivos
do Seminário de Apicultura do Alto Paranaíba, que aconteceu nessa semana, no município
de Patrocínio (MG). O encontro reuniu cerca de 200 participantes, entre produtores rurais,
estudantes e especialistas do setor.

Além de três minicursos, serão oferecidas palestras sobre boas práticas na cadeia apícola,
acesso ao crédito para pequenos produtores, manejo de abelhas, preparo de subprodutos.
Na palestra Panorama do setor apícola brasileiro e mundial, o coordenador da Rede Apis
do Sebrae Nacional, Reginaldo Barroso de Resende, vai abordar os principais desafios
para a expansão do setor.

De acordo com o especialista, apesar do embargo europeu ao mel brasileiro, as
exportações não perderam o fôlego. – O mel brasileiro sempre foi reconhecido no exterior
pela sua qualidade – diz.
O Brasil ficou quase dois anos sem poder comercializar produtos apícolas para países da
Comunidade Européia e o embargo foi suspenso em março.

Em outubro as exportações brasileiras de mel tiveram crescimentos de 16% em valor e de
22% em peso. O balanço das exportações de mel até outubro deste ano, em comparação
com o mesmo período de 2007 foi muito favorável. Nesse período, a receita das
exportações cresceu 99,4% e as quantidades comercializadas aumentaram 35,8%.

Mas Reginaldo alerta que os bons resultados de vendas para o mercado externo não são
acompanhados por boas vendas no mercado interno. “O consumo no Brasil é de apenas
128 gramas por pessoa ao ano. Nosso grande desafio é mostrar aos produtores a
importância de trabalhar o mercado interno – diz Reginaldo. Um dos meios sugeridos para
estimular o consumo é a inserção de sachês de mel na merenda escolar. – O mel ainda é
visto como remédio e precisamos mudar esse conceito – diz.

Outro grande desafio do setor apícola é a segurança alimentar. Os produtores rurais
precisarão registrar as casas de mel no Ministério da Agricultura, Pecuária e
Abastecimento (Mapa), o que vai demandar mudanças na estrutura destas unidades de
produção. Outra mudança é a implantação do APPCC (Análise de Perigos e Pontos Críticos
de Controle), um sistema de garantia de qualidade para segurança alimentar. Os
produtores precisarão adaptar diversas etapas da produção para garantir a qualidade e
evitar os perigos potenciais à saúde dos consumidores.

Fonte: Sebrae – Apacame – Web - Veículo: Zootecnia Brasil - Seção: Apicultura - Data:
01/12/2008
Estado: PR
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4 – Produtores baianos conhecem projeto de apoio à apicultura

Seminário será aberto às 8h desta terça (2) e será destacada a atuação do Sebrae no
Estado e parceiros para fortalecer esse segmento.

Luiz Conceição - Apicultura tem grande potencial no sul da Bahia - Para repassar
informações sobre o Projeto de Apoio à Apicultura, o Sebrae na Bahia realiza seminário
sobre o tema nesta terça-feira (2). O evento acontece a partir das 8h n auditório Hélio Reis
de Oliveira, do Centro de Pesquisas do Cacau, na Superintendência da Ceplac, no km 22
da rodovia Ilhéus-Itabuna.

Com o mesmo objetivo, a Instituição já realizou seminários para apresentar projetos de
mandiocultura e horticultura orgânica ao público-alvo do Programa Territórios da
Cidadania, Território Sul, na Bahia. Para o desenvolvimento desses projetos, foi feito
aporte de R$ 1,3 milhão, com prazo de execução até 2010.

Os projetos serão desenvolvidos em parceria com instituições públicas e privadas. O
objetivo é oferecer à agricultura familiar ações de capacitação e consultoria gerencial,
mercado, políticas públicas, tecnologia e empreendedorismo. A assistência técnica e
extensão rural envolvem a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, Empresa
Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Instituto de Estudos Sócio Econômicos do Sul
da Bahia (Iesb), Instituto Floresta Viva e associações de mandiocultores, horticultores e
apicultores e quilombolas, além de aldeias indígenas.

Na reunião desta terça-feira, serão abordados aspectos da apicultura dos 26 municípios do
Território Sul, as ações dos órgãos técnicos, creditícios, de assistência e extensão rural e
interação, sinergia e estratégia operacional.

Outras ações - Nos dias 24 e 25 foram realizados, no mesmo local, os seminários de
mandiocultura e horticultura orgânica, quando foram apresentadas as ações que o
Sebrae/BA e parceiros desenvolverão nos próximos três anos de duração dos projetos.
Nos dois eventos, o público-alvo se pronunciou abertamente e de maneira democrática.
Pelos relatos se soube, por exemplo, que a mandiocultura tem problemas quanto à
assistência técnica e falta de material (manivas) para o plantio, situação agravada pela
estiagem de mais de 80 dias que se abateu sobre a região Sul da Bahia. No Seminário de
Horticultura houve a presença maciça de integrantes das associações apoiadas pelo
Instituto Floresta Viva e Associação de Quilombolas de Itacaré, quando foram
apresentadas as ações desenvolvidas com nas comunidades, principalmente pelo Sebrae.

Fonte: Apacame - Web - Veículo: Sebrae Brasil - Seção: Notícias - Data: 01/12/2008 -
Estado: DF
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5 – Sebrae apresenta projetos de Apicultura ao Território Sul

Ilhéus, 29.11.08 – Depois de realizar seminários para apresentar projetos de
mandiocultura e horticultura orgânica ao público-alvo do Programa Territórios da
Cidadania, Território Sul, na Bahia, onde fez aporte de R$ 1,3 milhão, com prazo até 2010,
o Sebrae Bahia repassará agora informações sobre o Projeto de Apoio à Apicultura. O
último seminário do ano será aberto às 8 horas da próxima terça-feira, 2, no auditório
Hélio Reis de Oliveira, do Centro de Pesquisas do Cacau, na Superintendência da Ceplac,
no km 22 da rodovia Ilhéus-Itabuna.

Os projetos serão desenvolvidos em parceria com instituições públicas e privadas numa
estratégia que visa oferecer à agricultura familiar ações de capacitação e consultoria
gerencial, mercado, políticas públicas, tecnologia e empreendedorismo. A assistência
técnica e extensão rural envolvem a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira
(Ceplac), Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Instituto de Estudos Sócio
Econômicos do Sul da Bahia (Iesb), Instituto Floresta Viva e associações de
mandiocultores, horticultores e apicultores e quilombolas, além de aldeias indígenas.

Entre os objetivos do evento desta terça-feira está a reunião dos apicultores da área
visando conhecer aspectos da apicultura dos 26 municípios do Território Sul, as ações dos
órgãos técnicos, creditícios, de assistência e extensão rural e interação, sinergia e
estratégia operacional entre eles. Os temas serão abordados em palestras por Eduardo
Benjamin Andrade, coordenador de Projetos, Carteira de Agronegócios I, do Sebrae –
Bahia, e pelo pesquisador Ediney Magalhães, do Centro Regional de Apicultura do Sul da
Bahia da Ceplac.

Na mesa-redonda “Voz do Apicultor” terão a oportunidade de apresentar idéias, análises e
sugestões sobre o projeto as seguintes pessoas: Roberto Chaves da Silva, presidente da
Associação de Ilhéus; Carmem Lucia Souza O. Cardoso, representante da Associação de
Itaju do Colônia; e Maria da Conceição Almeida dos Santos, da Associação de Palmira.
Ainda, Évio Castro, presidente da Associação de Santa Cruz da Vitória; João Paulo,
presidente da Associação de Jussari; Jitilene Silva dos Santos, representante da
Associação de Itacaré e Luiz Carlos Gomes dos Santos, presidente da Associação de
Buararema.

Nos dias 24 e 25 foram realizados, no mesmo local, os seminários de mandiocultura e
horticultura orgânica, quando foram apresentadas as ações que o Sebrae Bahia e
parceiros desenvolverão nos próximos três anos de duração dos projetos. Nos dois
eventos o público-alvo se pronunciou abertamente e de maneira democrática. Pelos
relatos se soube, por exemplo, que a mandiocultura tem problemas quanto à assistência
técnica e falta de material (manivas) para o plantio, situação agravada pela estiagem de
mais de 80 dias que se abateu sobre a região Sul da Bahia.

No Seminário de Horticultura houve a presença maciça das associações apoiadas pelo
Instituto Floresta Viva e Associação de Quilombolas de Itacaré, quando foram
apresentadas as ações desenvolvidas com nas comunidades, principalmente pelo Sebrae.
Em sua palestra Cenira de Araújo Farias apresentou ações do Instituto Floresta Viva
enquanto o engenheiro José Francisco Santos Miranda, especialista em agricultura
orgânica, falou sobre o tema, tendo discutido com as associações presentes as
oportunidades de negócios para os horticultores.

Fonte: Apacame – Web – Veículo: Revista Folha da Praia - Seção: Economia - Data:
03/12/2008
Estado: BA
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6 – Senar/ES promove treinamento de apicultura em Guaçuí

A criação de abelhas necessita de pequeno investimento, requer poucos cuidados e o
mercado está em expansão. Com intuito de fomentar novas alternativas de renda, o
Sindicato Rural de Guaçui em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural
(Senar/ES) irá promover, entre os dias 3 e 5 de dezembro, treinamento em apicultura.

Os produtores rurais aprenderão a criar abelhas para a produção de mel e outros
produtos, observando os princípios de sustentabilidade e preservação dos recursos
naturais. A capacitação vai abordar conhecimentos sobre a biologia das abelhas, a captura
e o manuseio dos enxames, a montagem do apiário, manuseio das caixas, materiais
necessários, entre outras habilidades. Higiene na produção, beneficiamento e normas de
segurança também serão pontos trabalhados.

A apicultura, a partir de poucos cuidados e investimentos, adoça a vida dos consumidores
e o bolso de quem produz. A atividade garante maior rentabilidade e diversidade para as
propriedades. O ES vem investindo nesta cultura, que tem mercado promissor e encontra
aqui clima e localização privilegiados. As aulas teóricas acontecerão na sede do sindicato e
as práticas serão realizadas em uma propriedade rural do município que já implantou a
apicultura.

Vantagens - O custo de implantação de um apiário é muito baixo. Além disso, é uma
atividade que não exige a contratação de mão-de-obra qualificada, já que a maioria dos
apiários é manuseada pelos próprios membros da família. O gasto que se tem é
basicamente no início, com a montagem e compra de materiais para o apiário.

O produto apícola mais conhecido e comercializado no mercado é o mel. Mas um apiário
pode gerar grandes rendimentos através da comercialização de outros produtos, como a
geléia real e o própolis. As informações são da assessoria de imprensa do Senar/ES.

Fonte: Apacame-Web – Veículo: Agrolink - Seção: Últimas Notícias - Data: 02/12/2008 -
Estado: RS
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7 - PI: exportações de mel têm bons resultados no Estado

Teresina/PI - Suzana Prado - O Piauí ficou em sétimo lugar nas exportações de mel em
outubro deste ano, informa a Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios do Sebrae no
Piauí. As quantidades de mel comercializadas pelo Brasil alcançaram 14,99 mil toneladas,
alta de 35,8% de janeiro a outubro deste ano, o que contabiliza uma receita de US$ 35,48
milhões para o País este ano, quase 100% de crescimento em relação a 2007.

As informações são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), órgão ligado ao Ministério
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. “Alguns fatores contribuíram para
esse crescimento nas exportações de mel, como a conquista do mercado norte-americano
pelo mel produzido no Brasil, o fim do embargo do produto na Europa e as oscilações no
valor do dólar”, explica o gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios do
Sebrae/PI, Francisco Holanda.

Os Estados Unidos e a Alemanha foram os principais destinos das exportações brasileiras
de mel em outubro. Os EUA compraram 69% do total de mel comercializado. Em seguida,
vem a Alemanha responsável por 24% do total do mel exportado.

Outra boa notícia para quem trabalha no setor foi a divulgação das empresas que mais
exportam no Brasil. A Casa Apis, maior central de negócios do setor apícola do Piauí,
ocupa a 23ª posição no ranking. “Isso já é reflexo do que vem sendo executado não
somente pelo Sebrae, mas pelos apicultores e por todos os parceiros que integram a Casa
Apis. Esse resultado é um estímulo para continuar todo um trabalho em favor do
desenvolvimento da cadeia produtiva da apicultura no Piau͔, afirma Francisco Holanda.

Casa Apis - A Central de Cooperativas Apícolas do Semi-Árido Brasileiro, Casa Apis, é
resultado de uma grande parceria costurada há mais de três anos por diversas entidades
públicas e organizações não-governamentais. Participam o Sebrae, Fundação Banco do
Brasil, Governo do Piauí, Federação das Entidades Apícolas do Piauí; Rede Unitrabalho,
Unisol Brasil, prefeituras de 42 municípios envolvidos no projeto, além de cooperativas de
apicultores do Piauí e do Ceará.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias - Veículo: Página Rural - Seção: Notícias - Data:
03/12/2008
Estado: RS -
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8 – Apicultores gaúchos mostram os benefícios do mel

Para estimular o consumo de mel na região centro do Rio Grande do Sul, os apicultores
realizam até o fim deste ano o projeto Mel na Sala de Aula. A ação vai atingir um total de
mais de duas mil crianças do Ensino Fundamental nos municípios de Cachoeira do Sul e de
São Sepé.

Durante a visita ás escolas, integrantes da Associação Cachoeirense de Apicultores (Acapi)
e da Associação de Apicultores da Região Centro (Aarce), de São Sepé, destacaram aos
estudantes a importância do mel como alimento, do produto ser inspecionado, a sua
origem, as utilidades da abelha e os benefícios que elas promovem na natureza, além de
ressaltar os riscos de consumir mel não-inspecionado. A ação contempla a distribuição de
um sachet de mel com a cartilha Cacá e sua Turma, fornecida pelo projeto de Apicultura
na Região Centro, desenvolvido pelo Sebrae/RS por meio do Programa Juntos para
Competir.

Para a técnica do Sebrae/RS, gestora do projeto de Apicultura, Carina Petry Brackmann,
as crianças são incentivadoras do consumo e, muitas vezes, quebram resistências dentro
da família em relação ao mel. “A criança dissemina conceitos sobre o produto como, por
exemplo, a diferença entre o mel inspecionado e o mel clandestino”, ressalta. A inspeção
comprovada pelos órgãos competentes garante que o produto foi envasado seguindo todas
as exigências sanitárias, não oferecendo riscos para a saúde.

Conforme Carina, a atividade impressiona os alunos e os professores, que percebem na
apicultura a importância econômica, social e ambiental da atividade. “Os apicultores
vestem-se com macacão, luva, botas e máscaras, equipamentos de segurança para a
atividade. Eles também narram histórias, mostram imagens e levam favos para mostrar às
crianças”, conta.

A apicultora e professora Jussara Cunha mobilizou 15 escolas estaduais e cinco
particulares, em Cachoeira do Sul, divulgando os benefícios do mel como alimento para
1.819 alunos. “O contato com os estudantes supera as nossas expectativas”, afirma.

Vendas - Em São Sepé, a vice-presidente da Aarce, Iracema Bastos, responsável pela
atividade com as crianças na cidade, conta que a realização da atividade nas escolas já
repercute nas vendas. “Aumentamos em 10% a comercialização do mel este ano”,
contabiliza. Em São Sepé, a expectativa é de que nove escolas do município ainda sejam
visitadas em dezembro, superando os 250 atendimentos registrados no ano passado.

De acordo com a Federação Apícola do Rio Grande do Sul (Fargs), o mel é rico em
vitaminas, ácidos e sais minerais. Segundo dados da entidade, o mel tem propriedades
antibióticas, anti-cáries e antiinflamatórias, entre outras.

O projeto Apicultura na Região Centro, desenvolvido desde o início de 2006, contempla 82
apicultores organizados em associações, pertencentes aos municípios de São Sepé, Jari,
Cacequi, Cachoeira do Sul e Santiago. O objetivo é buscar a legalização dos entrepostos,
aumentar o volume de mel comercializado, a produtividade e a melhoria da qualidade do
mel, promovendo o fortalecimento da apicultura na Região Centro.

O Programa Juntos para Competir é impulsionado pelo Sebrae/RS, em parceria com a
Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) e o Senar. O programa busca
organizar e aprimorar as cadeias produtivas do agronegócio no Rio Grande do Sul, como a
bovinocultura de corte, a suinocultura, a ovinocaprinocultura, a fruticultura, a floricultura, a
vitivinicultura, a apicultura e a cultura da cana-de-açúcar e seus derivados.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias – http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?
idnoticia=152658 - 04/12/2008
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9 – SC: apicultores catarinenses querem maior assistência

Florianópolis/SC - O presidente da Epagri Murilo Flores, o diretor Ditmar Zimath e o chefe
da Epagri/Cepea, Walter Miguel receberam, no dia 3 de dezembro, uma comitiva composta
por mais de 20 produtores de mel de todas as regiões de Santa Catarina que reivindicam
a recuperação da Cidade das Abelhas e a descentralização das ações de pesquisa e
extensão para o interior do Estado.

O grupo, liderado pelo presidente da Federação das Associações de Apicultores do Estado
de Santa Catarina, Nésio Fernandes de Medeiros, solicitou a revitalização da Cidade das
Abelhas de modo a voltar a ser uma área voltada para a educação ambiental, voltada para
o turismo e referência nacional e internacional. Uma das propostas em discussão inclui a
Cidade das Abelhas como anexo do futuro Jardim Botânico de Florianópolis.

“Vamos tentar incluir o setor apícola no PAC/Embrapa que irá disponibilizar recursos para
a Epagri utilizar em laboratórios e veículos”, disse o presidente Murilo Flores,
argumentando que não se pode abandonar o patrimônio público e que, portanto, a idéia é
resgatar e recuperar a Cidade das Abelhas. Murilo também sugeriu uma campanha de
conscientização da sociedade sobre a importância das abelhas nos processos de
polinização, na natureza e na
vida.

Trinta mil famílias no Estado têm abelhas. Dessas, 10% têm na atividade apícola sua
principal fonte de renda. O Estado produz de 6 a 8 mil toneladas de mel por ano, mas a
safra deste ano quebrou, em média, em torno de 60%. A quebra é maior no litoral Norte,
próximo a 80%, por causa das chuvas, frio, doenças, uso de agrotóxicos nas lavouras
próximas às colméias e o sumiço das abelhas.

“É possível criar unidades no interior e aproximar a pesquisa e a área técnica das regiões
produtoras, fortalecendo o segmento”, acredita o diretor Ditmar. Para o médico veterinário
e chefe do Cepea, Walter Miguel, o fortalecimento da Cidade das Abelhas, reivindicado
pelos apicultores, passa por aspectos técnicos e estruturais. “Vamos trabalhar para reabrir
o laboratório fisioquímico que faz análises do mel e da cera da abelha e vamos ter um
braço da pesquisa, uma unidade, em Videira”, disse.

Também a certificação, pelo Ministério da Agricultura, da Casa do Mel, que fica na Cidade
das Abelhas, é um processo que ajudará. Hoje, a Casa do Mel é uma unidade didática,
mas deve passar a ser usada pelo apicultor da região, que terá seu mel embalado e
certificado no local. Walter Miguel confirmou, ainda, que seis técnicos da Epagri espalhados
pelo Estado passarão a atuar 100% do seu tempo com a apicultura, em seis macrorregiões
estaduais, para fortalecimento do setor.

Fonte: Epagri - http://www.paginarural.com.br/noticias_detalhes.php?id=102496 -
04/12/2008 - Veículo: Página Rural - Seção: Notícias - Data: 04/12/2008 - Estado: RS
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10 – A importância da alimentação das colônias de abelhas durante a entressafra —
Embrapa

Por Fábia de Mello Pereira - Pesquisadora da Embrapa Meio-Norte -
fabia@cpamn.embrapa.br

Nas abelhas, como em todo animal, a capacidade produtiva e reprodutiva está relacionada
com a eficiência nutricional.Dotadas de um aparelho bucal lambedor, com raras exceções,
as maiores fontes de alimento dos adultos são o néctar e o pólen, que possuem grande
variação nutritiva, de acordo com a espécie botânica.

O néctar fornece carboidratos e minerais,enquanto o pólen constitui a principal fonte de
proteínas, lipídeos,minerais e vitaminas. A quantidade de alimento necessária para as
colônias depende da quantidade de cria e abelhas adultas existentes na mesma.

No Nordeste, conhecido pelo potencial apícola e diversidade da flora nativa explorada
pelas abelhas, existe uma concentração defloradas e alimento para as abelhas no período
chuvoso, em contraste com a escassez observada durante o período da estiagem. A
insuficiência de alimento nesse período provoca um enfraquecimento das colônias,
comprometendo a produção de mel da safra seguinte. Outro efeito da falta de alimento é a
perda de colônias, provocada pelo abandono das abelhas, que partem em busca de
regiões menos hostis.

Devido à sazonalidade na disponibilidade dos recursos naturais e dos problemas
encontrados com a deficiência de nutrientes nas colônias, existe a necessidade de se
fornecer alimentação alternativa ano período da entressafra. Essa alimentação
suplementar, além de evitar a desnutrição e o estresse, auxilia na prevenção de doenças e
ataques de inimigo s naturais.

Em algumas ocasiões especiais é necessário também o fornecimento de alimento mesmo
com a disponibilidade de flores, a exemplo do que ocorre durante aflorada do cipó-uva
(Serjania sp.). Esta espécie vegetal, que produz flores no período seco, possibilita a
produção de um mel claro, com excelente qualidade e ótimo valor comercial. Entretanto,
por não fornecer pólen e por não haver outra florada disponível nesta época, os
apicultores necessitam fornecer um alimento protéico suplementar para garantirem uma
nutrição adequada das suas colônias.

A alimentação das abelhas também se faz necessária durante o período de floração de
plantas tóxicas, com o objetivo de desviá-las dessa fonte de alimento; em serviços de
polinização de algumas culturas; durante o período de produção de rainhas e pólen; para
aumentar o número de colônias no apiário; para incrementara produção de geléia real;
para produzir zangões para acasalamento das rainhas e para recuperação das colônias
enfraquecidas.

Não existe uma época certa para o fornecimento do alimento, uma vez que este período
varia de acordo com a região e o objetivo. A quantidade de cria, o estado geral da colônia,
a quantidade e qualidade de néctar e pólen coletados pelas abelhas determinam a
necessidade da alimentação suplementar.Sendo assim,o produtor deve ficar atento para o
fluxo de alimento nas suas colônias.

Vários alimentos substitutos podem ser usados para as abelhas, como misturas contendo
farinha de soja, leite em pó e levedura de cerveja. Embora existam várias receitas
desenvolvidas para tentar suprir a deficiência nutricional das abelhas no período de
escassez de alimento, é necessário que o apicultor procure alternativas regionais para
diminuir os custos de produção.

No Nordeste, para redução de custos, algumas pesquisas foram realizadas utilizando na
alimentação de colônias jatobá (Hymenaea spp.), farinha de casca e semente de acerola
(Malpighia glabra),farinha de arroz (Oryza sativa), fubáe farinha de milho (Zea
mays);rapadura de cana-de-açúcar; feno das folhas de mandioca (Manihotesculenta); feno
das folhas de leucena (Leucaenaleucocephala); farinha de vagemde algaroba (Prosopis
juliflora);farinha de vagem de bordão-de-velho (Pithecellobium cf. saman) e farelo de
babaçu (Orbygniamartiana).

Inúmeras outras opções podem ser testadas pelo produtor, que pode buscar novas
alternativas em sua região. O importante é não deixar de fornecer uma alimentação
alternativa sempre que verificar necessidade.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Embrapa - Seção: Artigos - Data: 04/12/2008 - Estado:
DF
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11 – Produtores baianos conhecem projeto de apoio à apicultura

O Sebrae na Bahia realizou, nessa semana, o seminário sobre o Projeto de Apoio à
Apicultura, no Centro de Pesquisas do Cacau, na Superintendência da Ceplac, no km 22 da
rodovia Ilhéus-Itabuna. Os projetos serão desenvolvidos em parceria com instituições
públicas e privadas.

O objetivo é oferecer à agricultura familiar ações de capacitação e consultoria gerencial,
mercado, políticas públicas, tecnologia e empreendedorismo. A assistência técnica e
extensão rural envolvem a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, Empresa
Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Instituto de Estudos Sócio Econômicos do Sul
da Bahia (Iesb), Instituto Floresta Viva e associações de mandiocultores, horticultores e
apicultores e quilombolas, além de aldeias indígenas.

Na reunião foram abordados aspectos da apicultura dos 26 municípios do Território Sul, as
ações dos órgãos técnicos, creditícios, de assistência e extensão rural e interação, sinergia
e estratégia operacional.

Fonte: Apacame-Web - Veículo: Canal Rural - Seção: Notícias - Data: 06/12/2008 -
Estado: RS
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12 - Mel viajante

Apicultores brasileiros investem em tecnologia, controle sanitário, profissionalismo e
qualidade para reconquistar o mercado europeu, aberto após dois anos de embargo.

Por Janice Kiss / Fotos Tarcísio Mattos - Foi um baque. É assim que Indalécio Borguezan
recorda sua reação e a de muitos outros apicultores quando a União Européia decidiu
boicotar o mel nacional. Era março de 2006 e o governo brasileiro não havia apresentado
um plano de controle de resíduos - identificação da presença de agrotóxicos e
medicamentos veterinários no produto -, sem o qual as importações seriam suspensas.

O embargo fez com que 14 mil toneladas encalhassem no Brasil, comprometendo cerca de
76% das receitas - tradicionalmente, 3/4 do faturamento obtido pelos apicultores
brasileiros resultava das vendas externas. Embora a população reconheça as qualidades
nutritivas do mel, o consumo interno é baixo. Não ultrapassa 60 gramas per capita, por
ano, enquanto os suíços dão conta de 1.500 gramas no mesmo período. "O susto foi
grande. Cheguei a pensar em mudar do sítio e tentar um emprego na cidade", confessa
Indalécio, que, aos 38 anos de idade, não conheceu outra vida a não ser a do campo.

A sorte, segundo ele, foi a diversificação na propriedade de 80 hectares, em Urubici, na
serra catarinense. Ele, o pai e o irmão, que trabalham em parceria, nunca abriram mão
dos plantios de hortaliças - vocação da cidade -, maçã, kiwi e uma pequena produção de
leite. "No final, tivemos para onde correr", comenta

Fonte: Revista Globo Rural - http://www.zoonews.com.br/noticiax.php?idnoticia=152724 -
06/12/2008
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13 - Congresso reúne os apicultores, durante quatro dias, em Igarapé-Miri

Com a produção do mel em alta, apicultores de Igarapé-Miri, no Baixo Tocantins,
participam desde ontem do maior evento do norte e nordeste relacionado à produção e
comercialização de mel. O Apipará pretende reunir, em quatro dias, produtores do Pará e
do Brasil numa feira de exposição, onde os apicultores poderão trocar experiências e
fechar negócios.

Associações, cooperativas - aliadas ao poder público - pretendem mostrar que a parceria
entre quem produz e quem realiza também é possível, principalmente quando o assunto é
produzir sem degradar o meio ambiente.

A produção de mel está mudando a vida das famílias de Igarapé-Miri ligadas à apicultura.
O projeto começou há seis anos, quando um grupo de cinco pessoas decidiu apostar na
idéia. Hoje, existem cerca de 30 famílias produtoras associadas que, com apoio da
secretaria municipal de Agricultura, conseguem produzir até 80 litros do produto.

O referencial do projeto é que os apiários são montados no centro de açaizais nativos,
fruto que também faz parte da economia do município, conhecido como a capital do açaí. A
parceria existente entre a Secretaria Estadual de Agricultura (Sagri) e Embrapa tem
proporcionado o monitoramento e a criação de abelhas sem ferrão.

O projeto começou a prosperar, principalmente, depois que a Sagri liberou 26 mil reais
destinados à compra de macacões, botas, e para confecção de caixas de madeira
utilizadas na produção do mel. Atualmente, um marceneiro e um monitor dão assistência
às famílias associadas e aos futuros produtores interessados no projeto.

Os resultados deixam os apicultores bastante otimistas, principalmente depois que a
produção do mel produzido no município alcançou a marca de seis toneladas. A meta que
incentiva o projeto, de acordo com o presidente da Federação dos Apicultores do Pará,
Gerson de Moraes, é chegar a 200 toneladas do produto em um curto espaço de tempo.

Fonte: Web - Apacame – Veículo: Amazônia Jornal - Seção: Economia - Data: 06/12/2008 -
Estado: PA
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14 – Milagre das Abelhas

Considerado por muitos um “alimento milagroso” e consumido desde a antigüidade, o mel
também é empregado na indústria farmacêutica em cosméticos como xampus, cremes,
máscaras de limpeza facial e tônicos. Ao mel, também é atribuída a função de cicatrizante,
devido ao seu poder antimicrobiano e anti-séptico. Produzido pelas abelhas, o mel é uma
transformação física, química e fisiológica do néctar de diferentes tipos deflores.

Ele é composto por aproximadamente 90% de carboidratos (açúcares). Os outros 10% são
divididos entre proteínas, gorduras, fibras, sais minerais e vitaminas do complexo B, C, D
e E. Por isso, ele é um excelente energético. Além do mel, as abelhas “fabricam” produtos
derivados, que recebem diferentes aplicações. Os mais conhecidos são a geléia real, a
própolis e o pólen.

Outros derivados

- A geléia real é considerada um superalimento. De consistência pastosa, cor amarela e
sabor ácido, é produzida pelas abelhas para alimentar as larvas e futuras rainhas. Deve
ser conservada em temperatura abaixo de 10 graus centrígrados, na geladeira

- A própolis é um antibiótico natural extraído pelas abelhas dos botões das flores, brotos e
cascas de árvores. É rica em substâncias flavonóides, com propriedades antibióticas. Pode
ser usada em forma de líquido, pomada, pastilha, granulada, cápsula, comprimido e pasta
dental

- O pólen é a parte fecundante da flor transportada pelas abelhas para a colméia. Pode ser
consumido em bolinhas bem mastigadas ou em cápsulas. Deve ser tomado,
preferencialmente, pela manhã ou entre as refeições, no total de duas colheres de sopa
por dia (cerca de 30g).

Curiosidades – “Mel no interior e óleo no exterior” era um provérbio seguido pelos gregos
e romanos; - Os egípcios usavam a própolis para embalsamar suas múmias; - Além de
servir como alimento, os sumérios, habitantes da região da Mesopotâmia, utilizavam o mel
para a escrita; - Os antigos egípcios e gregos se referiam ao mel como um produto
sagrado. Para outros povos, o mel chegou a ser utilizado como pagamento de impostos; -
Notícias a respeito do mel aparecem em desenhos de cavernas e em papiros antigos, com
receitas para diversas curas, para se conseguir longevidade, conservar frutas e carnes.

Fonte: Apacame – Web – Veículo: Jornal de Santa Catarina - Seção: Viver - Data:
06/12/2008 - Estado: SC
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15 – Apicultores de Rio Brilhante incentivam mel na merenda

A associação de Apicultores de Rio Brilhante (AAPIRB) está comercializando boa parte
das 12 toneladas anuais produzidas no município, para atender o Programa Federal de
Aquisição de Alimentos (PAA) do Ministério da Agricultura (Conab/Mapa).

Com o objetivo de incentivar o consumo de mel na merenda escolar, a Conab adquiriu
recentemente cinco toneladas do produto, que já está sendo distribuído às escolas da rede
pública de ensino dos municípios de Maracaju, Rio Brilhante, Itaporã, Douradina e Nova
Alvorada do Sul. O entreposto de mel da Associação de Rio Brilhante possui selo de
Inspeção Estadual como forma de garantir a segurança alimentar do consumidor.

Com 50 apicultores cadastrados a AAPIRB, pretende aumentar a produção nos próximos
anos e ampliar o atendimento a rede pública de ensino na região, através do programa de
distribuição de alimentos do Governo Federal. Das 12 toneladas/ano produzidas, 7 são
distribuídas e comercializadas no próprio município, através de entidades filantrópicas,
comercio local e feira do produtor.

A meta dos apicultores de Rio Brilhante para 2009 é comercializar parte da produção
em “saches”, já que a Associação acaba de adquirir uma máquina apropriada para o
envase, visando agregar mais valor ao produto. Outro grande desafio será selecionar os
apicultores que poderão produzir mel orgânico, dentro das recentes regras estipuladas na
Legislação Federal dos orgânicos. A intenção dos produtores é implantar a certificação
participativa através da APOMS, com o apoio das Instituições que formam a Comissão
Estadual da Produção Orgânica, presidida pela Superintendência Federal de Agricultura
(SFA/MS).

Informações mais detalhadas, com o técnico Augusto Cesar Farias do Serviço de Política e
Desenvolvimento Agropecuário da SFA/MS através do telefone (67) 3316-7140 / 7169.
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SEAB
DERAL – DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL
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